"Tudo o que é preciso é fechar as fronteiras, pá!", dizem os palermas. Pois claro, resta saber como é que se vai conseguir impor isso à medida que a proporção de brancos em cada país europeu for diminuindo... vão ser os alógenos a viver na Europa que vão querer fechar as fronteiras por nós, querem ver?
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quinta-feira, 14 de março de 2019
sábado, 9 de março de 2019
Triste futebol: maliano do FC Porto traz uma trintena de alógenos da "sua" terra para o verem jogar; os mé(r)dia "tugas" deliciam-se!
Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui mais uma prova contundente de que o desporto-rei (da selva) é um desporto identitário:
«Moussa Marega esteve em destaque na vitória do FC Porto sobre a Roma (3-1), onde contribuiu com um golo e uma assistência para a passagem dos dragões aos quartos-de-final da Liga dos Campeões. No entanto, o jogo não foi especial apenas para o maliano, mas também para 24 crianças e seis adultos que residem na vila francesa onde o jogador do FC Porto foi criado.»
Sublinho: vindos de uma vila francesa, não de um país africano!
«O maliano tratou das despesas das 30 pessoas, originárias de Évry-Courcouronnes, incluindo viagens, hotel e bilhetes para o jogo. Além disso, o grupo esteve ainda presente no Olival na quarta-feira, horas antes do jogo decisivo.»
Digam lá se não ficaram comovidos, caros leitores! O Marega é lindo por fora e por dentro! Pagar assim do seu bolso para trazer estas crianças desse país africano horrível, a França, só mostra o tamanho e a bondade do seu coração! O futebol é isto mesmo, bondade, beleza e muito, mas muito identitarismo!
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Ver também:
Triste futebol: Portugal exporta o Pretogal
Triste futebol: em Espanha, há vida para além dos "jovens"!
segunda-feira, 4 de março de 2019
Triste futebol: em Espanha, há vida para além dos "jovens"!
Só não é vida europeia... e claro, o Observador da direitinha, como bom jornal globalista e liberalzinho, não podia deixar de glorificar esta nojice:
«Depois de se tornar apenas o segundo chinês a jogar em Espanha, Wu Lei [nome tipicamente espanhol] entrou este sábado para a história do futebol chinês e do futebol espanhol ao marcar o primeiro golo de um jogador daquele país asiático na La Liga.»
Tem mesmo cara de catalão, não tem?
«O terceiro golo da vitória caseira do Espanyol frente ao Valladolid (3-1) foi o concretizar de algo por que os adeptos do clube da Catalunha esperavam desde que Wu Lei chegou a Barcelona: afinal, e mesmo com os rumores de segundas intenções e interesses pré-estabelecidos, a verdade é que os apoiantes do Espanyol se mostraram entusiasmados com a contratação do avançado desde a primeira hora e fizeram questão de o demonstrar.»
Sublinho, "desde a primeira hora"! O que vale é que "o futebol é um desporto identitário, pá!", senão então é que teríamos um enorme descalabro!
«Cerca de duas semanas depois de se mudar para Espanha, Wu Lei já era o jogador do Espanyol que mais camisolas vendia. Nesse período, as lojas oficiais do clube venderam mais de 400 camisolas com o nome do jogador chinês e o número 24 e o clube aproveitou a euforia para lançar uma campanha de edição limitada que incluía 100 camisolas de Lei, Borja Iglesias e Marc Roca, os três jogadores que mais merchandising vendem, com os respectivos nomes escritos em caracteres castelhanos e chineses. O entusiasmo com a chegada do chinês de 27 anos ficou patente também através das redes sociais, onde Wu Lei já leva mais de 2 milhões de seguidores — algo insignificante face aos 76 milhões de Cristiano Ronaldo mas relevante em comparação aos 400 mil do próprio Espanyol.»
Mas não percam o próximo jogo do clube do vosso coração, hã! Não quero que o desaparecimento da raça branca atrapalhe o vosso amor pela camisola!!!
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