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terça-feira, 16 de abril de 2019

Uma breve nota sobre o grande incêndio que consumiu ontem grande parte da mais importante catedral da Europa


      Ainda não se sabe ao certo o que provocou o incêndio que podia ter destruído completamente um dos mais importantes e emblemáticos monumentos históricos de toda a civilização europeia. Mas sabemos o seguinte:
Em França, várias igrejas foram atacadas e vandalizadas só desde o início deste ano. Algumas delas foram mesmo incendiadas, conforme se pode ler aqui e também aqui
A tendência é semelhante no resto da Europa, mas os números são particularmente impressionantes em França; conforme se pode ler aqui, terá havido 1063 ataques contra igrejas francesas, só em 2018.
Muitos muçulmanos "franceses" (e não só) celebraram o incêndio da catedral de Notre-Dame nas redes socais.


Um pouco por toda a Europa, os actos de vandalismo contra igrejas e estátuas cristãs estão a tornar-se cada vez mais frequentes. Eu já reportei vários aqui no TU, mas aqui fica mais um muito recente, que teve lugar na Alemanha.
E, mais importante de tudo, já tinha havido, no passado, muçulmanos "franceses" que tinham planeado atacar a catedral de Notre-Dame, conforme se pode ler aqui.

Portanto, mesmo que o incêndio de Notre-Dame não tenha tido mão criminosa (e provavelmente jamais será revelado se teve ou não), é difícil não ficarmos com a pulga atrás da orelha...

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Leituras complementares: 


Fogo posto pelos Maome(r)das na catedral de Notre Dame em Paris (Escólios)
Deus existe para quem tem fé e para quem não tem (Porta da Loja)
Notre-Dame, símbolo do catolicismo (Alerta Digital, artigo em espanhol)

domingo, 14 de abril de 2019

Papa Chico, o podólatra (2)


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui mais este vídeo "giríssimo". Dedico-o a todos os portugueses que gostam deste impostor que dá pelo nome de Jorge Bergoglio, mas a quem demasiados cristãos "modernaços" teimam em chamar Francisco.

Este vídeo não é apenas a imagem da ICAR no mundo actual... ele é a ilustração perfeita do estado do Ocidente, sobretudo desta (cada vez menos) nossa Europa prostrada e prostituída.


quinta-feira, 28 de março de 2019

Paul Joseph Watson tenta explicar o colapso do Ocidente.
Jared Taylor discorda. (ambos os vídeos com legendas)


O Paul Joseph Watson fez um bom vídeo sobre o estado actual da nossa civilização:



Infelizmente, há um pequeno "detalhe" que o PJW deixou de fora do seu vídeo, provavelmente para evitar ser censurado pelos eunucos do YouTube. Mas esse pequeno "detalhe" (notem bem as aspas) faz toda a diferença:



Quem tem razão? O PJW ou o JT? Só o tempo dirá. Eu, infelizmente, tendo mais para o lado do PJW, uma vez que o optimismo do JT me parece francamente excessivo. Porquê? Porque o JT se esqueceu da ameaça mais importante que a raça branca enfrenta no presente, que é o facto de não estar a proceder à sua renovação demográfica. Já o escrevi várias vezes aqui no TU, mas insisto: sem filhos, não há futuro. As nossas fronteiras não se fecharão por milagre, é preciso que haja vontade política para isso. E se os europeus continuarem a não ter filhos, a sua vontade política será cada vez menos determinante para o futuro do Ocidente, uma vez que a vontade política dos alógenos tenderá cada vez mais a sobrepor-se.

quarta-feira, 27 de março de 2019

Al-Público, o "jornal" em que a pornografia é elevada a arte


   Um muito obrigado! ao Zé do Burro por nos ter trazido aqui esta galeria de imagens que eu me recuso terminantemente a reproduzir aqui no TU. A "jornalista" que republicou esta valente porcaria dá-nos a entender que se trata de arte quando, na verdade, se trata simplesmente de pornografia:

«Ao longo do ano de 2018, a britânica Laura Stevens convidou cerca de 50 homens para serem fotografados nus, em sua casa, na sua cama. Em todos os casos, Laura observou, eles posaram. Eles frágeis, vulneráveis; ela dominante, directiva. 
As fotografias são silenciosas, lânguidas, suaves. ”Eu quero mostrar o corpo masculino a partir de um olhar feminino. Quis afastar-me das representações de masculinidade mais óbvias — dureza, força, virilidade (…). Interesso-me, geralmente, por fotografar a vulnerabilidade, a sensibilidade, sejam de origem masculina ou feminina.”»

Ou seja, a criatura que tirou esta nojice de fotos acha que olhar para homens nus é um acto feminista, desde que os homens nus estejam prostrados a seu gosto. Se esta merda tivesse sido publicada no Correio da Manhã seria um escândalo. Mas como foi no Al-Público, o jornal das elites "bem pensantes" da Tugalândia, temos aqui uma obra de arte...

A superioridade moral do Ocidente: "Desculpa! Desculpa! Desculpa!"


     E agora, caros leitores, chegou o momento de fazermos aquilo que os ocidentais sabem fazer melhor: fustigarmo-nos colectivamente! Sim, vamos todos desatar a chorar copiosamente, ajoelhar, baixar as cabecinhas carregadas de pensamentos pecaminosos e pedir desculpa pelo menos mil vezes pelo facto de sermos apenas humanos! 

"Mas que relambório vem a ser este"?- perguntarão vocês. É difícil de explicar por palavras, por isso vou mostrar-vos este videozinho giríssimo que a Raquel nos trouxe (muito obrigado, cara Raquel):




Deixem-me ser absolutamente claro: é evidente que os animais devem ser abatidos de uma forma que seja o menos dolorosa possível para eles. Mas este vídeo -e as dezenas de comentários que o acompanham- é uma excelente ilustração daquilo em que o Ocidente se transformou: um desfilar de "sensibilidades" (i.e. pieguices) que fazem dar a volta ao estômago a qualquer pessoa que compreenda minimamente a realidade do mundo em que vivemos.

O que é que vocês acham que o africano, o médio oriental ou o sul-asiático típicos vão sentir se por acaso virem este vídeo? É óbvio: vão-se convencer ainda mais da legitimidade de nos conquistarem e submeterem. Tornámo-nos demasiado fracos, demasiado lamechas, demasiado desligados da dura realidade das leis da Mãe Natureza. Julgamo-nos "civilizados", mas somos é parvos, isto que se vê neste vídeo é pura parvoíce, é o recurso gratuito à emoção primária em detrimento da procura de argumentos racionais e de soluções concretas.

Eu não tenho nada contra os vegetarianos em si, cada um sabe da sua própria vida. Mas não queiram impor esta merda aos outros, sobretudo com este tipo de atitude deprimente. Ninguém segue a fraqueza, ninguém a admira, a não ser os aleijados do corpo e da alma. Eu sei que temos muitos desses no Ocidente... e, no momento certo, o resto do mundo será implacável para com eles.

Já agora, nada garante sequer que estas pessoas são sinceras na sua choraminguice depressiva:


sexta-feira, 22 de março de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 50


     Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso já conhecido amigo e camarada Ilo Stabet. Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes.
 
Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!




Para verem mais episódios da série "Portugal Desintegrado" cliquem no separador "Portugal Desintegrado", por debaixo do título deste blogue. 

Já agora,  quem estiver interessado em ouvir na íntegra a música que o Ilo usou para abrir a série, aqui fica uma versão mais ou menos decente:


quinta-feira, 14 de março de 2019

Para alguns autoproclamados nacionalistas, isto é completamente irrelevante...





"Tudo o que é preciso é fechar as fronteiras, pá!", dizem os palermas. Pois claro, resta saber como é que se vai conseguir impor isso à medida que a proporção de brancos em cada país europeu for diminuindo... vão ser os alógenos a viver na Europa que vão querer fechar as fronteiras por nós, querem ver?

Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (11)


Um muito obrigado! à Raquel por nos ter trazido aqui estes dois soyboys "tugas":




Digam lá, mulheres portuguesas, se estes dois não são simplesmente irresistíveis! O feminsmo é sexy, pá! E não tomar banho regularmente também!...


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Ver também:


Damas e cavalheiros, eis o "homem" ocidental! (10)

terça-feira, 12 de março de 2019

O estado do Ocidente: alemães fogem em pânico durante o funeral de uma mulher assassinada por um iminvasor tunisino


      E porque é que fugiram em pânico? Porque um "pobre coitadinho fugido à guerra" entrou na igreja e gritou 'Allahu Akbar!' (Alá acima de todos):

«Na cidadde de Worms, mais de 500 pessoas participavam no funeral de Cynthia R., uma jovem de 21 anos que fora assassinada pelo seu namorado Ahmed T., de 22 anos. A jovem Cynthia tinha acedido a usar o hijabe e aprender a língua árabe para agradar ao seu namorado requerente de asilo.»

 Ahmed T. e Cynthia R., antes da islamização da jovem alemã.

«No entanto, Ahmed já sabia que ia ser deportado. Ele tinha abusado do generoso sistema de segurança social alemão usando três nomes diferentes. Exigiu então que Cynthia regressasse com ele à Tunísia, mas a jovem recusou. Furioso, Ahmed assassinou a jovem esfaqueando-a mais de 10 vezes no pescoço, pulmões, costas e mãos.»

Cynthia R. e Achmed T., depois da islamização da jovem alemã. O piscar de olho é para nós, cornos mansos europeus.

«O funeral foi arruinado quando um homem entrou na igreja, estendeu os seus braços e mãos e gritou: 'Allahu Akbar!'  (Alá acima de todos). Isto fez com cerca de 20 pessoas fugissem a correr da igreja, em pânico, e algumas até a chorar. O homem foi depois detido pelas autoridades.»

Sublinho, caros leitores, bastou um muslo seboso entrar na igreja aos berros e logo uma data de alemães desataram a fugir cheiinhos de medo! Este é o estado do Ocidente... mas continuem a vociferar que os homens brancos são opressores e que a sua masculinidade é tóxica.  Depois não se queixem!

segunda-feira, 11 de março de 2019

Entretanto, em "terras de Sua Majestade"...


 Sobre o caso da esquerda, podem ler mais detalhes nesta posta que eu fiz há uns dias.


 Reparem bem, caros leitores: estas mães acham que a Somália é mais segura do que o Londristão. E provavelmente tem razão!


 O que vale é que a islamização é um mito perpetuado pelos "islamófobos"...


#OrgulhoOcidental

quarta-feira, 6 de março de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 48: Prioridades do Avesso


     Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso já conhecido Ilo Stabet. Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes.
 
Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!

terça-feira, 5 de março de 2019

O preço do anti-Cristianismo primário


     Os nacionalistas que combatem o Cristianismo de uma forma fanática -e a meu ver, absolutamente contraproducente-, deviam pôr os seus olhinhos indignados nesta notícia sintomática:

«Na passada sexta-feira [01-Mar-2019], cerca de 600 crianças foram retiradas de uma escola primária, na comunidade de Parkfield, em Birmingham, em protesto contra o programa "No Outsiders" - em português, "sem pessoas de fora" -, um programa que visa promover o fim da homofobia. O movimento teve início por parte de pais e mães muçulmanos, que afirmam que os seus filhos estão a sofrer uma "lavagem cerebral".


Fatima Shah, mãe de uma aluna da escola de Parkfield afirma que "os homossexuais deveriam ser tratados com respeito", no entanto, condenou o programa, afirmando que este é "desapropriado e completamente errado". Shah defende que 98% dos alunos da escola são muçulmanos e que é errado dizer-lhes que ser homossexual está certo, visto a homossexualidade ser proibida no Islão. "A educação sobre relações sexuais está a ser dada sem o nosso consentimento. Nós não fomos informados sobre o que está a ser ensinado", defende.»

Quando um casal cristão retira os seus filhos de uma escola, começa-se logo a discutir se o Estado não devia obrigar os pais a submeter as suas crianças à "educação tolerante e progressista". Será que vai acontecer o mesmo no caso dos casais muçulmanos? Vamos ver:

«Os pais justificam a atitude de terem retirado os filhos da escola devido a sentirem que os seus direitos estão a ser postos em causa e que a homossexualidade está "a ser promovida agressivamente". Também se pode ler na publicação feita pela comunidade que petições e tentativas de diálogo por parte dos pais foram ignoradas pela escola, o que levou ao protesto da manhã de dia 1. Durante o protesto, as crianças seguraram cartazes com mensagens como "deixem as crianças serem crianças" e "parem de explorar a inocência infantil".
Depois do protesto de sexta-feira, o conselho directivo da escola reuniu com o comissário das escolas regionais e com os pais dos alunos e decidiu acabar com o programa até depois da Páscoa, pelo menos, para poder abordar o assunto com os pais e ter a sua opinião em conta.
(...) O ministro das escolas, Nick Gibb, disse ser importante as escolas terem em consideração, as crenças religiosas dos seus alunos quando decidem entregar certos conteúdos para garantir que os tópicos são tratados de maneira apropriada.»

Ou seja: contrariamente ao que sucede quase sempre quando os pais são cristãos, a escola e o próprio Estado (pela voz do ministro da escolas) cederam à pressão dos pais muçulmanos!

Os nacionalistas anticristãos deviam pensar nisto seriamente: se os muçulmanos podem ser abertamente "homofóbicos" e serem recompensados por isso, enquanto os cristãos "homofóbicos" são perseguidos activamente por várias organizações a começar pelo próprio Estado, o que é que acham que os cristãos "homofóbicos" vão tender a fazer com o tempo? Converter-se ao Islão, evidentemente! 

Não, isto não é uma fantasia e um exagero da minha parte, conheço cada vez mais cristãos que elogiam abertamente o Islão, não devido a uma formatação ideológica de pendor multiculturalista, mas por entenderem que o Islão pode desempenhar um papel de regulação dos costumes da sociedade que o Cristianismo já não pode.

Já sei que a resposta de algumas pessoas a isto vai ser "ai, isso resolve-se com mais educação, mais cidadania e mais civilização." Tretas! A tolerância dos ocidentais para com os sodomitas decorre da doutrinação massiva por parte dos mé(r)dia e do sistema (des)educativo, pelo que os muçulmanos, ao rejeitarem naturalmente a nossa sociedade e modo de vida, estão geralmente imunes a essa formatação! Já disse isto várias vezes, mas vou repeti-lo novamente: as sociedades humanas ainda não estão preparadas para viver totalmente sem religião, sem um sentido maior para a nossa existência. Isso significa que haverá sempre religião na sociedade. E se nós acabarmos com uma grande religião, outra religião da mesma dimensão surgirá no seu lugar.

Pedro Varela: «A dimensão desconhecida»


Via José Silva (YouTube)

      Aqui fica uma palestra muito interessante proferida pelo célebre nacionalista Pedro Varela, dono da Livraria Europa, em Barcelona, no passado dia 16 de Fevereiro. Devo dizer que não concordo com tudo o que é dito, mas o conceito da "dimensão desconhecida" é bastante certeiro no contexto da guerra cultural que mencionei na posta anterior.

Os casos de Neto de Moura e de Donald Trump...


...ilustram perfeitamente quem é que realmente detém o poder no Ocidente. Não são as autoridades. Não é a Justiça. Nem sequer são os pulhíticos, por mais incrível que pareça.

Nada disso, o à-vontade descarado, a presunção de superioridade moral e a ferocidade asinina com que os "humoristas" da nossa praça têm atacado o juiz do Tribunal da Relação do Porto, tal como a campanha de fake news incessante dos mé(r)dia norte-americanos contra o Presidente Trump, mostram-nos que o verdadeiro poder está nas mãos dos mé(r)dia

É disto que se trata quando eu e outros nacionalistas falamos em guerra cultural. E é precisamente essa guerra que as Direitas do Ocidente têm perdido de forma sistemática. Aliás, a Direita em geral nem sequer percebe a realidade da guerra cultural, pelo que não tem comparecido no campo de batalha.

A grande consequência disto tudo é que hoje praticamente todos os veículos me(r)diáticos estão nas mãos dos globalistas, sejam direitinhas, sejam esquerdalhistas. E quem controla a narrativa, controla o futuro...

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 47


      Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso já conhecido Ilo Stabet. Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes.
 
Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

O al-Público continua a sua guerra sem tréguas contra a natalidade portuguesa


    Sendo uma publicação de forte pendor neomarxista, a versão "tuga" do al-Guardian foi presenteando os seus leitores, praticamente desde a sua fundação, com muitos artigos escandalosamente feministas em que a demagogia pós-modernista e politicamente correcta se sobrepunha à verdade dos factos, à razoabilidade política e até à própria lógica. 

Todavia, em anos recentes, o al-Público deu mais um passso "rumo à modernidade" e passou a ter também artigos anti-natalidade. No passado dia 14 de Fevereiro, por exemplo, o dia dos namorados (ou de S. Valentim, se preferirem), o escriba Miguel Esteves Cardoso, um autêntico poster-boy do cosmopolitismo hedonista e irresponsável da geração baby boomer, escreveu o grandessíssimo monte de merda que vou transcrever mais abaixo e que tem como título "Tudo menos filhos". Não, o Cardoso não está a brincar, a croniqueta é mesmo um manifesto anti-natalidade.



MEC: anti-natalista convicto e 'soyboy' extraordinaire!


Um muito obrigado! ao Noordoostelijk30jaar por nos ter trazido aqui os escritos em causa, que constituem um excelente exemplo da imundice que as nossas "elites" têm na cabeça:

«Toda a gente tem um conselho que dá a toda a gente. No dia dos namorados lembro-me sempre do conselho da minha mãe. Ela dava-o a casais que encontrava à espera do comboio. Esse conselho era “não tenham filhos”.»

Um conselho que, claramente, a própria senhora devia ter seguido. Tinha-se evitado assim a existência deprimida e deprimente do MEC. Mas reparem no insólito desta descrição, caros leitores: «ela dava o conselho a casais que encontrava à espera do comboio.» Acham isto normal? Que uma mulher ande a dizer aos casais de namorados numa estação ferroviária para não terem filhos? É evidente que não é normal! Ou esta história é falsa, ou a mãe do MEC tinha um transtorno qualquer. Não vejo outra alternativa.

«Quando nascem apaixonamo-nos por eles mas já não se pode voltar atrás. A minha mãe explicava, com paciência, coragem e honestidade que os filhos matam o romance, os filhos desfazem um casal, os filhos desapaixonam os pais, o amor pelos filhos come o amor que se tem por quem se ama.»

Com coragem? O Cardoso saberá o que é coragem?! Acaso a mãe dele corria algum perigo quando importunava os jovens casais com o seu conselho de merda?... É claro que não! Eu só posso imaginar quão constrangedor devia ser para os casais de namorados serem importunados pela demente anti-natalista que pariu o MEC!

Porque alguém que tenha a mínima experiência de vida perceberá o que realmente aconteceu. O que a mãe do MEC estava realmente a fazer era a desabafar e a pedir ajuda. Ela estava a projectar nos casais que importunava o fracasso do seu próprio casamento, admitindo que ela era casada. Não, não é verdade que os filhos desapaixonam os pais. Se isso acontecer, é porque os pais já estavam desapaixonados antes de terem filhos. Ou pior, estavam numa relação de co-dependência que o nascimento dos filhos veio inviabilizar.

«Os romances precisam de tempo e de liberdade. Os filhos consomem o tempo e a liberdade dos pais como se fossem Cerelac. Os romances precisam de energia e de disponibilidade. Os filhos consomem a energia e a disponibilidade dos pais como se fossem Cerelac. Os romances precisam de dedicação e de exclusividade. Os filhos consomem dedicação e exclusividade como se fossem Cerelac. Os romances precisam de generosidade e de loucura. Os filhos absorvem uma coisa e outra, apropriando-se delas e não deixando nada para os pais.»

É inegável que os filhos consomem muito tempo, mas não é verdade que o tempo dedicado aos filhos mate o romance. O que é preciso é saber gerir o tempo e os recursos. É evidente que não se vai poder ir passear tantas vezes como antes, nem ir jantar fora a dois como se fazia antes de eles nascerem. Mas o tempo dedicado aos filhos fortalece o casal, não o aparta! As estatísticas não mentem: os homens com filhos trabalham muito mais arduamente do que os solteiros para levar dinheiro para casa e sustentar a família. E as mulheres com filhos tendem a ser muito mais fiéis aos seus maridos do que as solteiras.

«O dever e o sacrifício são inimigos do amor romântico. Com os filhos nascem deveres e sacrifícios que precisam de toda a nossa energia para serem obedecidos. Com os filhos nascem culpabilidades que os namorados nunca teriam sentido se tivessem ficado quietos.»

Culpabilidades? Mas que género de aleijadinho(a) sentiria culpa por dedicar mais tempo aos filhos do que ao seu cônjuge? E que tipo de transtornado(a) ficaria ressentido pelo facto do seu cônjuge dedicar mais tempo aos seus filhos do que a ele(a)? O MEC não pode estar a falar de pessoas normais, mas sim de pessoas com graves problemas emocionais!!! Todo o ser humano adulto e maduro sabe perfeitamente que criar uma família implica menos tempo para o romance, mas isso não significa que o romance esmoreça, muito menos que termine!

«Crescemos com uma enorme dívida para com os nossos pais. Pagamo-la quando temos filhos. A única maneira de ficar a ganhar é recusarmo-nos a pagar a dívida, recusando-nos a ter filhos.
Esta é a verdade mais bonita do dia dos namorados.»

Bonita?! Verdade?!?! Não há nada de verdadeiro no que escreveste, MEC, rigorosamente NADA, muito menos bonito!!! Chega até a ser obsceno que o al-Público tenha publicado esta valente merda no dia dos namorados, este apelo cretino e irresponsável a que o jovens portugueses não tenham filhos, numa altura em que Portugal é precisamente o país com a taxa de natalidade mais baixa de toda a OCDE (fonte1 fonte2)!

Depois "temos de importar mais imigrantes para resolver o problema demográfico", não é?! Demagogo de merda!!!...