Finalmente, caros amigos! Actualizo finalmente a sondagem/levantamento estatístico sobre casais mistos em Portugal e na Europa que temos vindo a fazer aqui no TU desde Janeiro de 2017. Quero agradecer a todos aqueles que me trouxeram casais mistos, sobretudo àqueles que o fizeram em tempos mais recentes: o Filho da Truta, a Raquel, o Rui, o Silvino de Portugal, o Stonefield e, sobretudo, o Ilo Stabet, que foi de longe a pessoa que mais contribuiu para este levantamento, como se pode ver consultando o registo geral dos avistamentos.
Para quem já não se recorda, eu comecei a fazer este estudo por ouvir demasiadas vezes o argumento de que "os homens brancos são mais propensos à mestiçagem do que as mulheres brancas", algo que contraria estrondosamente aquilo que tem sido a minha experiência de vida. O objectivo é por isso que nós, todos juntos, tentemos determinar se isso é ou não verdade recorrendo aos nossos próprios olhos, em vez de nos basearmos em "estudos" levados a cabo por "cientistas" marxistas ou globalistas.
Qualquer um pode participar neste levantamento. A ideia é, quando andarmos na rua (ou estivermos na escola, ou no centro comercial, etc.) e nos cruzarmos com um casal misto, tomemos nota das seguintes características:
A propósito dos pontos 1 e 2, os mestiços devem ser enquadrados na categoria racial mais próxima. Por exemplo, um mestiço arraçado de índio sul-americano e de negro, mas que pareça mais índio do que negro, deve ser classificado como ameríndio.
Vamos então (finalmente!) passar às tabelas. No caso dos avistamentos em Portugal, já temos 154 casais. Os resultados são os seguintes (clicar na tabela para aumentar o seu tamanho e melhorar a resolução gráfica):
Dos 154 casais avistados, cerca de dois terços foi do tipo mulher branca + homem negro (106 casais). Isto corresponde a aproximadamente 68,8% dos casais. Os casais do tipo homem branco + mulher negra (27 casais) representam apenas 17,5% do total. O que é que isto quer dizer? Para já nada, porque esta amostra ainda é muito reduzida. Mas estes resultados provisórios não deverão surpreender ninguém que ande pelas ruas de Portugal com os olhos bem abertos.
Repare-se que, mesmo entre os casais mais exóticos, a tendência é para as mulheres brancas se miscigenarem mais do que os homens brancos. Por exemplo, um dos chavões mais repetidos pelos globalistas é que os homens brancos gostam muito de mulheres orientais. Mas, para já, isso não se nota nos avistamentos feitos em Portugal.
Passemos agora à tabela relativa à Europa. Neste caso temos 32 casais, avistados em quatro países diferentes: Alemanha (4 casais), Holanda (12 casais), Itália (2 casais) e Polónia (14 casais).
Os resultados obtidos para a Europa são ainda mais contundentes do que os resultados obtidos para Portugal: 10 casais do tipo mulher branca + homem preto e apenas um casal do tipo homem branco + mulher preta. Repare-se também na grande proporção de casais do tipo mulher branca + homem sul-asiático ou médio-oriental. Mais uma vez, é preciso sublinhar que uma amostra de apenas 32 casais não permite generalizar o que quer que seja. Mas, perante esta tabela e a anterior, parece-me absolutamente leviana a certeza com que alguns nacionalistas da nossa praça afirmam que os homens brancos são mais dados à mestiçagem do que as mulheres brancas.
É por isso preciso continuarmos a listar os avistamentos de casais mistos. À medida que a base de dados for crescendo, farei outras tabelas e gráficos, contendo informação adicional (casais por faixa etária, casais por distrito, casais por país da Europa, etc). Peço-vos por isso que continuem a trazer-me os casais mistos que forem avistando, para ver se conseguimos fazer deste trabalho algo realmente interessante e com utilidade prática, uma vez que ainda são precisos muito mais casais para que este levantamento tenha alguma validade estatística!
Mais uma vez, um muito obrigado! a todos os que me estão a ajudar a fazer este levantamento! Saudações nacionalistas!
Para quem já não se recorda, eu comecei a fazer este estudo por ouvir demasiadas vezes o argumento de que "os homens brancos são mais propensos à mestiçagem do que as mulheres brancas", algo que contraria estrondosamente aquilo que tem sido a minha experiência de vida. O objectivo é por isso que nós, todos juntos, tentemos determinar se isso é ou não verdade recorrendo aos nossos próprios olhos, em vez de nos basearmos em "estudos" levados a cabo por "cientistas" marxistas ou globalistas.
Qualquer um pode participar neste levantamento. A ideia é, quando andarmos na rua (ou estivermos na escola, ou no centro comercial, etc.) e nos cruzarmos com um casal misto, tomemos nota das seguintes características:
1. A raça do homem do casal misto (branco, negro, norte-africano, este-asiático, sul-asiático ou ameríndio)
2. A raça da mulher do casal misto (branca, negra, norte-africana, este-asiática, sul-asiática ou ameríndia)
3. A idade aproximada do homem (menos de 20 anos, 20-30 anos, 30-40 anos, 40-50 anos, etc.)
4. A idade aproximada da mulher (menos de 20 anos, 20-30 anos, 30-40 anos, 40-50 anos, etc.)
5. O distrito de observação (e.g. Lisboa, Porto, Viseu) ou, no caso de se estar no estrangeiro, o país de observação (e.g. Alemanha, França, República Checa)
6. O número de filhos do casal (quando aplicável, i.e. quando o casal tiver filhos)
A propósito dos pontos 1 e 2, os mestiços devem ser enquadrados na categoria racial mais próxima. Por exemplo, um mestiço arraçado de índio sul-americano e de negro, mas que pareça mais índio do que negro, deve ser classificado como ameríndio.
Vamos então (finalmente!) passar às tabelas. No caso dos avistamentos em Portugal, já temos 154 casais. Os resultados são os seguintes (clicar na tabela para aumentar o seu tamanho e melhorar a resolução gráfica):
Dos 154 casais avistados, cerca de dois terços foi do tipo mulher branca + homem negro (106 casais). Isto corresponde a aproximadamente 68,8% dos casais. Os casais do tipo homem branco + mulher negra (27 casais) representam apenas 17,5% do total. O que é que isto quer dizer? Para já nada, porque esta amostra ainda é muito reduzida. Mas estes resultados provisórios não deverão surpreender ninguém que ande pelas ruas de Portugal com os olhos bem abertos.
Repare-se que, mesmo entre os casais mais exóticos, a tendência é para as mulheres brancas se miscigenarem mais do que os homens brancos. Por exemplo, um dos chavões mais repetidos pelos globalistas é que os homens brancos gostam muito de mulheres orientais. Mas, para já, isso não se nota nos avistamentos feitos em Portugal.
Passemos agora à tabela relativa à Europa. Neste caso temos 32 casais, avistados em quatro países diferentes: Alemanha (4 casais), Holanda (12 casais), Itália (2 casais) e Polónia (14 casais).
Os resultados obtidos para a Europa são ainda mais contundentes do que os resultados obtidos para Portugal: 10 casais do tipo mulher branca + homem preto e apenas um casal do tipo homem branco + mulher preta. Repare-se também na grande proporção de casais do tipo mulher branca + homem sul-asiático ou médio-oriental. Mais uma vez, é preciso sublinhar que uma amostra de apenas 32 casais não permite generalizar o que quer que seja. Mas, perante esta tabela e a anterior, parece-me absolutamente leviana a certeza com que alguns nacionalistas da nossa praça afirmam que os homens brancos são mais dados à mestiçagem do que as mulheres brancas.
É por isso preciso continuarmos a listar os avistamentos de casais mistos. À medida que a base de dados for crescendo, farei outras tabelas e gráficos, contendo informação adicional (casais por faixa etária, casais por distrito, casais por país da Europa, etc). Peço-vos por isso que continuem a trazer-me os casais mistos que forem avistando, para ver se conseguimos fazer deste trabalho algo realmente interessante e com utilidade prática, uma vez que ainda são precisos muito mais casais para que este levantamento tenha alguma validade estatística!
Mais uma vez, um muito obrigado! a todos os que me estão a ajudar a fazer este levantamento! Saudações nacionalistas!

