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sexta-feira, 12 de abril de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 51


     Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso amigo e camarada Ilo Stabet

O tema do episódio de hoje é o famoso caso do bairro da Jamaica, em que vários agentes da PSP foram acusados de agredir vários "jovens" quando, na verdade, os agentes se limitaram a cumprir o seu papel e a reagir a agressões dos "pobre coitadinhos que vieram fazer aquilo que os portugueses não querem."

Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor da série Verbos Malditos, na qual ele desconstrói eloquentemente vários conceitos, termos e expressões da linguagem criada pelos engenheiros sociais neomarxistas (e neoliberais) que trabalham para a destruição do Ocidente. O Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes.
 
Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiverem essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem totalmente com ele: trocar ideias tende a fazer emergir a verdade!




ACTUALIZAÇÃO: Aparentemente, TODOS os vídeos do Ilo Stabet foram colocados em modo privado. É possível que o canal dele esteja novamente sob ataque, tal como aconteceu ao meu próprio canal e também ao canal do José Silva. Aguardemos pacientemente pelos próximos capítulos...

Seja como for, aproveito a ocasião para relembrar aos nacionalistas que não podemos depender apenas do YouTube... se até os grandes canais são alvo de ataques e por vezes chegam mesmo a ser eliminados, nenhum de nós está a salvo de um dia vir a sofrer o mesmo destino. Lembrem-se, o YouTube pertence aos nossos inimigos. Não podemos ter a ilusão de que o vamos poder usar para sempre. E o mesmo se aplica aqui ao Blogger!...

quarta-feira, 13 de março de 2019

Deputadas do bloco de esterco apresentam queixa contra deputado do PSD que criticou doutrinação homossexualista nas escolas básicas


      Repare-se que estas deputadas são as mesmas hipócritas que disseram que o juiz Neto de Moura "não sabia conviver com a liberdade de expressão" por processar as pessoas que o injuriaram. Tanta falta de vergonha na cara impressiona!

«As deputadas do Bloco de Esquerda Joana Mortágua e Sandra Cunha vão apresentar uma queixa na Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) contra o deputado do PSD Bruno Vitorino. Em causa está um comentário que o também vereador da Câmara Municipal do Barreiro fez sobre uma palestra na Escola Básica 2/3  da Quinta da Lomba, no Barreiro, que pretendia “promover a igualdade de género” e “sensibilizar os alunos para as diferentes orientações sexuais”.




Numa publicação na sua página de Facebook no passado dia 8 de Março, Bruno Vitorino criticou esta iniciativa, considerando-a “uma vergonha” e “uma porcaria” por entender que “é perverso” ver “adultos a avançar sobre este campo junto de crianças”. Um post que foi entretanto eliminado da rede social depois de ter sido denunciado.»


É lamentável que o deputado tenha eliminado a posta. Foi um erro da sua parte, porque dá a entender que haveria lago errado na posta, quando não havia.

«Um dia depois, o deputado social-democrata voltou ao tema novamente no Facebook. “Nunca discriminei ninguém em função da sua orientação sexual, do seu partido político, da sua raça, cor de pele, religião ou clube ou seja o que for. Tenho amigos homossexuais, heterossexuais, e muitos que nem sei que orientação têm ou deixam de ter. Mas não aceito este tipo de “doutrinação” nas escolas com miúdos destas idades. Ainda mais com associações totalmente duvidosas. Acho uma vergonha”, escreveu num tom menos agressivo do que na publicação original.»

O deputado laranjinha está coberto de razão! É efectivamente doutrinação, é lavagem cerebral desde tenra idade para programar as crianças e fazê-las aceitar o que é totalmente inaceitável, a sodomia e o hedonismo degradante dos invertidos. Espero que o deputado se mantenha firme, mas devo dizer-lhe que está no partido errado. Em Portugal, só há um partido onde os conservadores são aceites, o Partido Nacional Renovador (PNR). O PSD não é lugar para um homem que percebe a realidade do marxismo cultural e a terrível influência do lóbi guei na nossa sociedade.

sábado, 2 de março de 2019

Em defesa do juiz Neto de Moura contra o feminismo justiceiro populista


      O juiz Neto de Moura decidiu processar algumas das "personalidades" me(r)diáticas que, nos últimos meses, o têm insultado, enxovalhado e até tentado fazer com que seja despedido. Veja-se, a título de exemplo, este vídeo absolutamente repugnante que o FdT nos trouxe (muito obrigado!, caro FdT). Julgo que Neto de Moura faz muito bem, porque há uma diferença entre discordar e injuriar. E ainda há uma diferença maior entre discordar e tentar destruir completamente, que é aquilo que essas "personalidades" estão a tentar fazer à carreira do juiz do Tribunal da Relação do Porto.

Este caso é muito mais importante do que parece. Não se trata apenas de um juiz do Porto contra um grupelho de "bem pensantes" lisboetas, não se trata apenas de um juiz tendencialmente conservador contra a elite cosmopolita, hedonista e modernaça da tugalândia (não confundir com Portugal). Desde logo porque Neto de Moura até será de Esquerda, não de Direita.




Nada disso, o que está aqui em causa é muito mais sério do que isso, o que está aqui em causa é a imposição de uma mundivisão mediante a qual, em caso de conflito entre o casal, os homens têm sempre toda e qualquer responsabilidade e as mulheres nenhuma. Uma mulher encorna o marido? Azar o dele, só tinha de virar as costas e arranjar outra, até porque o encornado tem sempre culpa, ele que fosse mais homem e não se deixasse encornar! O quê? Um dos votos do casamento é precisamente o de fidelidade? Epá, isso é uma coisa muito antiquada, quase medieval! O que é mesmo moderno é o poliamor, pá! Um marido prega um par de estalos na mulher? Que bruto, é claro que ela não fez nada para o merecer... e mesmo que fizesse, quando uma mulher bate é por carinho, quando um homem bate é por maldade! 

Em suma, de um lado temos o feminismo justiceiro populista que, se for preciso, até defende os gangues de criminosos violadores pedófilos muçulmanos, mas que depois fica todo indignadinho quando um homem branco dá um tabefe na sua mulher (nota para imbecis: eu não estou a defender que um homem possa bater na sua mulher, estou apenas a dizer que a maioria das agressões tem um contexto e que não surge espontaneamente a partir do nada).  Do outro lado, temos a razoabilidade daqueles que percebem que, entre dois adultos, há sempre culpas de parte a parte, mesmo que uma das partes tenha mais culpa do que a outra. Quanto mais não seja porque, em algum momento das suas vidinhas "inocentes", as "santinhas" das mulheres escolheram os "brutamontes" dos seus maridos para parceiros.