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domingo, 1 de setembro de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 13: r/portugal (I)


       Aqui fica mais um episódio do podcast 'Portugal Desintegrado', da autoria do Ilo Stabet. A minha ideia inicial era publicar um episódio diferente a cada dia, mas o BitChute trocou-me as voltas. Nada que comprometa o meu objectivo de republicar toda a série aqui no TU, leve o tempo que levar.

No episódio de hoje, o décimo terceiro da série, o Ilo Stabet lê e comenta várias postas deixadas pelos cibernautas portugueses na subreddit r/portugal, um autêntico manancial de tesourinhos deprimentes e uma ferramenta muito útil para observar e compreender a verdadeira essência da sociedade "tuga" modernaça. Desde conselhos amorosos de utilidade duvidosa, até pedidos de informação sobre como depilar as partes púbicas, passando por discussões surreais acerca da "ciganofobia" do André (des)Ventura ou por apelos descarados ao aborto, ler a r/portugal é mergulhar num universo de frivolidade estupidificante e de hedonismo irresponsável que explica muito, mas mesmo muito do porquê de Portugal não passar da cepa torta.

Os caros leitores poderão consultar a lista completa de episódios disponíveis no separador 'Portugal Desintegrado'. Recordo mais uma vez que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes.


terça-feira, 20 de agosto de 2019

Porque voto no PNR e não no Chega (2)


Razão Nº 2: porque o André (des)Ventura, sendo um produto da escolinha do PSD, é automaticamente um homem do sistema, ou seja, falsa oposição. E isso nota-se até nos pequenos detalhes, como no orçamento dos diferentes partidos para as eleições regionais da Madeira:



Reparem: o orçamento do Chega é 33,3 vezes maior do que o do PNR! Até mesmo o Iniciativa Liberal, tão adorado pela geração X e pelos millennials da direitinha betinha, tem um orçamento reduzido, em termos comparativos. Como pode um partido liderado por um fulano do sistema constituir uma alternativa a esse sistema? A resposta é por demais evidente: não pode!


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Ver também:
 

Porque voto no PNR e não no Chega (Razão Nº1)

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Resultados finais das Eleições Europeias de 2019
...e comentários do vosso blogueiro


      Estão finalmente apuradas todas as 3092 freguesias de Portugal e 100 consulados no estrangeiro. Os resultados finais obtidos pelo único partido nacionalista português -o Partido Nacional Renovador (PNR)- nas Eleições Europeias que tiveram lugar no passado domingo [26-Mai-2019] são os seguintes:
▪ Território nacional: 15 999 votos (0,48%)
▪ Estrangeiro: 166 votos (1,20%)
▪ Total (território nacional + estrangeiro): 16 165 votos (0,49%)
A abstenção final foi de 69,27%, o maior valor de sempre da história da "democracia" abrilina. Chegou a hora de eu fazer alguns comentários acerca de tudo isto.




I. Comentários ao resultado obtido pelo PNR


Vamos começar a olhar para todos os resultados obtidos pelo PNR em eleições europeias desde a sua primeira participação, em 2004:




Apesar da subida do número de votos (de 15 036 para 16 165) e da percentagem relativa (de 0,46 % para 0,49 %), é realmente difícil não considerar este resultado como uma desilusão. Mais uma vez, cumpriu-se a "maldição do meio ponto percentual": ainda não foi desta que o PNR conseguiu ter mais do que 0,50 % numas eleições. Pior do que isso, a tabela acima mostra um claro abrandamento do crescimento do PNR em eleições europeias. Isto deve preocupar todos os nacionalistas dignos desse nome, por ser um forte indício de que a nossa mensagem não está a passar. 

Ora, as próximas eleições legislativas são já no próximo dia 6 de Outubro. Quer dizer que temos pouco mais de 4 meses para mudarmos a nossa abordagem e tentarmos convencer os eleitores portugueses a votar no PNR. Perante esta dolorosa realidade, o que é que pode ser feito? Tenho de vos confessar, caros leitores, pela primeira vez desde que sou nacionalista, estou sem ideias. Sempre pensei que o crescimento do Nacionalismo português fosse apenas uma questão de tempo, que bastaria seguir o exemplo dos outros partidos nacionalistas europeus para termos sucesso aqui em Portugal.

Agora, já não tenho tanta certeza. As minhas dúvidas começaram com os resultados brutais desta sondagem que eu publiquei aqui no TU em Setembro do ano passado. E, na sequência dos resultados deste domingo, surgiram ainda mais reservas e interrogações na minha cabeça. A fórmula utilizada pelos partidos nacionalistas europeus que têm tido sucesso não parece estar a resultar aqui em Portugal. Resta saber porquê.


II. A maior abstenção de sempre


Dos 10 780 068 eleitores inscritos, votaram apenas 3 314 423, ou seja, cerca de 30,73%. Isto corresponde a uma abstenção de  69,27%, o maior valor de toda a  história da "democracia" abrilina. Ou seja, quase sete em cada dez portugueses optaram por não ir votar nestas eleições europeias. E ainda pior do que o valor em si, é o facto de a abstenção estar a crescer cada vez mais a cada novo acto eleitoral:





Desde 1999, a abstenção aumentou quase 10%. Há muitas formas de olhar para estes números. Para os nacionalistas adeptos da abstenção, o resultado de domingo será certamente uma grande vitória, porque eles acreditam que a legitimidade do sufrágio fica comprometida ou, pelo menos, beliscada. Pura ilusão, é claro, mas quando se vive num mundo de fantasia, acredita-se em fantasias...

A verdade é que este número, apesar de elevado, não significa rigorosamente nada em termos práticos. A validade das eleições não depende do número de votos, porque a Constituição a República Portuguesa estipula que a Lei não pode estabelecer um número mínimo de votos para eleger deputados. Os puhíticos e as comentadeiras de serviço dizem estar preocupados com a abstenção, mas é tudo fogo de vista, palhaçada para inglês ver. Eles sabem perfeitamente que, quanto menos gente for votar, melhor será para eles. Porquê? Porque os boys e as girls deles votam sempre, garantindo a sua eleição, pelo que a abstenção apenas fará crescer a sua percentagem relativa.

A abstenção também não legitima o que quer que seja, porque a abstenção não representa um bloco coeso e homogéneo de eleitores, muito menos pode ser utilizada como argumento para validar intervenções armadas. Há abstencionistas que não votam por preguiça, há outros que não votam por não compreender a política, há outros que não votam por protesto, há outros que não votam por pura indiferença... querer juntar toda esta gente sob a mesma bandeira é ridículo, absolutamente ridículo!

A minha opinião em relação à abstenção é a mesma de sempre: ela traduz o analfabetismo e o atraso democrático severo do povo português. Todos aqueles que a defendem vão ter o que merecem, vão chegar à terceira idade desdentados e descabelados, mais ainda a sonhar com revoluções que nunca hão-de concretizar-se...

Curiosamente, houve uma redução dos votos brancos e nulos:





III. Sobre a grande vitória da extrema-esquerda


O pior aspecto da noite eleitoral de domingo foi, na minha opinião, o reforço do Partido Socialista (PS) e do Bloco de Esquerda (BE), acompanhado pela ascensão fulgurante do Pessoas, Animais e Natureza (PAN). A subida do BE, em particular, veio confirmar os meus piores receios: o partido mais extremista de Portugal é aquele que mais potencial de crescimento parece ter, porque à medida que a população urbana cresce e a população rural diminui, ao mesmo tempo que dezenas de milhares de imigrantes vão sendo naturalizados todos os anos, a tendência é para o número de votos e o peso relativo do bloco aumentar. Repare-se bem, no quadro abaixo: o BE conseguiu duplicar o seu número de eurodeputados e mais que duplicar o seu número de votos!


(Número de eurodeputados eleitos em 2019 e em 2014, Fonte: SGMAI)


É muito provável que muitos dos votos ganhos pelo BE tenham sido "roubados" à CDU, que teve um resultado desastroso. Tão desastroso que, contrariamente ao que tem sido habitual nos dirigentes do PCP ao longo dos anos, Jerónimo de Sousa admitiu a derrota. Pela parte que me toca, entre o BE e a CDU prefiro a segunda. A malta do BE é tão marxista como os comunas, mas muito mais hipócrita e muito menos conservadora nos costumes. O ideal era mesmo que ambos os partidos desaparecessem...

Depois temos o fenómeno do PAN: os movimentos ecologistas já existem em força há muitos anos noutros países europeus, mas a liderança do PAN usou uma estatégia de génio, que consiste em juntar ecologia com "direitos" dos animais. Em 2014, o PAN já tinha obtido 56 363 votos (1,72%), o que já era impressionante dada a criação recente do partido. Mas agora, em 2019, o PAN quase triplicou essa votação, conseguindo eleger um eurodeputado.

Isto significa que, dos 21 eurodeputados eleitos por Portugal, 14 são de esquerda, dos quais 5 são de extrema-esquerda, sendo que os restantes 7 eurodeputados são da direitinha apátrida e cosmopolita. Um desastre total, em termos de representação dos interesses portugueses na Europa.

E também aqui é necessário que os nacionalistas saibam responder à seguinte pergunta: o que leva tantos portugueses a votar no BE?


IV. Sobre a derrota bem merecida da direitinha globalista e cosmopolita


Não posso ser hipócrita: a votação desastrosa -mas deliciosa- obtida pelo PSD do bilderberguer Rio Risonho e da islamófila pseudo-humanista Assunção "do hijabe" Cristas soube-me muito, mas muito bem! Sempre achei que a "convergência para o centro" dos direitinhas 'tugas' não passava de um eufemismo para rebuçar a sua revoltante covardia política.

O Rio Risonho, tal qual senhor feudal arrogante, julgava que mandar no PSD era como mandar na Câmara do Porto, que ele ia chegar ali e transformar o PSD numa espécie de PS um pouquinho mais liberal e toda a gente ia aceitar. Acabou por alienar os militantes mais à direita do PSD, que se parecem ter redistribuído pelos novos partidos da direitinha. Já a Cristas da direitinha parece ter achado que os eleitores do CDS queriam um partido mais "modernaço" e "progressista". O seu apoio às quotas de "género", a sua submissão ao Islão (sim, submissão, porque ir à mesquita do David das cotovoeladas de hibaje enfiado na cabeça para depois ser enfiada numa sala à parte é mesmo submissão), o seu louvor ao deputado rabeta do CDS que saiu do armário, a sua falta de condenação veemente à iniciativa das passadeiras LGBT, enfim, a Cristas é, no plano dos valores sociais, indistinguível de qualquer militante do BE.

Tudo isto paga-se caro: o PSD teve o seu pior resultado de sempre em eleições de âmbito nacional e o CDS teve um dos seus piores resultados de sempre. E a melhor parte é que estes imbecis não parecem ter aprendido a lição! Veja-se, por exemplo, esta análise feita à derrota do CDS no Observador da direitinha... a Cristas acha que o CDS perdeu votos por ser demasiado conservador! Ela deve ter achado que os eleitores do CDS votaram no BE!!! Ó Cristas, olha bem para isto:



(Resultados dos pequenos partidos de Direita em 2019 e em 2014, Fonte: SGMAI)



De onde é que a Cristas achará que vieram os 88 701 votos (156 532 - 67 831) que os pequenos partidos de direita conquistaram entre 2014 e 2019? Será que ela acha que vieram do PCP? Ou do Livre? Ou do MPT??? Não, Cristas burrinha, vieram do PSD e CDS, evidentemente!!! Mas eu até aprecio este autismo impassível por parte da líder do CDS... porque significa que, muito provavelmente, a direitinha vai voltar a estampar-se no próximo mês de Outubro. Nós, na verdadeira Direita, só podemos congratular-nos com esta atitude! Espero que o Rio e a Cristas continuem a liderar os seus partidos durante muito tempo!



V. Comentário ao desempenho dos novos partidos da direitinha


É preciso sermos humildes e reconhecermos: os novos partidos da direitinha, Aliança, Basta e Iniciativa Liberal tiveram uma boa estreia. A título de exemplo, todos eles superaram o melhor resultado alguma vez obtido pelo PNR (
27 269 votos nas Legislativas de 2015). Não é coisa pouca. E não me venham com a desculpa de que eles foram levados ao colo pela comunicação social, porque isso, sendo verdade, não explica tudo.

É verdade que os novos partidos da direitinha beneficiaram imenso da incompetência de Rui Rio e de Assunção Cristas. E também é verdade que Santana (f)Lopes é um autêntico dinossauro da política portuguesa e que, nessa condição, arrastaria sempre parte da militância tradicional do PSD com ele. Mas não é menos verdade que a mensagem do Basta e da IL têm algo de diferente e de muito refrescante em relação à direitinha corrompida do PSD e do CDS.

Comecemos pelo Basta, uma coligação de monárquicos, militantes pró-vida e conservadores descontentes com os grandes partidos da direitinha. O seu líder, André Ventura, dispensa apresentações. Nitidamente inteligente, Ventura percebeu o enorme potencial do discurso anti-imigração e usou-o para se catapultar para a ribalta, primeiro na televisão, depois na política. Ventura teve sucesso onde os dirigentes do PNR têm falhado ao longo dos anos, conseguindo convencer as pessoas a votarem num partido genuinamente conservador. Em 2014, o PPM e o PPV tinham obtido, em conjunto, 29 749 votos. Em 2019, a coligação Basta obteve 49 496 votos, quase mais 20 mil votos. Esses quase 20 mil votos adicionais devem-se, quer queiramos, quer não, a André Ventura, ao seu carisma e eloquência. O homem até pode ser um charlatão, mas temos de admitir, é um charlatão convincente. Aprendamos com ele aquilo que funciona.

Já o Iniciativa Liberal ficou aquém das minhas expectativas, mais ainda assim teve inegavelmente uma boa estreia. Por exemplo, os quase 30 mil votos que a IL obteve superaram o resultado do PCTP/MRPP, o partido de simpatizantes do terrorismo que já anda nisto há várias décadas. A minha perspectiva sobre a IL foi provavelmente distorcida pelo facto de eu viver no Porto há já mais de 22 anos e de ter notado uma grande simpatia por este novo partido entre as elites tripeiras. Eu próprio tenho de confessar que me revejo em grande parte do programa económico da IL (menos estado, menos despesa pública), mas o seu anti-conservadorismo social e a sua apologia da imigração fazem-me descartá-la automaticamente. Eu acredito na Direita, não na direitinha. E a IL representa o que de pior existe na direitinha: pessoas que adoram os mercados de uma forma quase religiosa, mas que depois desprezam os valores morais e a organização social e comunitária que fez do Ocidente o portento científico, militar e tecnológico que tem dominado o mundo nos últimos séculos.

Até onde podem ir o Basta e a IL no futuro? É difícil dizer mas, da perspectiva nacionalista, é o primeiro que nos deve preocupar. O eleitorado do Basta é o eleitorado natural do PNR e o facto de o Ventura & C.ª terem conseguido ir tão longe na sua estreia deve ser objecto de uma reflexão profunda por parte dos nacionalistas. Repito: não me venham com a desculpa de que o Basta foi levado ao colo pela comunicação social, porque isso não explica tudo. Há algo no PNR que está a falhar e precisamos urgentemente de perceber o que é.


VI. Breve nota sobre o desempenho dos pequenos partidos de Esquerda


De uma forma geral, os pequenos partidos de esquerda perderam votos nestas europeias. Já vimos que o PAN foi a excepção a esta regra, todos os outros perderam terreno:



(Resultados Globais em 2019 e em 2014, Fonte: SGMAI)


O PCTP/MRPP foi o pequeno partido de esquerda que mais votos perdeu, passando de 54 622 votos em 2014 para 27 222 votos em 2019 (-27 400 votos). Uma excelente notícia para todos os amantes da democracia e da liberdade, uma vez que este partido representa o que de pior existe na sociedade portuguesa: marxismo puro e duro, apologia do terrorismo e um ódio primário criminoso à Pátria e aos portugueses.

Também é reconfortante constatar que o "Livre" do repugnante Rui Tavares e da racista despudorada Joacine Katar-Moreira perdeu mais de 11 mil votos; e que o MAS do drogado antidemocrata que defendia a censura do PNR e do Basta praticamente se eclipsou, tal como o PTP. 

A humilhação de Marinho Pinto e do seu PDR também foi inteiramente merecida. Não nos esqueçamos que este "senhor" foi um dos mais ardentes defensores dos artigos 11 e 13, os tais que vão "regular" (eufemismo para censurar) o conteúdo das redes sociais na União Europeia. A argumentação de Marinho a favor da "regulação" foi do mais absurdo que pode haver, Marinho comparou os artistas famosos e as multinacionais me(r)diáticas a Luís de Camões que, "coitadinho, morreu pobrezinho porque ninguém lhe pagou o que era devido pela sua obra"! Isto só tem uma qualificação possível, caros leitores: cretinice e falta de vergonha na cara. 

Para onde foram os votos de todos estes pequenos partidos de Esquerda? É difícil dizer, mas as hipóteses mais prováveis são o PS e, sobretudo, o BE.


VII. Conclusões e nota final


Resumindo novamente os pontos principais desta posta:
1. O PNR obteve 16165 votos (0,49 %), aumentando ligeiramente a sua votação face a 2014 (15 036 votos - 0,46%);
2. Observa-se, desde 2009, um abrandamento preocupante do crescimento do número de votos do PNR em eleições europeias;
3. É urgente identificar as causas deste abrandamento e corrigi-las até às próximas eleições legislativas de 6 de Outubro;
4. A abstenção foi a maior de sempre (69,27%), não obstante ter havido uma ligeira redução dos votos brancos e nulos. 

5. A extrema-esquerda mais extrema-esquerda de Portugal, o Bloco de Esquerda, foi um dos grandes vencedores destas eleições. É urgente compreendermos o que leva tantos portugueses a votar neste partido.
6. A direitinha do arco da governação, PSD e CDS foi uma das grandes derrotadas destas eleições. Dada a reacção desnorteada dos líderes destes dois partidos, temos motivos para confiar que isto pode vir a repetir-se no próximo mês de Outubro.
7. O resultado obtido pela coligação 'Basta' demonstra que é possível convencer o eleitorado a votar mais nos partidos conservadores. É urgente que os nacionalistas aprendam com o exemplo de André Ventura, por mais execrável que possamos considerar o homem. Todos nós, nacionalistas, temos de melhorar o nosso discurso, o nosso carisma e a forma como nos apresentamos ao eleitorado.

Tal como fiz nas últimas legislativas, eu vou olhar agora para os resultados do PNR em cada distrito, para tentar perceber onde é que o partido perdeu e ganhou mais votos...

quinta-feira, 16 de maio de 2019

O Presidente do PNR relembra-nos quem realmente é André (des)Ventura
e aquilo que realmente é o seu "basta" da direitinha



«O sistema - e a comunicação social em particular - tudo fazem para desacelerar o crescimento do PNR, por isso não nos dão voz e, por outro lado, promovem uma suposta "extrema-direita" (que em rigor é do centro-esquerda ao centro-direita), que mais não é que um monumental embuste, levado ao  colo, encabeçado por alguém que prefere a "bola" ao debate político.
Por isso, por favor, não confundam nacionalismo com oportunismo. Há menos de dois anos, quando Ventura por acaso disse uma verdade sobre ciganos, foi logo criticado pelo próprio sistema a que pertence, e mesmo sendo ele do PSD, eu fui o único que o apoiei. E qual foi a resposta dele, que usufrui de acesso constante à comunicação social? Foi esta dada ao Jornal Económico no dia 19 de Agosto de 2017...
Por isso, se querem votar numa coligação de dois partidos do sistema, encabeçada por um homem do sistema, força! Mas irem ao engano é que não. Já "Basta", não?!»

 

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Portugal Desintegrado: Episódio 43


     Aqui fica mais um episódio da excelente e cada vez mais relevante série "Portugal Desintegrado", da autoria do nosso já conhecido Ilo Stabet. Recordo aos leitores do TU que o Ilo Stabet também é autor do excelente blogue Portugal Integral, onde são publicadas várias postas excelentes, como por exemplo as da série "Estudos de Linguagem Corporal".

No episódio de hoje, o Ilo fala de vários assuntos com interesse, de entre os quais destaco:
▪ Vários comentários ao caso daquele infame inquérito sobre orientação sexual feito a crianças de uma escola do Porto;
A denúncia de um “estudo científico” acerca da sexualidade dos homens e das mulheres baseado na dilatação das pupilas oculares, que é mais um exemplo paradigmático daquilo que as “ciências” socias são realmente: uma charlatanice profissional com o objectivo mal disfarçado de destruir a nossa sociedade.
Um comentário ao choradinho hipócrita dos gueis no Brasil, que afirmam estar em pânico com a possibilidade de vitória do Capitão Bolsonaro.
A postura sonsa do laranjinha André Ventura, que quer criar um novo partido político que é, afinal, apenas mais um partido da direitinha.

Quero agradecer ao Ilo por ter publicitado neste vídeo o levantamento sobre casais mistos que eu estou a realizar aqui no TU com a ajuda dos meus caros leitores.

Como sempre, encorajo vivamente os leitores do TU a inscreverem-se no canal de YouTube do Ilo e,  para aqueles que tiveram essa disponibilidade, a deixarem comentários nos vídeos do Ilo, mesmo que não concordem com ele.