quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Portugal Desintegrado: Episódio 8: Romanos 1:20-32


     Este mês de Agosto vai ser o mês do podcast 'Portugal Desintegrado' aqui no TU. Vou publicar um episódio diferente a cada dia, desde o início até ao fim da série.

No episódio de hoje, o oitavo da série, o Ilo Stabet começa por nos ler um tuíte verdadeiramente asqueroso do "humorista" hipócrita Nuno Markl, para depois nos levar numa viagem deprimente, mas absolutamente necessária, pelo mundo repugnante e revoltante dos sodomitas e das suas perversões.

Recordo mais uma vez que o Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes. 


22 comentários:

  1. Looooool

    https://m.dw.com/en/opinion-bakery-jatta-shows-what-belief-in-refugees-can-achieve/a-42735741

    https://m.dw.com/en/footballer-bakary-jattas-identity-being-investigated-by-german-authorities/a-49935847

    Quando estava a procurar mais detalhes o tipo da espada que o caro blogueiro noticiou reparei nas pérolas acima.

    Ass:FdT

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    1. Ahahahahah mais um belo exemplo de "integração"! O mais irónico é que ambas as notícias foram publicadas no mesmo jornal! É realmente fabuloso, mesmo quando tudo parece correr-lhes de feição, os "pobres coitadinhos" conseguem arranjar forma de estragar tudo!

      Muito obrigado por esses dois links, caríssimo! Se por milagre a Europa sobreviver ao descalabro actual, os nossos descendentes vão ter muitas histórias inacreditáveis para ler!

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  2. 3 avistamentos hoje:
    2 casais semelhantes: branca + preto, 20-25 anos
    branca (+/- 50 anos) + preto (25-30 anos) - iam de mãos dadas, não dava para enganar. Cómico e trágico.
    Raquel

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    1. Muito obrigado, cara Raquel! E eu que pensava que as cougars eram um mito perpetuado pelas feministas! :P Eu estou em Bragança, Trás-os-Montes (terra da patroa), e também vi um casalinho misto na casa dos 40s que falava espanhol hoje ao almoço. Tinham uma filha mestiça de 5-6 anos. A cidade está cheia de "avecs" e de "coños" (equivalentes aos avecs em Espanha), mas continuam a ver-se muitos "jovens" em redor do politécnico local.

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    2. É triste ver que estamos em locais opostos do país e a situação é tão semelhante. Nunca fui a Trás-os-Montes, mas empre pensei que por aí se mantinha um Portugal mais tradicional (menos turismo/ estrangeiros, etc). Vejo que estou bem errada, pelo que tenho lido aqui.
      Para ser sincera, o único sítio onde não vejo casais mistos é na Igreja - mas a amostra não é representativa (200-300 pessoas, maioritariamente de idade); vejo indianos, casais pretos, brancos, mas não misturas. Ocorreu-me ontem, mas não dá para extrapolar nada de uma pequena observação.

      Quanto à eduação das crianças - o que me preocupa é sempre a influência externa - não dá para controlar tudo; e tenho receio de se for demasiado controladora se tornem revoltados. O balanço é a chave, mesmo entre os pais (vejo tantos exemplos de mulheres que ridicularizam os companheiros em frente aos outros, dando a parecer que não sabem fazer nada sem elas/ são uns 'palermas', etc).
      Não sei como começo numa coisa e passo para outra, mas é o que há por hoje.
      Boa semana,
      Raquel

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    3. «Nunca fui a Trás-os-Montes, mas sempre pensei que por aí se mantinha um Portugal mais tradicional»

      Não sei se a cara Raquel já seguia o TU aquando do grande incêndio de Pedrógão Grande. Na altura, eu publiquei aqui as fotografias de algumas das vítimas... eram "jovens"! Estamos a falar de uma região quase rural, mesmo no meio de Portugal. Mas, mesmo assim, havia lá inúmeros "jovens"!

      O meu primeiro emprego consistia em, juntamente com outra pessoa, percorrer o norte e centro de Portugal para entregar, vender ou instalar equipamento eléctrico. Andei mais quilómetros de carro nessa altura, que durou cerca de dois anos, do que em todos os anos que passaram desde então. Aquilo que vi durante esse período, ao percorrer as estradas nacionais do interior do Minho, das Beiras Alta e Baixa e de Trás-os-Montes, abriu-me os olhos para o carácter generalizado da iminvasão. Há "jovens" e "feirantes" em todas as capitais de distrito, sobretudo naquelas que possuem estabelecimentos do ensino superior. Muitas dos municípios que não são capitais de distrito também estão cheios de "jovens" e afins, embora em menor quantidade. Pior do que isso, até mesmo nas pequenas aldeias podem ser encontrados "jovens", aqui e ali, evidentemente em muito menor quantidade, mas podem!

      Ou seja, aquele “argumento” imbecil utilizado por alguns nacionalistas do Norte para atacar Lisboa porque “Lisboa já tem muitos pretos, está perdida”, ou o Sul de Portugal em geral porque “tem muitos mouros”, não tem qualquer razão de ser. Lisboa tem muitos pretos porque é lá que esta o grosso do capital, porque onde houver dinheiro e/ou mulheres brancas, os invasores vão aparecer sempre, inevitavelmente. Se os nacionalistas do resto do país tivessem sido mais solidários com os nacionalistas do Sul de Portugal, em especial com aqueles da região da Grande Lisboa, e tivessem percebido atempadamente que a africanização da capital se ia acabar por estender ao resto do país -eu não sou particularmente inteligente e percebi, por isso os outros também deviam ter percebido- provavelmente o movimento nacionalista português seria hoje muito mais expressivo. Mas o bom “tuga” é mesmo assim, só se mexe quando a desgraça finalmente lhe bate à porta. Só que aí já costuma ser tarde demais…


      «Para ser sincera, o único sítio onde não vejo casais mistos é na Igreja»

      É bem possível… eu já só vou à Igreja quando há casamentos, funerais ou baptizados, mas vou começar a observar as pessoas para ver se encontro o mesmo padrão que a cara Raquel julga ter encontrado.

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    4. «Quanto à educação das crianças - o que me preocupa é sempre a influência externa - não dá para controlar tudo; e tenho receio de se for demasiado controladora se tornem revoltados. O balanço é a chave, mesmo entre os pais (vejo tantos exemplos de mulheres que ridicularizam os companheiros em frente aos outros, dando a parecer que não sabem fazer nada sem elas/ são uns 'palermas', etc).»

      Concordo inteiramente, o balanço é a chave. O meu maior medo é que, naqueles períodos de maior exigência no trabalho (ou outras solicitações familiares, legais, ou de outra natureza imprevista), uma pessoa se distraia e não veja alguns sinais de alarme. Ou que elas nos escondam coisas que se passam na escola. Por exemplo, um conhecido meu tem uma filha que, quando andava na escola primária, era vítima de bullying e chegava a ser sovada quase todos os dias por outras miúdas. Por incrível que pareça, esse meu conhecido e a mulher dele só se aperceberam ao fim de vários meses, porque a miúda não tinha muitas nódoas negras visíveis e parecia ser perfeitamente feliz quando estava em casa. Como ela nunca falava da escola, eles também não perguntavam, o que é um erro.

      Outra coisa que é preciso fazermos sempre é lermos muito atentamente os manuais escolares e tentarmos perceber se os professores os seguem ou se ensinam coisas ainda piores. Há professores que gostam muito de dar aos alunos alguns textos extra, mostrar documentários e filmes “educativos”. As disciplinas da área de humanidades são particularmente propensas a este género de abusos.

      De uma coisa podemos ter a certeza: todos os miúdos passam por fases em que gostam de correr riscos e de fazer asneiras. Os rapazes são evidentemente piores, mas as raparigas também se excedem cada vez mais (e.g. bebem e fumam cada vez mais). Uma das coisas em que os meus pais -que até foram bons pais- falharam foi em explicar-me as consequências de longo prazo de adoptar certos comportamentos. É que uma coisa é dizer às crianças o que elas devem ou não devem fazer; outra coisa é explicar-lhes, sobretudo a partir da adolescência, o que lhes acontecerá se insistirem em fazer o que não devem. Por exemplo, quando se diz aos jovens que devem ler livros para aprenderem a falar e a escrever, não se lhes explica devidamente que essas coisas são tão importantes para o seu futuro que o seu estatuto económico e social quando forem adultos será em grande medida o resultado do investimento que fizerem nos livros enquanto forem crianças e adolescentes.

      De modo semelhante, julgo que muitas das mães solteiras quarentonas que se vêem agora no Ocidente também são o resultado dessa falta de educação para as consequências. Os pais devem explicar às filhas que há uma idade certa para casar bem, mesmo que elas sejam muito bonitas. Quem não casar e constituir família na idade certa, arrisca-se a casar com um homem de qualidade inferior ou pior, a ficar sozinha a criar os filhos. Aliás, contrariamente ao que dizem alguns imbecis da “manosfera”, os homens também têm uma idade certa para casar, embora seja ligeiramente superior à das mulheres. Não faz sentido, por exemplo, um homem ter o primeiro filho aos 45 anos, como vemos demasiadas vezes na actualidade. Quando o filho entrar na faculdade, o pai já vai ter 63 anos! E quando o filho acabar a faculdade, o pai poderá muito bem já estar morto…


      «Não sei como começo numa coisa e passo para outra, mas é o que há por hoje.»

      Ahahahaha eu fiz exactamente o mesmo! Acho que o formato destas caixas de comentários se presta a isso…

      Uma boa semana para si também, cara Raquel! E peço desculpa pelo comprimento da mensagem, mas estas convesas sobre a miudagem são muito interessantes para mim...
      AdP

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  3. Isto é bom demais, tenho mesmo de partilhar :D
    https://observador.pt/opiniao/ninguem-merece-ser-cozido-vivo-nem-um-caracol/
    Raquel

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    1. A cara Raquel pode não acreditar mas, logo que abri a notícia e apareceu a cara do caramelo, com aquele sorriso imbecil de soyboy estampado no rosto, percebi imediatamente que o texto ia ser assim, um autêntico monumento à alucinação típica dos guerreiros da justiça social! A coisa está ao nível dos textos do Diogo Faro, mas ainda com mais cogumelos! Será que o Observador está a tentar disputar audiência ao sapo.pt?

      Como vai sendo habitual neste tipo de "artistas", o texto é só denúncias e críticas, sem nunca ser apresentada uma alternativa. Se o caracóis sofrem assim tanto, o que devemos fazer? Matá-los primeiro? Como, exactamente? Ou será que o fulano quer que as pessoas simplesmente deixem de os comer? Enfim... só rindo mesmo! O problema é que eu também já me ri de outras coisas que pareciam ridículas, como o "casamento" e adopção por homossexuais. E, no final, foram eles que riram por último! E tendo em conta que há cada vez mais "alminhas sensíveis" a votar no PAN, não podemos descartar a hipótese de algumas delas concordarem com este "artista"!

      Muito obrigado pelo link, cara Raquel!

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  4. tenho saudades do firehead quanto tempo faz que o lalacardo sacaneou ele hein

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    1. O FireHead era o blogueiro mais profícuo de toda a blogosfera patriótica portuguesa, mais até que o próprio Caturo. A sua perda é irreparável, nenhum de nós tem a capacidade que ele tinha de escrever tanto e tão rapidamente. Às vezes, ele dava mais notícias relevantes num só dia do que eu numa semana inteira. O único consolo que tenho é saber que ele agora é muito mais feliz e gasta o seu tempo em coisas mais úteis para si próprio.

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  5. https://observador.pt/2019/08/10/centenas-de-pessoas-juntam-se-em-lisboa-para-lembrar-que-racismo-e-crime-nao-opiniao/
    Repare no cartaz, Imigrantes ficam vocês vão-se embora. Eu acho que nenhum homem +- decente vai querer procriar com isto, ajuda a explicar a baixa natalidade portuguesa, as ideias das miúdas de hoje são fortemente influenciadas pela forte presença brasileira em portugual - mesmo as frases nos desfiles feministas, notam-se claramente que são abrasileiradas - e pelo pior da américa. Díficil educar meninas hoje, desejo-lhe o melhor com as suas.
    Raquel

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    1. Aliás, esse "imigrantes ficam vocês vão embora" já é um clássico das manifestações pró-imigração no Ocidente. Lembro-me de ver, no auge da crise "refujiadista" de 2015, a foto de um cartaz na Alemanha onde se podia ler "we trade racists for refugees" ou algo do género. Não me surpreende que este tipo de chavões seja assim repetido, porque estas manifestações são sempre promovidas e PAGAS pela mesma escumalha globalista e internacionalista.

      Dou toda a razão à cara Raquel quando menciona a influência brasileira e norte-americana. Aliás, a "marcha das vadias" que agora se passou a realizar todos os anos no Porto é uma imitação de eventos com o mesmo nome que tiveram lugar no Brasil. E de onde é que veio a "marcha das vadias" brasileira? Da "slut walk" canadiana e norte-americana, pois claro! Porque estas porcarias vêm sempre do outro lado do Atlântico, mas como os "tugas" têm estado mais preocupados com a economia do que com a cultura (apesar de só se preocuparem com a economia de uma forma superficial e inconsequente), nunca estamos devidamente preparados e permitimos que esta palhaçada de manifestações e iniciativas se repitam por cá.

      Muito obrigado pelos votos para as minhas catraias, caríssima, mas quanto a isso já me convenci que apenas lhes posso transmitir os meus valores e ideais. Porque de resto, só me resta esperar que elas tenham cabecinha suficiente para, quando forem mais velhas, perceberem que certas escolhas e estilos de vida as conduzirão inevitavelmente à infelicidade. Os pais podem antever os desafios que os filhos enfrentarão e, se forem bons pais, prepará-los devidamente para o dia em que esses desafios chegarem. Mas a escolha final competirá sempre aos filhos ou, neste caso, filhas. A minha esperança é que, como dizia o Mr. Miyagi dos filmes originais do karate kid, as àrvores com raízes fortes resistam sempre mais do que as outras.

      Muito obrigado por mais esse link, cara Raquel!

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    2. "https://observador.pt/2019/08/10/centenas-de-pessoas-juntam-se-em-lisboa-para-lembrar-que-racismo-e-crime-nao-opiniao/" Estas miudas de extrema esquerda, para alem de nao terem nada de jeito nas cabeças, nao devem nada à beleza obviamente. Eu bem vi naquele Fevereiro, quando veio aquele brasuca a Coimbra defender as aberraçoes, um monte de histericas com cartazes parecidos, muitas brasucas, muitas espanholas, mas raparigas de Coimbra, acho que 0. Mas tem piada ler aqueles comentarios no artigo que a Raquel colocou no link.
      "Aliás, a "marcha das vadias" que agora se passou a realizar todos os anos no Porto é uma imitação de eventos com o mesmo nome que tiveram lugar no Brasil." Se elas soubessem a figura ridicula que fazem, caro Afonso, acho que ficariam 1 ano sem sair de casa. Mas a vergonha perdeu-se hoje em dia..
      Bruno D.

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    3. Essa foi uma das coisas que mais me custou a perceber em relação às mulheres, mas que parece ser geralmente verdade, caro Bruno D.: quanto mais feia for a mulher, mais descarada e arrogante ela tenderá a ser! Há excepções, é claro, mas isto parece ser geralmente verdade, sobretudo no que respeita à feiura interior. Aliás, os norte-americanos têm um ditado que muitos poderão considerar superficial, mas que a experiência de vida me demonstrou ser certeiro: "ugly on the outside, uglier on the inside"! :P

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  6. Mais um casalinho: branca e preto, na casa dos 30. Maia, Porto.
    (Stonefield)

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  7. https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/dois-homens-detidos-apos-confrontos-com-a-psp

    Na primeira vez que vir o vídeo, oiça apenas o áudio a partir do minuto 2 e não veja o vídeo. Diga me lá se o homem não é igualzinho ao Mário machado a falar. Tom de voz, escolha das palavras, etc etc. Incrível

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    1. Atenção, TODOS os comentários deixados aqui no TU têm de ter uma assinatura. Não peço nomes reais, bastam alcunhas.

      Quanto ao vídeo, o homem faz de facto lembrar o MM, mas não percebo qual é o seu objectivo em trazê-lo aqui. Qual é a moral desta história?

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    2. Este comentário foi removido por um gestor do blogue.

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    3. Eu não estava a brincar, seu grandessíssimo palhaço. Se queres comentar aqui, assinas os teus comentários, como fazem todos os outros comentadores deste blogue!

      Quanto à tua "argumentação" de merda, presta bem atenção, seu imbecil, que a minha paciência para "gente" como tu já não é que era: não há ninguém, rigorosamente ninguém no movimento nacionalista que diga que os brancos não fazem merda de vez em quando. O que está aqui em causa é a PROPORÇÃO de crimes cometidos por cada raça e etnia. E, nesse capítulo, os teus queridos ciganos estão GROSSEIRAMENTE sobre-representados nas estatísticas da violência e da criminalidade, seja qual for o país ocidental que em que se investigue. Além disso, quando os crimes são cometidos por brancos, os mé(r)dia e a escumalha como tu fazem questão de os divulgar até ao enjoo, abrem telejornais, colocam fotos nos jornais, desdobram-se em debates e comentários. Já quando as tuas queridas "minorias" cometem crimes, os mé(r)dia e os paspalhos hipócritas como tu fingem que não viram nada!

      E outra coisa, seu palerma: eu não gosto do Mário Machado. Estou plenamente convencido de que ele é o reverso da moeda da "gente" como tu. Vocês trazem os imigrantes que nos lixam a todos, enquanto o Mário Machado e o pessoal dele fazem as pessoas ter medo de dizer mal da imigração, atando-as psicologicamente.

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