Este mês de Agosto vai ser assim aqui no TU, um vídeo da série Portugal Desintegrado por dia!
O grande Ilo Stabet teve a gentileza de me conceder a sua permissão para partilhar aqui os vídeos da sua fabulosa série "Portugal Desintegrado" que, infelizmente, ele se viu forçado a interromper por tempo indeterminado. Relembro os leitores do TU que o Ilo teve de colocar todos os vídeos desta série -e também da sua outra série "Verbos Malditos"- em modo privado, por ter sido alvo da censura covarde por parte dos eunucos do YouTube.
Considero que a série "Portugal Desintegrado" é demasiado boa e pertinente para permanecer na obscuridade, pelo que decidi republicar aqui -com a sua bênção- todos os vídeos que o Ilo criou ao longo dos últimos dois anos.
O grande Ilo Stabet teve a gentileza de me conceder a sua permissão para partilhar aqui os vídeos da sua fabulosa série "Portugal Desintegrado" que, infelizmente, ele se viu forçado a interromper por tempo indeterminado. Relembro os leitores do TU que o Ilo teve de colocar todos os vídeos desta série -e também da sua outra série "Verbos Malditos"- em modo privado, por ter sido alvo da censura covarde por parte dos eunucos do YouTube.
Considero que a série "Portugal Desintegrado" é demasiado boa e pertinente para permanecer na obscuridade, pelo que decidi republicar aqui -com a sua bênção- todos os vídeos que o Ilo criou ao longo dos últimos dois anos.
O Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes.
https://observador.pt/especiais/diretora-do-sef-condicoes-no-aeroporto-estao-desadequadas-e-criticas-da-ana-nada-beneficiam/
ResponderEliminar"Aquilo que procurámos fazer e que fazemos é mostrar evidências de que de todo, ponto um, os imigrantes não podem ser associados — não há nada que o evidência a não ser as famosas fake news — a um aumento de perturbação da ordem ou paz social ou da criminalidade. Nada aponta nesse sentido."
"Aquilo que eu acho que é importante fazer e é uma responsabilidade não apenas do SEF — acho que é quase de todos — é demonstrar e mostrar que os imigrantes são uma mais-valia, não apenas para a economia, não apenas para a demografia, mas também para as próprias comunidades que ganham uma vida completamente diferente, alargam os seus horizontes, conhecem novas realidades, crescem, desenvolvem-se e tornam-se melhores."
"Vibrante", esta directora do SEF, não?
Ufff... ela é tão vibrante que ainda estou a tremer, mas de raiva! Esta parte, em particular, irritou-me bastante:
Eliminar«P: Mas isto é um indício de que haverá ainda em Portugal, entre a população portuguesa, alguns obstáculos ou algumas dificuldades em lidar com o fenómeno da imigração?
R: Acho que o desconhecido é sempre perturbador. Para qualquer comunidade, desconhecido pode ser perturbador. Aquilo que ao SEF compete e que procurámos fazer nomeadamente na abordagem que temos tido com a própria comunidade — nós já participámos em várias sessões de esclarecimento, quer de moradores, quer da própria Câmara»
Esta é uma mentira repetida constantemente pelas elites: "as pessoas têm medo do desconhecido" ou, na versão da prostituta do Marcelo, "as pessoas têm medo da mudança". É precisamente o contrário, as pessoas têm nojo do conhecido e aversão ao retrocesso! As pessoas sabem muito bem que a imigração produz Américas Lat(r)inas, Detroits, Baltimores, etc. Não temos "medo de mudar", dizer isso é uma cretinice de todo o tamanho, nós temos medo é de mudar para muito, mas muito pior!
Enfim... uma mulher à frente do SEF. O que mais se podia esperar? Não, não me venham com tretas, a Marine Le Pen e a sua sobrinha são a excepção à regra, não a norma! A esmagadora maioria das nossas mulheres é, no que respeita à imigração e à defesa da Nação, um verdadeiro nojo! Eu costumava detestar a misoginia dos muçulmanos, mas o que é facto e que o Islão não pára de expandir as suas fronteiras, enquanto nós, os “tolerantes” modernaços do Ocidente, somos cada vez mais enrabados à força toda!!!
Muito obrigado pelo link, caro SdP!
Eu gostava de acreditar que o problema é ela ser mulher mas infelizmente os exemplos que temos visto de homens não têm sido melhores... O Marcelo (apesar de para mim ter uma personalidade claramente feminina) e o Costa (que com aquelas formas redondinhas também não acredito que tenha muito mais testoterona que estrogéneo) passam a vida a mandar vir imigrantes...
EliminarMas o Costa é alógeno, por isso é natural que queira mais imigração! Já o Marcelo é um traidor bilderbuerger, havendo mesmo quem garanta que ele pertence ao (((povo eleito))).
EliminarSeja como for, a questão aqui é que parece haver uma maior tendência entre as mulheres para a abertura à imigração. Esta observação não é só minha, há várias pessoas a dizê-lo entre os nacionalistas. Além de que há dados concretos que apontam nesse sentido.
Nos EUA, por exemplo, onde os resultados dos sufrágios são discriminados por sexo (e não "género"), pode ver-se que as mulheres votam muito mais na Esquerda do que os homens. Eu não estou a dizer que a posição em concreto da directora do SEF se deve unicamente ao facto de ela ser mulher. Apenas a constatar que não é nada surpreendente que ela também o seja, porque as mulheres em geral tendem a ser mais dadas à adopção desse género de posições.
Quantas mulheres é que o caro SdP conhece pessoalmente que se oponham abertamente à imigração? É que eu conheço centenas -talvez até milhares de mulheres- e não conheço uma, nem só uma que se oponha! Quando tento falar com elas é uma autêntica desgraça, só me respondem com argumentos emocionais como “ai, não os podemos deixar morrer no Mediterrâneo” ou “é uma questão de humanidade” ou “não podemos fechar às portas a quem foge da guerra, da fome e da miséria”!
Acabei de almoçar e quase vomitei com estas declarações da tipa do sef. Das duas uma: ou está casada com um escuro ou tem que dizer aquilo que ela não pensa para agarrar o tacho, porque como é óbvio a retórica dela não podia ser diferente da defendida pelo PS. Ou então é mesmo doida.
EliminarJá agora: visto hoje em Gaia: preto+loira na casa dos 30 com filho mulato.
Ass:FdT
«Das duas uma: ou está casada com um escuro ou tem que dizer aquilo que ela não pensa para agarrar o tacho»
EliminarEu apostaria mais na segunda, mas tudo é possível, até as duas ao mesmo tempo!
«Já agora: visto hoje em Gaia: preto+loira na casa dos 30 com filho mulato.»
Muito obrigado, caríssimo! E uma boa notícia: estou finalmente a actualizar as tabelas!... :)
Já agora estou curioso: O caro blogueiro já tem definida uma data final para a recolha dos dados em questão? Ou por outras palavras, tem ideia de quanto é que a "sondagem" vai terminar?
EliminarAss:FdT
A minha ideia é não terminar nunca, caro FdT, porque quanto mais dados tivermos, mais robusta será sua validade estatística... idealmente, reuniríamos milhares de casais mistos nas tabelas.
EliminarUm dos problemas que antecipo é que, mesmo que tenhamos centenas de casais mistos -e ainda estamos longe disso- vamos ser acusados de viés (bias) por “só vermos aquilo que queremos ver”. Uma das formas de contra-argumentar contra esse viés é precisamente termos muitos casais avistados em várias cidades ou distrito diferentes e por várias pessoas diferentes: por muito parciais que queiramos ser, não é possível que o viés não seja diluído em tantos casais e em tantas zonas geográficas diferentes, avistados por tantos observadores diferentes.
"A esmagadora maioria das nossas mulheres é, no que respeita à imigração e à defesa da Nação, um verdadeiro nojo!"
ResponderEliminaristo vem ao encontro das suas tabelas de 'avistamentos', que certamente vão provar que são as mulheres brancas que mais se metem com outras raças.
Já viu uma parelha de chineses? Ou duas mulheres indianas? Eu nunca, só os brancos são são 'mente aberta'/ burros a esse ponto + as mulheres a procriarem com outras raças. Isto é auto-destruição.
Raquel
«Já viu uma parelha de chineses? Ou duas mulheres indianas?»
EliminarBem notado, por acaso nunca tinha pensado nisso. E os chineses nem costumam ser muito religiosos, o que deita por terra a teoria de que a "homofobia" é um produto do Cristianismo ou da “misoginia” das religiões abraâmicas.
« só os brancos são são 'mente aberta'/ burros a esse ponto + as mulheres a procriarem com outras raças. Isto é auto-destruição.»
O Ilo tinha uma análise muito engraçada sobre isso… ele dizia que os brancos, comparados aos negros, têm um QI médio mais elevado mas que, na prática, só conseguem usar o seu intelecto para racionalizar o seu hedonismo! Durante o verão isso nota-se perfeitamente... eu ainda ontem tive de ir à baixa e aquilo estava cheio de turistas. Ao fim da tarde, já havia muita gente na rua que, claramente, já tinha bebido uns copos a mais! E claro, lá acabei por avistar três casalinhos, todos do tipo preto + branca.
Claro que nem todas as mulheres brancas são uma lástima e a cara Raquel é prova disso. Mas lá que parece haver uma tendência geral, isso parece! E não faz sentido varrer isto para debaixo do tapete, como demasiados nacionalistas teimam em querer fazer. Se, de facto, as mulheres são mais propensas à miscigenação, então essa é uma realidade que temos de aceitar e tentar mitigar de alguma forma.
Nem mesmo pretas lésbicas ou gays, é muito díficil. Ou seja, quando o Ilo dizia que tinha mais em comum com essas pessoas do que com o Ocidental comum, eu estou plenamente de acordo.
EliminarAcho que era necessário masculinizar os homens, mas como toda a sociedade exalta exactamente o oposto, não há como. Eu compreendo que seja difícil encontrar uma mulher 'normal' hoje em dia, mas olhe que encontrar um bom homem não é pêra doce. Eu acredito mesmo que foi Deus quem me colocou o meu noivo no meu caminho, porque de tudo o que via à minha volta, pessoas conhecidas (casam, descasam, traem, mudam de parceiro mais depressa que eu de roupa, etc), estava super mentalizada e tranquila que ia ficar solteira toda a vida (aplico sempre o lema de: antes só que mal acompanhada :D).
Raquel
«Eu compreendo que seja difícil encontrar uma mulher 'normal' hoje em dia, mas olhe que encontrar um bom homem não é pêra doce.»
EliminarAcredite, cara Raquel, apesar de eu não ser mulher, estou convencido que é muito mais difícil encontrar um homem decente em Portugal do que uma mulher decente. Porquê? Porque apesar de a mulher moderna ser a desgraça que o Ilo descreve nos seus vídeos, eu olho para a maioria dos homens portugueses e o que vejo é ainda pior! Só parece haver dois tipos de homens aqui em Portugal, sobretudo na geração millenial: (1) soyboys inseguros e totalmente ignorantes daquilo que lhes compete fazer na área do romance e das relações; e (2) metrossexuais frívolos, promíscuos e narcisistas.
Aliás, quando eu ouço as tipas da UMAR ou do BE falar em violência doméstica, em particular naqueles casos de homens que matam as mulheres, fico convencido de que vivemos num manicómio gigantesco! A teoria delas é que os homens que matam mulheres “julgam que são donos delas”. Eu acho que que é precisamente o contrário: os homens que matam as mulheres são uns medricas falhados e codependentes, incapazes de imaginar a sua vida sem a mulher que no final acabam por matar. Destroem a vida deles (e acabam com a delas), quando seria muito fácil -ou deveria ser muito fácil para um homem de verdade -arranjar outra mulher. Um bom partido, homem ou mulher, tem sempre uma fila de pretendentes à espera! É evidente que, com o passar dos anos, as coisas tornam-se um pouquinho mais difíceis, mas só um imbecil mata a sua parceira quando há tanto peixe no mar! Além do mais, a prova de que estes homens não estão bons do juízo é que muitos deles se tentam matar logo a seguir… o que vai ao encontro da sua opinião de que “era necessário masculinizar os homens”, que também é aquilo que eu penso.
«estava super mentalizada e tranquila que ia ficar solteira toda a vida (aplico sempre o lema de: antes só que mal acompanhada :D).»
Esperta! :) Eu não conheço a Raquel pessoalmente, mas devo dizer-lhe que fico feliz por si! Contrariamente ao que diz o mainstream, eu acho que nem toda a gente merece ser feliz, só aquelas pessoas que fazem por isso, que estão dispostas a fazer sacrifícios e abdicar da gratificação instantânea em nome de valores mais elevados, de uma visão de longo prazo. Ficar sozinh@ nem sempre é fácil, sobretudo por períodos de tempo prolongados. Exige bastante disciplina mental e um sentido maior das coisas que nem sempre está presente, sobretudo quando somos mais novos. Mas há coisas bem piores do que estar sozinh@... viver na ilusão de que não se está sozinh@, por exemplo. Os homens que matam as suas mulheres já estavam sozinhos há muito tempo, simplesmente não o perceberam até ser demasiado tarde…
O J. Peterson tinha uns dados muito interessantes sobre violência doméstica, mas não encontro agora o vídeo. Resumindo: embora os homens sejam mais eficazes (devido às nossas diferenças biológicas inegáveis, maior força muscular = danos mais sérios), as mulheres são, em média, as primeiras a ter atitudes agressivas na relação - porque não esperam ser agredidas de volta (sabem que o podem fazer porque a maioria dos homens não bate em mulheres). Eu acho que os casos de violência domésticas são homens que se sujeito a mulheres dominantes (concordo consigo), aliados ao facto de, provavelmente, terem crescido com mães igualmente disfuncionais/ não ter havido uma verdadeira separação de papéis (aquela coisa Edipiana, etc). Estatisticamente falando, também costumam ser de classes mais baixas/ pouca educação. Não se trata de um problema de "homem odeia mulher", mas sim de pessoas disfuncionais e o foco deveria ser tentar perceber porquê o são. Mas isso não traz subsídios às APAV's etc. Essas associações vivem do vitimismo e nada fazem contra isso, embora nos meios de comunicação seja promovido o contrário.
EliminarEstar só pode não ser sempre agradável mas traz bastante paz de espírito; quem muito namora, e vive de relações casuais/ one-night-stand, resumindo, a geração millenial - são desprovidos de valores morais, e apenas aumentam o vazio que sentem. Os millenials são a geração mais depressiva que há memória e com tudo à disposição. Nada os satisfaz.
Acho que sou uma velhinha num corpo mais jovem :)
Raquel
Por acaso também vi esse vídeo do Prof. Peterson. Outra coisa que ele também já disse muitas vezes é que uma grande parte dos casos de violência doméstica estão associados a problemas de alcoolismo, algo que os mé(r)dia teimam em omitir.
Eliminar«Eu acho que os casos de violência domésticas são homens que se sujeito a mulheres dominantes (concordo consigo), aliados ao facto de, provavelmente, terem crescido com mães igualmente disfuncionais/ não ter havido uma verdadeira separação de papéis (aquela coisa Edipiana, etc). »
Exacto, acredito que, em grande parte dos casos, a educação constitui grande parte do problema. Mommy issues, como dizem os norte-americanos, um medo crónico de ser abandonado pela progenitora.
«Não se trata de um problema de "homem odeia mulher", mas sim de pessoas disfuncionais e o foco deveria ser tentar perceber porquê o são.»
Precisamente! É por isso que eu estou cada vez mais convencido de que as pessoas que denunciam a violência doméstica não têm qualquer interesse em resolver o problema, uma vez que a sua abordagem está completamente desfasada da realidade.
«Essas associações vivem do vitimismo e nada fazem contra isso, embora nos meios de comunicação seja promovido o contrário.»
Além de que as mulheres revoltadas com o “patriarcado heteronormativo” tendem a votar mais nos partidos feministas ou que, como nos caso do BE, apoiam o feminismo.
«Os millenials são a geração mais depressiva que há memória e com tudo à disposição.»
Tudo indica que sim. Ainda há bocadinho estava a ver uma estatística segundo a qual há cada vez mais suicídios de jovens norte-americanos…
«Acho que sou uma velhinha num corpo mais jovem :)»
Ahahahaha! Mas isso é bom, desde que não se caia naquele marasmo de ser velha em tudo. Ter valores morais é muito louvável, mas também é preciso ter aquela espontaneidade e espírito brincalhão que, infelizmente, muita gente perde com o passar dos anos.
Se há coisa que detesto, por exemplo, são quarentões que não conseguem parar de falar de trabalho, nem mesmo às refeições! Nem a comida faz sangue, como diz o povo… qual é o sentido de se ter trabalho e dinheiro se depois, na prática, não se vive? Enfim, já estou para aqui a divagar… :P