O grande Ilo Stabet teve a gentileza de me conceder a sua permissão para partilhar aqui os vídeos da sua fabulosa série "Portugal Desintegrado" que, infelizmente, ele se viu forçado a interromper por tempo indeterminado. Relembro os leitores do TU que o Ilo teve de colocar todos os vídeos desta série -e também da sua outra série "Verbos Malditos"- em modo privado, por ter sido alvo da censura covarde por parte dos eunucos do YouTube.
Considero que a série "Portugal Desintegrado" é demasiado boa e pertinente para permanecer na obscuridade, pelo que decidi republicar aqui -com a sua bênção- todos os 54 vídeos que o Ilo criou ao longo dos últimos dois anos.
Considero que a série "Portugal Desintegrado" é demasiado boa e pertinente para permanecer na obscuridade, pelo que decidi republicar aqui -com a sua bênção- todos os 54 vídeos que o Ilo criou ao longo dos últimos dois anos.
O Ilo Stabet também é autor do blogue Portugal Integral, onde foram publicadas várias postas excelentes.
Já agora em jeito de desabafo:
ResponderEliminarComo o caro Blogueiro vive no Porto já deve ter reparado que em toda aquela zona que vai desde o Marquês até à Areosa (incluindo toda a rua de Costa Cabral e arredores) se vê muitos pretos e brasileiros na rua, alias, eu já tinha reparado nistO há pelo menos 15 anos atrás mas a cada ano que passa a coisa fica pior, pois passei por lá hoje e pude mais uma vez constatar que temos ali uma mini Amadora em pleno Porto. Só mesmo as pessoas de meia idade e os idosos brancos para disfarçar, porque entre os mais jovens tenho ideia de ter visto mais negros e mestiços (nomeadamente brasileiros) que brancos a passar por mim, isto já para não falar nas senhoras Africanas a passear-se com carrinhos de bebés e nas criancinhas mulatas a passear de mão dada com avós brancos. Pior ainda: reparei que no inicio da rua de Santa Catarina há pelo menos 4 cabeleiros Africanos num curto espaço de metros (excusado será dizer que estavam cheios de "jovens" lá dentro). Isto há 20 anos atrás seria impensavel, só mesmo na região de Lisboa.
ass: FdT
«já deve ter reparado que em toda aquela zona que vai desde o Marquês até à Areosa (incluindo toda a rua de Costa Cabral e arredores) se vê muitos pretos e brasileiros na rua, alias, eu já tinha reparado nistO há pelo menos 15 anos atrás mas a cada ano que passa a coisa fica pior, pois passei por lá hoje e pude mais uma vez constatar que temos ali uma mini Amadora em pleno Porto. A zona Norte da freguesia de Paranhos»
EliminarSim, ja tinha reparado, para meu grande desgosto. Aliás, é precisamente nessa zona que se encontra aquele albuergue para "jovens" promessas do FCP de que falámos os dois em tempos. Um dos problemas dessa zona -problema que continua depois da Areosa para dentro de Rio Tinto, através da rua D. Afonso Henriques-, é que vivem aí muito estudantes da Univ. do Porto. Outro problema é que também vivem nessa zona muitos imigrantes que trabalham na restauração e que provavelmente não conseguem comprar casa no centro da cidade.
Já não passo nessa zona há alguns meses mas, há cerca de um ano, fui comer ao Yuko, uma tasca na parte final de Costa Cabral, já perto da Areosa, famosa pelas suas francesinhas. Os empregados do restaurante eram quase todos brasileiros!
«isto já para não falar nas senhoras Africanas a passear-se com carrinhos de bebés e nas criancinhas mulatas a passear de mão dada com avós brancos.»
Ainda não percebi porquê, mas isso nota-se sobretudo nas freguesias do Leste do Porto, Paranhos, Campanhã e Bonfim. Não é que não se veja no resto do Porto, mas a sensação que me dá é que a situação é pior a Leste. Poderá ser o efeito de a maioria das universidades e politécnicos estarem na Asprela, perto do Hospital de São João. Também poderá ter a ver com o facto de as freguesias do litoral e junto ao Douro serem bastante mais caras, tanto em termos de imobiliário como serviços, afastando os "jovens" e os "zucas" para a zona interior da cidade. Não sei, estou a especular, a verdade é que todo o Porto está muito mais “jovem” do que quando eu aqui cheguei.
O dia em que vi mais "jovens" de uma vez só aqui no Porto, foi precisamente um dia que tive de ir ao Hospital de São João ver uma pessoa que lá estava internada. À saída da visita deu-ma a fome. Era Domingo e estava tudo fechado, pelo que decidi ir comer ao Centro Comercial que há nas traseiras do Hospital. À saída desse centro comercial, passei em frente à Faculdade de Desporto e Educação Física (FCDEF) e apanhei um dos maiores sustos da minha vida: havia centenas –literalmente centenas!- de jovens lá dentro, espalhados um pouco por toda a parte, desde o parque de estacionamento até ao campo de futebol e pista de atletismo nas traseiras. Pelo sotaque, percebi que eram maioritariamente cabo-verdianos e estavam a celebrar uma festa qualquer relacionada com a suta terra. Praticamente não se viam brancos, só uma ou outra mudshark aqui e ali.
«Pior ainda: reparei que no inicio da rua de Santa Catarina há pelo menos 4 cabeleiros Africanos num curto espaço de metros (excusado será dizer que estavam cheios de "jovens" lá dentro). Isto há 20 anos atrás seria impensavel, só mesmo na região de Lisboa.»
E o problema é que a coisa não se fica pelo Porto. Estive em Braga há umas semanas atrás e, em certas ruas do centro histórico, ouve-se falar brasileiro constantemente. E, como já tantas vezes falámos aqui, até as cidades do interior estão a ficar cheias de “jovens” e afins. A coisa está a ficar realmente muito preta! E o mais assustador é que a esmagadora maioria dos portugueses não parece importar-se minimamente…
Sim é evidente que o facto de se verem mais negros e mestiços na zona oriental do Porto do que na zona ocidental da cidade de deve ás condições socio-economicas. Aquela zona da rua de Santa Catarina Marques etc não é propriamente uma local muito agradável e bonito para se viver. Eu não cresci muito longe dali e já me pus a andar e provavelmente outros brancos que tiveram a oportunidade de o fazer também saíram daquela zona, ou para os subúrbios (onde nos tempos antes da crise se construíram muitos apartamentos para a classe média baixa) ou foram para outras cidades do país ou para outros países.
EliminarMas com isto o que quero dizer é que o "white flight" acaba por acontecer em todas as zonas em que os negros se começam progressivamente a instalar seja em que cidade for.
Ass:FdT
Ainda hoje de tarde tive de ir à baixa e vi três casais mistos, todos do tipo preto + branca, todos com pinta de turistas e todos na casa do 30 e poucos. Vi um em frente à Igreja de Cedofeita; outro em frente ao Palácio de Cristal; e outro na Rua dos Bragas. Devo dizer que todas as tipas eram bem branquinhas e loirinhas, com pinta de centro-europeias. Não consegui deixar de olhar para um desses casais com ar de reprovação. O "jovem" pareceu assustado, embora fosse muito maior do que eu, mas a mudshark ficou furiosa, parecia capaz de me comer vivo! :P
EliminarEste tipo de casais mistos (turistas) vêem-se muito na cidade. Mas os casais do tipo alógeno + portuguesa vêem-se mais na zona universitária. Neste altura do ano, o caro FdT não verá muitos porque estamos no período de férias. Mas se calhar estar aqui no Porto do ano lectivo, sugiro-lhe uma voltinha pelo pólo universitário da Asprela. A “diversidade” e a “juventude” são garantidas!
A zona norte de Paranhos já foi bastante decente. Eu vivi lá quando era estudante universitário e, não sendo nenhum luxo, o ambiente não era tão vibrante como actualmente. Hoje em dia é deprimente andar em certas zonas do Porto. O caro FdT mencionou o Marquês... essa zona mete dó! Só se vêem velhos, e tipos de aspecto duvidoso. À noite, então, aquilo é de fugir! Houve uma altura que até prostitutas havia na Rua da Constituição, aquela comprida que atravessa o Marquês a Norte, encostadas às paredes ou às esquinas dos prédios. Não sei se ainda lá andam, mas eu cheguei a vê-las “trabalhar” à luz do dia!
«Mas com isto o que quero dizer é que o "white flight" acaba por acontecer em todas as zonas em que os negros se começam progressivamente a instalar seja em que cidade for.»
É por isso que eu não consigo perceber as pessoas que fogem da diversidade e que continuam a votar nos globalistas. A este ritmo, um dia destes deixa de haver localidades sem “jovens”. E depois o que fazemos? Fugimos para as serras? Ou mudamo-nos para a Lua?...
Obrigado Afonso por postares este podcast. Foi uma pena o Ilo ter parado com os seus podcasts, espero que ele retome em breve.
ResponderEliminarAbraço aos dois.
A verdade é que a censura torna tudo muito mais ingrato, como tu bem sabes por experiência própria. Eu próprio ainda não voltei a carregar nada para o YouTube e não sei se voltarei.
EliminarUm abraço!
Boas Afonso. Este problema não acontece só no Porto. Como muito bem disse, em Braga, apesar de ser uma cidade mais pequena, nota-se claramente uma invasão de Brasileiros e sul-americanos em geral, sobretudo colombianos. Muitos destes são gente que vivem de negócios de lenocínio e prostituição, mas também já aparece gente bem colocada na vida e com um alto poder de compra. Aliás hoje em Braga a especulação imobiliária está no auge por via de diversos brasileiros com um alto poder de compra. Sei através de um amigo que trabalha no ramo que há já diversos brasileiros a pagar 300000, 400000 ou 500000 euros por apartamentos e moradias com uma facilidade desconcertante. É a descaracterização das nossas cidades, situação há muito prevista e para a qual ninguém parece estar minimamente interessado em contrariar. É o fim caríssimo e dentro de duas décadas, no máximo, já seremos uma minoria na nossa própria terra. Caminhamos inexoravelmente para uma futura idade de escravos. Cumprimentos.
ResponderEliminar«em Braga, apesar de ser uma cidade mais pequena, nota-se claramente uma invasão de Brasileiros e sul-americanos em geral, sobretudo colombianos.»
EliminarPor acaso não ouvi falar espanhol enquanto lá estive, mas já se sabe, é tudo uma questão de ir lá repetidamente. Eu ainda conheci uma Braga 100% portuguesa, ou quase. É triste ver como tudo se destrói tão facilmente…
«há já diversos brasileiros a pagar 300000, 400000 ou 500000 euros por apartamentos e moradias com uma facilidade desconcertante.»
E depois o desgraçado de um pai de família português quer pôr os filhos a estudar na Univ. do Minho e não consegue arranjar um apartamento com uma renda decente. Mas os direitinhas acham muito bem, mesmo que muitas dessas casas estejam vazias!
«É o fim caríssimo e dentro de duas décadas, no máximo, já seremos uma minoria na nossa própria terra. Caminhamos inexoravelmente para uma futura idade de escravos. Cumprimentos.»
Cada vez me convenço mais disso. É muito difícil mantermos o optimismo quando percorremos o país e vemos a calamidade um pouco por todo o lado. Fechar as fronteiras é impossível na actual situação política. Pensar que os partidos nacionalistas podem chegar ao poder parece-me cada vez mais surrealista e as revoluções armadas não passam de uma fantasia juvenil. O pior é mesmo a passividade do nosso povo. É a parte que mais me custa, constatar que a maioria dos portugueses não quer saber da sua própria demografia para nada.
Cumprimentos, caro Emídio!
Muito obrigado Afonso. A gentileza é toda sua por partilhar estes desabafos.
ResponderEliminarObrigado também ao José pelas palavras de apoio.
Eu não sei se voltarei a gravar podcasts, mas isto sei por certo: se os gravar não vão para o youtube.
Um abraço aos dois,
Ilo
«Eu não sei se voltarei a gravar podcasts, mas isto sei por certo: se os gravar não vão para o youtube.»
EliminarUm grande bem-haja, caro Ilo! Se não tirarmos o pão da boca da besta, não teremos legitimidade para nos continuarmos a queixar dela!
Um abraço!