Mais um dia, mais uma prova de que o feminismo e a sua irmã bastarda ideologia de "género" são doutrinas criminosas. O anúncio que se segue (só tem 30 segundos, por isso ninguém tem desculpa para não o ver), foi banido no Reino Unido. E porque é que foi banido? Vejam o anúncio e tentem perceber. Se não conseguirem -devo dizer que é algo preocupante se não conseguirem, porque nesta altura do campeonato já deviam ser capazes de o fazer, sobretudo tendo em conta o título desta posta- leiam o que eu escrevi a seguir ao vídeo.
Então, conseguiram? É isso mesmo, o anúncio foi banido porque mostra homens a fazerem coisas tipicamente masculinas e mulheres a fazerem coisas tipicamente femininas! Se conseguiram perceber, parabéns, vocês entendem como funciona o marxismo cultural. Se não conseguiram, aqui vai a explicação. Nem sequer a vou traduzir, que é para vocês não acharem que eu inventei alguma coisa:
«The commercial was banned by the UK Advertising Standard Authority (ASA) after just three people complained, with the ASA asserting that it violated gender stereotyping rules.“By juxtaposing images of men in extraordinary environments and carrying out adventurous activities with women who appeared passive or engaged in a stereotypical care-giving role, we considered that the ad directly contrasted stereotypical male and female roles and characteristics in a manner that gave the impression that they were exclusively associated with one gender,” said the ASA. “We concluded that the ad presented gender stereotypes in way that was likely to cause harm and therefore breached the Code.”»
Isto é tão surreal que até parece uma mentira de 1 de Abril! Palavra, ao ler esta "justificação", eu dei comigo a esfregar os meus olhos de incredulidade! Mas não há engano, estamos em pleno mês de Agosto, isto é mesmo é verdade! Notem bem, caros leitores, bastaram apenas três queixas -que podem muito bem ter sido feitas por cadelas raivosas feministas, sem ofensa para as cadelas- para o anúncio ser banido! Um anúncio que não tinha nada de anormal, chocante ou insultuoso, pelo contrário!
Mas neste cada vez menos nosso Ocidente, o maior inimigo da elite reinante é a família, a verdadeira família, em que o homem é homem e a mulher é mulher. É com ela que os globalistas querem acabar de uma vez por todas. Porquê? Porque só a família tradicional produz homens e mulheres brancos saudáveis e politicamente conscientes da sua identidade. Ou seja, os únicos homens e mulheres com o potencial de se virem ao opor ao projecto globalista. É por isso que eu desconfio cada vez mais de todos aqueles que se dizem nacionalistas mas depois também se dizem feministas e chegam até ao ridículo de papaguear os chavões neomarxistas da luta de classes. A guerra cultural é o domínio mais importante da luta pela preservação das nações. Se perdermos essa guerra, acabaremos por perder também a guerra demográfica e logo a seguir a guerra política, o que só nos deixará a guerra propriamente dita, a guerra civil, que dificilmente poderemos vencer, uma vez que nem sequer estamos armados.
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Ver também:
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«Filhos do feminismo» - o novo livro da Doutora Janice Fiamengo
Mais merda feminista na sociedade "tuga"
A última machadada na credibilidade da psicologia: APA declara guerra à "masculinidade tradicional"
Sobre os movimentos feministas (inclui uma entrevista concedida pela Drª Rocío Monasterio, do Vox)
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