Esta notícia já é do dia 28 do mês passado, mas é sempre "bom" saber estas coisas... porque "o saber não ocupa lugar", certo? Mesmo que nos despedace o coração:
«Mais de 93 mil estrangeiros adquiriram autorizações de residência em Portugal em 2018, mais 51,7% que em 2017. Entre os novos destacam-se os cidadãos doBangladeshBangladeche e do Nepal.»
Vamos pôr este número em perspectiva: 93 mil pessoas representam 18,4% da população da cidade de Lisboa, 32,3% da população do Porto, 48,2% da população de Braga, 64,6% da população de Coimbra e 94,8% da população de Setúbal. Todas as outras capitais de distrito portuguesas têm uma população inferior a 93 mil habitantes! E isto, sublinhe-se, só em 2018!!!
Reparem bem, caros leitores: só entre 2016 e 2018 (três anos), obtiveram autorização de residência em Portugal 201 488 imigrantes! Repito, em três míseros anos! Imaginem quantos não terão feito o mesmo desde o tempo em que o Cavaco foi primeiro-ministro!
Reparem nesta curiosidade: @ "jornalista" que redigiu esta notícia escreveu Bangladeche à inglesa no título e nos parágrafos mais acima, mas neste último já escreveu em português...
Recapitulando: brasileiros, bangladechianos, nepaleses, indianos... e velhos europeus que vêm para Portugal passar a reforma, fazendo aqui do rectângulo uma espécie de Florida da Europa. Ou seja, na prática, os imigrantes que vão ficar cá são os sul-americanos e sul-asiáticos, muitos dos quais vão ter filhos que serão pretogueses de pelo direito...
Como eu denunciei aqui no TU. Ou seja, os sul-asiáticos estão a vir para trabalhar na agricultura a preço de chuva. Agora vamos ver quantos "novos portugueses" tivémos no ano passado:
Israel é uma surpresa, pelo menos para mim... o que quererão os israelitas com o nosso país?
Sublinho, mais uma vez, que os números apresentados nesta notícia dizem respeito apenas ao ano de 2018. É preciso ter em conta que o verdadeiro número de alógenos em Portugal, entre imigrantes, naturalizados e descendentes, é muito superior aos 93 mil mencionados...
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Ver também:
«(...) entre os novos imigrantes destaca-se os cidadãos oriundos doBangladeshBangladeche e do Nepal, segundo um relatório do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).»
"Vocês já eram, tuguinhas resignados! O futuro de Portugal é todo nosso!"
«“No que diz respeito ao fluxo imigratório, mantém-se a tendência de subida de novos títulos emitidos (93 154), com um aumento de 51,7% face ao ano anterior (61 413) e perto do dobro em relação a 2016 (46 921)”, indica o Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilo (RIFA) de 2018, divulgado por ocasião do 43.º Aniversário do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) que se assinala esta sexta-feira.»
Reparem bem, caros leitores: só entre 2016 e 2018 (três anos), obtiveram autorização de residência em Portugal 201 488 imigrantes! Repito, em três míseros anos! Imaginem quantos não terão feito o mesmo desde o tempo em que o Cavaco foi primeiro-ministro!
«O relatório sustenta que este aumento é explicado “em grande medida pelo crescimento do número de nacionais da União Europeia a residir em Portugal (33,7% do total). Apesar das nacionalidades mais relevantes que adquiriram novos títulos em 2018 serem a brasileira (28 210), italiana (6 989), francesa (5 306) e britânica (5 079), os cidadãos oriundos do Bangladeche aumentaram 165,1% no ano passado face a 2017, totalizando 5 325.»
Reparem nesta curiosidade: @ "jornalista" que redigiu esta notícia escreveu Bangladeche à inglesa no título e nos parágrafos mais acima, mas neste último já escreveu em português...
«O RIFA indica também que os cidadãos oriundos do Nepal aumentaram 141,2% no ano passado (11 489) e os indianos subiram 127,3% (11 393), bem como os venezuelanos, que cresceram 83,2% (4 740). Segundo o mesmo documento, os motivos mais relevantes para atribuição de novas autorizações de residência foram o reagrupamento familiar, o exercício de uma actividade profissional e o estudo.»
Recapitulando: brasileiros, bangladechianos, nepaleses, indianos... e velhos europeus que vêm para Portugal passar a reforma, fazendo aqui do rectângulo uma espécie de Florida da Europa. Ou seja, na prática, os imigrantes que vão ficar cá são os sul-americanos e sul-asiáticos, muitos dos quais vão ter filhos que serão pretogueses de pelo direito...
«(...) muitos cidadãos doBangladeshBangladeche e do Nepal têm vindo a Portugal para trabalhar em actividades de exploração agrícola, a regiões como Odemira. Em destaque, as explorações de morangos, mirtilos e tomates.»
Como eu denunciei aqui no TU. Ou seja, os sul-asiáticos estão a vir para trabalhar na agricultura a preço de chuva. Agora vamos ver quantos "novos portugueses" tivémos no ano passado:
«Mais de 41 mil cidadãos estrangeiros pediram a nacionalidade portuguesa em 2018, o valor mais elevado dos últimos cinco anos, revela o mesmo relatório.
Foram registadas no ano passado um total de 41 324 pedidos de aquisição de nacionalidade portuguesa, verificando-se “um aumento expressivo” face a 2017 (10,9%). O relatório adianta que o SEF emitiu 33 839 pareceres, 32 414 dos quais positivos e 1 425 negativos.
Segundo o documento, quem mais adquiriu a nacionalidade portuguesa em 2018 foram os naturais do Brasil (11.586), Israel (4.289), Cabo Verde (4.259), Angola (1.953) e Ucrânia (1.849).»
Israel é uma surpresa, pelo menos para mim... o que quererão os israelitas com o nosso país?
«Num outro indicador, o relatório do SEF revela que os estrangeiros barrados nos postos de fronteira, principalmente no aeroporto de Lisboa, por não reunirem as condições legais para entrar no país aumentaram 75,4% em 2018 face a 2017. O relatório avança que cerca de 75% das recusas de entrada incidiram sobre cidadãos do Brasil (2 866), Angola (168), Paraguai (121), Guiné-Bissau (58) e Moldávia (52).»
Sublinho, mais uma vez, que os números apresentados nesta notícia dizem respeito apenas ao ano de 2018. É preciso ter em conta que o verdadeiro número de alógenos em Portugal, entre imigrantes, naturalizados e descendentes, é muito superior aos 93 mil mencionados...
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Ver também:
«Portugal precisa de imigrantes», diz Bloomberg
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A sondagem mais deprimente que alguma vez partilhei neste blogue
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Um jovem do secundário defende que «a acção afirmativa» (que permite «quotas para entrada nas universidades») é «moralmente errada, injusta e discriminatória e, portanto, não deve ser implementada em Portugal».
ResponderEliminarhttps://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/acao-afirmativa-num-mundo-academico-pos-modernista-neomarxista-473284
[Nuno]
Realmente, é de ficar admirado. A maioria dos jovens do secundário só tem rap e hip hop na cabeça, é animador ver um que sabe pensar! Muito obrigado pelo link, caro Nuno!
Eliminarhttps://www.jn.pt/nacional/interior/fct-atribui-1350-bolsas-de-doutoramento-11176670.html
ResponderEliminarMais mulheres, brasileiros , iranianos...ainda bem que pago impostos, são sempr bem aplicados nestas bolsas de sociologia e estudos africanos...
Raquel
Por acaso era interessante saber em que áreas é que se vão doutorar esses 62 brasileiros... se tivesse que apostar, diria que muitos vão acabar no CES do Boaventura!
EliminarMuito obrigado pelo link, cara Raquel!
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