quinta-feira, 11 de julho de 2019

"Acção afirmativa" vai mesmo avançar: relatório do PS pede quotas nas universidades para pretos e ciganos


      Há apenas alguns anos atrás, ainda era possível encontrar nacionalistas que não acreditavam que o sistema de quotas raciais que vigora há várias décadas em países como os EUA, o Canadá ou Reino Unido pudesse vir a ser implementado aqui em Portugal. De nada adiantaram os avisos das pessoas mais atentas, que percebiam que os nossos problemas com as "minorias" decorriam em grande parte de termos adoptado as políticas de desenvolvimento e "integração" do mundo anglófono.

Pois bem, o Mamadou e seus comparsas pediram, o Partido Xuxalista atendeu:
«Intitulado “Relatório sobre Racismo, Xenofobia e Discriminação Étnico-racial em Portugal”, o documento de 30 páginas identifica as áreas em que é necessário intervir: justiça e segurança, educação, saúde, habitação ou trabalho. Documento será apresentado hoje na Assembleia da Republica.»

Reparem bem na parte que eu sublinhei a cor vermelha, caros leitores. Para já, as quotas cingem-se à educação, mas elas vão estender-se aos outros sectores mencionados!

«O estudo que avalia as condições de racismo, xenofobia e descriminação étnico-racial em Portugal na actualidade vai ser apresentado na Assembleia da República (AR), esta terça-feira, 9 de Julho.
Segundo o “Relatório sobre Racismo, Xenofobia e Discriminação Étnico-Racial”, concluído na passada semana pela AR e elaborado ao longo de cinco meses, Portugal é um país onde há comportamentos racistas.
O documento é preliminar e a sua relatora, a deputada do PS Catarina Marcelino [reparem bem, uma mulher, mais uma vez!], ainda irá incorporar sugestões, mas para já deixa em cima da mesa propostas como a criação de quotas nas universidades para afrodescendentes e ciganos.»

Quotas para "afrodescendentes", ou seja pretos com a nacionalidade portuguesa, muitos do quais nem sequer têm ligações às nossas ex-colónias, como o próprio Mamadou... e ciganos. Como se já não bastasse a obscenidade de termos de aceitar todo e qualquer caramelo que venha cá parar, agora temos de lhes reservar vagas nas nossas universidades!


"Acho muito bem! É preciso dar diplomas universitários aos "jovens", para que possam ser ministros como eu!"


Mas agora reparem, caros leitores, nos "critérios" utilizados pela Catarina Marcelino para redigir este "relatório"...

«A avaliação, intitulada de “Relatório sobre Racismo, Xenofobia e Discriminação Étnico-racial em Portugal”, tem 30 páginas e nasceu de uma proposta do PS. As páginas foram redigidas com base em testemunhos de cerca de 31 entidades e personalidades, visitas a mais de 28 organizações e o parecer de 18 deputados de todos os partidos políticos com assento parlamentar. Nele, são identificadas as áreas em que é necessário intervir: justiça e segurança, educação, saúde, habitação ou trabalho.»

Ou seja, estas quotas estão a ser recomendadas -e eu aposto que acabarão por ser aprovadas- não com base em dados, factos ou números concretos, mas apenas com base na opinião de "entidades", "personalidades", "organizações" e deputados! Fabuloso!!! E o povo português não reage, não se indigna, não se revolta!...

E sublinho, as quotas nas universidades são apenas o princípio. Ora reparem, caros leitores:

«A justiça e segurança  é  são apresentadas como “uma das áreas mais sensíveis”, onde há uma “desconfiança das camadas mais jovens da população dos bairros (…) em relação às forças de segurança e, por outro lado, uma indiferença das forças de segurança relativamente à necessidade de gerar confiança entre as camadas mais jovens destas comunidades”, percepção resultante sobretudo das visitas a bairros da área metropolitana de Lisboa.»

Ou seja, a Catarina Marcelino e a cambada que escreveu esta valente merda de "relatório" com ela basearam-se apenas nas "opiniões" dos "jovens"!!!

«Para esta área, são feitas quatro recomendações, entre câmaras de vídeo na lapela das fardas dos agentes quando há intervenções policiais e projectos de proximidade com os jovens e as comunidades dos bairros da área metropolitana de Lisboa que aumentem a confiança entre comunidade e polícia.»

Sim, porque em Londres e nos EUA, essa medida resultou lindamente! Quando os agentes passaram a usar câmaras corporais, os "jovens" e a polícia passaram a dar-se muito bem uns com os outros!... Ou nem por isso!!!

Mas calma, qua a palhaçada ainda não fica por aqui:

«Recomenda, por outro lado, campanhas de recrutamento de agentes de segurança dentro das comunidades afrodescendentes e cigana, bem como a realização de um levantamento da origem étnico-racial da população prisional portuguesa.»

Ou seja, os "jovens" não gostam dos polícias brancos? Não há problema, trocam-se os polícias brancos por polícias pretos! Porque a única explicação possível para os conflitos entre os "jovens" e a polícia é o "racismo" dos polícias brancos! O comportamento violento, a mundivisão de vítima e a atitude ingrata dos "jovens" não são para aqui chamados!

E também tem imensa piada que se peça agora um levantamento da origem étnico-racial da população prisional portuguesa, algo que os nacionalistas em todo o Mundo Ocidental têm pedido recorrentemente, mas por motivos contrários aos sugeridos pela Catarino Marcelino: os nacionalistas sabem que esses dados demonstram uma maior propensão dos "jovens" para o crime, propensão que se verifica sem excepção em todos os países onde há registos étnicos; já a Catarina Marcelino e os seus comparsas querem usar esses mesmos dados para "mostrar" que os "jovens" são vítimas de racismo por parte do sistema judicial! A isto, caros amigos, chama-se confundir deliberadamente causa com efeito, ou pôr o carro à frente dos bois, como bem diz o nosso povo!

«Relativamente à educação, é defendido o combate à segregação das crianças afrodescendentes e ciganas do sistema de ensino, “garantindo o fim de escolas ou turmas exclusivamente com crianças de minorias étnico-raciais”, bem como a realização de um estudo sobre a integração destas crianças e jovens no ensino universitário para avaliar futuras possíveis medidas de acção positiva.

Mas quais turmas "exclusivamente com crianças de minorias étnico-raciais"?  Que eu saiba, a única turma que havia deste género, numa escola de Tomar, foi mandada desfazer pelo próprio Ministério da Educação! Qual é a escola do nosso país que põe os meninos pretos e ciganos em turmas à parte??? Mesmo que o fenómeno exista, duvido muito que tenha significado estatístico!

«A habitação é apresentada como “um dos principais factores de desigualdade das comunidades afrodescendentes e comunidades ciganas”, contra o qual é recomendado que sejam criados mecanismos jurídicos e sociais de apoio ao arrendamento, de modo a impedir que haja proprietários que se recusem a alugar casas a pessoas ciganas ou afrodescendentes.

Já viram isto? Se tiverem uma casa para alugar e os aspecto dos candidatos a vossos inquilinos não for do vosso agrado, paciência, vocês não podem recusar aquelas "pessoas" que, garantidamente, vos vão partir a mobília toda, estragar os electrodomésticos e, muito provavelmente, atrasar-se no pagamento da renda de forma sistemática!

«É também sugerido que sejam feitos “todos os esforços” para “acabar com as situações habitacionais indignas em Portugal até 2024”.»

Isto quererá dizer o quê, exactamente? Construir mais casas para os parasitas pagas com o dinheiro dos contribuintes portugueses?

«Em matéria de trabalho e emprego, uma “dimensão estruturante na vida das pessoas”, são feitas quatro recomendações, entre regulamentar o estatuto do mediador sociocultural, promover formação específica sobre racismo para os inspectores da Autoridade para as Condições no Trabalho (ACT), criar projectos de emprego apoiado para as comunidades ciganas, dentro da política pública de emprego, e criar mecanismos de combate à exclusão por motivos étnico-raciais nos processos de selecção de emprego.»

Por outras palavras, vão arranjar forma de obrigar os patrões a contratar pretos e ciganos, provavelmente impondo quotas.

«Para a área da saúde é recomendado um reforço das orientações técnicas e mecanismos de informação e formação em todos os serviços sobre os direitos dos utentes, imigrantes em geral e pessoas sem documentos ou em situação irregular.»

O SNS está em risco de falência? Então vamos dar mais direitos e garantias aos imigrantes que, em violação da Lei, se encontram no nosso país ilegalmente! Paguem, tugas estúpidos!!! Vocês votaram décadas a fio no PS/PSD/CDS/CDU/BE/PAN, ou pior, nem sequer votaram de todo, garantindo assim que estes partidos venciam... não quiseram votar nos "fascistas", por isso agora paguem!

8 comentários:

  1. a mesma agenda por todo lado impondo o modelo anglo eua para o resto no merdil foi do mesmo nem terem destruido dna da metade ou mais com mestiçagem adiantou ainda era pouco

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Isto não vai acabar nunca. Enquanto houver um branco vivo neste mundo, haverá sempre quem apele ao seu desapossamento e miscigenação. Infelizmente, a maior parte dos brancos só está a perceber isto quando já é tarde demais.

      Ainda agora passei pelo blogue do "já sabemos quem" e aquele palerma escreveu que o problema das baixas taxas de natalidade não passa de "histeria desactualizada", como se alguém tivesse alguma vez sugerido que a humanidade está a ter poucos filhos! Nada disso, o problema é que a humanidade no seu todo continua a ter muitos filhos, mas os brancos em concreto não estão a ter suficientes!

      Esta falta de honestidade já irrita solenemente vinda dos "jornalistas" que trabalham para a superclasse... vinda de alguém que representa o nacionalismo português, mete nojo aos cães!

      Eliminar
  2. Mas sabes por que razão isto também acontece? não só por causa da agenda política mas, também, para manter universidades e politécnicos a funcionar. Durante anos andaram-se a abrir politécnicos por todo o lado, muitas vezes para satisfazer clientelas políticas. Daí teres, hoje, ensino superior público não só nas capitais de distrito mas também em localidades como Idanha-a-Nova, Elvas, Seia, Tomar, Peniche e por aí fora. Com tanta oferta e com a redução do número de alunos há que ir buscar novos clientes, cá ou fora. Daí teres centenas de africanos na Guarda, Bragança, Castelo Branco. Isto vai servir, também, para reforçar a tendência e manter o emprego de professores nas referidas instituições de ensino. João (ex-Livro das Imagens). Já agora, em resposta à tua questão de há dias, desde o fim do blogue tenho andado no facebook (chego a mais gente, mesmo assim) e no terreno (P1, Escudo...).

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Mas os politécnicos não deviam precisar das quotas para nada, eles já recrutam "jovens" e "indivíduos" por iniciativa própria! Eu julgo que o problema aqui é que os politécnicos estão a levar com os "jovens" todos em cima, enquanto as universidades só estão a ficar com os "jovens" menos maus... é possível que este "relatório" tenha levado isso em conta, embora eu ache que a Catarina Marcelino não tem capacidade para uma análise tão profunda.

      Seja como for, tens razão numa coisa: tantos politécnicos, em tantas regiões do país, têm um efeito demográfico perverso. E nós, nas várias conversas sobre o assunto que temos mantendo ao longo dos anos, temos deixado isso bem claro às pessoas que não conhecem essa realidade. Porque ainda há muitos autistas que, quando pensam em imigração, julgam que a coisa está toda confinada às regiões de Lisboa e do Porto...

      Quanto ao Facebook, surpreende-me bastante que ainda deixem os nacionalistas andar por lá, mas fico contente que o caro João continue a passar a mensagem...

      Eliminar
  3. Relativament à natalidade, acho que a primeira que se devia ensinar nas escolas, desde cedo eram gestão orçamental e gestão do lar - termos noção dos nossos rendimentos, de quanto as coisas efetivamente custam (p.e. fazer comida versus comprar congelada; pagar manicure versus fazermos nós próprias), e ao mesmo tempo estimular a poupança, manter o que já temos (reparar um electrodoméstico em vez de ir a correr comprar outro; saber tratar da roupa, coser buracos, apanhar malhas, etc), saber gerir uma casa com o que há, não estar sempre a almejar o que se pode vir a ter/última tecnologia. Tornar as pessoas independentes, com teoria e prática.
    Estarmos totalmente dependentes do exterior até para nos alimentarmos (fazer pão é bastante simples, e ninguém sabe, etc), além de dispendioso e pouco saudável, tira folga orçamental para os filhos - os próprios filhos têm de ser cuidados por alguém de fora (creches, infantários, tempos-livres), acabam vindo a casa dormir e pouco mais. Divaguei demais, bom fim de semana :D
    Raquel

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. «(...) a primeira que se devia ensinar nas escolas, desde cedo eram gestão orçamental e gestão do lar - termos noção dos nossos rendimentos, de quanto as coisas efetivamente custam»

      Sem dúvida, mas a cara Raquel acaba de tocar numa das maiores contradições do "nosso" sistema económico: por um lado, é dito às pessoas que devem poupar, gerir as suas economias, serem comedidas nos gastos... mas, por outro lado, os decisores e agentes económicos procuram maximizar o crescimento da economia, quase sempre à custa do aumento do consumo. É quase como se dissessem às pessoas "poupa para o futuro, mas não te esqueças de gastar o suficiente, senão a economia não cresce e depois não há empregos, pá!"

      Nesse sentido, não é do interesse nem dos governos, nem das empresas que as escolas ensinem às crianças o valor da poupança e da autonomia financeira. O sistema precisa de gente que não poupe, já não consegue resistir sem as pessoas gastadoras. Que seria das grandes superfícies comerciais, das cadeias de distribuição e dos vendedores a retalho se toda a gente começasse a poupar? Iriam à falência, ou quase! Este é, aliás, um dos problemas mais graves do Ocidente, estamos completamente reféns da necessidade de crescimento. E isso depois é usado para justificar a imigração (mão-de-obra barata, sustentabilidade do sistema de segurança social, etc.), o endividamento (necessidade de injectar capital e liquidez na economia) e todo o género de negociatas obscuras feitas em nome do bem comum, das parcerias público-privadas à criação de concursos públicos de interesse duvidoso.


      «Estarmos totalmente dependentes do exterior até para nos alimentarmos (fazer pão é bastante simples, e ninguém sabe, etc), além de dispendioso e pouco saudável, tira folga orçamental para os filhos»

      É verdade, mas convém lembrar que este país regrediu tanto, mas tanto, que até mesmo o cereal que é usado no fabrico do nosso pão é importado, pelo menos na sua maior parte! E depois ainda há quem fique muito admirado por já termos sido ultrapassados por alguns países do Leste da Europa!


      «Divaguei demais, bom fim de semana :D»

      Ahaha! Eu já disse que eu gosto que os leitores do TU divaguem, cara Raquel! Sobretudo quando falam de coisas pouco habituais aqui no blogue, como é o teu caso! :)

      Um bom fim-de-semana para ti também!

      Eliminar
  4. Escrevi isso inicialmente e depois apaguei, incentivar a autonomia/independências das pessoas nesses assuntos nunca será possível na nossa economia capitalista. Mudar o estilo de vida e manter o a economia de consumo nunca dará certo. É um assunto demasiado complexo, porque envolve demasiadas vertentes e 1) os Portugueses amam o socialismo e o estilo de vida de dependência/ paternalismo do Estado a intrometer-se/ decidir tudo sobre as nossas vidas; 2) na UE somos demasiado pequenos a nível territorial - estamos sempre dependentes de decisões externas para nos governarmos (como o cereal que tem de ser importado, as quotas de leite/peixe, etc) e saírmos agora seria impraticável; 3) com as nossas políticas sociais - de "género", quotas, etc- ensinar capacidades técnicas às crianças seria impraticável ("ai que estamos a descriminar"; "ai que eles têm de crescer todos iguais").
    Não vejo nada de bom para um futuro próximo.
    (https://ionline.sapo.pt/artigo/664945/braga-antifascistas-contra-escudo-identitario?seccao=Portugal_i)
    Raquel

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. «Mudar o estilo de vida e manter o a economia de consumo nunca dará certo»

      A esse respeito, há que lembrar sempre o que se passou no Chipre: na hora da verdade, nem mesmo as poupanças que as pessoas tinham nos bancos estavam seguras! Enquanto vivermos neste sistema económico baseado em crescimento permanente, nada nos garante que o nosso dinheiro e até o nosso património estão completamente a salvo. Quando as crises vêm em força, os (des)governantes fazem tudo ao seu alcance para manter a populaça sob controlo, sendo que uma das formas mais simples de o conseguir é transferir riqueza da classe média para a classe baixa.


      «1) os Portugueses amam o socialismo e o estilo de vida de dependência/ paternalismo do Estado a intrometer-se/ decidir tudo sobre as nossas vidas; 2) na UE somos demasiado pequenos a nível territorial (...) e saírmos agora seria impraticável; 3) com as nossas políticas sociais - de "género", quotas, etc- ensinar capacidades técnicas às crianças seria impraticável.
      Não vejo nada de bom para um futuro próximo.
      »

      Infelizmente, é verdade. Receio que ainda tenhamos que descer um bom bocado para que haja um número suficientemente grande de pessoas a pensar como nós. Isto a mim preocupa-me bastante. Ao contrário da esmagadora maioria dos nacionalistas, que a meu ver são demasiado optimistas, eu estou convencido que há um ponto de não-retorno, um nível de devastação étnica, económica e cultural a partir do qual se torna impossível recuperar. Basta olhar para o Brasil, por exemplo. Há quem esteja ansioso pela chegada do caos, mas o problema é que o resultado do caos tanto pode ser o renascimento como a morte definitiva. A História está cheia de civilizações poderosas que colapsaram sob si próprias, sob o peso do seu declínio moral, espiritual e belígero. Um dos nossos maiores problemas é que, exceptuando os EUA, o Ocidente já não tem uma cultura guerreira, os homens ocidentais já não valorizam a defesa e o militarismo como parte intrínseca e imprescindível de uma civilização saudável. A História diz-nos que isto, a médio/longo prazo, vai custar-nos caro. Quem não entende que a vida é uma luta permanente e age em conformidade, só poderá acabar dominado por que o entende e faz pela vida.


      «https://ionline.sapo.pt/artigo/664945/braga-antifascistas-contra-escudo-identitario?seccao=Portugal_i»

      Jonathan Ferreira da Costa… veja-se bem a pinta do artista:

      https://www.youtube.com/watch?v=FOAknor6GQA

      Mas que legitimidade é que este atrasado mental com ar de quem não toma banho há meses -e que nem sequer consegue dizer uma frase com princípio, meio e fim- julgará que tem para querer limitar o direito de associação dos outros portugueses? Enfim…

      Muito obrigado pelo link, cara Raquel!

      Eliminar

TODOS os comentários têm de ser assinados. Além disso, os comentadores deverão observar as regras do blogue.