segunda-feira, 10 de junho de 2019

É hoje mesmo: grande festa da nacionalidade do PNR! Não faltem!!!


Da página oficial do único partido nacionalista português, o Partido Nacional Renovador (PNR):

«Este ano, ao contrário das últimas edições da comemoração do 10 de Junho, por parte do PNR – único partido político que o faz –, em vez da “Marcha da Nacionalidade”, levaremos a cabo uma festa-comício, “Festa da Nacionalidade”, privilegiando, desta feita, o convívio entre todos aqueles que queiram comparecer ao longo da tarde, engrandecendo o nosso evento. 




Haverá arraial com churrasco e bebidas, bancas de venda de artigos do PNR e não só, banda de música e discursos políticos. Às 18h30 encerra-se o acto, como sempre com o Hino Nacional. A quatro meses das eleições Legislativas é de extrema necessidade começar a contar, desde já, com o apoio – também na rua, e sobretudo no 10 de Junho – de todos os militantes e simpatizantes do nosso partido. No Dia 10 de Junho lá vos esperamos, a partir das 15:00 horas, na Praça Luís de Camões em Lisboa!»

14 comentários:

  1. Entretanto leio isto...
    http://visao.sapo.pt/atualidade/entrevistas-visao/2019-06-09-Portugal-tem-uma-nova-geracao-louca-por-ter-outra-linguagem-e-que-nao-acredita-no-discurso-da-glorificacao-da-historia-colonial?fbclid=IwAR3LPZqrZX4ML51HYSZmIOJc8OfhdDehvPOJEZc6rxR07BWj5nfbiqKJ67Q
    Na verdade acho que entre os jovens 'portugueses' esta é uma realidade, a escola tem feito autênticas aberrações na cabeça deles.
    Raquel

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    1. Foi a isto que chegámos: os descendentes dos colonizados vieram para o nosso país condenar a nossa História com todo o descaramento e impunidade. E é assombroso verificar novamente que aqueles que odeiam a nossa História papagueiam sempre os dogmas mais abjectos do Marxismo Cultural:

      «“Esse discurso não me serve, não dá resposta às minhas questões. Eu preciso de um discurso descolonizador, que é feminista sem ser visto como algo mau. Eu tenho uma outra visão.” Nas últimas vezes que exibi o meu trabalho aqui, lembro-me de ver o movimento feminista negro, o movimento intersexual, grupos de estudos da branquitude à procura do discurso novo. Isso é tão fabuloso!»

      É "fabuloso" como, sob o pretexto de combater o "racismo", estamos a importar e subscrever a "justiça social", que é precisamente a ideologia mais criminosa que existe neste mundo. A parte dos "estudos de branquitude" é simplesmente delirante! Mas nós não merecemos melhor do que isto. Permitimos que esta gente viesse para cá e, ao longo da últimas décadas, se instalasse nas nossas escolas e universidades. Nas eleições, demitimo-nos de votar contra eles.


      «Na verdade acho que entre os jovens 'portugueses' esta é uma realidade, a escola tem feito autênticas aberrações na cabeça deles.»

      Pois tem... e o que não se percebe é que a maioria dos pais deixa fazer. Não parecem importar-se minimamente com o lixo que está a ser enfiado nas cabeças dos seus filhos.

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    2. Enquanto os nossos avós tinham as ideias bem definidas - preto ou branco - os nossos pais já vêem tons de cinza com bons olhos e apoiam o verdadeiro arco-íris que os filhos querem para a sociedade.
      Muito raros os que dizem algo contra (lembro-me de uma notícia de uma mãe que expôs a sua indignação nas redes sociais - tão clássico - por causa do colégio católico do filho ter realizado um debate a questionar se a homosexualidade seria normal, etc. Não me lembro de nomes, mas era em Portugal. Ela meteu um filho num colégio católico mas ainda assim queria poluir a cabeça das crianças.)
      Já ouvi cada comentário de mães de amigas minhas que, para não se sentirem fora de moda, apoiam o 'namorar por diversão', 'arranjas um e quando aparecer melhor trocas', 'só experimentando para saber, etc' (pelo menos uma tem uma filha fora de prazo para ter filhos, com um currículo numeroso de namorados e infeliz, mas finge ser feliz). E querem estas mulheres uma sociedade menos patriarcal, nem dão conta da própria vida.
      Divaguei demais :D
      Bom feriado.
      Raquel

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    3. Sem problema, cara Raquel, eu até gosto quando os leitores do TU "divagam", porque me ajuda a compreender melhor o que lhes vai nas cabeças. Só lamento ter cada vez menos tempo para responder, tenho saudades dos tempos em que podia passar horas na blogosfera.

      Quantos às mulheres, eu já tive ocasião de dizer uma vez que o homem que conseguir ficar com a Raquel vai ser mesmo muito sortudo, porque a esmagadora maioria das portuguesas não pensa assim. Eu sei disso porque tenho uma pseudoconservadora aqui em casa, que é tradicionalista numas coisas e feminista noutras, conforme lhe convém. A homossexualidade é um dos temas sobre o qual, recorrentemente, eu e ela discordamos. Sendo que discordar é um eufemismo, ela chamam-me constantemente "homofóbico" e eu tento explicar-lhe constantemente que a forma de pensar dela é, em grande parte, aquilo que levou a que a taxas de fertilidade do Ocidente tivessem ficado tão baixas: o homossexualismo traz consigo uma cultura de hedonismo que alastra a toda a sociedade.

      Esse debate no colégio católico é um excelente exemplo disso, nem mesmo a ICAR escapa à infecção "progressista". O "namorar por diversão" foi outra coisa que eu próprio senti na pela há uma dúzia de anos atrás. Conheci uma fulana que me disse explicitamente que estava sozinha mas, quando a coisa estava a começar a ficar séria, descobri que ela tinha um namorado há já vários anos. Fiquei estupefacto, sobretudo porque ela admitiu que a lógica dela era mesmo essa, andar com um até aparecer outro melhor. Eu respondi-lhe: "tenho a certeza que há-de ver algum homem melhor do que eu neste mundo, portanto, foi um prazer, mas vamos ficar por aqui."

      Já em relação às mulheres que namoram em série mas nunca assentam, eu próprio conheço um caso dramático. Uma das miúdas mais giras da minha escola primária nunca casou, nem teve filhos. Ela era daquelas mulheres a quem saiu a lotaria genética, loira de olhos azuis-claros, giríssima em miúda e giríssima na idade adulta. Passou a vida toda a ser perseguida, primeiro pelos rapazes, depois pelos homens. Excelente aluna, formou-se em medicina e, poucos anos mais tarde, abriu um consultório de pediatria. Esteve para casar pelo menos duas vezes -que eu saiba- mas cancelou sempre. Encontrei-a no verão passado, irreconhecível. Descobri que tinha tido uma depressão grave e teve até de ser internada. Atirou-se a mim à frente da minha patroa... foi triste. Fiquei desolado por ela, é raro ter pena de pessoas assim, mas é realmente deprimente ver uma mulher bonita e inteligente que desperdiçou a sua vida...

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    4. "Já ouvi cada comentário de mães de amigas minhas que, para não se sentirem fora de moda, apoiam o 'namorar por diversão', 'arranjas um e quando aparecer melhor trocas', 'só experimentando para saber, etc' (pelo menos uma tem uma filha fora de prazo para ter filhos, com um currículo numeroso de namorados e infeliz, mas finge ser feliz). E querem estas mulheres uma sociedade menos patriarcal, nem dão conta da própria vida."

      Um sinal da nossa sociedade em decadencia. Vi um artigo ha muito tempo de um jornal americano que dizia que as mulheres conservadoras eram mais felizes que as "modernas feministas". Claro que provocou logo um chorado enorme por parte das feministas. Essas maes deviam ter conhecimento desse artigo. Infelizmente ja nao o consegui encontrar.

      Bruno D

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    5. Outro dado muito interessante é que felicidade das mulheres ocidentais está em declínio desde meados do século XX. É realmente curioso, tanta liberdade, tanta "emancipação", tantos "direitos", para no final a mulher moderna ser mais infeliz do que as desgraçadas das nossas avós que tinham que ir lavar a roupa ao rio.

      O segredo da vida não é difícil: os homens e as mulheres foram feitos para constituir família. É a família que dá motivação e força de carácter aos homens, é a família que dá sentido de vida e realização às mulheres. Os nossos antepassados sabiam-no. Mas nós, os "civilizados", os "modernos", os "vanguardistas", decidimos que eles eram todos bárbaros e analfabetos, que o planeta já tem gente a mais e que o segredo da vida está nos festivais de música, na roupinha ou nos carros de marca e nas férias exóticas. Pobres meninos e meninas ricos!

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    6. "Esteve para casar pelo menos duas vezes -que eu saiba- mas cancelou sempre. Encontrei-a no verão passado, irreconhecível. Descobri que tinha tido uma depressão grave e teve até de ser internada."

      Ela bateu na parede. Infelizmente quando isso acontece já é tarde demais.

      "Os nossos antepassados sabiam-no. Mas nós, os "civilizados", os "modernos", os "vanguardistas", decidimos que eles eram todos bárbaros e analfabetos, que o planeta já tem gente a mais e que o segredo da vida está nos festivais de música, na roupinha ou nos carros de marca e nas férias exóticas. Pobres meninos e meninas ricos!"

      Eles tem a mania que são "muito à frente" quando na verdade não passam de uns decadentes. Mas é essa a imagem que passam nos media.

      Bruno D.

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    7. «Ela bateu na parede. Infelizmente quando isso acontece já é tarde demais.»

      Isso é outra coisa que eu não entendo, os pais de hoje em dia não explicam às suas miúdas que a idade certa para encontrar um bom parceiro e casar é até aos 30. Depois dos 30, tudo se complica...


      «Eles tem a mania que são "muito à frente" quando na verdade não passam de uns decadentes. Mas é essa a imagem que passam nos media.»

      Hoje o Al-Público traz um artigo muito interessante sobre isso. Basicamente, as pessoas de classe elevada acreditam que são melhores e mais competentes do que as outras, mesmo quando não o são. O problema é que a confiança cria uma ilusão de competência aos olhos dos outros, abrindo muitas vezes portas que estão fechadas para a maioria dos mortais.

      É por isso que, quando eu ouço dizer que o "vanguardismo" ou o "progressismo" são o oposto do populismo, eu protesto sempre. O oposto do populismo é o elitismo, sem apelo nem agravo. As pessoas de classe alta julgam saber melhor do que as restantes, mesmo quando nem sequer têm conhecimento de causa sobre as matérias em jogo. Pior do que isso: algumas pessoas de classe alta sentem prazer em ver as pessoas de classe baixa sofrer, elas acham que é a ordem natural das coisas, que o mundo se divide entre iluminados e bárbaros e os bárbaros só merecem sofrer.

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    8. Conheço uma rapariga com boa moral - melhor que qualquer mulher moderna - mas que por outro lado, não se quer sentir desenquadrada então acha que ir jantar fora, viajar (ai as viagens aos estrangeiro), etc, é sinónimo de aproveitar a vida. E nem ela percebe como este ciclo a faz ser infeliz, no fundo renega a sua biologia e está meio-meio (como a sua mulher, um pé no conservadorismo, outro no modernismo). Quer um homem simples e conservador, mas para viajarem juntos o mundo, passearem, sairem, etc.

      "os pais de hoje em dia não explicam às suas miúdas que a idade certa para encontrar um bom parceiro e casar é até aos 30"
      Nem os pais nem as escolas. Conheço vários casos de jovens - pelo menos 4- que decidiram tirar um 2º curso superior, ou mudar de curso. Ou seja, viram eternos estudantes e adiantam tudo ao limite. Não há como ter um filho até aos 30 assim. E as mulheres também têm a ilusão de que aos 40 ainda são férteis (são, mas com outras complicações e provavelmente só terão 1 filho, logo a natalidade será sempre muito baixa).
      Felizmente, tive muita muita sorte em encontrar um homem maravilhoso, conservador, de boa índole, não poderia pedir melhor, mas que aos olhos de muito boa gente parece um retrocesso, que me falta o espírito "carpe diem" :D
      Raquel

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    9. Eu sou bárbaro tal como o Trump. O Jaime Pinto escreveu um livro intitulado "Barbaros e Iluminados", eu achei bastante interessante e cheguei à conclusao que os iluminados dominam isto tudo (infelizmente). Mas se a Historia nos ensina algo, é que os bárbaros acabam sempre por vencer.

      Bruno D.

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    10. Raquel disse
      «não se quer sentir desenquadrada então acha que ir jantar fora, viajar (ai as viagens aos estrangeiro), etc, é sinónimo de aproveitar a vida.»

      Essa é outra grande guerra que eu tive de ter aqui em casa, insistir no valor e na necessidade de poupança, de fazer sacrifícios e abdicar de regalias. Quando a conheci, a minha mulher tendia a gastar quase tudo o que ganhava, apesar de ser ter formado na área de economia. Por ela, andávamos sempre a passear, a jantar fora, a viajar. Enfim, tinha -e ainda tem- o bichinho do consumismo cosmopolita. Ela nem sequer tomava o pequeno-almoço em casa, ia tomá-lo a uma pastelaria à porta de casa. Eu ficava doente! Só para Raquel ter uma ideia, ela ganhava quase o dobro do que eu ganhava na altura, mas tinha menos de um décimo em poupanças. E pior do que isso, o pouco que ela tinha estava todo a ganhar mofo num banco… às vezes eu perdia a cabeça e perguntava-lhe “mas afinal o que é que te ensinaram no curso?!?”

      «Quer um homem simples e conservador, mas para viajarem juntos o mundo, passearem, sairem, etc.»

      LOL! É quase como querer um carro desportivo de alta cilindrada para depois andar na montanha!

      «Conheço vários casos de jovens - pelo menos 4- que decidiram tirar um 2º curso superior, ou mudar de curso. Ou seja, viram eternos estudantes e adiantam tudo ao limite. Não há como ter um filho até aos 30 assim.»

      Sim, eu também conheço vários casos semelhantes. Há muito pessoal que tira cursos inúteis, comunicação social, ciências da linguagem, estudos da cultura, etc… e só anos depois, quando chegam ao mercado de trabalho, é que esbarram na duríssima Senhora Realidade: esses canudos valem zero, ou pouco mais do que isso. Há até aquele meme genial do “learn to code”, que ilustra isso mesmo: os cursos universitários só são úteis se providenciarem os conhecimentos e as competências de que a sociedade precisa. Meter isto na cabeça dos jovenzinhos “modernos” e dos seus pais “pacientes” é que não é nada fácil…

      «E as mulheres também têm a ilusão de que aos 40 ainda são férteis (são, mas com outras complicações e provavelmente só terão 1 filho, logo a natalidade será sempre muito baixa).»

      Eu conheço duas quarentonas que estão a pensar recorrer a inseminação artificial. Para quê, pergunto eu? Quando os filhos ou filhas estiverem na universidade, elas já terão 60 e tal anos! Não entendo…

      «Felizmente, tive muita muita sorte em encontrar um homem maravilhoso, conservador, de boa índole, não poderia pedir melhor, mas que aos olhos de muito boa gente parece um retrocesso, que me falta o espírito "carpe diem" :D»

      LOL! Fico muito contente que ainda haja casais assim em Portugal, porque eu pessoalmente não conheço nenhum. E a culpa é de parte a parte: dos homens, que se tornaram demasiado efeminados e hesitantes; e das mulheres, que se tornaram demasiado “emancipadas”. Quanto ao “carpe diem”, a minha experiência é que os jantares, as viagens e afins são muito mais valiosos quando são raros. As relações precisam deles, mas andar sempre a viajar e a gastar dinheiro torna-se um hábito, sem que daí resulte qualquer realização pessoal.

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    11. Bruno D. disse…
      «Eu sou bárbaro tal como o Trump.»

      Pois eu cá acho que o Bruno D., tal como eu, é muito mais bárbaro do que o Trump. O Trump tem muitas coisas boas, mas ainda é muito soft em relação àquilo que seria realmente desejável.

      «O Jaime Pinto escreveu um livro intitulado "Barbaros e Iluminados", eu achei bastante interessante e cheguei à conclusao que os iluminados dominam isto tudo (infelizmente).»

      Ofereceram-me esse livro no Natal mas ainda não consegui arranjar tempo para o ler. Ganhei um enorme respeito ao JNG depois de ele ter defendido o Salazar no programa “Os Grandes Portugueses”. A forma como toda a gente lhe caiu em cima, em particular a execrável comuna Odete Santos, e ele conseguiu manter sempre a compostura foi realmente exemplar! Além de que ele é um dos poucos que escreve no Observador e que é realmente de Direita…


      «Mas se a Historia nos ensina algo, é que os bárbaros acabam sempre por vencer.»

      Pois… o problema aqui é que temos dois tipos de bárbaros no Ocidente: (1) as pessoas como o caro Bruno D. e eu; (2) os iminvasores sedentos de conquista, de sangue e de vingança. Não sei qual dos dois bárbaros irá vencer no final, porque desta vez temos algo contra nós que nunca tivemos em toda a História do Ocidente: a demografia. É certo que “enquanto há vida, há esperança”, mas a probabilidade de sucesso diminui a cada imigrante que chega…

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  2. https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/terror-durante-a-noite-com-tiros-e-facadas-em-santa-maria-da-feira?ref=DET_MaisVistasSite

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    1. Por acaso já tinha visto, mas obrigado. E por favor, assine os seus comentários.

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