01h00: Bem, meus caros, amanhã é dia de trabalho, pelo que vou ter de ficar por aqui. O resultado final já não deve ser muito diferente, uma vez que o número de votantes nos 9 consulados em falta é bastante reduzido e as duas freguesias setubalenses em falta deverão, na melhor das hipóteses, providenciar apenas algumas centenas de votos ao PNR.
Seja como for, amanhã voltarei a actualizar o TU até à hora de almoço com os resultados finais para o território nacional (os restantes consulados ainda podem demorar vários dias a ser apurados). Até lá, despeço-me com amizade, como dizia o Sousa Veloso! 😋
00h52: A abstenção está agora nos 68,64% (valor global). Curiosamente, há uma redução dos votos brancos (de 4,43% para 4,27%) e sobretudo dos votos nulos (de 3,06% para 2,69%).
00h48: 3 090 freguesias apuradas, 2 por apurar; o PNR já obteve 15 860 votos (0,48%). Em termos globais (freguesias + consulados), o PNR tem agora 16 014 votos (0,49%)
00h42: 3 089 freguesias apuradas, 3 por apurar; o PNR já obteve 15 772 votos (0,48%). Em termos globais (freguesias + consulados), o PNR tem agora 15 926 votos (0,49%). Recordo que, em 2014, o PNR tinha obtido 15 036 votos (0,46%).
Curiosidade: três das quatro freguesias por apurar são do distrito de Setúbal...
00h35: 3 088 freguesias apuradas, 4 por apurar; o PNR já obteve 15 724 votos (sim, eu sei que há bocadinho tinha mais, mas a culpa não é minha, é da malta que está a actualizar o site da SGMAI e que deve ter bebido uns copos ao jantar). Em termos globais, o PNR tem agora 15 875 votos (0,49%).
Outro aspecto positivo da noite: o ocaso da direitinha do PSD e do CDS. Tanto o bilderberguer Rio Risonho como a dimiesca Assunção Cristas merecem inteiramente este resultado. O PSD e o CDS tornaram-se, nos últimos anos, o rosto da submissão total ao globalismo. O PSD assumiu-se como uma espécie de PS um pouquinho mais liberal (no sentido económico) e o CDS abandonou em definitivo os valores do conservadorismo que faziam parte do seu ADN original.
00h19: o site da SGMAI corrigiu os resultados anteriores. Continuamos a ter 3 085 freguesias apuradas e 7 por apurar; mas agora o PNR tem 15 735 votos em território nacional (0,48%), mais 1 087 votos do que em 2014 (0,45%). Em termos globais (freguesias + consulados), o PNR obteve, até ao momento, 15 889 votos (0,49%).
O melhor da noite: a votação dos comunas caiu para pouco mais de metade; o problema é que provavelmente os votos perdidos pela CDU foram transferidos para o BE, que é precisamente o partido mais anti-português de todos.
00h07: 3 085 freguesias apuradas, 7 por apurar; o PNR já obteve 15 630 votos em território nacional (0,48%), mais 1 065 votos do que em 2014 (0,45%).
É oficial: o Partido Animalista conseguiu eleger um deputado europeu! Os "tugas" querem saber é dos cãezinhos e dos gatinhos, não querem saber da imigração, pá!!!
00h00: Recapitulando os resultados obtidos pelo PNR até ao momento, freguesias: 15 564 (0,48%); consulados 154 (1,27%); globais 15 718 (0,49%).
E agora uma boa notícia: em Itália, Salvini esmagou a concorrência. A Liga venceu claramente as eleições!
23h52: 3 084 freguesias apuradas, 8 por apurar; o PNR já obteve 15 564 votos em território nacional (0,48%), mais 1 053 votos do que em 2014 (0,45%).
23h50: 3 083 freguesias apuradas, 9 por apurar; o PNR já obteve 15 498 votos em território nacional (0,48%), mais 1 079 votos do que em 2014 (0,45%).
A maior tragédia da noite: a mais que duplicação de votos do BE.
23h44: 3 082 freguesias apuradas, 10 por apurar; o PNR já obteve 15 488 votos em território nacional (0,48%), mais 1 081 votos do que em 2014 (0,45%).
Uma pequena curiosidade: A votação do PCTP/MRPP caiu para cerca de metade. Terá sido o efeito Arnaldo Matos?
23h38: 3 080 freguesias apuradas, 12 por apurar; o PNR já obteve 15 389 votos em território nacional (0,48%), mais 1 073 votos do que em 2014 (0,45%).
23h37: Em termos de deputados já eleitos, temos 6 para o PS, 4 para o PSD, 1 para o BE, 1 para a CDU e 1 para o CDS. A abstenção está agora nos 61,82% (em termos globais).
23h34: 3 077 freguesias apuradas, 15 por apurar; o PNR já obteve 15 276 votos em território nacional (0,48%), mais 1 069 votos do que em 2014 (0,45%).
23h31: 3 076 freguesias apuradas, 16 por apurar; o PNR já obteve 15 252 votos em território nacional (0,48%), mais 1 062 votos do que em 2014 (0,45%).
23h27: Recapitulando os resultados obtidos pelo PNR até ao momento, freguesias: 15 123 (0,48%); consulados 154 (1,27%); globais 15 286 (0,49%).
23h23: A abstenção está (provisoriamente) nos 68,99%. A confirmar-se, será o valor mais elevado de sempre.
23h21: 3 073 freguesias apuradas, 19 por apurar; o PNR já obteve 15 132 votos em território nacional (0,48%), mais 1 077 votos do que em 2014 (0,45%).
23h20: 90 consulados apurados (10 por apurar); o PNR obteve 154 votos (1,27%), mais 129 votos do que os 25 votos que tinha obtido em 2014 (0,56%).
Observação: Em termos globais, o PNR já obteve 15 175 votos, superando o resultado de 2014 (15 036 votos).
23h16: 3 070 freguesias apuradas, 22 por apurar; o PNR já obteve 15 021 votos em território nacional (0,48%), mais 1 092 votos do que em 2014 (0,45%).
23h12: 3 067 freguesias apuradas, 25 por apurar; o PNR já obteve 14 958 votos em território nacional (0,48%), mais 1 100 votos do que em 2014 (0,45%).
23h10: 3 064 freguesias apuradas, 28 por apurar; o PNR já obteve 14 869 votos em território nacional (0,49%), mais 1 089 votos do que em 2014 (0,45%) - Nota: a SGMAI reviu os números em baixa em relação à actualização ds 23h02.
23h04: 89 consulados apurados, 11 por apurar; o PNR mantém 148 votos (1,24%), mais 124 votos do que os 24 votos que tinha obtido em 2014 (0,56%).
23h02: 3 061 freguesias apuradas, 31 por apurar; o PNR já obteve 14 928 votos em território nacional (0,49%), mais 1 200 votos do que em 2014 (0,45%).
22h58: 3 058 freguesias apuradas, 34 por apurar; o PNR já obteve 14 621 votos em território nacional (0,49%), mais 1 070 votos do que em 2014 (0,45%).
22h56: 3 055 freguesias apuradas, 37 por apurar; o PNR já obteve 14 493 votos em território nacional (0,49%), mais 1 106 votos do que em 2014 (0,45%).
22h52: 87 consulados apurados, 13 por apurar; o PNR obteve 148 votos (1,33%), mais 124 votos do que os 24 votos que tinha obtido em 2014 (0,58%).
22h48: 3 051 freguesias apuradas, 41 por apurar; o PNR já obteve 14 428 votos em território nacional (0,49%), mais 1 106 votos do que em 2014 (0,45%).
22h46: 86 consulados apurados, 14 por apurar; o PNR obteve 128 votos (1,20%), mais 104 votos do que os 24 votos que tinha obtido em 2014 (0,60%).
22h42: Em termos globais, temos 3 041 freguesias apuradas, 51 por apurar; 85 consulados apurados, 15 por apurar; o PNR já obteve 14 224 votos em território nacional e no estrangeiro (0,49%), mais 1 185 votos do que em 2014 (0,45%).
22h40: 85 consulados apurados, 15 por apurar; o PNR mantém os 126 votos (1,19%), mais 102 votos do que os 24 votos que tinha obtido em 2014 (0,60%).
22h38: 3 028 freguesias apuradas, 64 por apurar; o PNR já obteve 13 500 votos em território nacional (0,49%), mais 1 068 votos do que em 2014 (0,45%).
22h32: No estrangeiro, temos 84 consulados apurados de um total de 100 (16 consulados por apurar); nesses 84 consulados apurados, o PNR obteve 126 votos (1,19%), mais 102 votos do que os 24 votos que tinha obtido em 2014 (0,60%).
22h20: 2 975 freguesias apuradas, 117 por apurar; o PNR já obteve 12 345 votos em território nacional (0,48%), mais 868 votos do que em 2014.
22h14: O site da Secretaria-Geral do MAI publicou os primeiros resultados. Em território nacional, temos 2 958 freguesias apuradas de 3 092 (134 por apurar). Nessas 2 958 freguesias já apuradas, o PNR obteve 11 776 votos (0,48%) , mais 775 votos do que os 11 001 que tinha obtido em 2014 (0,44%).
22h00: Nos próximos minutos, começarão a ser divulgados no site da Secretaria-Geral do MAI os resultados oficiais das Eleições Europeias de 2019. Como tem sido meu hábito desde que este blogue existe, eu vou reproduzir aqui esses resultados, actualizando esta posta à medida que as diferentes freguesias e consulados forem sendo apurados.
22h00: Nos próximos minutos, começarão a ser divulgados no site da Secretaria-Geral do MAI os resultados oficiais das Eleições Europeias de 2019. Como tem sido meu hábito desde que este blogue existe, eu vou reproduzir aqui esses resultados, actualizando esta posta à medida que as diferentes freguesias e consulados forem sendo apurados.
Começo por recuperar todos os resultados obtidos pelo PNR ao longo dos anos:
Recordo que o PNR obteve o seu melhor resultado de sempre nas Legislativas de 2015, 0,50% (27 269 votos). Seria bom ultrapassar esses números hoje, mas se conseguirmos bater os números de 2014 já não será nada mau...

A minha reação ainda a quente: 16000 votos para o único partido nacionalista português é de uma pobreza monumental. O MRPP teve quase o dobro e o Basta teve 3 vezes mais (como previ). Das duas uma: ou a direção do PNR é extremamente incompetente (que na minha opinião é) e/ou existiu fraude eleitoral. É que desta vez o PNR nem pode dizer que os portugueses não sabem que o partido existe, o Pinto Coelho vai ter que arranjar outra desculpa.
ResponderEliminarA segunda ilação a tirar é que se o futuro da Europa estivesse nas mãos dos "tugas" nem sequer havia a mínima hipotese: todo o continente estaria nas mãos de Africanos e médio orientais em poucas décadas. A quantidade de partidos de esquerda e os seus resultados são surreais, é provavelmente o país mais esquerdista da Europa. Até aquele que há poucos anos não passava de ser o partido dos animais elegeu um deputado...fico até sem palavras.
A terceira e melhor ilação a tirar é que a direitinha está defunta! Ahahahaha que alegria que isso me dá! Ao PSD e CDS desejo tudo do pior que lhes posso acontecer. Cambada de filhos de puta que desapareçam de vez.
Ass:FdT
Tenciono fazer um comentário aos resultados mais tarde, mas concordo inteiramente com a análise do caro FdT. O sucesso da coligação "Basta", em particular, foi algo que me custou muito a engolir ontem à noite porque demonstra que há efectivamente um problema de carisma, de saber passar a mensagem, independentemente da censura me(r)diática a que o PNR tem sido sujeito. O facto é que o PPM e o PPV tinham vindo a ter votações medíocres, mas eis chegado André Ventura e tudo mudou...
EliminarQuanto aos "tugas", observou-se mais uma vez a tristeza que nós tantas vezes já cosntatámos: o Nacionalismo não cresce em Portugal sobretudo porque os portugueses são de esquerda. Não há volta a dar, até mesmo os direitinhas que adoram os mercados são de esquerda em matéria social.
Mesmo a votação do basta é medíocre, podiam eventualmente chegar aos 3 por cento ou mais, mas para ano de estreia não está mal, sobretudo tendo em conta que o PNR já anda nisto há quase duas décadas e não há maneira de passar dos 0,5...eu sei que o povo de Itália apesar de algumas semelhanças com os "tugas" pertençe a um país de outra dimensão e tem uma mentalidade mais Europeia (no verdadeiro sentido da palavra), mas os nacionalistas portugueses que aprendam algo com o Salvini que limpou a votação em Itália com mais de 30 por cento dos votos.
EliminarAss:FdT
Os portugueses são um povo muito complicado, caro FdT. Quanto mais anos passam, mais me convenço disso. Vibramos intensamente com coisas que não interessam, como a porcaria do futebol, mas não queremos saber minimamente das coisas que realmente interessam, como a política e a governação.
EliminarComo falámos há uns meses atrás, eu perdi a esperança em definitivo quando vi aquela sondagem em que 88,6% dos portugueses não tinha problemas com a vinda de mais imigrantes dos PALOP. Eu convenci-me em definitivo que o nosso problema é mesmo estrutural, os "tugas" não dão para mais. Eu não acho que o Salvini ou a Le Pen sejam particularmente brilhantes. São melhores que os dirigentes do PNR, sem dúvida, mas não são nenhum portento da inteligência ou da eloquência. Não são nenhum Nigel Farage, se é que me faço entender. O problema aqui é outro: os portugueses não são os italianos nem os franceses.
E embora se possa argumentar que os problemas da Itália e da França, em matéria de imigração, são muito mais graves que os problemas de Portugal, a verdade é que os problemas de Portugal já justificavam outra atitude por parte dos portugueses. Eu, quando vou a Lisboa, sinto-me muitas vezes em terra alheia. Nos últimos anos, andar na capital é uma experiência verdadeiramente surreal, porque as ruas, a arquitectura, a comida nos restaurantes, a forma de estar e a língua são claramente portuguesas, mas depois olhamos para as pessoas na rua e, em certas zonas, parece que estamos num país estrangeiro. Como é que as lisboetas permitiram que isto chegasse a tal ponto? Como é que eles conseguem viver ali?!?!
"eu quando vou a Lisboa sinto-me em terra alheia". Como o compreendo. Apesar de eu ser do Porto "perder" a capital entristece-me profundamente, posso lhe garantir que provavelmente só nunca me mudei para lá exatamente por aquilo ser um território não oficial dos Palops. A "tugaria" não o admite nem que Cristo desça á terra mas Lisboa já não é dos "velhos portugueses". Em termos raciais sinto-me mais á vontade nas ruas de qualquer cidade da Polónia do que na região de Lisboa e isso é muito mau. Ainda assim os tugas batem no peito de orgulho em votar no PAN e de ninguém da dita "extrema-direita" ter sido eleito. Em boa verdade, mesmo que votassem PNR não me parece que a demografia de Lisboa fosse mudar para melhor até porque o referido partido está cada vez mais luso-tropical nas suas tendências.
EliminarE o pior é que o povo do Porto e do norte em geral tem a fama de ser "mais orgulhoso e conservador" e tal mas em termos de corno-manssismo em relação aos jovens são piores ou iguais aos do sul. Enfim :(
E em relação ao Salvini e á Le Pen provavelmente tem razão, eles em Portugal nem chegavam a existir...
Ass:FdT
«Em boa verdade, mesmo que votassem PNR não me parece que a demografia de Lisboa fosse mudar para melhor até porque o referido partido está cada vez mais luso-tropical nas suas tendências. »
EliminarIsso é o que mais me preocupa. Nem mesmo a "pavorosa extrema-direita" parece querer preservar o perfil europeu dos portugueses. Só mesmo os nazis, sem aspas, parecem interessados nisso. É de bradar aos céus!
«E o pior é que o povo do Porto e do norte em geral tem a fama de ser "mais orgulhoso e conservador" e tal mas em termos de corno-manssismo em relação aos jovens são piores ou iguais aos do sul. Enfim :(»
E a sensação que me dá é que as coisas têm piorado. O caro FdT deve ser pouco mais novo do que eu, por isso sabe que era praticamente impossível ver bollycaos aqui no Porto. Lá aparecia um ou outro de vez em quando mas, em geral, a juventude tripeira era bastante europeia.
Mas agora, quando saio de casa, é raríssimo não ver bollycaos! As calças ao fundo do rabo, os bonés com a pala de lado, os "hoodies" a cobrir a cabeça... enfim, é absolutamente deprimente! Para não falar dos azeiteiros que descem a rua a ouvir rap/hip-hop no telemóvel ou no carro!
«E em relação ao Salvini e á Le Pen provavelmente tem razão, eles em Portugal nem chegavam a existir...»
Eu estou mesmo convencido disso! Há algo de muito errado com a forma de estar do povo português. Não consigo perceber exactamente o que é, mas cada vez me convenço mais de que somos, a par dos bifes, o povo que mais gosta de chocolate de toda a Europa!
"quando vi aquela sondagem em que 88,6% dos portugueses não tinha problemas com a vinda de mais imigrantes dos PALOP" Caro Afonso isso é chocante. Aconselho a ver esta pagina, onde demonstra claramente que a maioria das populaçoes nativas são contra mais imigraçoes.
Eliminarhttps://www.pewresearch.org/fact-tank/2018/12/10/many-worldwide-oppose-more-migration-both-into-and-out-of-their-countries/
Em Italia por exemplo 71% da população é contra a vinda de mais imigrantes. Os numeros dos restantes países é giro de se ver. SE de facto 88% dos Portugueses não ve problema nenhum em virem mais imigrantes... ou é falso ou entao o nosso povo é o mais estupido que pode haver, sem vontade nenhuma de viver ou de lutar. Espero enganar-me mas corremos o risco de nos tornarmos o lixo da Europa.
Bruno D
Não tenho nenhuma razão para achar que a sondagem era falsa, caro Bruno D. Ela foi feita pela Aximage, que não costuma errar muito:
Eliminarhttps://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/larga-maioria-dos-portugueses-defende-a-entrada-de-mais-imigrantes
Infelizmente, a página está reservada a assinantes, mas eu na altura consegui ver o countéudo usando o PressReader, coisa que agora já não é possível. Seja como for, mesmo que a sondagem esteja errada, ela não pode estar assim tão errada: 88,6% é um número simplesmente demolidor; mesmo que haja um erro de 10%, o que me parefce impensável, ainda teremos 78,6% de portugueses que não teriam quaisquer problemas com a vinda de mais imigrantes dos PALOP.
É por isso que estou convencido que o problema aqui não é o PNR ou, pelo menos, não é só o PNR. O povo português parecer ser, a par dos povos da Grã-Bretanha, o mais aberto à imigração de toda a Europa.
Bom dia Afonso. Tenho pena que o PNR não tenha conseguido pelo menos a votação das últimas legislativas. Apesar de Ter vindo sempre a subir, são números com pouco significado e expressão.O que posso dizer, baseado na minha experiência pessoal, é que há ainda muita gente que não conhece o PNR. Na minha freguesia em conversa com algumas pessoas as mesmas diziam-me, «não sei em quem hei-de votar», e eu lá as tentava convencer a votar no PNR. «Mas o que é isso de PNR?» perguntavam, e eu lá tentava explicar um pouco sobre o partido e sobre a sua história.
ResponderEliminarIsto é um sinal claríssimo de que o partido é muito pouco conhecido, e para crescer precisa de sair de Lisboa e do Porto. Precisa de chegar aos meios mais rurais e pequenos. Bem sei que o partido tem pouquíssimos meios financeiros, mas é preciso reinvenção, é preciso pensar em novas estratégias, é preciso, sobretudo, espalhar-se mais pelo país. Não pode limitar-se aos grandes centros urbanos, assim não chegará lá.
Cumprimentos, Emídio.
Bom dia, caro Emídio
EliminarEu concordo com a sua análise, mas o problema é que me parece que o PNR não está a crescer grande coisa nem mesmo nos grandes centros urbanos. Ainda tenho de confirmar isso olhando para os resultados distrito a distrito, mas é uma forte suspeita que tenho.
Neste momento já foram apuradas todas as freguesias e só falta apurar 7 consulados... o PNR tem 16 153 votos. São apenas mais 1120 votos do que obteve em 2014. 1120 votos em quatro anos parece-me muito pouco, sobretudo tendo em conta os problemas que a imigração tem provocado em toda a Europa. Eu acompanho o PNR desde 2006 e percebi desde o início que o crescimento do Nacionalismo em Portugal ia ser muito lento... mas, mesmo assim, está a revelar-se ainda mais lento do que eu esperava. De que adianta ganhar 1120 votos a cada quatro anos quando há dezenas de milhares de imigrantes que recebem a nacionalidade portuguesa todos os anos?
Cumprimentos!
Pena o Nacionalismo não ter a dimensao aqui como tem na maior parte da Europa. Tivemos no entanto à volta do dobro dos votos das aberraçoes do "mas", que tinha um cartaz enorme à entrada de Coimbra sobre a "violencia domestica" com dados totalmente falsos e distorcidos. Não consigo ver debates nos nossos canais nacionais, tão tendenciosos eles são. Mas a esperança no futuro reside lá fora, com o crescimento dos movimentos nacionalistas.
ResponderEliminarBruno D.
A derrota estrondosa do MAS foi outro dos aspectos positivos da noite, mas é um consolo muito magro. Tenho de lhe confessar, caro Bruno D, fiquei desiludido. O optimismo dos dirigentes do PNR era exagerado (eleger um deputado europeu implicava obter à volta de 150 mil votos), mas eu tinha esperança de que chegássemos pelo menos aos 20 mil.
EliminarO que me preocupa, mais ainda do que o fraco crescimento do PNR, é a ascensão da extrema-esquerda. O Bloco é aquilo que já se sabe, um abismo total, mas o PAN é um lobo com pele de cordeiro. Os gajos do PAN são extrema-esquerda disfarçada de moderados. Se este resultado se repetir nas próximas Legislativas, podemos vir ter uma repetição do período Sócrates, só que ainda pior!
Boa tarde Afonso. Voltando ao tema, quero dizer que os resultados do PNR são muito fracos. O crescimento do nacionalismo em Portugal é muito lento, e deste modo, o partido tenderá a desaparecer. Não me parece, de todo, que o povo português seja de esquerda, o que aconteceu foi que os que não votaram são de direita mas os mesmos não se revêm nesta direita nem em coisa nenhuma. O PNR está aqui entalado, pouca gente conhece o partido, pouca gente compreende a mensagem do mesmo, volto a insistir nisto, a sua imagem não é apelativa nem o seu discurso. Falta aqui muita coisa, faltam ideias, falta carisma, falta doutrinação, falta discurso, falta visibilidade, em suma, falta muita coisa para os resultados evoluírem para outros patamares.
ResponderEliminarEu não sei se o Afonso concordará com o que vou dizer, o Afonso e outras pessoas da área nacionalista, mas parece-me que o ideal seria a fusão com outro(s) partido(s). Em que moldes isso poderia ser feito é assunto a ser discutido e pensado, mas sozinho o PNR não vai lá, não tem qualquer hipótese.
Como muito bem sabemos uma boa parte do povo português manifesta uma iliteracia funcional gritante, manifesta igualmente uma incultura política tremenda e esta situação não será simples de reverter. Basta ver que os únicos países onde a fraude socialista ganhou foi aqui e em Espanha, o que dá muito que pensar. Para além do facto de o povo português estar muito acomodado, sem vontade própria de nada, completamente à deriva, acreditando nas ignomínias de quem tem destruído o país desde há quatro décadas. A realidade é a seguinte: a mensagem nacionalista não passa, não vinga, não tem poder algum de persuasão e continuando com os lugares comuns do costume não terá futuro. Eu não sou ninguém, mas estou disponível para discutir e analisar este problema com mais profundidade, é preciso mudar algo pois se até partidos com muito menos tempo de vida que o PNR conseguem votações muito superiores, há aqui um problema que tem de ser escalpelizado. E o problema não está no facto de as pessoas estarem preocupadas com cães, gatos e touros, ou não estarem preocupadas com a imigração, o problema é muito mais profundo do que isso e quer me parecer que o partido não está a ser bem gerido e as suas estratégias estão gastas. Tudo isto deve ser bem pensado e analisado.
Cumprimentos, Emídio.
«Voltando ao tema, quero dizer que os resultados do PNR são muito fracos. O crescimento do nacionalismo em Portugal é muito lento, e deste modo, o partido tenderá a desaparecer.»
EliminarSim, concordo em relação aos resultados do PNR. É difícil manter a militância motivada com estes números.
« Não me parece, de todo, que o povo português seja de esquerda, o que aconteceu foi que os que não votaram são de direita mas os mesmos não se revêm nesta direita nem em coisa nenhuma.»
Aqui tudo depende do que entendermos por “esquerda”. Se o caro Emídio se refere à Esquerda em sentido clássico, i.e. a Esquerda colectivista que pretende tomar posse dos meios de produção em nome da comunidade, ainda haverá de facto muitos portugueses de Direita.
Só que problema aqui é que, quando eu e outros nacionalistas falamos em “esquerda”, estamos a incluir também a “direitinha”, i.e. aquela direita que, sendo capitalista e defensora da iniciativa privada na economia, sucumbiu totalmente a engenharia social neomarxista nos costumes, nas tradições e no modo de encarar a liberdades individuais. A direitinha da Cristas, que defende quotas de género e passadeiras LGBT. A direitinha do Rio, que entende que Portugal precisa de mais imigração para resolver o “problema demográfico”, que votou a favor do aborto e da adopção guei, e que acha que a principal ameaça ao Ocidente é a “pavorosa extrema-direita”.
A maior parte dos portugueses, revê-se nesse paradigma. O partido Iniciativa Liberal, que ontem teve a sua estreia, é um caso paradigmático: os seus militantes defendem a abertura total dos mercados, mas defendem o “direitos” LGBT e o aborto em nome da “liberdade individual” e também querem que os estados-membros “xenófobos” sejam multados pela UE.
« Falta aqui muita coisa, faltam ideias, falta carisma, falta doutrinação, falta discurso, falta visibilidade, em suma, falta muita coisa para os resultados evoluírem para outros patamares.»
Concordo inteiramente, mas o grande problema aqui é que o PNR é um partido amador. Os militantes do PNR não são políticos profissionais, são pessoas que têm empregos normais e que só se podem dedicar ao partido nas horas vagas. Isso leva-nos a perguntar onde estão os militantes nacionalistas de elevada qualidade e porque é que não dão a cara. Infelizmente, creio que só eles saberão…
« parece-me que o ideal seria a fusão com outro(s) partido(s). Em que moldes isso poderia ser feito é assunto a ser discutido e pensado, mas sozinho o PNR não vai lá, não tem qualquer hipótese.»
EliminarOs únicos partidos existentes com alguma afinidade ideológica com o PNR são o PPM e o PPV. O problema é que esses partidos são pró-imigração…
« A realidade é a seguinte: a mensagem nacionalista não passa, não vinga, não tem poder algum de persuasão e continuando com os lugares comuns do costume não terá futuro.»
É verdade, mas eu aqui tenho de ser humilde e sincero: a fórmula do PNR é essencialmente a mesma que tem sido usada pelos outros partidos nacionalistas europeus. No resto da Europa a coisa tem funcionado, aqui em Portugal não. Isto leva-me a crer que há algo de diferente no eleitorado português, uma especificidade singular que os nacionalistas portugueses ainda não souberam abordar. O problema é que eu não faço a mínima ideia do que essa especificidade possa ser. E desconfio que o resto dos nacionalistas portugueses também não…
«E o problema não está no facto de as pessoas estarem preocupadas com cães, gatos e touros, ou não estarem preocupadas com a imigração, o problema é muito mais profundo do que isso e quer me parecer que o partido não está a ser bem gerido e as suas estratégias estão gastas. Tudo isto deve ser bem pensado e analisado.»
Eu até concordo com essa sua análise, mas confesso que estou completamente às escuras em relação ao verdadeiro problema. É por isso que, neste momento, eu não consigo dar mais nada ao movimento nacionalista. E só vejo uma forma de tentar resolver esta questão: entrevistar milhares de pessoas em todo o país e tentar perceber o que é que elas querem realmente. Porque há aqui um desfasamento claro entre o eleitorado e os nacionalistas. Eu, muito sinceramente, não entendo o que é que os portugueses querem. Não entendo, por exemplo, o que leva um português a votar no PAN, no BE ou até mesmo no PS.
É realmente necessário agir rápido para criar uma direita nacional a sério. Portugal deve ser o único país da UE sem nacionalismo, o que diz muito da nossa subserviência. O PNR está morto, infelizmente, não caga nem tosse. Um partido único é a única coisa que faz sentido (não temos margem de manobra para divisões à direita). O Basta claramente tem melhor RP que o PNR mas na minha humilde opinião pessoal acho o Ventura execrável como figura de liderança, apesar de concordar com as visões racialistas dele.
EliminarEm suma, neste momento parece faltar tudo: partidos, pessoas, mensagem. É um trabalho que há que começar praticamente do zero. A impressão que tenho é que muita da malta que fica em casa com a cabeça na areia votaria nacionalista caso houvesse uma opção realmente valorosa. E muitos votos atualmente PSD/CDS iriam para esse partido hipotético, porque sinceramente PSD/CDS é tristemente a única opção à direita entre as que têm credibilidade. Portanto, concordo com o Emídio: o Portuga não vota mais nacionalista porque não tem opções. Nem com a onda de soberania a que a Europa assiste (Brexit, Salvini, Le Pen, Orban, Vlaams Belang, Polónia, a própria AfD que só não avançou porque o povo alemão é provavelmente o mais cuck da UE (OK ainda há a Suécia)), Portugal muda! É chocante na minha opinião como aqui o panorama continua a ser essencialmente socialista e até se tem esquerdado mais nos ultimos anos! É completamente contra-corrente, Portugal é literalmente um outlier e eu gostava muito de entender melhor as causa disto porque choca. Seria legítimo pedir apoio aos outros partidos europeus para criar um partido nacionalista a sério? Eu volto a dizer, eu no lugar do PNR já me teria COLADO ao Salvini e à Le Pen!
No meio disto tudo retiro prazer em olhar para o resto da Europa na procura de inspiração. Destaco o 2do lugar do Vlaams Belang na Bélgica, o país cuja capital é 25% muçulmana, que merece uma forte menção honrosa. Para os menos interessados, o VB começou como um partido separacionista Flamengo que é efetivamente censurado a nível parlamentar -- há um 'cordão sanitário' que impede os outros partidos de formar governo com o VB, o seja temos uma 'espécie de democracia'. O VB defende, entre outras coisas, expulsão de imigrantes por falta de assimilação/rejeição da cultura e valores flamengos (usar hijab é como assinar a propria deportação). É, enfim, um partido de bom senso, que se Deus nos ajudar vai continuar a crescer. No que depender de mim, terá todo o apoio que precisar. Foi de resto engraçado, ver como a sociedade Bélgica esbracejou com este avanço do VB -- chamaram 'Black Sunday' ao Domingo passado ahahahah
Silvino de Portugal disse...
Eliminar«É chocante na minha opinião como aqui o panorama continua a ser essencialmente socialista e até se tem esquerdado mais nos ultimos anos! É completamente contra-corrente, Portugal é literalmente um outlier e eu gostava muito de entender melhor as causa disto porque choca. »
Como o Emídio observou mais acima, a explicação deve passar em grande parte pela iliteracia do povo, mas eu acho que há algo mais... há algo na atitude do povo português que leva o eleitorado a votar tendencialmente na esquerda, sobretudo nos grandes centros urbanos do litoral.
«Destaco o 2do lugar do Vlaams Belang na Bélgica, o país cuja capital é 25% muçulmana, que merece uma forte menção honrosa.»
Eu por acaso ainda não tinha reparado, porque os mé(r)dia praticamente não falam do VB. É sem dúvida um dos melhore partidos nacionalistas da Europa, apesar de a Bélgica não ser exactamente uma nação... fico muito contente. Nem todos os europeus merecem desaparecer e é sempre de saudar os que ainda vão lutando.
Desilusão. Mas olhe-se para França, Itália, Bélgica. Há esperança.
ResponderEliminarSim, ao menos o resto da Europa não desiludiu. Porque aqui em Portugal, isto tem sido uma miséria…
EliminarBoa noite Afonso e restantes comentadores deste espaço.
ResponderEliminarAntes de mais gostaria de dizer uma coisa, não sei se nas próximas eleições legislativas votarei no PNR. Estou muito desiludido com a retórica do mesmo e não me parece nada que os seus responsáveis saibam muito bem aquilo que estão a dizer. A visão deles é uma visão guetizada, sem conteúdo e completamente à deriva. Ou as coisas mudam ou então o partido vai desaparecer a breve prazo.
Já sabemos que os meios que o partido tem são muito escassos mas não é com discursos enviesados e fora da realidade concreta que se podem resolver estes problemas. Para o partido levar as suas intenções avante precisa de outra coordenação, e pelo que tenho visto e tendo em consideração que estou longe de Lisboa não posso ter certezas sobre o que na realidade se passa, com esta actual direcção as coisas caminham para um mau fim. O facto de o partido não possuir políticos profissionais não pode justificar tudo. Há coisas elementares e básicas que devem ser tidas em conta. São incompreensíveis as declarações do partido no seu site, quem as ler com atenção, depressa compreenderá ao que me refiro, não me vou alongar mais nisso. Estar sempre a bater na mesma tecla e a rebater sempre as mesmas desculpas a nada levará. É preciso evoluir, mas este partido não parece (posso estar enganado) perceber bem o que se está a passar. Ora assim sendo, urge a formação de um partido nacionalista que saiba ao que vem, e o PNR está neste momento longe de saber isso, continua a insistir em demasia no tema da imigração, o que neste momento é contraproducente. Não que a imigração não seja um problema, aqui e em qualquer lugar, mas há momentos próprios e mais oportunos para abordar esse tema. De momento, essa retórica só tem prejudicado o partido, visto como racista e intensamente ligado a essas litanias por diversas vias. Por outro lado, o que tem dito o partido para além disso? Nada, absolutamente nada. Não fala sobre economia, não fala sobre educação, não fala sobre os variados problemas dos portugueses, não fala sobre doutrinação, não falta por aí gente que pouco sabe sobre nacionalismo e identidade, e sendo este partido nacionalista teria obrigação de falar mais sobre o assunto, teria obrigação de falar mais sobre identidade, raça, etnocentrismo e conservadorismo. Mas o que vemos? Só se fala em imigração, mas na verdade, e podem discordar do que vou aqui dizer, mas é o meu ponto de vista, nem toda a imigração é prejudicial nem a podemos meter toda no mesmo saco. Há diferenças, há imigração que é bem vinda, há que fazer a devida triagem, separa o trigo do joio.
Este partido não fez nem faz nada disso, e depois de alguma reflexão, chego à conclusão que este pormenor só tem prejudicado o partido. Temos de ter bem presente, e depois de uma conversa séria com amigos e familiares meus que também votaram PNR nestas eleições, que o problema de fundo do partido está (não apenas, mas muito) na falta de visão e de capacidade de entender um mundo e uma sociedade em acelerada mudança. O problema da imigração tem de passar para segundo plano (mais tarde, depois de alguma consolidação, o assunto pode perfeitamente ser retomado), chamem para primeiro plano assuntos que as pessoas querem ver debatidos, acesso à saúde, educação, trabalho, habitação e outros coisas básicas. Eu não vejo o PNR a debater estes assuntos, apenas o faz de forma muito tímida e desconexa, e o amadorismo está precisamente aqui.
Os esquerdismos vão vingando porque os esquerdistas não se coíbem de tratar estes assuntos, e aqui está uma das suas vantagens, falam de alguns dos problemas de fundo da sociedade e é isto mesmo que as pessoas querem ver tratado e discutido.
Eu não estou aqui a fazer ultimatos, e quem sou eu para os fazer?, mas ou o PNR começa a mudar um pouco o seu discurso e a centrar-se nos problemas que a sociedade quer ver debatidos, ou então está condenado a desaparecer. E isto não é uma opinião, é uma certeza.
"Não que a imigração não seja um problema, aqui e em qualquer lugar, mas há momentos próprios e mais oportunos para abordar esse tema. De momento, essa retórica só tem prejudicado o partido, visto como racista e intensamente ligado a essas litanias por diversas vias."
EliminarA Europa está a atravessar uma crise nunca vista por causa desta "imigraçao", por isso sim é um tema importante e actual (já desde pelo menos 2015), senao porque julga que houve um crescimento enorme no Nacionalismo lá fora? Aqui em Portugal em certas zonas já se nota uma mudança enorme (no meu bairro em Coimbra já se ve uma serie de familias mouras, mas o que não se ve nao se sente, é a logica de algumas pessoas) Nao conheço momento mais oportuno para falar deste problema...
"nem toda a imigração é prejudicial nem a podemos meter toda no mesmo saco. Há diferenças, há imigração que é bem vinda, há que fazer a devida triagem, separa o trigo do joio."
Isso é uma visao muito individualista e como tal perigosa. Uma posiçao muito tipica de muita gente da nossa raça e claro somos abusados por isso. Deixe-me por isto em termos simples. Lá por um homem dito refugiado ser "boa pessoa" como voces dizem, isso nao significa que os irmaos, tios, filhos etc sejam "boas pessoas". Como vai fazer a "triagem" nesta situação??? Gostava de saber. Fossemos nós tentar chegar como refugiados aos países deles (e doutros), que eles queriam lá saber que nós fossemos "boas pessoas". Expulsavam-nos, e matavam-nos. Eu não sei que tipo de "imigraçao é bem vinda". Eles tem baixa escolaridade e vivem todos eles à custa de subsidios, nao pagam renda, escola, saude....
"na falta de visão e de capacidade de entender um mundo e uma sociedade em acelerada mudança." Por isso é importante falar na actual "imigraçao". A grande causa de uma sociedade em acelerada mudança ( eu prefiro chamar DECADENCIA)
"Os esquerdismos vão vingando porque os esquerdistas não se coíbem de tratar estes assuntos, e aqui está uma das suas vantagens, falam de alguns dos problemas de fundo da sociedade e é isto mesmo que as pessoas querem ver tratado e discutido" os esquerdimos e a direita. Mas isso memso se passa la fora e no entanto as pessoas votaram nos Nacionalismos. O problema aqui tem mesmo a ver que as pessoas vivem num mundo à parte, como tal isso não é desculpa. Mas resumindo, isto foram eleiçoes para a Europa, por isso obviamente o tema da "imigraçao" tinha que ser o principal, como de resto o foi de TODOS os partidos nacionalista europeus.
"mas ou o PNR começa a mudar um pouco o seu discurso"
E tornar-se outro CDS/PP.....Aí acabamos de vez.
Bruno D.