O Presidente do PNR relembra-nos quem realmente é André (des)Ventura
e aquilo que realmente é o seu "basta" da direitinha
«O sistema - e a comunicação social em particular - tudo fazem para
desacelerar o crescimento do PNR, por isso não nos dão voz e, por outro
lado, promovem uma suposta "extrema-direita" (que em rigor é do
centro-esquerda ao centro-direita), que mais não é que um monumental
embuste, levado ao colo, encabeçado por alguém que prefere a "bola" ao
debate político.
Por isso, por favor, não confundam nacionalismo com oportunismo. Há menos de dois anos, quando Ventura por acaso disse uma
verdade sobre ciganos, foi logo criticado pelo próprio sistema a que
pertence, e mesmo sendo ele do PSD, eu fui o único que o apoiei. E qual
foi a resposta dele, que usufrui de acesso constante à comunicação
social? Foi esta dada ao Jornal Económico no dia 19 de Agosto de 2017...
Por isso, se querem votar numa coligação de dois partidos do sistema,
encabeçada por um homem do sistema, força! Mas irem ao engano é que não.
Já "Basta", não?!»
Vale o que vale mas para mim: nem José Pinto Coelho nem André Ventura. Admiro a coragem do Pinto Coelho e como é óbvio concordo com algumas ideias dele (desde logo é tal como eu alguém que não gosta de ver Portugal invadido) mas, e apesar de não o conhecer pessoalmente, acho que em várias matérias é um individuo que tem as vistas demasiado curtas, e a sua liderança não tem conseguido dar credibilidade ao projeto PNR, não só por causa da sua retórica e tom nos poucos momentos em que tem oportunidade de falar para as massas mas também pelas derivas ideológicas do partido (ora quase minho-timorista ora quase nacional-socialista) e pelos tiros nos pés que o partido vai sucessivamente dando ao longo dos anos.
ResponderEliminarDiga-se de passagem que o Ventura, independentemente de ser um cretino ou não, por diversas razões tem mais capacidade de atrair apoio popular que os dirigentes do PNR, e presumo que o caro Blogueiro apesar de tal como eu não gostar do Ventura, concorda comigo nesse ponto.
ass: FdT
Bem, se o caro FdT se refere a capacidade retórica, dou-lhe toda a razão. Mas acho sinceramente que só um grande parvo pode afirmar-se nacionalista e votar no (des)Ventura. O fulano já afirmou taxativamente que é a favor da integração das minorias e que não tem nada contra a iminvasão.
EliminarQuanto ao JPC, eu até compreendo algumas das críticas que lhe fazem, mas ainda não apareceu ninguém que consiga fazer melhor. Essa é que essa, ainda não apareceu ninguém com a coragem de dar a cara e fazer melhor do que ele. Até essa pessoa aparecer, eu vou-me contentado com o que temos. Vale mais uma pessoa mediana esforçada do que um sábio inteligentíssimo que não é capaz de tirar o rabo do sofá.
Sim a retórica, a imagem e o facto de ter mais ligações ao sistema que lhe permite ter mais visibilidade e ser visto com mais normalidade pela opinião publica. Logo nas suas primeiras eleições vai ter para aí 3 vezes mais votos que o PNR, o partido nacionalista que agora decidiu falar de aumentar as ligações a África e ao Brasil mas vésperas das eleições europeias. Também anseio por alguém melhor que venha a apareçer mas essa é um bocado a sina do português esperar por um "d.sebastião" que nunca mais vem, mas provavelmente ele nunca mais vem porque a mentalidade dos portugueses tem que mudar primeiro e para já a maioria dos tugas ainda não vê a invasão migrante e outras coisas prejudiciais como uma catástrofe e enquanto assim for...
EliminarAss:FdT
Pois, o problema dos D. Sebastiões é que, contrariamente ao que muitas alminhas inocentes da nossa praça julgam, nunca aparecem espontaneamente num vazio, eles são o resultado de movimentações bem pensadas que, em muitos casos, ocorrem ao longo de várias gerações. Ora, os portugueses, tal como os seus verdadeiros irmãos espirituais bifes (não, os espanhóis não são os nossos verdadeiros irmãos espirituais, embora sejam nuestros hermanos), parecem gostar muito, mas mesmo muito de chocolate.
EliminarQuanto aos votos obtidos pelo Basta, eu não me atrevo a fazer previsões porque há mais dois novos partidos da direitinha, o Aliança e o Iniciativa Liberal. Julgo que o IL pode surpreender porque tem sido levado ao colo por uma grande parte da elite, em particular pelo Observador da direitinha. Nas Europeias de 2014, o Livre do execrável Rui Tavares conseguiu obter 2,18% (71 602 votos) por ter sido descaradamente levado ao colo pelos mé(r)dia, em especial pelo demoníaco al-Público.
Por outro lado, temos o caso do Partido Nova Democracia, fundado pelo ex-líder do CDS Manuel Monteiro que, não obstante ter aparecido muitas vezes na televisão, fracassou espectacularmente, acabando por ser dissolvido. É muito difícil saber o que vai acontecer. Mas de uma coisa estou convencido: este fraccionamento da direitinha a que assistimos vai acabar por favorecer o esquerdalho.
O PROBLEMA DO POLITICAMENTE CORRECTO NÃO É A JUSTIÇA SOCIAL NEM A SITUAÇÃO AMBIENTAL... MAS SIM O FACTO DE SEREM NAZIS: não podem ver um povo autóctone a sobreviver pacatamente no planeta.
ResponderEliminar.
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PNR's e afins não seja parvos: não há tempo a perder com a elite neo-esclavagista, urge o SEPARATISMO-50-50!
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Ao mesmo tempo que reivindica para si regalias acima da média (trata-se de pessoal que está num patamar acima da mão-de-obra servil), a elite neo-esclavagista quer ter ao seu dispor mão-de-obra servil ao desbarato.
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Mais:
-» Na América do Sul (por exemplo) foram chacinadas Identidades Autóctones para lhes roubarem os territórios... e agora estão a vender milhões de hectares a multinacionais [a elite neo-esclavagista fala nestes holocaustos? Népia!];
-» Em pleno século XXI tribos da Amazónia têm estado a ser massacradas por madeireiros, garimpeiros, fazendeiros com o intuito de lhes roubarem as terras... muitas das quais para serem vendidas posteriormente a multinacionais [a elite neo-esclavagista fala nestes holocaustos? Népia!].
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{uma nota: pululam por aí muitos investidores da mesma laia dos construtores de caravelas: reclamam que os seus investimentos precisam de muita mão-de-obra servil para poderem ser rentabilizados}
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Mais:
-» A elite neo-esclavagista em conluio com a alta finança (lucram milhares de milhões em especulação financeira) e em conluio com migrantes que se consideram seres superiores no caos... não falam na introdução da Taxa-Tobin como forma de ajudar os mais pobres... querem é que a ajuda aos mais pobres seja feita através da degradação das condições de trabalho da mão-de-obra servil.
«não podem ver um povo autóctone a sobreviver pacatamente no planeta.»
EliminarMas isso não é ser nazi, é ser globalista. Eu não quero defender os nazis, mas a nossa linguagem deve ser precisa.
O politicamente correcto não se limita a ser globalista: ele não suporta a existência de outros [a existência de autóctones a sobreviver pacatamente no planeta]; ora, chamando o boi pelos nomes: o politicamente correcto é NAZI!
ResponderEliminarLOL! Tudo bem, teremos de concordar em discordar... :)
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