quinta-feira, 23 de maio de 2019

Mais lixo feminista: nova série de TV tem como protagonista uma mulher-morcego fufa e guerreira da (in)justiça social


      Para quem ainda tem paciência suficiente para ligar a televisão, vem aí uma nova série de super-heróis "moderna" e "vanguardista" que nenhum soyboy que se preze deve perder: a Batwoman! Não confundir com o Batman, que esse gajo é misógino, patriarcal e sexista, pá!... Trata-se antes da Batwoman, a mulher-morcego, uma heroína lésbica e progressista, completamente nova e super-original... mas que no fundo não passa de uma versão rasca do Batman com vagina! Confuso?

Não se preocupe, caro leitor, temos um trailer perfeitamente esclarecedor e também o vídeo que se segue, no qual um fulano irlandês desconstrói habilmente a propaganda femiestalinista:


6 comentários:

  1. Silvino de Portugal23 de maio de 2019 às 21:52

    Haha muito bom!! Mais uma que vai ter o que merece... À la ghost busters

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    1. Eu sinceramente não consigo perceber como é que o pessoal ainda paga para ver certos filmes. O Capitã Marvel, por exemplo, deu-se bastante bem nas bilheteiras, o que é completamente surreal se considerarmos todas as alarvidades que a vacória Brie Larson disse. Um dos maiores problemas dos brancos é mesmo esse, não temos orgulho próprio nenhum, chegamos ao ponto de recompensar quem nos insulta abertamente com o nosso dinheiro...

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    2. Silvino de Portugal24 de maio de 2019 às 01:13

      Muito soy boy com traumas de pai ausente (ou pai soy boy). Essa tipa é uma coitada, rodeada de hollywooders mais atraentes que ela tem que se vender de alguma maneira...

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    3. Mas a verdade é que ela tem muito mais dinheiro do que qualquer um de nós, caro SdP. O património dela rondará os 10 milhões de dólares. E tendo em conta que ela ainda vai fazer mais filmes para a Marvel, vai provavelmente ficar podre de rica! Os administradores da Disney já lhe devem ter dito para controlar a língua nas conferências de imprensa... e nota-se que a atitude dela mudou bastante desde o lançamento do Vingadores: Endgame.

      Acho isto mesmo muito revoltante, porque a maior parte do dinheiro dela veio e continuará a vir precisamente dos homens brancos que ela tanto diaboliza. Mas repito, a culpa não é dela, é de todos os brancos estúpidos sem amor-próprio que ainda pagam balúrdios para ver os filmes da Marvel.

      Para se ter uma ideia, antes do primeiro filme dos Vingadores, a Scarlett Johannson (Viúva Negra) tinha um património de 20 milhões de dólares. Apenas sete anos depois, ela tem um património de 140 milhões de dólares!!! O gajo que faz de Homem de Ferro tem um património de 300 milhões de dólares! O preto que faz de Nick Fury tem 220 milhões de dólares! O australiano que faz de Thor tem 90 milhões e esquerdalhista que faz de Capitão América tem 70 milhões de dólares. O caro SdP pode encontrar esta informação rapidamente com uma simples pesquisa na Net.

      Ou seja, os filmes da Marvel transformam qualquer merdoso sem talento num multimilionário em meia-dúzia de anos. É ainda melhor do que ser jogador de futebol nas melhores ligas europeias! E repito, tudo graças à estupidez dos brancos!!!

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  2. Eu gosto de ver os filmes antigos. Mas não dou dinheiro nenhum à esta escumalha de hollywood. Mostram bem de que lado estão nesta questão do Trump. A partir do momento em que temos "vedetas" a acusar os votantes do Trump de serem uma cambada de "idiotas", os mesmos "idiotas" que lhes tem dado dinheiro estes anos todos mostra bem a classe desta gente. Mas quando Trump ameaçou encher as "sanctuary cities" com 0s imigrantes, alguns mudaram repentinamente de opiniao.. Estranho. Nao passam de degenerados (com exepçao do Clint Eastwood, o ultimo homem masculino do cinema americano)

    Bruno D

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    1. Sim, há muitos filmes antigos que vale a pena ver. Desde logo, porque os homens que protagonizam esses filmes ainda agiam como homens. Ver para o Cary Grant, o Marlon Brando, o Charles Bronson, o Humphrey Bogart ou o Steve McQueen, entre outros, é um autêntico "desligar da Matrix" em relação aos filmes de hoje, em que os heróis são quase todos uns conas politicamente correctos.

      Eu deixei de ver filmes no cinema quando percebi, aos meus vinte e muitos anos, que a forma como o romance é retratado nos filmes modernos é precisamente o contrário daquilo que se tem de fazer para se ser bem-sucedido com as mulheres. Os filmes de Hollywood mostram os homens a perseguir as mulheres, a sacrificar-se por elas, nalguns casos até a implorar pelo seu amor. E elas acabam sempre por se apaixonar por eles no final, o que é absolutamente ridículo. Na vida real, um homem que fizer o que os filmes mostram será sempre, mas SEMPRE rejeitado. Ora, ao contrário do que algumas alminhas ingénuas apregoam, não é nenhum acidente que Hollywood represente os homens desta forma patética. Os argumentistas hollywoodescos são escolhidos a dedo, não é qualquer argumento que é seleccionado para servir de base para um filme. O cinema é uma dos grandes veículos da engenharia social da superclasse mundialista. Quantos mais homens ocidentais fracassarem com as suas mulheres, mais alógenos conseguirão ficar com elas.

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