Um muito obrigado! ao 8gn8g3, que até é brasileiro, por nos ter trazido aqui mais uma notícia bem esclarecedora sobre o apoio verdadeiramente CRIMINOSO que o "ensino" superior português concede aos alunos estrangeiros. Esta notícia é longa, mas atenção, ela contém estatísticas muito importantes.
«Um grupo satírico instalou na Faculdade de Direito de Lisboa uma caixa com pedras para "atirar a um zuca que passou à frente nos mestrados". Os alunos brasileiros indignaram-se: "Xenofobia não tem piada."»
E passar à frente dos alunos portugueses, não é "xenofobia"? ...
«Susana e Camila estão a conversar à porta da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. São ambas brasileiras, são ambas alunas de mestrado. Às dez da manhã de segunda-feira, quando entraram no edifício da Cidade Universitária, havia uma caixa de cartão com pedras lá dentro que dizia: "Grátis se for para atirar a um zuca que passou à frente no mestrado."
Enquanto Susana começou a protestar com os colegas que tinham feito aquilo, Camila desatou naquilo que agora chama "um choro de raiva". É disso que falam agora, de que podem ficar no papel de vítimas ou protestar pelo que consideram "um acto de xenofobia inadmissível." Fotografaram a instalação e começaram a enviar a mensagem via Whatsapp a mais alunos brasileiros. A meio da tarde, tinha-se juntado um grupo em protesto à porta da faculdade.
A autoria da instalação foi da Tertúlia Libertas, um grupo satírico fundado depois do 25 de Abril para zombar de professores, alunos, e cenas da vida académica. Quando Passos Coelho era primeiro-ministro e visitou a faculdade, eles passearam-se pelas instalações com um coelho enforcado. O ano passado fecharam as portas do estabelecimento em protesto contra o número excessivo de alunos nas turmas. São eles que publicam o jornal O Berro, que troça despudoradamente de professores e alunos.»
Ah, mas troçar de professores, alunos e políticos portugueses é salutar e democrático... já troçar de estrangeiros é "xenofobia"...
«"Limitámo-nos a fazer uma piada", diz uma porta-voz do grupo, que diz não se poder identificar por serem esses os estatutos da Tertúlia. "Há muitas piadas aqui sobre uma situação de privilégio de que os alunos brasileiros de mestrado auferem e nós quisemos gozar com quem discrimina os brasileiros, não com os brasileiros. Mas fomos mal entendidos e a coisa tomou proporções que não esperávamos."
Segunda-feira era dia de arranque da campanha eleitoral para a associação de estudantes e a entrada da universidade tem bancas para cada uma das quatro listas. No topo da escadaria há também o posto da Tertúlia, que eles chamaram de Movimento Cívico Os Marretas, com cartazes que dizem para não alimentar os pombos e um panfleto de propostas como viagens de finalistas a Auschwitz, operar as cordas vocais de um dos candidatos, organizar um fórum jurídico de Direito Penal com Lula da Silva e José Sócrates.
"As piadas só têm piada quando funcionam para os dois lados. Eu sou estudante de mestrado e estou aqui com sacrifício, mas se me atrevesse a rir dos portugueses sei que eles não iam admitir e mandar-me de volta para a minha terra", diz Amanda Machado, brasileira de Cuiabá. "Este humor parece-me muito inclinado num só sentido."»
Tretas! As piadas têm piada independentemente dos visados e da (falta de) universalidade da piada. E se há de facto uma situação de favorecimento dos brasileiros em Portugal, então os brasileiros deviam ter vergonha ao invés de se fazerem de vítimas. Aliás, a menina Machado escusa de se armar em virgem ofendida, porque toda a gente sabe que os portugueses são o alvo de piadas constantes por parte dos brasileiros no Brasil, sendo a maioria dessas piadas de extremo mau gosto.
«A presidente do Núcleo de estudos Luso-Brasileiros, que também é representante dos estudantes do maior país lusófono na Faculdade de Direito, diz que "de há dois anos para cá que se sente um aumento da discriminação, não só de alunos, como também de professores." Elizabeth Lima está cá há quatro anos, e sabe que a mudança das regras de acesso aos mestradosvieramveio acirrar os ânimos. "Mas, haja que justificação houver, a xenofobia nunca tem piada."»
Mais uma vez, recorre-se ao uso gratuito e abusivo da palavra "xenofobia", sem nunca falar da situação que, em concreto, deu origem ao protesto (favorecimento dos alunos brasileiros).
«Ao final da manhã, a direcção da faculdade pediu aos alunos que retirassem a caixa de pedras. Mais tarde, emitiria um comunicado dizendo que "se orgulha de ser um espaço de liberdade", que "convive com a autocrítica, o humor e a sátira", mas que "não tolera quaisquer acções ofensivas relativamente a alunos da faculdade".»
Ou seja, mais uma direcção do ensino superior sem carácter, sem vergonha e sem coluna vertebral. Mas prestem atenção, caros leitores, que estamos prestes a esclarecer o motivo da "xenofobia":
«"A tensão começou a aumentar no ano passado", admite Paula Vaz Freire, subdirectora da instituição, "quando reformulámos o regulamento de entrada no mestrado e o momento de candidatura." Ao abrir os concursos em Março e Abril, verificaram um problema: os alunos portugueses que ainda não tinham concluído a licenciatura não podiam seguir para mestrado.
E, ao contar apenas com a média, verificaram que os alunos brasileiros chegavam com médias mais altas, e por isso entravam nos cursos com maior facilidade. "As notas nunca são muito elevadas na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa", diziam vários alunos, das duas nacionalidades. "Faz parte da cultura da casa." »
Estão a ver esta verdadeira filha da putice, caros leitores? A FDUL tem regras que beneficiam os alunos brasileiros e penalizam os alunos portugueses! E asseguro-vos, caros leitores, isto está longe de ser um caso isolado no "ensino" superior português!
«Hoje, 60 % dos alunos de mestrado em Direito e Ciências Jurídicas são brasileiros. A própria representante dos alunos do Brasil admite que as regras beneficiam quem chega de fora com o curso já concluído. A subdirectora da faculdade promete resolver o assunto no futuro. "E ainda este ano", diz Paula Vaz Freire.
Dos 5488 alunos da Faculdade de Direito de Lisboa, 1227 são brasileiros - ou seja, 22%. Os portugueses representam 66% dos estudantes da instituição, com 3620 inscritos.»
Pois é, as administrações das instituições do ensino superior "tugas" gostam muito de alunos estrangeiros. A coisa só podia dar asneira, evidentemente. E a procissão ainda vai no adro...


Por acaso neste caso até acho minimamente compreensível que os zucas tenham ficado "indignados" porque foi uma brincadeira um bocado violenta, porque apesar de sabermos que ninguém lhes ia atirar pedras a mensagem era essa e as massas acabam por levar tudo de forma literal, sobretudo em locais menos desenvolvidos e onde já existe algum ódio e ressentimento aos portugueses. É que enquanto nós Europeus dominados um bocado a ironia etc (e nem todos também há muito calhau em Portugal como sabemos) há outros povos que nem por isso, e na era da indignação coletiva e das redes sociais quem fez isto já devia saber que ia dar polémica e eventualmente colocar cidadãos portugueses em perigo. P/exemplo quando a polícia sacou do bastou no bairro da Jamaica, em Angola e até em Portugal muitos pretos começaram a falar em "matar tugas" e de facto, coincidencia ou não, o numero de portugueses assassinados no referido país subiu nos últimos tempos. Do mesmo modo há a hipótese de zucas mais básicos pensarem "Ue esses caras andam atirando pedra na gentxi, vamu sentar o dedo nuix safadu". Agora isso não invalida a abominação que é os estrangeiros terem acesso a privilégios que os nacionais não têm mas isso passa-se um pouco por toda esta Europa em fase de suicídio.
ResponderEliminarAss:FdT
A questão é que, se a brincadeira não tivesse sido "violenta", provavelmente poucos saberiam acerca deste caso. O cidadão comum nem imagina o quanto as nossas instituições de ensino superior se prostituem para cativar os alunos estrangeiros. O caro FdT até é daqueles que sabe, aliás, que está perfeitamente ao corrente da desgraça do "ensino" superior. Mas se esta brincadeira por parte dos alunos portugueses tivesse sido mais "pacífica", provavelmente os zucas não tinham feito tanto chinfrim e os neomarxistas do DN não teriam publicado esta notícia.
Eliminar"A questão é que, se a brincadeira não tivesse sido "violenta", provavelmente poucos saberiam acerca deste caso."
EliminarSim isso é verdade, mas quase que ponho as mãos no fogo em como não vai adiantar nada, e no final de contas, o que vai acontecer é que os portugueses em geral ficam "mal vistos" e alguns eventualmente até podem sofrer represálias violentas no Brasil (caso esta situação seja muita difundida no Brasil) ou até mesmo em Portugal, e no fim perde-se mais do que se ganha. Com as devidas diferenças (até porque neste caso nenhum brasuca foi fisicamente atacado), e até porque quem fez esta "brincadeira" provavelmente nem é nacionalista muito menos racialista, isto faz lembrar as acções violentas por parte da "extrema-direita": no momento até podem lesionar alguns dos nosso inimigos mas no saldo final quem fica a perder é toda a área politica que apoiamos, e as pessoas de raça branca que podem vir a sofrer retaliações.
E entretanto até me lembrei que infelizmente dar prioridade aos "nacionais" muitas vezes, sobretudo na região de Lisboa, também inclui dar prioridade a todos os amerindios, afro-descendentes etc que no papel são portugueses, mas isto é um aparte que não invalidade a legitimidade de dar preferência aos nacionais.
ass: FdT
Noutros artigos sobre este mesmo assunto falava de algo fundamental: o preço das propinas que os 'zucas' pagam é bem superior ao dos 'tugas'. Ensino superior hoje em dia não é para quem quer, é para imbecis mesmo.
ResponderEliminarQuanto ao resto, é certo e sabido que não há ninguém mais vitimista que as mulheres brasileiras. E o problema é que as suas ideias de constante vitimismo se estão a propagar depressa entre as outras jovens da nossa sociedade (vide cartazes nas marchas feministas - coisa que há uns anos nem havia, ou slogans escritos nas paredes, etc; acho que é isso que me atraí às caixas de comentários -blogs, YT, jornais - saber o que pensam as pessoas que constitutem a nossa sociedade. E é assustador).
Boa semana, Afonso.
Raquel
«o preço das propinas que os 'zucas' pagam é bem superior ao dos 'tugas'. »
EliminarA cara Raquel tem a certeza disso? É que, a ser verdade, surpreende-me imenso, porque julgo que configura uma violação do direito universal à educação consagrada na Constituição da República Portuguesa.
«Ensino superior hoje em dia não é para quem quer, é para imbecis mesmo.»
Sobretudo na área das "ciências" sociais e das humanidades. Os cursos das áreas tecnológicas ainda vão valendo a pena, embora cada vez menos.
«Quanto ao resto, é certo e sabido que não há ninguém mais vitimista que as mulheres brasileiras. E o problema é que as suas ideias de constante vitimismo se estão a propagar depressa entre as outras jovens da nossa sociedade »
Confesso que não tenho conhecimento de causa. Contrariamente ao macho "tuga" típico, eu nunca me senti minimamente fascinado pelas mulheres brasileiras. Desde cedo percebi que, regra geral, as mulheres brasileiras que têm valor ficam no Brasil e fazem a sua vida por lá. Quase todas as brasileiras que vêm para cá são ou pés-descalços ou interesseiras. Aliás, eu tenho uma desconfiança natural em relação a todos os tipos de imigrantes (e emigrantes), sejam homens ou mulheres. É verdade que há casos em que não há alternativa senão emigrar, mas o emigrante tende quase sempre a ver o mundo pelas lentes do globalismo e, pior do que isso, a ressentir-se daqueles que ficaram na sua terra.
«Boa semana, Afonso.»
Muito obrigado, cara Raquel. Uma boa semana para si também!
https://www.fct.unl.pt/sites/default/files/desp_15_2018_propinas_par_ao_ano_lectivo_2018_2019_todos_os_cursos.pdf
EliminarTem aí os valores, estudantes internacionais, no fim (suponho que nem todos os brasileiros consigam arranjar um descendente português na família e assim pedir a cidadania).
Raquel
Xenófilia e traição, são as duas que me ocorrem quando leio estas noticias. Primeiro a traição dessas instituições e de quem controla Portugal que permite esta imigração [que é uma ameaça nacional] e depois, xenófilia, porque o "tuga" mentalmente formatado considera que os "jovens" saídos de africa ou do brasil como "irmãos" de língua, uma patranha cuspida há décadas em todo o lado e depois estas são as consequencias.
ResponderEliminar60% nessa instituição, em breve 60% nas ruas, depois adeus Portugal.
assinado
Fuas Roupinho
vc tinha que ver a versão time nom red falaram a palavra racismo nazismo e nao é xenofobia dizer que tugas são burros esses abs do cone sul se fazem de vitima mas no br eles sao os opressores reds no terceiro mundo mas viram vitimas pros cucks do sul do norte comum surreal claro o pretexto é o ouro do seculo xviii que nunca seria do br se portugal nao tivesse investido o que investiu pra anexar as zonas a oeste dos tratados e unificar sob o merdil
ResponderEliminare claro lembrar que pt nunca tocou em recursos como niobio pelo contrario so cedeu ao br idem o petroleo etc que nunca fez uso mas o br joga os royalties em corrupção fora nada tem a culpa é dos tugas claro o rj sozinho recebe 70 bi e torra tudo em cabide isso é mais que o pib de estados e países inteiros
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