quinta-feira, 25 de abril de 2019

Lembrete: os verdadeiros nacionalistas devem boicotar os filmes da Marvel


     Amanhã estreia o novo filme da Marvel, "Vingadores: Endgame". Tenho reparado que há uma grande expectativa, entre a população masculina em geral -e até mesmo entre "homens" que já têm idade para ter juízo- em relação ao filme. Muitos confessam abertamente a sua vontade de irem a correr gastar o seu dinheiro em três horas de "entretenimento" juvenil e verem mais um festival de lugares-comuns, graçolas infantis, girl power de dar vómitos e batalhas intermináveis em CGI, cheias de explosões, luzinhas coloridas e muitos flashes.

Normalmente eu não teria nada contra isso, cada um é livre de gastar o seu dinheiro como bem entender. E eu até me fartava de ler bandas desenhadas da Marvel (e da DC) quando era adolescente, pelo que não condeno ninguém por gostar de super-heróis. Porém, como já expliquei a propósito do filme Capitã Marvel, o cinema norte-americano é um inimigo declarado do Nacionalismo e cada euro que dermos a Hollywood será mais um prego no caixão da raça branca.




Por exemplo, aquando da eleição do Presidente Trump, vários actores dos filmes da Marvel apelaram aos eleitores norte-americanos que não votassem no Donaldo porque ele era "racista" e "misógino". Entre eles constavam a mega-estrela Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Mark Ruffalo (Hulk), Don Cheadle (Máquina de Guerra ou Patriota de Ferro nas versões brasileiras), James Franco (Harry Osborne na primeira trilogia do Homem-Aranha), e Cobie Smulders (agente Maria Hill).

O fulano que dá corpo ao Capitão América já disse várias vezes que não gosta dos apoiantes do Presidente Trump, criticando em particular o jogador da NFL Tom Brady por apoiar o Presidente.

A Marvel tem um historial de promoção da (in)justiça social, sobretudo da ideologia feminista e de incontáveis apelos à miscigenação. Há vários personagens da Marvel que eram originalmente brancos e que foram sendo gradualmente substituídos por negros, como por exemplo Nick Fury, Heimdall, Valquíria e até o Homem-Aranha. Há inclusivamente uma versão feminina do Thor!

Eu podia dar aqui muitos mais exemplos, mas não me vou alongar mais, senão já sei que ninguém vai ler. O ponto é este: não podemos ter o sol na eira e a chuva no nabal. Quem quiser realmente salvar a raça branca, não pode andar a enriquecer os seus maiores inimigos, justamente aqueles que mais a querem destruir. Isto não é radicalismo, é a realidade. Se vocês nem sequer conseguem resistir a irem ver a propaganda inimiga, ainda por cima pagando por ela, vocês não merecem ser salvos. Tudo na vida tem um preço, tudo o que vale a pena implica sacrifícios.

26 comentários:

  1. eu nao consigo ver por que acho muita decadencia nos roteiros resumir filmes a efeitos especiais e historinhas bizarras sem nexo kk isso so cola com pirralho

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    1. É verdade. Em tempos li uma teoria interessante sobre o fascínio que super-heróis exercem sobre grande parte da população masculina, creio que foi no Daily Stormer, mas já não tenho a certeza. Seja como for, a teoria era de que os super-heróis apelavam sobretudo aos nerds incapazes de singrar no mundo real. Desde logo, porque há uma dimensão messiânica que é transversal a todos os super-heróis, mesmo àqueles que supostamente são “mauzinhos”, como o Batman e o Justiceiro. Mas, pior do que isso, os super-heróis constituem a personificação de um poder que é adquirido sem qualquer esforço, sobretudo naqueles que o adquirem do dia para a noite, como por exemplo o Homem-aranha. Isto é o sonho molhado de qualquer frustrado: adquirir um grande poder para se vingar daqueles que o humilharam e injustiçaram.

      Embora não concordando completamente, acho que a teoria faz bastante sentido. Basta ver o perfil típico do pessoal que vai às comicons para perceber que não é propriamente o arquétipo do homem másculo…

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  2. mas no geral vc tem toda razao kk os que te acusam de cuckismo ao ver isso ate te chamariam de nazi extremista kk

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    1. LOL! Essa é outra grande contradição neles: eu sou um “agente infiltrado”, mas depois são eles que alimentam a grande máquina globalista. Papagueiam a ideologia feminista, vão aos estádios de futebol, enchem as salas de cinema… enfim, são uma incoerência ambulante! O que tem mais piada é que alguns deles criticam os comunistas por irem comer ao McDonalds e tomar café ao Starbucks, quando no fundo eles fazem exactamente o mesmo ou até pior!

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  3. hoje a midia meteu o pau no trump e bolsonaro pra nao variar com um monte de mentiras e meias inverdades o oeste ta um nojo so

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    1. A vantagem é que já toda a gente percebeu em definitivo o aberrantes que os mé(r)dia são. Até à eleição de Trump, as pessoas apenas não confiavam nos mé(r)dia, mas agora a maioria do pessoal ficou com a certeza que eles apenas desfilam mentiras…

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  4. Uma das consequências de 'tomar a pílula vermelha' ao longo dos anos foi ir perdendo a capacidade de consumir seja o que for de cultura popular, e em especial a que vai sendo produzida desde que passámos do século xx ao xxi. Não é que a propaganda não estivesse presente antes do ano 2000, em quase tudo, mas estava pelo menos escondida, havia algum mérito artístico em escondê-la, etc. O que se produz hoje, seja cinematográfico, musical ou mesmo literário, é essencialmente lixo - estético, ético, artístico.

    Custa-me a acreditar que haja homens com a cabeça nos ombros sobre questões sociais, políticas, etc, que ainda percam tempo a consumir este lixo.

    Além de não financiar o inimigo, que é importante, é talvez ainda mais premente que não se envenene a cabeça e o espírito com porcaria deste género.

    Enfim,
    um abraço,
    Ilo

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    1. «Uma das consequências de 'tomar a pílula vermelha' ao longo dos anos foi ir perdendo a capacidade de consumir seja o que for de cultura popular, e em especial a que vai sendo produzida desde que passámos do século xx ao xxi.»

      Quando escrevi esta posta pensei nisso mesmo. Hoje em dia é raríssimo eu conseguir apreciar um filme, uma música ou um livro que me tenha sido recomendado por alguém. Tudo na “cultura” popular, a começar pela forma como as relações românticas são retratadas, está tão desfasado da realidade que se torna impossível apreciá-la. Pelo contrário, cada vez me convenço mais de que ela é um dos maiores venenos da actualidade, só ensina maus hábitos de vida e transmite “valores” globalistas.


      «Não é que a propaganda não estivesse presente antes do ano 2000, em quase tudo, mas estava pelo menos escondida, havia algum mérito artístico em escondê-la, etc. O que se produz hoje, seja cinematográfico, musical ou mesmo literário, é essencialmente lixo - estético, ético, artístico.»

      Eu julgo que a evolução tecnológica e a revolução do CGI foi decisiva para isso que acontecesse. Estes filmes de super-heróis, por exemplo, são filmados em armazéns quase vazios, com os actores a serem filmados contra um fundo verde ou azul. Tudo o resto é acrescentado por computador! É evidente que isso tem um preço. Lembro-me de ver em tempos um documentário sobre o Stanley Kubrick… naquela famosa cena do filme ‘Shining’ em que as portas do elevador se abrem e sai uma torrente de sangue, o pessoal dos efeitos especiais teve de incluir e tratar o reflexo das paredes brancas no sangue frame a frame!

      Ora, hoje em dia isso é feito automaticamente, através de algoritmos de processamento de imagem. A arte e o engenho de criar soluções inovadoras para os problemas perderam-se. E nem os estúdios, nem os “artistas” estão dispostos a arriscar demasiado, preferem jogar pelo seguro e usar aquilo que se vai tornando o padrão da indústria.


      «Custa-me a acreditar que haja homens com a cabeça nos ombros sobre questões sociais, políticas, etc, que ainda percam tempo a consumir este lixo.»

      No fundo não basta pensar, é preciso agir. E é aqui que começam os nossos problemas: a maioria da nossa militância não tem cabedal emocional para isso. Porque é mesmo disso que se trata, resistir às tentações, abdicar da gratificação do presente para assegurar o nosso futuro. Esta é, aliás, uma das razões pelas quais deixei de acreditar na nossa vitória. O ser humano é demasiado fraco, demasiado irracional, incapaz de resistir aos caprichos da sua natureza animal. Esta limitação é orgânica, estrutural, pelo que dificilmente poderá ser contornada. E os brancos, neste capítulo, não são em nada melhores do que as outras raças. Vemos isso sobretudo no futebol e na sexualidade “moderna”, mas é extensível a outros domínios, como o do apreço pela “cultura” popular.


      «Além de não financiar o inimigo, que é importante, é talvez ainda mais premente que não se envenene a cabeça e o espírito com porcaria deste género.»

      Exactamente. Mas com nacionalistas que dizem que vivemos num “patriarcado” ou que um “casal” guei pode ser “uma família como outra qualquer”, o veneno já se entranhou até aos ossos. Quando o pessoal não compreende o processo demográfico e sobretudo a forma como o modelo social vigente determina esse processo, nós não podemos esperar que compreenda mais nada sobre preservar a Nação, mesmo que a sua inteligência esteja acima da média. Isso foi algo que me custou imenso a perceber: uma pessoa pode ser extremamente inteligente e ainda assim ser estúpida como um calhau.

      Infelizmente, a História só registará os vencedores, independentemente das suas qualidades e defeitos.

      Um abraço,
      AdP

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  5. A ELITE DESTE SISTEMA É DA MESMA LAIA DOS ESCLAVAGISTAS: URGE O SEPARATISMO-50-50
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    Ao mesmo tempo que reivindica para si regalias acima da média (trata-se de pessoal que está num patamar acima da mão-de-obra servil) a elite deste sistema quer ter ao seu dispor mão-de-obra servil ao desbarato.
    -» Mais, pululam por aí muitos investidores da mesma laia dos construtores de caravelas: reclamam que os seus investimentos precisam de muita mão-de-obra servil para poderem ser rentabilizados.
    -» Mais, a elite deste sistema em conluio com a alta finança (lucram milhares de milhões em especulação financeira) e em conluio com migrantes que se consideram seres superiores no caos... não falam na introdução da Taxa-Tobin como forma de ajudar os mais pobres... querem é que a ajuda aos mais pobres seja feita através da degradação das condições de trabalho da mão-de-obra servil.
    -» Mais , a elite deste sistema em conluio com a alta finança e em conluio com migrantes que se consideram seres superiores no caos... destilam ódio/intolerância para com os povos autóctones que procuram sobreviver pacatamente no planeta.
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    NAZIS não são os povos que procuram sobreviver pacatamente no planeta... mas sim... aqueles que andam por aí à procura de pretextos para negar o Direito à Sobrevivência de outros.
    Adiante:
    -» Por um planeta aonde povos autóctones possam viver e prosperar ao seu ritmo;
    -» Por uma sociedade que premeie quem se esforce mais (socialismo, não obrigado)... mas que, todavia, no entanto... seja uma sociedade que respeite os Direitos da mão-de-obra servil;
    ---» Todos Diferentes, Todos Iguais... isto é: todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta --»» INCLUSIVE as de rendimento demográfico mais baixo, INCLUSIVE as economicamente menos rentáveis.
    .
    .
    Nota: Os 'globalization-lovers', UE-lovers. smartphone-lovers (i.e., os indiferentes para com as questões políticas), etc, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa.
    -»»» blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.

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    1. «Ao mesmo tempo que reivindica para si regalias acima da média (trata-se de pessoal que está num patamar acima da mão-de-obra servil) a elite deste sistema quer ter ao seu dispor mão-de-obra servil ao desbarato.»

      Aplica-se como uma luva aos actores de Hollywood e à maior parte dos "artistas" ocidentais, seja no no cinema, seja na música, seja noutra qualquer forma de "arte".

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    2. O prof. Pedro Cosme teve a coragem de dizer o óbvio [ http://economicofinanceiro.blogspot.com/2018/09/o-problema-dos-imigrantes-e-refugiados.html ]:
      - são muitos os funcionários públicos (entre muito outro pessoal) que se consideram elite do sistema!
      ---» A ELITE DESTE SISTEMA QUE FIQUE COM A SUA MÃO-DE-OBRA SERVIL AO DESBARATO, MAS QUE NÃO CHATEIE OS POVOS AUTÓCTONES QUE PROCURAM SOBREVIVER PACATAMENTE NO PLANETA: LEIA-SE SEPARATISMO-50-50.

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  6. Há historias do "arco da velha" a prostituta institucional Charlize Theron, adoptou duas crianças negras (uma do sexo feminino outra do sexo masculino) e pelos vistos a do sexo masculino identifica-se como "menina" e portanto agora é "filha" em vez de "filho".

    https://brasil.elpais.com/brasil/2019/04/20/cultura/1555794426_342036.html

    ass: FdT

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    1. Muito obrigado por mais esse link, caríssimo, e peço desculpa por não ter respondido aos seus comentários mais recentes. O período da Páscoa deu-me cabo da agenda e tive de relegar o TU para segundo plano. E como costumo começar por responder aos comentários das postas mais recentes, os seus comentários e os de outros leitores importantes ficaram por responder.

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    2. criado por mãe sem pai pega os trejeitos dela ne

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    3. Exacto. Não é por acaso que os filhos de mãe solteira estão sobre-representados nas populações prisionais...

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  7. https://nit.pt/vanity/moda/lencos-usar-cabeca-verao-sem-vergonha

    Os lenços já são uma tendência...

    Curiosamente, há uns dias, vi em Lisboa uma rapariga branca, de olhos claros, com uma coisa destas na cabeça... estava com todo style!! (e não, não me parecia ser muçulmana dos balcãs... até porque estava com um grupo de amigos que pareciam os tipicos "esquerdolas" liberais hippies)

    G, o Cigano

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    1. É outra característica muito interessante dos "rebeldezinhos anti-sistema": criticam sistematicamente o poder instituído, mas são quase sempre os primeiros a aderir às novas modas e tendências impostas pela superclasse. Muito obrigado pelo link!

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    2. Honestamente, qualquer coisa que traga mais modéstia às mulheres ocidentais é bom. Já o disse e volto a dizer: se os homens ocidentais não impõem castidade às suas mulheres, gangs de somalis vão fazê-lo - e será uma benção para todos.

      Ilo

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    3. pelo visto o patriarcado soft do oeste que nao presta o hard dos outros que é cool

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    4. Ilo disse...
      «qualquer coisa que traga mais modéstia às mulheres ocidentais é bom»

      Mas o que irrita solenemente aqui é a hipocrisia gritante: se for um branco a dizer que o decote do vestido de uma das suas mulheres é excessivo, cai-lhe logo meio mundo em cima; mas se for um alógeno, não só está tudo bem, como elas até obedecem! Ou seja, vão mesmo ser os iminvasores a controlar as (cada vez menos) nossas mulheres. Dizer que isto mete nojo é um eufemismo...


      8gn8g3
      «pelo visto o patriarcado soft do oeste que nao presta o hard dos outros que é cool»

      Eu nem sequer acho que haja um "patriarcado soft" no Oeste. Contrariamente ao que as femiestalinistas pregam, as mulheres ocidentais podem fazer tudo aquilo que os homens podem e mais ainda. Por exemplo, se eu insultar um mulher na rua aqui em Portugal, arrisco-me a ter de enfrentar um grupo de manginas ou cavaleiros brancos que esteja por perto. Mas se uma mulher insultar um homem na rua? Toda a gente ser irá rir dele! As mulheres estão cada vez mais em maioria no sistema (des)educativo, sobretudo no "ensino" universitário, o que significa que é apenas uma questão de tempo até dominarem os lugares de emprego. A começar pela função pública, já se sabe, uma vez que as mulheres tendem a escolher os empregos relacionados com a áreas da prestação de cuidados de saúde, assistência social e escolarização. Isso é que é "patriarcado"?

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    5. "se for um branco a dizer que o decote do vestido de uma das suas mulheres é excessivo, cai-lhe logo meio mundo em cima"

      Isto é verdade, mas no abstracto. Claro que não me vou pôr a chamar putéfia a mulheres na rua, tenho mais que fazer. Mas é suficiente que exija normas à minha própria mulher (claro que isto começa pela escolha da mulher em si) e eventualmente às minhas filhas. Se os pais e maridos fizessem isto, poupava-se muita coisa. Infelizmente é esta demissão da parte dos homens que faz com que depois os gangs de somalis acabem a ser a solução.

      Quanto às mulheres dominarem o emprego, acho que vão só dominar o emprego que não importa. Mas isto predica-se na minha previsão de que um colapso, mais forte ou mais suave depende, vai definitivamente acontecer. Esses empregos vão valer zero nessa altura, mesmo que seja um colapso meramente financeiro (default na dívida - porque isto vai definitivamente acontecer, já que é impagável - é algo que o PNR devia advogar a meu ver).

      Um abraço,
      Ilo

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    6. «Isto é verdade, mas no abstracto. Claro que não me vou pôr a chamar putéfia a mulheres na rua, tenho mais que fazer.»

      Mas a nossa situação actual é muito pior do que isso, caro Ilo. Um exemplo: uma vez peguei-me com uma fulana num parque de estacionamento aqui do Porto porque ela estava a bloquear o acesso à saída. Apesar de não ter razão nenhuma, a tipa começou a insultar-me de alto a baixo e eu não me fiquei, devolvi-lhe todos os insultos e ainda acrescentei uns quantos. Ora, à medida que foram chegando mais e mais carros para sair do parque, todos conduzidos por homens, adivinhe de que lado é que eles se puseram? Do dela, é claro!!! Eu fiquei completamente passado, virei-me para eles, furioso, e perguntei: "Mas vocês não querem sair do parque? Então afinal quem é que tem razão, quem é que está a impedir-vos, ela ou eu?!" E um deles vira-se para mim, com um ar todo ofendidinho e reclama "Tudo bem, mas não podemos tratar as mulheres assim!"...

      Ou seja, o hábito de subserviência para com as mulheres daqueles imbecis era tão forte que eles até abdicavam dos seus próprios interesses para o atender! E depois ainda temos que levar com as gajas do BE e da UMAR a dizer que os homens portugueses são machistas! É o contrário, a esmagadora maioria não passa de cornice mansa!


      «Quanto às mulheres dominarem o emprego, acho que vão só dominar o emprego que não importa.»

      Não sei se posso concordar com isto. A saúde e a educação são áreas extremamente importantes, mesmo que não sejam as mais bem pagas (e a saúde é muito bem paga, eu conheço uma dermatologista que faz 350 mil euros /ano e ainda só tem 40 e poucos anos). Quanto ao colapso, fala-se nele há já várias décadas, mas é como fim do petróleo, vai sendo constantemente adiado. As crises vêm e vão, são cíclicas. O sistema foi concebido assim, tem períodos de crescimento e períodos de forte decrescimento. Os especuladores ganham sempre dinheiro de qualquer forma, seja na Europa, seja em África.


      «default na dívida - porque isto vai definitivamente acontecer, já que é impagável - é algo que o PNR devia advogar a meu ver»

      Eu julgo que o PNR não o faz por não querer ser associado à extrema-esquerda. Uma das críticas mais frequentes da "direitinha" ao PNR é precisamente acusar-nos de sermos um partido que, em matéria económica, está mais próximo do BE do que do CDS. Assumir publicamente medidas desse género seria reforçar esse argumento.

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    7. Essa história, que me lembra algo parecido que me aconteceu também há já uns bons anos, sublinha a importância de 'dar a outra face', isto é, não nos deixarmos envolver em querelas infrutíferas e perder o nosso tempo e energia com elas. Taking the high road, como dizem os bifes. Mas sim, há uma enorme quantidade de cornos mansos, mas neste momento tardio de declínio o que podemos fazer é mesmo só organizar a nossa própria casa. Isto liga com a questão do colapso porque serão essas casas em ordem que lhe vão sobreviver melhor, seja qual for a forma que tomar. Financeiramente receber 350mil euros mas depois estar cheia de dívidas (casos que conheço) ou ter poupanças em papel, em vez de metais preciosos, por exemplo, vai significar exactamente zero. E quando as nossas cidades se tornarem demasiado perigosas para sequer passear na rua durante o dia, todo o empoderamento do mundo não lhes vai servir de nada e as coisas irão aos poucos ir virando para o lado do Bem. Eu sei que falamos em colapso há muito, mas é uma inevitabilidade mais tarde ou mais cedo. E claro, o mais tarde pode ser ainda alguns bons anos, mas não muitos, por uma razão simples: inteligência artificial. A meu ver nunca chegaremos lá, mas o próprio caminho é extremamente disruptivo e a mera automatização que se promete para breve, de 20-30% dos empregos, vai causar uma revolução. É preciso estar preparado.

      Quanto ao PNR, têm de fazer duas coisas: 1) encontrar um líder que não seja um meme, e que seja capaz de deflectir todas as acusações dos média; 2) deixar de usar a falsa dicotomia esquerda/direita. quando os acusarem de ser de esquerda dizerem 'somos é do Bem contra o Mal e do certo contra o errado, que essa conversa só serve os poderosos e os ladrões'. O mesmo quando os acusarem de ser de extrema direita. Como o Afonso disse noutro comentário, é preciso apelar ao povo - mais, defender o povo. Não porque mereça, mas porque ao contrário dos liberais (todos os outros partidos) temos de acreditar em hierarquia e defender os mais fracos e os mais estúpidos - de si mesmos! Não sei até que ponto isto pode ser feito dentro do PNR - o JPC parece-me demasiado orgulhoso para se afastar e talvez a 'marca' já esteja para sempre machada por Mários Machados e afins. Mas um novo partido pode aproveitar as mesmas ideias.
      Um abraço,
      Ilo

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  8. Boa.A propaganda é mesmo um lixo. http://www.dm.com.br/politica/2019/04/bolsonaro-censura-campanha-do-banco-do-brasil-marcada-por-diversidade-diz-colunista.html
    ZédoBurro

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    1. Credo, nem parece um anúncio a um banco, parece um anúncio a um partido de esquerda! Esteve mais uma vez bem, o vosso Presidente! Muito obrigado pelo link!

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