sábado, 16 de março de 2019

Sobre o atentado terrorista que teve lugar ontem na Nova Zelândia


     Para minha surpresa, ainda ninguém me perguntou nada sobre o ataque anti-islâmico que teve lugar ontem na Nova Zelândia. Mas como sei que alguém o acabará por fazer, vou ser o mais claro que me é possível.
1. Eu não sei se o ataque é real ou foi uma operação de bandeira falsa (OBF); duvido muito que alguém saiba com certeza, a não ser os próprios autores do massacre, os seus mentores (no caso de se tratar de uma OBF) e parte das autoridades.
2. O esquerdalho e a direitinha tentaram imediatamente associar o ataque ao Nacionalismo. O Observador, por exemplo, ainda vai buscar o Anders Breivik para mostrar uma "tendência", enquanto o Al-Público insiste que os atacantes foram radicalizados pela internet para, é claro, apelar a um maior controlo das redes sociais. Porém, no seu manifesto de 74 páginas, o principal responsável pelo massacre foi muito claro:


3. Em menos de 24 horas, a primeira-ministra neozelandesa anunciou novas medidas de controlo do acesso às armas. Os caros leitores sabem que eu não sou nada dado a teorias da conspiração, mas é quase "como se" ela estivesse à espera de um atentado destes para agarrar a oportunidade. Aliás, sempre que há um atentado em solo ocidental, independentemente do seu(s) autor(es), o resultado final é sempre a perda de direitos dos cidadãos, em especial no que diz respeito ao uso e porte de armas.


4. Além disso, o próprio atacante afirma que pretendia isso mesmo no seu manifesto, fazer com que a esquerda fosse atrás das armas dos conservadores:


5. Não posso deixar de sublinhar que, mesmo que este ataque tenha sido verdadeiro, no sentido em que tenha havido mesmo dois ou três imbecis que desataram a matar muçulmanos com o intuito de precipitar uma guerra racial, essa estratégia é um valente tiro nos pés. Aliás, um autêntico tiro de canhão nos pés, tanto para o movimento contra-jiade, como para o Nacionalismo. Desde logo, porque essa estratégia jamais resultará, uma vez que 99% dos brancos deste planeta não estão dispostos a lutar pela sua raça. Mas sobretudo porque cada atentado terrorista dá mais argumentos aos globalistas para apertarem o controlo e a censura sobre os nacionalistas. Conforme expliquei neste vídeo, não adianta atacar directamente os imigrantes, porque os imigrantes são o resultado de políticas implementadas pelas elites, podendo ser rápida e facilmente substituídos. O que é realmente preciso é remover as elites globalistas do poder. Se queremos mesmo salvar a raça branca, nada mais resultará!

19 comentários:

  1. nesse angu tem caroço assim que vi a ministra e jn falando em restringir armas eu disse logo pra mim bingo

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    1. Eu também tendo a ver a coisa assim. Os atentados favorecem sempre os propósitos das elites, independentemente de quem os comete. E não quero com isto afirmar peremptoriamente que o atentado foi mesmo uma false flag, mas essa hipótese não pode ser descartada.

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    2. obvio nao podemos chegar nivel nazionalista dizendo que o atentado no bolsonaro é fake e tudo mas conhecendo o sistema sabemos que os nazionalistas apesar de exagerarem nem sempre estão errados

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    3. Exactamente. Um bocadinho de desonfiança é perfeitamente saudável, mas entrar constantemente em paranóias conspiracionistas faz com que as pessoas nos vejam como loucos ou como fanáticos.

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    4. nem é nos verem apenas mas pela propria busca da verdade é exagero dizer que ate o atentado do bolsonaro é fake alias vai fazer algum post sobre o turco na holanda afinal ja vao dizer que ele tem algum problema né ja nao é o nazi supremacista do oeste hehe

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    5. Claro, os muslos nunca têm motivos para matar, são sempre "maluquinhos", nunca fanáticos ideológicos. Sou capaz de fazer uma posta mais logo, quando as notícias sobre o caso tiverem estabilizado. A verdade é que não há muito para dizer... estou a tornar-me cínico, mas estes casos são sempre a mesma coisa, o muslo mata, o muslo é preso ou abatido, os políticos lamentam e condenam, o pessoal comove-se, fazem-se vigílias e oraçõezinhas. Mas depois, alguns meses mais tarde, vão todos votar bovinamente nos mesmos partidos de sempre. Estou a ficar como tu, sinto-me como aquele cão do famoso meme "this is fine", no meio da sala de jantar a ver tudo a arder e a importar-me cada vez menos...

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    6. sim ha um nivel de saturação mental exaustão as pessoas que lutam pela ruina são endeusados ja o outro lado é demonizado isso mete nojo aos cães

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  2. Concordo inteiramente com o que afirma. Este atentado é inútil, gratuito e não serve a causa. A propósito, li um dia destes um artigo no El Manifiesto que me impressionou: (https://elmanifiesto.com/tribuna/740093762/Sumision-interrogantes-y-provocaciones.html)

    Após uma primeira parte em que se refere à degeneração suicida da Europa e à invasão islâmica com o patrocínio da oligarquia mercantil globalista, vislumbra um futuro onde os europeus, em minoria no seu próprio espaço natural e em competição com os invasores, voltarão a valorizar a sua identidade tribal, genealógica e gentílica como único modo de sobrevivência e afirmação face ao “outro”. Ironicamente, tudo aquilo que os poderes instituídos detestam, mas que resultará da sua acção. A seguir afirma:

    «Mas existe outra possibilidade, remota e até mesmo absurda, com a qual podemos contar ainda que seja apenas em teoria. O que sucederia se nós, os europeus de raça, nos juntássemos ao Islão? Isto leva-nos a outra pergunta: vale a pena lutar por algo que está a morrer e que não se quer defender? Se nós, os nativos da Europa aceitássemos a mensagem de Maomé, produzir-se-iam de imediato vários fenómenos: recuperação das taxas de natalidade, destruição da ideologia de género, irrelevância da Igreja pós-conciliar, recuperação das hierarquias espirituais e da ordem natural básica, regeneração dos costumes, assentamento de uma Tradição sólida e de impossível conciliação com a modernidade e, por último, a desaparição do laicismo e do veneno do Iluminismo. Mentes mais claras já intuíram isto à sua maneira […]
    «O islão é uma religião política que impõe uma sociedade comunitária e viril, guerreira e mística. É o credo colectivo mais refractário à modernidade que hoje existe, e tem a bênção complementar de carecer de clero, aparte o xiismo.
    «Será que esse deus nos pode salvar? Quem é o verdadeiro inimigo? Onde está? Quem é mais bárbaro: o progressista europeu sem alma ou o sufi transbordante de espírito? São perguntas que nos devemos fazer antes de combater... se é que não queremos atingir-nos a nós próprios no nosso espelho.»

    E chego à conclusão que, se considero evidentemente nefasta a presença dos muçulmanos na Europa, sou forçado a reconhecer que tenho mais afinidades ideológicas com eles que com os “nossos valores” dos plutocratas europeus, com a democracia liberal e maçónica, com a mentirosa “liberdade, igualdade, fraternidade” e tudo quanto dela nasceu desde 1789: ou seja, a modernidade, precisamente. A questão que se põe, na minha opinião, é: como fazer do Islão um aliado para varrer tudo aquilo que consideramos errado/prejudicial, e sair incólumes desse processo?

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    1. «existe outra possibilidade, remota e até mesmo absurda, com a qual podemos contar ainda que seja apenas em teoria. O que sucederia se nós, os europeus de raça, nos juntássemos ao Islão?»

      Excelente pergunta, caro Stonefield. Eu tornei-me nacionalista em grande parte por influência do movimento contra-jiade, mas com o passar dos anos fui ganhando respeito e até admiração pela religião do “profeta” pedófilo. A esmagadora maioria dos muçulmanos é burra como um calhau, mas há neles uma paixão pela vida (e pela morte) que me faz invejá-los em muitos sentidos.

      E não é que eu queira ser muçulmano, nem de longe, mas há problemas graves no Ocidente que não estão a ser endereçados e para os quais já nem mesmo os nacionalistas parecem ter soluções: as baixas taxas de fertilidade, a desvalorização da família, o feminismo castrador e totalitário, o aborto e os movimentos antinatalistas, o fenómeno crescente da (in)justiça social, a adesão crescente ao socialismo e do apoio ao reforço do papel do Estado por parte dos mais jovens, a desmotivação e niilismo generalizados entre as populações, com o crescimento das depressões, dos suicídios, do consumo de drogas… enfim, parece-me que o pêndulo da História oscilou demasiado e o Ocidente, em tempos sinónimo de força e de austeridade, deu lugar à prostração e hedonismo.


      «Se nós, os nativos da Europa aceitássemos a mensagem de Maomé, produzir-se-iam de imediato vários fenómenos: recuperação das taxas de natalidade, destruição da ideologia de género, irrelevância da Igreja pós-conciliar, recuperação das hierarquias espirituais e da ordem natural básica, regeneração dos costumes, assentamento de uma Tradição sólida e de impossível conciliação com a modernidade e, por último, a desaparição do laicismo e do veneno do Iluminismo. Mentes mais claras já intuíram isto à sua maneira»

      É possível, mas os europeus actuais jamais aceitariam isso. Teria de lhes ser imposto. Eu próprio não vejo isso com bons olhos, por três motivos: (1) implicaria a perda de património, tradições e gastronomia europeias; (2) no que respeita à produção científica, as nações islâmicas são autênticos desertos; o Ocidente manteve-se na mó de cima durante tantos séculos graças ao seu domínio científico e tecnológico. Não sei se seria possível manter esse domínio numa Europa islamizada, mesmo que os nativos continuassem a ser maioritariamente brancos, sobretudo porque temos o Oriente em ascensão, com milhares de milhões de nativos com níveis de inteligência muito elevados cheiinhos de vontade de nos conquistar e submeter; (3) o Islão não é racialista; qualquer pessoa pode ser muçulmana desde que aceite submeter-se aos preceitos da Suna e reconheça o Alcorão como a mensagem literal de Alá narrada ao “profeta”; isto significa que os benefícios do Islão teriam de ser complementados com uma doutrina racial, o que me parece difícil de conciliar. Os muçulmanos agem como uma raça, mas não são uma raça.


      «O islão é uma religião política que impõe uma sociedade comunitária e viril, guerreira e mística. É o credo colectivo mais refractário à modernidade que hoje existe, e tem a bênção complementar de carecer de clero, aparte o xiismo.»

      Sim, aliás, o próprio Hitler, com todos os seus defeitos, reconheceu isso mesmo já há quase um século. A superioridade espiritual do Islão é inegável, chega a ser inspiradora, o que é um dilema terrível para um nacionalista europeu. Escrevo isto como muita mágoa, vejo em muitos muçulmanos os homens que não vejo na esmagadora maioria dos Ocidentais. Alguns contraporão: “Admiras a coragem? Então compra um cão!”, só que a realidade é muito mais complicada do que isso. Não é apenas uma questão de admirar, é uma questão de compreender que essa diferença de atitude e de mundivisão fará a diferença no longo prazo em termos demográficos. E sem demografia não há nada. Sem povo, não há nação, muito menos civilização…

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    2. «Será que esse deus nos pode salvar? Quem é o verdadeiro inimigo? Onde está? Quem é mais bárbaro: o progressista europeu sem alma ou o sufi transbordante de espírito? São perguntas que nos devemos fazer antes de combater... se é que não queremos atingir-nos a nós próprios no nosso espelho.»

      É realmente complicado. São perguntas dilacerantes que eu próprio tenho colocado a mim próprio ao longo dos anos, sobretudo mais recentemente, à medida que vou percebendo que até mesmo entre os nacionalistas impera a irresponsabilidade universal-cosmopolita, adesão ao marxismo cultural castrador do espírito humano ou ao liberalismo hedonista e conformista.


      «E chego à conclusão que, se considero evidentemente nefasta a presença dos muçulmanos na Europa, sou forçado a reconhecer que tenho mais afinidades ideológicas com eles que com os “nossos valores” dos plutocratas europeus, com a democracia liberal e maçónica, com a mentirosa “liberdade, igualdade, fraternidade” e tudo quanto dela nasceu desde 1789: ou seja, a modernidade, precisamente. A questão que se põe, na minha opinião, é: como fazer do Islão um aliado para varrer tudo aquilo que consideramos errado/prejudicial, e sair incólumes desse processo?»

      Uma hipótese seria copiar os aspectos benignos do Islão e descartar os malignos. Mas será possível? Será possível afoguear os corações dos jovens europeus com uma mensagem religiosa transcendente que os inspire e galvanize sem ser pela via da força ou da doutrinação massiva desde tenra infância?... Julgo que a visão do Hitler foi essa, uma espécie de “Islão Ariano”, mas eu acho sinceramente que isso não é possível. Desde logo porque a esmagadora maioria dos europeus actuais rejeita a mensagem religiosa, quanto mais sacrificar-se em nome de divindades ou agir em função dos seus mandamentos… os europeus só serão convertidos pela força. Ora, para isso acontecer, já teria de haver pelo menos várias centenas de milhões de muçulmanos na Europa, pelo que o meio compromete o fim: para salvar a raça branca, teríamos de importar carradas de alógenos para converterem os brancos e ensiná-los a salvar-se.

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    3. O artigo do El Manifiesto é uma provocação; não o esconde. E todas as reservas que o Afonso tem relativamente ao Islão, também eu as compartilho. Mas, como se afirma no início do artigo, há muita coisa na Europa que já se perdeu, irremediavelmente; resta tentar salvar aquilo que merece ser salvo. Eu consideraria uma derrota ser “salvo” pelo Islão; a Europa (particularmente Portugal, tal como a Espanha e quase todos os países da fronteira Sul) forjaram-se na luta contra o Islão, é difícil esquecê-lo, e só o encaro como solução de último recurso. Nos anos 80 havia um slogan “pacifista”: «Better red than dead» (“Antes vermelho que morto”, o que significava, para quem não sabe, que os marxistas encapotados preferiam ser invadidos pelos soviéticos em vez de morrer num conflito nuclear). Eu actualizaria esse slogan para «Antes mouro que vermelho».

      Quanto à adesão popular, aquilo que hoje nos parece impossível pode mudar da noite para o dia. Normalmente considera-se que existem 10% de pessoas absolutamente dedicadas a uma causa, e outros 10% que se lhe opõem com toda a sua energia. Os outros 80% são moldáveis, navegam a favor do vento. Recorde-se, por exemplo, que havia gente que no 24 de Abril era fervorosa apoiante do regime, e acordou no dia seguinte como revolucionário desde o berço; e, quando os ventos voltaram a mudar, eram afinal democratas respeitáveis de uma vida... Entre estes 80% estão os oportunistas e os traidores, mais nefastos que os 10% de opositores convictos.

      Considerei o artigo importante porque nos faz olhar para lá da nódoa negra, deixada pela pedrada, e tentar encontrar o apedrejador. Que utilidade tem uma acção como a de Brenton Tarrant (se ela for o que aparenta ser)? Encontrei caixas de comentários, de gente que justificava isto como “vingança” ou “retribuição”, mas a verdade é que contribuiu zero para resolver o problema da invasão islâmica, se é que não o agravou. É tão absurda como se um indivíduo atingido por uma pedrada descarregasse a sua fúria contra a pedra. Até a insanidade do Anders Breivik foi mais focada, por comparação.
      Não tenho dúvidas que, por trás de muitas lágrimas de crocodilo que se derramaram nas últimas horas, saltaram também algumas rolhas de champanhe; a quem favorece este enfrentamento entre a “tenebrosa extrema-direita” e os islamitas? Só consigo encontrar um candidato: o sionista. (Pelo que tenho lido por aqui, creio que lhe custará aceitar esta explicação; mas o facto é que voltamos sistematicamente a esta casa de partida). E para derrotar o sionismo é necessária a união dos seus adversários, nunca a divisão. (Stonefield)

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    4. «Eu consideraria uma derrota ser “salvo” pelo Islão; a Europa (particularmente Portugal, tal como a Espanha e quase todos os países da fronteira Sul) forjaram-se na luta contra o Islão, é difícil esquecê-lo, e só o encaro como solução de último recurso. Nos anos 80 havia um slogan “pacifista”: «Better red than dead» (“Antes vermelho que morto”, o que significava, para quem não sabe, que os marxistas encapotados preferiam ser invadidos pelos soviéticos em vez de morrer num conflito nuclear). Eu actualizaria esse slogan para «Antes mouro que vermelho».»

      Inteiramente de acordo. Aliás, eu próprio tenho dito isso muitas vezes, é um contra-senso e uma traição à História dizer que “a alma arábe é o fundo da alma portuguesa”, uma vez que Portugal surge na sequência da luta contra o Islão (já nem vou a “detalhe” de os mouros não serem árabes). Uma Europa islâmica já não será a nossa Europa, será outra coisa. Melhor do que a extinção dos brancos? Sem dúvida. Mas muito pior do que a situação actual…


      «Normalmente considera-se que existem 10% de pessoas absolutamente dedicadas a uma causa, e outros 10% que se lhe opõem com toda a sua energia.»

      Mas é precisamente por isso que eu estou muito pessimista: nós, racialistas, não temos nem sequer 1% do nosso lado. E do outro lado parecem estar bem mais de 10%... repare-se, praticamente tudo o que é político, jornalista, empresário, professor ou figura religiosa neste país apoia a iminvasão. E a maior parte dos que não apoiam são neutros, tanto lhes dá como se lhes deu. Só as forças de segurança e o exército parecem estar livres do flagelo, mas não sabemos em que proporção. Já há, entre as “elites”, que esteja a perceber que há alguns agentes da PSP e da GNR com simpatias pelo Nacionalismo e a propor medidas de selecção mais apertadas…


      «Entre estes 80% estão os oportunistas e os traidores, mais nefastos que os 10% de opositores convictos.»

      Sim, são os “moderados”. Eu sempre disse que não há nada mais radical do que um moderado, porque o radical acredita nalguma coisa, enquanto o moderado não acredita em nada. Ou melhor, acreditar até acredita… acredita em “saber viver”, em passar a perna aos outros, em enriquecer à custa de falcatruas e buracos legais, etc.


      «Que utilidade tem uma acção como a de Brenton Tarrant (se ela for o que aparenta ser)? Encontrei caixas de comentários, de gente que justificava isto como “vingança” ou “retribuição”, mas a verdade é que contribuiu zero para resolver o problema da invasão islâmica, se é que não o agravou. É tão absurda como se um indivíduo atingido por uma pedrada descarregasse a sua fúria contra a pedra.»

      Sim, sim, eu percebi a sua intenção, caro Stonefield. E concordo perfeitamente com essa analogia da pedrada. É evidente que as pedradas devem ser denunciadas mas, em última instância, é preciso identificar e castigar os que apedrejam.


      «a quem favorece este enfrentamento entre a “tenebrosa extrema-direita” e os islamitas? Só consigo encontrar um candidato: o sionista. (Pelo que tenho lido por aqui, creio que lhe custará aceitar esta explicação; mas o facto é que voltamos sistematicamente a esta casa de partida).»

      Eu concordo que há um inimigo muito astuto que sai favorecido do confronto Nacionalismo vs. Islão, mas não tenho a certeza de que sejam os sionistas, ou apenas os sionistas. O meu único ponto de discórdia em toda a sua análise é esse. Vamos ser claros: só uma pessoa de má-fé pode negar a sobre-representação dos judeus em certas áreas-chave das sociedades ocidentais. A questão é que, não obstante essa sobre-representação, eles estão longe de estar sozinhos na luta contra o Ocidente branco. O que me desagrada em certos discursos nacionalistas -não no caso concreto do caro Stonefield, mas em demasiados nacional-socialistas- é que parece haver uma convicção inabalável de que, se nos livrássemos dos judeus, o Ocidente voltaria imediatamente a ser aquilo que já foi.

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    5. Eu não vejo a coisa assim tão clara, porque a própria presença massiva de judeus no Ocidente decorre de um problema maior, um problema que está em nós, ocidentais. Quando olhamos, por exemplo, para a maioria dos casos de imigração ilegal recentes aqui em Portugal, verificamos que muitos deles se devem ao emprego, por parte de empresários sem escrúpulos, de mão-de-obra estrangeira não-qualificada nos sectores primário e secundário. Estes empresários são portugueses, não são judeus. Isto é apenas um exemplo, mas é extensível a todas as áreas-chave: alta finança, mé(r)dia, sistema (des)educativo, religiões, etc. A esmagadora maioria das pessoas nessas áreas é de raça branca, é europeia, mas trabalha em prol do mundo sem fronteiras que os nacional-socialistas atribuem exclusivamente aos sionistas.

      É por isso que eu prefiro falar em globalistas, uma palavra que engloba os sionistas mas vai mais além. E prefiro apontar os responsáveis pelo nome, não pela sua raça ou religião, deixando aos leitores a tarefa de unirem os pontos. Porque quando se fala nessas coisas recorrendo a certos termos, as pessoas ficam com medo. Ficam com medo dos nazis, das teorias da conspiração, sdas grandes guerras mundiais e dos holocaustos. Grande parte das pessoas que se recusa a votar no PNR -apesar de partilhar o ideal Nacionalista- fá-lo precisamente porque associa o partido aos skinheads e ao Mário Machado.

      Eu dou sempre este exemplo: aquando da restauração da independência em 1640, D. João IV ordenou que todos os nobres e clérigos que tinham tomado partido dos filipes fossem enforcados. Não foi apenas por castigo, ele percebeu que a simples presença dessa gente, que era portuguesa mas facilmente corruptível, representava um risco para o futuro da Nação. Nós temos que fazer o mesmo aos traidores dos nossos tempos. Temos de os identificar claramente, trazer o seu nome à praça pública. A partir daí, vai emergir um padrão, vão aparecer certos nomes, certas famílias, certos grupos e organizações. As pessoas não são estúpidas, mas são em geral demasiado emocionais e tendem a rejeitar automaticamente aquilo que a sociedade lhes ensina como sendo errado. É por isso que a mensagem devem ser transmitiada de uma forma cuidadosa.

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    6. “Vamos ser claros: só uma pessoa de má-fé pode negar a sobre-representação dos judeus em certas áreas-chave das sociedades ocidentais. A questão é que, não obstante essa sobre-representação, eles estão longe de estar sozinhos na luta contra o Ocidente branco.”

      No fundo está a dar-me razão; por isso utilizei o termo “sionista”. Não são apenas judeus que atacam o Ocidente, mas todos aqueles que, consciente ou inconscientemente, servem os fins de uma elite que é, na esmagadora maioria, judaica. Mark Collett em «The Fall of Western Man» designa-os genericamente por “inimigos do Ocidente”, que acaba por ser um termo mais genérico e abrangente, e não utiliza uma única vez a palavra “judeu”; até porque, acredito, a maioria dos etnicamente judeus são alheios a estas maquinações. É um livro actual, muito objectivo e certeiro sobre as causas, os efeitos e as soluções possíveis para os problemas que hoje enfrentamos (como curiosidade, posso dizer-lhe que ele alinha, do lado das falsas soluções, os “hollywood nazis”, que correspondem àquilo que o Afonso designa por “nazionalistas”). (Stonefield)

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    7. “O que me desagrada em certos discursos nacionalistas [...] é que parece haver uma convicção inabalável de que, se nos livrássemos dos judeus, o Ocidente voltaria imediatamente a ser aquilo que já foi.
      “É por isso que eu prefiro falar em globalistas, uma palavra que engloba os sionistas mas vai mais além. E prefiro apontar os responsáveis pelo nome, não pela sua raça ou religião, deixando aos leitores a tarefa de unirem os pontos. Porque quando se fala nessas coisas recorrendo a certos termos, as pessoas ficam com medo. Ficam com medo dos nazis, das teorias da conspiração, das grandes guerras mundiais e dos holocaustos.”


      O medo é o resultado de 80 anos de propaganda e reflexos condicionados, e, sem dúvida, é usado como espantalho contra tudo aquilo que desagrada à “elite” instalada. Parece-me que, por abuso de utilização, começa a perder a eficácia; seria muito útil que se conseguisse analisar esse período com mais rigor histórico e menos comoção. O NS foi uma resposta de uma época a um problema de então, foi derrotado, e não serve para este tempo; há mesmo quem pense que a ideologia nunca foi “exportável”. No entanto, não custará reconhecer que alguns dos seus aspectos positivos podem inspirar o presente e o futuro. Quanto à chamada “questão judaica” é tão pertinente hoje como o era há 100 anos. Aliás é pior, porque entretanto eles ganharam uma guerra mundial. E como vencedores dessa guerra moldaram a História em seu favor.
      Foi urdida uma teia de mentiras sobre aqueles anos (mentiras tão absurdas que são impostas pela força da lei) e, depois, colocaram-se acima de qualquer crítica (primeiro choramingam o “anti-semitismo”, se não resultar recorrem à força bruta). Dizem e fazem aquilo que é proibido aos outros (p.ex. Netanyahu disse recentemente que o Estado de Israel não pertence a todos os seus cidadãos, mas apenas ao povo judeu -- e terá toda a razão, mas qualquer outro chefe de estado que dissesse isso do seu próprio país era imediatamente tachado como “rássistachenófobofáchistaómófobo” e tinha toda a me(r)dia no seu encalço; ou então, a posse de várias dezenas de ogivas nucleares, por Israel, sem subscrever nenhum tratado de não-proliferação a ao arrepio de qualquer controle internacional -- compare-se com o que tem acontecido com a Coreia do Norte). Podia recorrer a inúmeros exemplos, e valorizo sempre aqueles que são escritos e verbalizados pelos próprios.
      É por tudo isto que fico desagradado quando vejo fotos de líderes como Santiago Abascal ou Matteo Salvini, ou Marine Le Pen, ou dirigentes do Alternativa para Alemanha empunhando bandeiras israelitas. Eu não espero que um partido nacionalista tenha uma linguagem “anti-semita”, por todas as razões que o Afonso apontou, porque estrategicamente é um suicídio, porque cada coisa deve ser tratada a seu tempo e esta é a pior altura. (E não se leia nisto nenhum plano sinistro: alguém disse que bastava confiscar as maiores 50 fortunas mundiais para se acabarem as guerras e as revoluções.) Mas algo totalmente diferente é ver partidos, que se dizem “da área nacionalista”, de braço dado com aqueles que são os seus inimigos declarados, por sua própria iniciativa, pensando talvez que isso lhes traz alguma “legitimidade” acrescida, quando não passa de um sinal de fraqueza que eles não deixarão de anotar. (Stonefield)

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  3. Quando vejo vocês ponderarem uma adesão ao Islão, percebo que os estudos e as teses acerca do fim dos tempos estão muito próximos de serem verdade. Uma Nova Ordem Mundial, uma só Religião, um só Governante.
    No dia em que se submeterem ao Islão, estarão a vergar-se a satanás.
    Leiam Apocalipse, leiam Revelação, leiam a Bíblia.


    Mateus24(Sinais do Fim)

    1/2 Quando Jesus ia a sair do recinto do templo, vieram os discípulos, que queriam chamar­lhe a atenção para toda aquela construção. Porém, disse­-lhes: “Todo este edifício será deitado abaixo, e não ficará pedra sobre pedra!”

    3 “E quando é que vai acontecer semelhante coisa?”, quiseram saber os discípulos mais tarde, estando ele sentado na encosta do Monte das Oliveiras. “Que acontecimentos anunciarão o teu regresso e o fim do mundo?”

    4 Ao que Jesus respondeu: “Não deixem que vos enganem. 5 Porque muitos virão, dizendo que são o Messias, e levarão bastante gente atrás de si. 6 Quando ouvirem falar de guerras que começam, isso não será ainda sinal do meu regresso; as guerras virão, mas ainda não é o fim. 7 As nações e os povos da Terra levantar­-se-­ão uns contra os outros, e haverá fomes e terramotos em muitos sítios. 8 Mas tudo isso será apenas o começo de horrores que hão-­de vir.

    9/10 Então, vocês serão torturados, mortos e odiados em todo o mundo, por serem meus. E muitos voltarão para o pecado, e trair-­se­-ão e odiar­-se­-ão uns aos outros. 11 E aparecerão falsos profetas que arrastarão muitos para o erro. 12 O pecado andará à solta por toda a parte e o amor de muitos arrefecerá. 13 Mas quem resistir até ao fim será salvo. 14 As boas novas do reino serão pregadas no mundo inteiro para que todas as nações as ouçam, e então virá o fim.

    15/16 Portanto, quando virem a abominação desoladora, de que o profeta Daniel falou, instalada no lugar santo — quem ler isto, que preste muita atenção — então aqueles que estiverem na Judeia, que fujam para as montanhas. 17 Aqueles que estiverem nos terraços não entrem sequer em casa para preparar a bagagem antes de partir. 18 Aqueles que estiverem nos campos não voltem a casa para ir buscar roupas. 19 E ai das grávidas e das que amamentam naqueles dias! 20 Orem para que a vossa fuga não seja no Inverno nem num sábado.

    21 Porque haverá perseguição tal como o mundo jamais viu em toda a sua história, nem nunca mais tornará a ver coisa igual. 22 Se aqueles dias até não forem encurtados, toda a humanidade se perderá. Mas serão encurtados por causa do povo escolhido de Deus.

    23/25 Então, se alguém vos disser: ‘O Messias apareceu aqui, ou está além, naquela vila’, não acreditem. Porque se levantarão falsos cristos e falsos pregadores, farão milagres espantosos, de tal modo que, se fosse possível, os próprios escolhidos de Deus seriam enganados. Não se esqueçam do meu aviso.

    26/28 Portanto, se alguém vos disser que o Messias voltou e está no deserto, não se dê-em ao trabalho de ir ver; ou que ele está escondido em determinado sítio, não creiam em tal! Porque, assim como o relâmpago brilha no céu do nascente ao poente, assim será a minha vinda quando eu, o Filho do Homem, voltar. Onde estiver o cadáver, aí se juntarão os abutres.

    Acima de qualquer Nação, Crença ou Homem, está DEUS.

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  4. Vergonhoso! Esse "Público" é muito pior do que qualquer esquerdinha radical da América Latina.Nem o Granma publicaria um lixo deste

    https://www.publico.pt/2019/03/18/p3/fotogaleria/homens-nus-e-vulneraveis-perante-o-olhar-de-uma-fotografa-feminista-393214


    ZéDoBurro

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  5. Olá Afonso,

    mais dois casais avistados em Lisboa:

    Preto + Branca, 30s
    Ameríndio + Branca, 30s

    Um abraço,
    Ilo

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  6. E mais um:

    Preto + Branca, 20s.

    Ultimamente parece que não passa um dia ser ver um destes casais. É deprimente.

    Um abraço,
    Ilo

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