quinta-feira, 28 de março de 2019

O Fuçaslivro vai apertar ainda mais a malha aos nacionalistas


     Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia. Ela foi redigida em português do Brasil, por isso tenham paciência...

«O Facebook vai ampliar a sua definição de "discurso de ódio" para enquadrar "nacionalistas brancos" e "separatistas brancos." Anteriormente, a empresa permitia postagens desses grupos, apesar de proibir há muito tempo a "supremacia branca".»

 "A longo prazo, a minha rede social terá apenas globalistas e guerreiros da (in)justiça social!"

«Numa publicação nesta quarta-feira (27), a rede social disse que anteriormente ligava expressões do nacionalismo branco a conceitos mais amplos de nacionalismo e separatismo - como o orgulho americano ou o separatismo basco, ambos ainda permitidos.
Mas grupos de defesa dos direitos civis e académicos chamaram essa visão de "equivocada" e há muito pressionam a empresa a mudar sua postura. O Facebook diz que concluiu após meses de "conversas" com eles que o nacionalismo e o separatismo branco não podem ser significativamente separados da supremacia branca e dos grupos de ódio organizados.»

Perceberam o que aconteceu aqui, caros leitores? "Grupos de defesa dos direitos civis e académicos"! Os nacionalistas bem podem espernear contra a censura do Facebook e têm bastantes razões para isso. Mas culpar apenas o Facebook é uma atitude extremamente míope. O grande problema é que houve pessoas e grupos de interesse que pressionaram o Facebook a agir, i.e. houve alguém que se mexeu em nome da sua mundivisão e objectivos políticos... enquanto os nacionalistas, conservadores e direitinhas em geral cruzaram os braços!

Quando eu falo em guerra cultural é precisamente a isto que me refiro. A esta poderosíssima influência sore a sociedade a todos os níveis. O esquerdalho sabe fazer lobbying, sabe influenciar a opinião pública e pressionar as figuras-chave da sociedade, mesmo que essas figuras-chave sejam líderes das corporações mais poderosas do mundo. É por isso que temos a Gillette a fazer anúncios misandristas, a Disney a fazer filmes cheios de engenharia social multirracialista e homossexualista, a Starbucks a oferecer empregos aos "refugiados" e o Twitter e o Facebook a censurar opiniões antiglobalistas. O mundo é de quem melhor sabe lavar o cérebro das pessoas, o mundo é de quem melhor sabe perpetuar a sua narrativa.

6 comentários:

  1. acabei de ter minha conta no twitter sabotada tentei fazer uma nova e apareceu como se ela tambem fosse suspensa e sabotada mesmo zerada tudo por que uma lesbica podre foi falar do bolsonaro mentiras a red e eu disse a real na vadia kk nada contra ela ser lesbica pois tinha uma pro bolsonaro mas o site ja chama de discurso de odio mas eles podem mentir dizer contra bolsonaro tudo e contra os nao reds que nao é odio nenhum haja nojice e deslealdade pra eles basta destruir arruinar tudo é muito mais facil

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    1. Nacionalista não tem chances no Twitter. Eu nem sequer consegui abrir uma conta, os cabrões exigiam o meu número de telefone. Era demasiado "big brother" para mim...

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    2. ai que ta a opção email existe mas dava pseudo bug e caia nessa do telefone parecendo vigilancia ilegal

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    3. É isso, eles sabem como fazer a coisa de forma subitl. E como a população mundial está cada vez mais emburrecida, muitos babacas caem na esparrela.

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  2. Quando ouvi esta notícia pela primeira vez, a minha primeira reacção foi de indignação. Mas durou apenas uns cinco segundos. Este tipo de atitudes são um bom sinal. Estes boicotes seriam impensáveis há uns 10 anos, e há 20 nem sequer havia nada para boicotar.
    Cada vez que penso que está tudo perdido, acabo por tropeçar num daqueles discursos do medo, contra os “populismos”, da “democracia em perigo” e outras imbecilidades do género, que me alegram logo o dia.
    Eles estão mesmo desesperados. Sabem que a maré virou e que o tempo deles passou. Não sei quem sairá vencedor. Mas sei quem vai perder. E eles também sabem.

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    1. Gostava muito de partilhar o seu optimismo, caro Stonefield, mas o tempo está contra nós. A cada ano que passa, a demografia do Ocidente continua a degradar-se cada vez mais rapidamente. E sem as redes sociais para passarmos a mensagem, o crescimento da resistência antiglobalista pode vir a demorar demasiado, podemos ultrapassar o ponto de não-retorno e ficar na mesma situação em que estão agora os brancos do Brasil: rodeados de alógenos e mestiços e impossibilitados de se associarem e reagirem como uma raça.

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