E porque é que fugiram em pânico? Porque um "pobre coitadinho fugido à guerra" entrou na igreja e gritou 'Allahu Akbar!' (Alá acima de todos):
«Na cidadde de Worms, mais de 500 pessoas participavam no funeral de Cynthia R., uma jovem de 21 anos que fora assassinada pelo seu namorado Ahmed T., de 22 anos. A jovem Cynthia tinha acedido a usar o hijabe e aprender a língua árabe para agradar ao seu namorado requerente de asilo.»
Ahmed T. e Cynthia R., antes da islamização da jovem alemã.
«No entanto, Ahmed já sabia que ia ser deportado. Ele tinha abusado do generoso sistema de segurança social alemão usando três nomes diferentes. Exigiu então que Cynthia regressasse com ele à Tunísia, mas a jovem recusou. Furioso, Ahmed assassinou a jovem esfaqueando-a mais de 10 vezes no pescoço, pulmões, costas e mãos.»
Cynthia R. e Achmed T., depois da islamização da jovem alemã. O piscar de olho é para nós, cornos mansos europeus.
«O funeral foi arruinado quando um homem entrou na igreja, estendeu os seus braços e mãos e gritou: 'Allahu Akbar!' (Alá acima de todos). Isto fez com cerca de 20 pessoas fugissem a correr da igreja, em pânico, e algumas até a chorar. O homem foi depois detido pelas autoridades.»
Sublinho, caros leitores, bastou um muslo seboso entrar na igreja aos berros e logo uma data de alemães desataram a fugir cheiinhos de medo! Este é o estado do Ocidente... mas continuem a vociferar que os homens brancos são opressores e que a sua masculinidade é tóxica. Depois não se queixem!


Mais uma bela historia de amor euro-africana com o alto patrocínio do George Soros lol
ResponderEliminarass: FdT
Os queridinhos da Mer(d)kel metem qualquer sedutor europeu num bolso! Elas caem todas que nem patinhas... e ao contrário da violência doméstica cometida pelos brancos, a violência cometida por estes "seres humanos como nós" nunca é alvo de gozo por parte dos Brunos Nogueiras e dos Ricardos Araújo Pereiras...
Eliminarparece que ele queria enriquecer ela todo dia e ela sacou talvez ele achou que conseguiu conquistar e ela so queria os 3 seguros que ele roubava do país dela tanta diversidade embrulha o estomago
ResponderEliminarE esta história ainda não é das piores... há sempre aquelas putas brancas que seguiram os seus maridos islâmicos como boas cadelinhas obedientes e acabaram no Médio Oriente sob domínio do ISIS. Provavelmente o mesmo género de putas de merda que dizem que o Ocidente é um patriarcado misógino e opressor.
EliminarPeço desculpa pela linguagem, mas estas merdosas revoltam-me. Tantos homens neste mundo e elas deixam-se encantar pelo que de pior existe na humanidade. Eu sei que até fez sentido em termos evolutivos, mas não deixa de me meter nojo!!!
ResponderEliminarO assassínio da rapariga é injustificado e condenável, mas é preciso dizer que a sociedade era mais ordeira quando demonstrava as preocupações que o assassino demonstrou. Ele matou-a porque ela depois de ter ido para a cama com ele se recusou a segui-lo, como as mulheres devem seguir os maridos, ou noivos. O acto de obrigá-la à modéstia significa que ele não a considerava só uma putinha para abusar, mas uma esposa.
Claro que ser uma esposa islâmica não será a melhor coisa do mundo - mas ao menos é uma estrutura. As nossas mulheres estão a oferecer a sua fertilidade a estrangeiros sem pensar, e os nossos homens não querem saber - depois ficamos chocados quando homens de raças e culturas que se importam com conceitos antiquados como honra, modéstia, etc, mas que têm QIs baixos e propensão para a violência fazem coisas destas.
Eu tenho pena, mas a ordem natural é a ordem natural. Brinca-se com o fogo e acaba-se queimado.
Ilo
essas minas so gostam desses tipos liga a tv que so tem maria da penha
EliminarO caro Ilo tocou num ponto crítico, o de sabermos onde começa e acaba a responsabilidade das mulheres nestes casos. A maioria das pessoas que ler esta notícia culpará apenas o tunisino, sem nunca dizer uma palavra em relação ao comportamento desta mulher. Até mesmo entre os nacionalistas há quem diga que o tunisino não soube lidar com o "direito à liberdade da mulher", o que é uma simplificação ridícula daquilo que aconteceu neste caso.
EliminarHá aqui uma grande contradição: se as nossas mulheres têm o "direito à liberdade", então porque é que se submetem tantas vezes a este género de homens, precisamente aqueles que mais tentam privá-las desse "direito"? Das duas, uma: ou as mulheres são completamente irresponsáveis e não sabem o que querem, ou sabem perfeitamente o que querem e há aqui qualquer coisa que os defensores dos "direitos das mulheres" não dizem e provavelmente nem sequer querem admitir. Eu acredito muito mais na segunda hipótese.
Eu tenho observado esta contradição ao longo dos anos, mesmo entre os nacionalistas: para os alógenos, mil e uma condenações; para as mulheres que se entregam a eles, grilos. É a mesma conversa de merda que ouvimos a respeito da "violência doméstica", onde o homem é sempre a fonte de todos os males e a mulher é sempre a pobre vítima inocente e indefesa, como se as mulheres nunca mentissem, nunca manipulassem, nunca encornassem ou nunca mudassem de ideais sem primeiro fazerem um esforço para comunicar como adultas e encontrar soluções de compromisso de parte a parte. Nada disso, a mulher é sempre uma vítima, o homem é sempre um grandessíssimo filho da puta. Quem discordar é um sacana misógino e troglodita que deve ser apedrejado em praça pública.
Eu sobre os muçulmanos e as mulheres que se entregam a eles tenho uma opinião bem assente há já vários anos: as mulheres seguem apenas a força, o resto é conversa para boi dormir. Até a mais fanática das femiporcas fica toda molhadinha quando apanha um homem de verdade pela frente. O caro Ilo observa a necessidade de uma estrutura na vida das mulheres, uma estrutura decorrente da ordem natural. Eu concordo: o Islão, com todos os seus defeitos, é uma resposta à necessidade de controlar ambas as mulheres e os homens, submetendo as mulheres à força dos homens (o que é algo que elas querem) para estimular e proteger a família e incentivar os homens a trabalhar em prol da sociedade.
E digo mais: o que pensarão as alemãs que estavam nesta igreja durante este funeral e viram os homens alemães fugir em pânico, como criancinhas perdidas? É óbvio: por mais que sintam pavor dos muçulmanos, elas não poderão deixar de reconhecer -quanto mais não seja a um nível subconsciente- que basta um único homem muçulmano, por mais primitivo que seja, para pôr a fugir os homens alemães civilizadinhos e supostamente superiores. Não é difícil antecipar qual dos dois, homem muçulmano ou homem alemão, ocupará as fantasias sexuais dessas mulheres doravante…