sexta-feira, 29 de março de 2019

"Jovem" hollywoodesco diz que não quer mais homens brancos como protagonistas principais dos seus filmes


Quem é que podia ter previsto uma coisas destas? Para além das pessoas com um QI de três dígitos, evidentemente?


Atenção: isto não é racismo! Racismo é só quando os brancos excluem outras raças!
Quando os pretos excluem os brancos, trata-se de progressismo, evidentemente!


Sabem o que tem mais piada nisto tudo, caros leitores? É que, não obstante a multiplicação de declarações deste género (veja-se por exemplo o caso da putéfia feminista que fez de Capitã Marvel), os eunucos dos brancos continuam a ir em manada ao cinema. Alguns chegam até a afirmar que boicotar a valente porcaria de filmes que são exibidos actualmente nas salas de cinema seria como "isolar-se numa caverna", como se o mundo retratado nos filmes tivesse alguma coisa a ver com a realidade!

Tudo isto se resume àquilo que eu e vários leitores do TU andamos a dizer há já uns tempos: os brancos só têm que o que merecem. A raça branca não tem carácter, nem coluna vertebral suficientes para merecer ser livre, quanto mais para sobreviver. Quem nem sequer consegue boicotar o lixo que Hollywood produz por ter medo de ser rejeitado socialmente ou de perder o comboio da modernidade não passa de um escravo, sem apelo nem agravo.

39 comentários:

  1. Olhe se fosse um realizador branco a dizer o reverso, era o fim do mundo. O mais chocante é não haver uma unica figura publica branca a denunciar isto e mesmo entre os movimentos politicos nacionalistas ou pró-brancos vamos ver quantos é que vão denunciar estas declarações.

    Um colega de trabalho meu vai tirar um MBA na Universidade de Cambridge, que como o caro Blogueiro deve saber é uma universidade Top a nível mundial e com requisitos altissimos para admissão. Ora por curiosidade na semana passada fui dar uma vista de olhos na pagina da referida Universidade (fui sem qualquer motivação politica) mas dei logo de caras com uma informação na pagina principal sobre "bolsas de estudo só para estudantes pretos do Reino Unido", imagine só o descaramento!

    Esqueci-me de guardar o link e entretanto não econtrei a coisa, mas uma pequena pesquisa no google permitiu-me encontrar isto:

    https://www.bbc.com/news/education-44351572

    https://www.bbc.com/news/newsbeat-45206266

    Esta merda é absolutamente surreal NEM OS DEFICIENTES têm tantas regalias institucionais vivemos em plena era da negrofilia.

    ass: FdT

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    1. «O mais chocante é não haver uma unica figura publica branca a denunciar isto e mesmo entre os movimentos politicos nacionalistas ou pró-brancos vamos ver quantos é que vão denunciar estas declarações.»

      Essa é a parte que mais me deixa estupefacto: nem mesmo os nacionalistas brancos têm falado destes casos. Na melhor das hipóteses, os nazionaliztaz fazem umas montagens foleira cheias de estrelas de David, sem nunca endereçarem as declarações em concreto dos "realizadores", dos "produtores", dos "actores", etc.


      «dei logo de caras com uma informação na pagina principal sobre "bolsas de estudo só para estudantes pretos do Reino Unido", imagine só o descaramento!»

      E em breve vamos ter essa imundice aqui em Portugal! O par(a)lamento aprovou a acção afirmativa e agora os "jovens" estão a exigir vagas na função pública e quotas no acesso às universidades! Tenho um link para uma "notícia" do Al-Público na qual duas "jovens" dizem que é "uma questão da mais elementar justiça", porque "o colonialismo português destrui as vidas dos colonos negros"!


      «Esta merda é absolutamente surreal NEM OS DEFICIENTES têm tantas regalias institucionais vivemos em plena era da negrofilia. »

      É verdade! Muito obrigado pelos links, caríssimo, vou juntar-lhes a tal "notícia" do Al-Público e fazer uma posta mais logo!

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  2. Olá Afonso e FdT,

    É obviamente uma injustiça que os europeus (e sobretudo os homens europeus) sejam sistematicamente denegridos e atacados pelo status quo - mas tento ver isto como uma oportunidade, quase um favor. Estar bem integrado num sistema iníquo não é prova de saúde mental nem fibra moral, é prova de insanidade ou de falta de espinha. E a convivência com o mal, em geral, destrói as nossas defesas naturais contra ele. Daí o poder da cultura na formatação das mentes.

    Por exemplo: se eu fosse convidado para entrar num filme de gente que me odeia (verdadeiramente) e tudo aquilo que eu represento (Cristão, homem, europeu), porque quereria eu aceitar o convite? Mais: estaria a participar activamente numa peça de propaganda contra mim e contra os meus. Jamais participaria numa arma de arremesso em forma de filme para facilitar a nossa destruição, e está a chegar o momento em que teremos de fazer estas escolhas - em coisas grandes e em coisas pequenas, nas nossas vidas pessoais e profissionais. Se chegar a um momento em que sou obrigado a participar em eventos pro-lgbt na empresa onde trabalho, prefiro demitir-me.

    Da mesma forma, todos nós sabemos, por isto e por outras razões, o quão idiótico e destrutivo se tornou o ensino superior. Eu já engoli esta particular pílula há muito, desde que estive na faculdade, e costumava dizer em jeito de piada que professores primários só tive mesmo no ensino superior. E não anda longe da verdade. E sem falar dos colegas. Em muito países, é também um esquema gigantesco de lavagem de dinheiro, que alicia miúdos e pais estúpidos a pagar preço de ouro por algo que não só é irrelevante, mas altamente detrimental. Não quero fazer auto-doxxing, por isso não direi que curso frequentei, mas posso dizer que quando entrei adorava o tema, e quando saí nunca mais consegui gostar da mesma forma daquilo. O método e abordagem a algo que eu gostava genuinamente conseguiu matar o fascínio que tinha pela disciplina. Mesmo concedendo que tenho uma personalidade mais rebelde e antagonista que o normal, duvido que seja o único com esta experiência - aliás, conheço alguns exemplos. A Universidade, tal como existe hoje, é das piores instituições alguma vez desenhadas. Confirma todos os vícios e cria novos; formata as mentes para serem imitadores, em vez de inovadores; a pensar em moldes fixos, em vez de fora da caixa. E além disso é das mais activamente empenhada em destruir tudo o que é moral, são e natural - e não é apenas nas ciências sociais e humanas, como muitos gostam de pensar, não: a destruição é total, e se se aprende rudimentos técnicos em certas áreas, sai-se de lá ainda assim formatado para pensar em certos moldes. Mais uma vez eu sei que ambos são ateus ou agnósticos, mas um exemplo claro disto é a apresentação sem crítica da teoria da evolução como dogma que não se pode questionar, com o preço de fazê-lo ser expulsão ou ostracismo - e isto passa-se nas ciências duras, não nas moles. A podridão é transversal, no fundo.

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    1. "É obviamente uma injustiça que os europeus (e sobretudo os homens europeus) sejam sistematicamente denegridos e atacados pelo status quo - mas tento ver isto como uma oportunidade, quase um favor. Estar bem integrado num sistema iníquo não é prova de saúde mental nem fibra moral, é prova de insanidade ou de falta de espinha. "

      Tenho que discordar com o caro Ilo já no ínicio por uma razão muito simples: como sou moderadamente racialista (por vezes, depois de ler certas coisas revoltantes até sou mais que moderadamente...) entristece-me imenso ver áreas anteriormente maioritariamente brancas (musica, desporto, cinema) cada vez mais cheias de negros, e uma parte deles nem aparecem por serem realmente bons e bonitos mas porque há que preencher quotas virtuais, ou porque as pessoas têm mau gosto (sobretudo na musica e na moda/publicidade), ou porque quem manda tem uma mentalidade negreira (sobretudo no futebol) ou porque simplesmente nascem menos brancos e uma grande parte deles acaba por se desmotivar ao entender que há menos espaço para a sua raça em determinadas áreas escolhendo então uma via banal. Ora e qual é o problema disto perguntará o Ilo, o problema, pelo menos de uma prespectiva racialista, é que a raça branca vai perdendo visibilidade, e por consequencia influencia, e já diz o povo que "longe da vista longe do coração" e neste caso longe das vistas longe do coração da população que se vai habituando cada vez mais á silhueta dos antropóides que nos invadem. Por consequencia, tambem muitas mulheres brancas atraentes da classe baixa ou media acabam por se juntar a esses "jovens" cheios de fama, dinheiro e vitalidade, contribuindo assim para o suicidio branco. Não sei se esta minha resposta saíu um pouco ao lado e não era bem á participação do europeu nas áreas com mais mediatismo aquilo a que o Ilo se estava a referir mas de qualquer forma é esta a minha ideia sobre o assunto.

      ass: FdT

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    2. "Da mesma forma, todos nós sabemos, por isto e por outras razões, o quão idiótico e destrutivo se tornou o ensino superior... Em muito países, é também um esquema gigantesco de lavagem de dinheiro, que alicia miúdos e pais estúpidos a pagar preço de ouro por algo que não só é irrelevante, mas altamente detrimental... A Universidade, tal como existe hoje, é das piores instituições alguma vez desenhadas. Confirma todos os vícios e cria novos; formata as mentes para serem imitadores, em vez de inovadores; a pensar em moldes fixos, em vez de fora da caixa. "

      Nisto concordo globalmente com o caro Ilo, e só não escrevo aqui um grande testamento sobre certas experiencias absolutamente "deslumbrantes" que tive na faculdade por uma questão de gestão de tempo, mas de facto, e apesar de em principio eu não ter autoridade e sapiência para passar atestados de imcopetencia e de imbecilidade aos grandes "doutores" europeus, de certa forma considero que a Academia e a investigação cientifica estão a ir pelo caminho errado, e no que concerne ao que é IMPINGIDO nas disciplinas relacionadas com as ciencias sociais nem vale a pena acrescentar mais nada senão lá ía ter que escrever o tal testamento :)

      ass: FdT

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  3. Pelo que excluir homens brancos desta falsa economia dos doutores que nada sabem, ou que só sabem um pedaço ínfimo de uma indústria que vai sofrer enorme disrupção num futuro próximo, é positivo. Deixem essas migalhas do sistema para quem precisa delas. Nós somos melhores que isto. Somos os descendentes de civilizadores, não nos honra sermos seguidores cegos de gestores usurários, ganhar prémios e distinções num sistema desleal e falso que nos descartará assim que puder salvar meia dúzia de tostões com isso. Temos de fazer o nosso próprio caminho. E isto é a nossa exortação para acordar. O necessário é que se consiga empurrar esses mesmos homens para tarefas que sofram menos disrupção, pela sua própria natureza, e que sirvam para mais do que a simples profissão: soldador, agricultor, electricista, canalizador, carpinteiro, etc. Estas profissões, não só têm um nível de rendimento semelhante ou superior à maioria das profissões com diploma, mas têm uma resiliência a crises e até a certas mudanças de paradigma. para além de que é um dever masculino saber fazer coisas com as mãos. E, pelo menos por enquanto, estas profissões estão livres do síndrome 'senhora do HR' com quotas, palestras sobre diversidade e um local de trabalho cheio de mulheres com o cio ou com os relógios biológicos em overdrive.

    Por outras palavras, pensando que nos tornam mais fracos, estão a contribuir para nos tornar mais fortes.

    Claro que uma boa parte dos nossos homens vai perder-se ou já se perdeu, como bem sabem. Mas a vida é para os vivos. Mais vale poucos e bons. Os Cristãos do primeiro século sofreram violentas repressões, discriminações e até a morte em nome de um ideal maior. Nós temos algo porque lutar, algo de valor - a nossa própria existência e modo de vida, a ordem natural. A Verdade está do nosso lado. Teremos de sofrer? Provavelmente. Mas nenhum bem veio ao mundo sem sofrimento. As nossas mães sofreram para nos ter, e os nossos pais para nos sustentar, bem como todas as gerações que precederam. Nunca ninguém disse, depois de uma vida de facilidades e confortos, 'aprendi tanto, tornei-me um homem'. Pelo contrário, quantos filhos de milionários se perdem nos luxos trazidos pelo trabalho dos seus pais? As gerações que nos precederam são o exemplo alargado deste paradigma individual.

    Não sejamos como estes. Abraçemos este desafio. Os nossos antepassados e compatriotas abandonaram a Verdade, e nós temos de sofrer para a restaurar. É o fado que nos calhou. Mas é também um desafio, uma honra, poder lutar por algo maior e possivelmente morrer pela Verdade, em vez de sermos como a maioria, e alegremente viver adormecido pela canção de embalar da Mentira.

    Um abraço aos dois,
    Ilo

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    1. "Pelo que excluir homens brancos desta falsa economia dos doutores que nada sabem, ou que só sabem um pedaço ínfimo de uma indústria que vai sofrer enorme disrupção num futuro próximo, é positivo. Deixem essas migalhas do sistema para quem precisa delas. Nós somos melhores que isto. Somos os descendentes de civilizadores, não nos honra sermos seguidores cegos de gestores usurários, ganhar prémios e distinções num sistema desleal e falso que nos descartará assim que puder salvar meia dúzia de tostões com isso. Temos de fazer o nosso próprio caminho. E isto é a nossa exortação para acordar. O necessário é que se consiga empurrar esses mesmos homens para tarefas que sofram menos disrupção, pela sua própria natureza, e que sirvam para mais do que a simples profissão: soldador, agricultor, electricista, canalizador, carpinteiro, etc."

      Concordo parcialmente com esta ideia. Parcialmente porque de facto ser pau mandado de gestores corporativos (que por sua vez são paus mandados dos seus donos) é aquilo que eu hoje sou mas nos meus sonhos não é aquilo que eu quero para o futuro, e nem sequer é aquilo que eu quero para o presente, pois estar dentro de um escritório com ar condicionado 8 horas por dia é para a mim quase um martírio. Mas acho que o melhor caminho para sair disto é ser empreendedor (vulgo patrão),não interessa em que área, o que por outro lado nos dias de hoje é algo que acarreta bastante stress e preocupações. Só não estou certo que ser soldador, eletricista, agricultor etc sejam a melhor alternativa ao ensino superior porque, pelo menos para 1 homem que queira evoluir intelectualmente e expandir horizontes, por mais autodidata que a pessoa seja, essa via acaba sempre por levar para 1 certo entorpecimento.

      No entanto, nalguns casos, sobretudo para 1 jovem europeu que tenha na família algum bom agricultor, soldador (qualquer "arte") e que esse elemento masculino esteja disponível para ensinar, admito que ir por essa via seja uma opção a ter em conta mas receio que para mim seja tarde demais.

      Um abraço

      Ass:FdT

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  4. «Por exemplo: se eu fosse convidado para entrar num filme de gente que me odeia (verdadeiramente) e tudo aquilo que eu represento (Cristão, homem, europeu), porque quereria eu aceitar o convite?»

    O europeu médio responderia: fama, dinheiro, prestígio, mulheres, carros de alta gama!!!


    «Mais: estaria a participar activamente numa peça de propaganda contra mim e contra os meus.»

    Pois... mas, pelo visto, essas coisas de "mim" e dos "meus" são racismo ou até imaturidade, dependendo do (a) interlocutor(a). Por exemplo, grande parte da minha família acha que eu sou estúpido por nunca ter emigrado. Porque lá fora é que se ganha bem e Portugal será sempre um país atrasado. Não quero censurar quem emigra, evidentemente, mas uma coisa é emigrar por necessidade ou preferência, outra coisa é emigrar por pura ganância.


    «Se chegar a um momento em que sou obrigado a participar em eventos pro-lgbt na empresa onde trabalho, prefiro demitir-me.»

    Eu sei de várias empresas "tugas" que já têm "jantares multiculturais" em vez "jantares de Natal" para não ofenderem os suspeitos do costume. Não se pense que são só meia-dúzia, a maioria das grandes empresas portuguesas abraçou o politicamente correcto de corpo e alma.


    «costumava dizer em jeito de piada que professores primários só tive mesmo no ensino superior.»

    Vou-lhe roubar essa, caro Ilo, coma devida referência à sua autoria! É pura e simplesmente certeira!


    «posso dizer que quando entrei adorava o tema, e quando saí nunca mais consegui gostar da mesma forma daquilo. O método e abordagem a algo que eu gostava genuinamente conseguiu matar o fascínio que tinha pela disciplina.»

    Bem-vindo ao clube. Eu era excelente na área das humanidades quando era pré-adolescente, adorava História, Português e até Geografia, mas uma péssima experiência com uma professora fanática levou-me a optar pelas ciências exactas porque, achava eu na minha inocência, "ao menos a física e a matemática não são subjectivas". Puro engano! É evidente que a margem para subjectividade é muito menor, mas o cidadão comum nem imagina a charlatanice que passa por ciência nas nossas universidades.


    «Pelo que excluir homens brancos desta falsa economia dos doutores que nada sabem, ou que só sabem um pedaço ínfimo de uma indústria que vai sofrer enorme disrupção num futuro próximo, é positivo.»

    Esta é a única parte em que não concordo totalmente com o seu comentário, porque as profissões de "baixo estatuto" não têm o poder influenciar a sociedade. Se queremos mesmo mudar as coisas, temos de estar naquelas posições que nos permitam influenciar os mé(r)dia e a classe política. Uma das razões pelas quais os nossos inimigos triunfaram foi precisamente terem percebido isso há já muito tempo, quando o Gramsci preconizou a sua famosa “longa marcha através das instituições”. Por exemplo, não podemos impedir os nossos filhos de serem doutrinados no feminismo e no homossexualismo se apenas houver professores esquerdistas. Mesmo que tentemos criar as nossas crianças em casa, esses professores pressionarão o governo para que nos force a “educar” as crianças nas escolas. E não quero com isto defender que todos devemos enveredar por carreiras com diploma. Mas alguns de nós terão forçosamente de o fazer, senão teremos poucas hipóteses de dar a volta a isto.

    « E, pelo menos por enquanto, estas profissões estão livres do síndrome 'senhora do HR' com quotas, palestras sobre diversidade e um local de trabalho cheio de mulheres com o cio ou com os relógios biológicos em overdrive.»

    Isso é verdade, mas estou convencido que um dia alguém se irá lembrar de que essas pessoas tendem a votar mais nos Trumps e nos Brexits… e então, decidirá fazer algo a esse respeito.

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    1. «Os nossos antepassados e compatriotas abandonaram a Verdade, e nós temos de sofrer para a restaurar. É o fado que nos calhou. Mas é também um desafio, uma honra, poder lutar por algo maior e possivelmente morrer pela Verdade, em vez de sermos como a maioria, e alegremente viver adormecido pela canção de embalar da Mentira.»

      Eu acho que, idealmente, devemos pensar assim… mas tenho de lhe confessar, caro Ilo, eu já não consigo. Nos últimos dois anos, interiorizei em definitivo que a nossa aniquilação demográfica é inevitável. Cheguei a gozar alguns comentadores deste blogue por pensarem assim, por serem derrotistas, mas acabei por me juntar a eles. Contrafeito, mas acabei. Eu já só actualizo este blogue por desabafo, não por convicção. E não quero com isto contagiar o Ilo ou o FdT, espero que tenham mais fé do que eu, mas as viagens que fiz pela Europa nos últimos 10-12 anos fizeram-me esmorecer em definitivo. Os europeus, em geral, são uns porcos. Não amam realmente nada, só o dinheiro. Há excepções, é claro, mas a qualidade média é terrível. Por cada pessoa boa e íntegra parece haver pelo menos uma dezena de hipócritas que seriam capazes de vender a própria mãe. Pátria? Nação? Quando lhe falamos nisso arregalam logo os olhos, como se tivéssemos cometido uma blasfémia, um sacrilégio. “Essas coisas levam às guerras e aos genocídios”, ouço dizer constantemente.

      Eu já só tento viver um dia de cada vez e ir espalhando a mensagem…

      Um abraço,
      AdP

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  5. Olá Afonso e FdT,

    Eu mencionei os primeiros Cristãos de propósito, porque a nossa situação é semelhante. Os seus números eram risíveis quando comparados com os do império romano, bem como o resto do médio oriente e da europa, mas a Verdade não pode ser sufocada - pelo menos para sempre. Um acto de genuina coragem é infinitamente mais poderoso do que todos os actos de pequena traição. Eu sei que vivemos inundados no mal, tudo na nossa cultura é apontado para ele, seja as noticias só mostrarem desgraças, a nossa adição à tecnologia, a cultura que reverencia o o disforme, o informe e o pervertido e odeia com virulência tudo o que é belo e natural. Mas o niilismo faz parte do pacote que nos querem vender. Nada melhor para neutralizar os poucos que estão de olhos abertos, do que convertê-los a uma filosofia de desespero, de que a derrota é inevitável.

    Como o FdT também me enoja o espectáculo macabro do entretenimento mainstream, de que a negrificação é um dos sintomas, e gostava de ver na cultura do nosso país, e mais largamente da Europa e da diáspora Europeia, uma demografia e filosofia saudáveis. E da mesma forma, gostava de ver o mesmo no ensino, como disse o Afonso.

    Só que eu não entretenho a ideia de que o presente sistema se possa manter. Eu sei que vamos sofrer. Eu sei que vivemos num ninho de vespas, e que a maioria das pessoas pensa que as vespas são abelhas, e que as ferroadas são mel. Mas sei também que Deus reina sobre tudo, e que o sofrimento não é em vão. Que só através dele se aprende, caída espécie que somos. Como eu já mencionei tantas vezes no podcast, nós não somos propriamente originais no nosso declínio, apenas demos outros nomes e espalhámos a nossa particular barbária mais longe devido às nossas proezas tecnológicas. Mas no fim, Deus ri-se desta soberba, e destrói tudo para que possa ser construído.

    Portugal existirá daqui a 200 anos? Improvável. Os genes portugueses, e europeus, terão desaparecido completamente, ou misturado-se para além do reconhecimento com outras raças? Nunca. E eu sei porquê - mas é um saber em que o Afonso e o FdT não acreditam.

    Espero que consigam descontar a introdução de Deus nos meus comentários, mas é que o problema é precisamente a falta Dele nas nossas sociedades, e mais grave, nas nossas vidas. Eu acredito que tanto o Afonso como o FdT, pelo que conheço dos dois, reconhecem que há um aspecto transcendente em tudo o que está a acontecer. Não é só a economia como pensam os liberais, não é só a organização e dimensão do estado como pensam os libertários, não é só a cultura como pensam os nacionalistas cívicos, não é só a raça, como pensam os mais básicos racialistas, e não são só as fronteiras como pensam os mais básicos nacionalistas. Há algo mais e que, não podendo ser apontado num mapa ou medido por um instrumento, ainda assim, existe. Ou melhor: existe o vazio dele, tão grande que suga tudo em volta.

    A introdução do Envangelho segundo São João diz-nos: No início era a Ordem, e a Ordem estava com Deus, e a Ordem era Deus. É a mais concisa explicação para a nossa presente desordem.

    Um abraço aos dois,
    Ilo

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  6. o que acho curioso é como os grupos vitimas empurram pros outros a do manifesto scum diz que ele é opressor por ser homem dai ele joga so pro branco dai o gay so pro hetero dai a feminista negra diz que a branca é vilã dai a trans diz que a femea biologica é pouco diversa e a feminista radical odeia a trans por que ela é geneticamente homem e portanto privilegiada

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  7. e se vc ver a opressão a mulher aos animais aos grupos frageis os povos nao ocidentais são bem piores e diversos contra minorias tipo gays filhos esposas mas o oeste que é mauzinho ate 30 mi de escravos tem no indico

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  8. Há cerca de 40 dias, o granito da pia da cozinha da minha casa foi retirado, e apenas recentemente foi colocado um novo. Durante esse pouco mais de 1 mês, eu tive que ir até a lavanderia para fazer as coisas que antes eu fazia na pia da cozinha. No começo, é claro que me incomodou. Eu ficava frustrada por ter que levar as coisas até a pia da lavanderia pra lavar ou encher de água. Mas com o passar do tempo, eu já não me importava. Se transformou em algo natural pra mim, e até mesmo automático, ter o trabalho de pegar um chaleira na cozinha e ir até a lavanderia pra encher de água, depois voltar pra cozinha. (essa hora o Afonso já tá me xingando.. mas calma, tem uma moral da história!) Então, recentemente, finalmente um novo granito foi colocado! Eu podia usar a cozinha novamente! Ocorre que algumas vezes, eu, sem perceber, continuei usando a pia da lavanderia, mais longe e mais dificultosa, para fazer certas coisas que necessitavam de água, mesmo tendo a disposição uma nova pia muito eficiente. Resumindo, eu me acostumei àquilo. Eu tive que reaprender a usar a pia da cozinha, e deixar de lado a pia da lavanderia. O motivo: sou um ser humano, e seres humanos tem a capacidade de se adaptar, se acostumar a novas realidades e abandonar as antigas, mesmo que a nova seja pior.

    Muitos já estão se acostumando, ou estão totalmente acostumados com essas novas coisas que estão acontecendo. Já virou algo normal e natural pra eles. Uma das coisas que quem quer lutar contra isso tem que pensar é: como reverter essa situação?

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    1. sim a ruina virou algo banal o mundo dificilmente tem cura por que os reds nao vao sumir do nada e mesmo que sumissem o estrago estaria encrustado no sub cortex coletivo dira com eles dentro sempre destruindo tudo pra pior

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  9. Mais um caso de racismo:

    https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/20190330-1202-governo-confirma-portugues-assassinado-na-capital-do-haiti

    O que vale é que cada vez que há 1 terramoto lá vão os brancos(AS) a correr socorrer as vitimas deste buraco negro em pleno caribe.

    ass: FdT

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    1. Anónimo30 de março de 2019 às 20:15

      imagina o escandalo se fosse o inverso no missouri ate tiveram de pintar de branco os policiais diversos alias o fbi ja pinta de branco muitos diversos nas estatisticas

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  10. Mais uma do professor Martelo:

    https://expresso.pt/politica/2019-03-31-Presidente-admite-estar-preocupado-com-onda-de-populismo#gs.3u8rxn

    Este senhor é um dos maiores inimigos do Nacionalismo em Portugal, 1 género de papa Francisco da politica tuga, consigo até simpatizar mais com o Indiano do que com ele. E pensar que provavelmente vai ser re-eleito...

    ass: FdT

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  11. A aliança entre liberais e esquerdistas é uma das estratégias do globalismo e o Parlamento Europeu torna isso evidente. Aprovou recentemente a resolução intitulada «Direitos fundamentais dos afrodescendentes», por uma larga maioria de 81% dos votos.
    Quer que as nações europeias eliminem o que chamam de «racismo estrutural», pela aparente discriminação na habitação e educação de pessoas de origem africana. Partindo do princípio que essas pessoas são «oprimidas», pede medidas reparadoras da «diversidade e inclusão da força de trabalho».
    Outras medidas seriam: reconhecimento histórico e desculpas públicas do colonialismo, retorno de bens artísticos, cidadania.
    É daqueles temas em que, me parece, os países que nunca tiveram expressão em África se rifa nos outros.
    O parlamentar que levou esta iniciativa foi Claude Moraes, britânico, do Partido Trabalhista, com origens indianas, eleito num distrito multicultural da periferia de Londres, capital onde os nacionais já não são maioria.
    Pelos deputados democratas e liberais falou o português José Inácio Faria, de Viana do Castelo e do Partido da Terra, que usou da palavra no plenário para dizer o seguinte:
    «Este triste panorama é uma vergonha que está a acontecer em toda a Europa, incluindo no meu país, onde os afrodescendentes são particularmente vulneráveis social e economicamente e onde infelizmente persistem relatos de violência policial baseada na discriminação racial, onde inúmeros afrodescendentes são tratados como imigrantes e os imigrantes afrodescendentes vêem seu direito à nacionalidade restringido a eles e seus direitos inerentes de serem negados a eles por um racismo institucional que persiste em manter no século XXI. É, portanto, urgente criar um quadro europeu para estratégias nacionais de inclusão social e integração dos afrodescendentes, incluindo a promoção do empoderamento político, a luta contra a fobia e os crimes de ódio.»

    [Nuno]

    Fonte:
    https://multimedia.europarl.europa.eu/en/fundamental-rights-people-african-descent-debate-vote_I170159-V_v

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  12. Acrescento ao meu comentário anterior que o Movimento Partido da Terra terá tirado a confiança política ao eurodeputado José Inácio Faria, por posições individualistas, segundo noticiou o Observador em 30-10-2018.

    [Nuno]

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  13. https://revista.cifras.com.br/noticia/rapper-nipsey-hussle-e-assassinado-e-artistas-lamentam-sua-morte-na-web

    A facilidade com que os "grandes artistas" musicais negros do rap morrem assassinadas (as mãos dos seus brothers) é inacreditável e é 1 sintoma da porcaria que produzem. Porque será que por exemplo os grandes artistas populares do rock e do metal (brancos) do século passado não se andavam a matar-se uns aos outros? muitos deles também acabaram por morrer relativamente jovens vitimas sobretudo de drogas e álcool mas não morriam assassinados devido a problemas pessoais ou negócios menos claros. Já estou cansado de o referir mas continua sempre a ser incrível como é que raça com mais tendência para a violência à face da terra, no circo mediático é retratada como a mais "boasinha" vitima dos brancos maus.

    ass: FdT

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  14. Olá FdT,

    Antes de mais um disclaimer: não haverá possivelmente no mundo alguém que odeie mais o rap do que eu. Como amante de música, considero esse esterco como a pior coisa a que alguma vez se chamou erroneamente de música. Mas tenho de trazer à baila a história de violência do punk, por exemplo, ou do black metal, outros dois géneros que, por um lado, são do pior que ja´se fez musicalmente, e por outro, são a meu ver inerentemente brancos. Sobretudo no black metal, existe um historial de violência e satanismo, de destruição de propriedade (sobretudo igrejas e cemitérios cristãos), e assassinatos e confrontos entre membros de bandas rivais. Isto chegou até a Portugal, e houve há uns anos uma reportagem, se não me engano da TVI, a falar sobre o assunto. Já para não falar em coisas como o soporaeternus (que aviso já se googlarem, não o façam depois de comer).

    A moral da história? Sem Deus tornamo-nos bárbaros como os mais primitivos.

    Tendo dito isto, não se perdeu nada de jeito - tal como nos assassinatos na cena black metal.

    Um abraço,
    Ilo

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    1. Desconhecia completamente a existência de violência com assassinatos na "cena" do black metal mas se o caro Ilo o diz não vou pôr em causa. Durante alguns anos ouvi Trash metal e ainda hoje por vezes ouço músicas de uma ou duas bandas famosas que têm origem nesse género mas por black metal nunca me interessei. Já li e ouvi falar sobre violência entre motards, que tradicionalmente são malta que gosta de música pesada, mas nunca soube de nenhuma banda de metal ou de rock conhecida em que algum dos seus elementos tenha sido morto a tiro por rivais (eventualmente pode existir). E diga-se já agora que mesmo entre motards, pelo menos na Europa, desde que começaram a haver turcos, arabes e até pretos nesse movimento o rap tem vindo a ganhar terreno e já vi vários videoclips de rap feito por grupos motard com apologia á violência. E já agora diga-se também, que o punk, como o caro Ilo deve saber, é um movimento de brancos de extrema-esquerda (e tambem com pretos) muito ligado aos antifa.

      Abraço

      Ass:FdT

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  15. e entretanto, com o comentário anterior esqueci-me que tinha vindo aqui com o propósito de deixar mais um casal para a estatística:

    Preto + Branca, teens

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  16. Amigo Afonso
    Tenho tido dificuldades em comentar no seu blog.
    Olhe só isto.
    Abraços.
    Ramiro

    https://www.gazetadopovo.com.br/colunistas/alexandre-garcia/2019/03/28/virou-lei-cidadao-esta-autorizado-a-passar-chumbo-em-invasores-so-nao-e-no-brasil/?fbclid=IwAR1QLqsfka89EbkQ60Qi-zi1PO3H1LnehcBT6z0yEbPx3DWEtP42pVq37Q0

    https://www.dn.pt/mundo/interior/governo-italiano-aprova-por-unanimidade-decreto-anti-imigracao-de-salvini-9898328.html?fbclid=IwAR1boxTEkcdb55R1a8WhhTzBRQmuKxOqWtLjp6bi6MAP7pVnsDqlyZyYCPM

    https://www.dn.pt/mundo/interior/mocambique-admite-desvios-da-ajuda-as-vitimas-do-ciclone-idai-10755802.html

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  17. Fotografia da equipa jovem (duplamente jovem) do Desportivo das Aves, vila no norte de Portugal:

    https://maisfutebol.iol.pt/sub-23/desportivo-aves/liga-revelacao-empate-3-3-devolve-lideranca-isolada-ao-desp-aves

    ass: FdT

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  18. Caros leitores e amigos:

    A minha filhota mais pequena apanhou uma bronquite durante o último fim-de-semana e passei a semana toda a correr de minha casa para o hospital e vice-versa. Já está tudo bem, não se preocupem, mas praticamente não trabalhei (nem dormi) nada durante toda a semana, pelo que ainda devo demorar alguns dias a voltar a actualizar o TU com regularidade.

    Mais uma vez, obrigado a todos os que deixaram comentários e sobretudo links. Acrescento que vi vários casais mistos no hospital, a saber:

    preta + branco, 60 anos
    mestiça + branco, 30 anos (a mestiça era filha do primeiro casal)
    preto + branca, 20 anos

    Até breve! Saudações nacionalistas!

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    1. As melhoras para a sua filha e tente descansar.

      Ass: FdT

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    2. Muito obrigado, caríssimo! Ela já está boa, o problema agora é a quantidade de coisas que deixei por fazer! Abri a minha caixa de email anteontem e tinha nada mais, nada menos do que 373 mensagens de correio electrónico para responder! Felizmente, a maioria delas dizem respeito a coisas sem qualquer intetresse...

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  19. https://scontent.fjdo1-2.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/fr/cp0/e15/q65/56618720_1924676037661911_898485550342733824_n.jpg?_nc_cat=110&_nc_ht=scontent.fjdo1-2.fna&oh=5e1ea13746bf245bd6c280f1bbfc7e53&oe=5D48477D


    ZéDoBurro

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  20. Afonso, não comento há algum tempo porque não tenho muita vontade de o fazer. Desculpe se o assustei, mas parece que estou numa fase de transição no meu estado de saúde, transição para melhor ou para pior. Creio na melhor possibilidade. E outra coisa, agora que não há Google+ temos que arranjar outra maneira de comunicar. Talvez por email, tem algum endereço tipo afonsodeportugal@gmail.com?

    Ass.Rui

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    1. Bons olhos o leiam, caro Rui! Confesso que já estava algo preocupado com a sua ausência polongada. Por outro lado, como nunca cheguei a cumprir a minha promessa de lhe fazer a lista das músicas, pensei que o caro Rui pudesse estar (compreensivelmente) chateado comigo. Espero sinceramente que não seja esse o caso, porque repare: eu também nunca mais actualizei a minha sondagem sobre casais mistos, por isso não leve a mal, não tem nada a ver consigo.

      O meu email para leitores do TU é AfonsodePortugal@protonmail.com

      O caro Rui também me pode adicionar no Gab, se preferir.


      Um grande abraço!

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  21. Sintomas da terceiro-mundização Ocidental:

    https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/ocde-alerta-para-o-caos-em-que-cada-vez-mais-vive-a-classe-media-432315

    Ass:FdT

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    1. Mas que "surpresa"! Quem poderia ter previsto uma coisa destas? ;)

      Muito obrigado por mais esse link, caríssimo! O TU voltará a ser actualizado ainda hoje!

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  22. Não se preocupe, não estou chateado por causa disso :) Só me falta vontade de comentar e também, talvez só enquanto estiver assim, normalmente não tenho coisas interessantes para dizer. Se não tenho nada de jeito para dizer mais vale estar calado e até arrependo-me de alguns comentários que escrevi anteriormente e que agora desapareceram. Espero que um dia seja possível republicar o conteúdo do TU dos últimos anos, talvez lhe possa ajudar a encontrar uma solução um dia.

    Fun fact: sabe o que é que há uns dias eu li no panfleto dos comprimidos? Os possíveis efeitos secundários da Paroxetina incluem "produção anormal de leite mamário em HOMENS e mulheres". WHAT. THE. FUCK!?!? Pensei: isto é um erro ou uma piada, certo? Como é que isso é possível sequer!? Estou a falar a sério, a não ser que eu e o meu irmão estejamos a alucinar, é o que está ali escrito! Esse efeito não aconteceu comigo LOL e ainda bem que secretamente parei de os tomar há mais de um ano. Tenho que arranjar um plano ou os meus pais e psiquiatra me põe a tomar outra vez! Se calhar vou mesmo mostrar o panfleto aos meus pais. É que não me admirava nada se morresse ao tomar outra vez um único comprimido, estou mesmo preocupado.

    Ass.Rui

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    1. «Não se preocupe, não estou chateado por causa disso :)»

      Fico contente e deixe-me que lhe diga que há um motivo para isso: ainda não consegui encontrar as versões exactas das músicas que lhe queria providenciar. É que a orquestração e os cantores líricos, i.e. os intérpretes fazem uma diferença muito grande na qualidade final das peças; uma peça que é absolutamente inspiradora nalgumas versões torna-se uma valente porcaria noutras versões. Por isso peço-lhe um pouco mais de paciência, caro Rui, nem que demore ainda alguns meses!


      «Se não tenho nada de jeito para dizer mais vale estar calado e até arrependo-me de alguns comentários que escrevi anteriormente e que agora desapareceram. Espero que um dia seja possível republicar o conteúdo do TU dos últimos anos, talvez lhe possa ajudar a encontrar uma solução um dia.»

      As postas estão todas a salvo, simplesmente ficaram grosseiramente desformatadas por eu ter alterado a resolução da área de postagem. Outro problema é que, tal como o caro Rui deve ter reparado, eu usava certas cores aqui no TU, verde para os textos exclusivamente da minha autoria, azul para os títulos e legendas das figuras, branco para as transcrições e vermelho para salientar expressões ou passagens importantes. Ora, ao mudar o fundo do TU de preto para branco, as cores que eu usava ficaram todas demasiado claras, pelo que agora tenho de reformatar as postas uma a uma.

      Quanto aos comentários, eu fiz uma cópia de segurança do TU antes da alteração, só que algo de muito estranho aconteceu: no caso das contas registadas, a autoria dos comentários desapareceu. Em consequência, se eu restaurar os comentários, vão aparecer centenas de comentários por assinar. Já estive a ler muitas coisas sobre como contornar o problema, mas parece não haver saída, por um motivo simples: quanto fazemos o backup de um blogue, o registo dos comentadores desaparece, permanece apenas uma ID numérica associada ao utilizador.

      Se eu tivesse alterado o layout do TU item a item, i.e. primeiro o fundo, depois os títulos, depois as cores, depois a resolução, etc., nada disto teria acontecido. Mas como mudei de template, perdi parte da informação original. O meu conselho aos blogueiros que decidam alterar o seu blogue é esse: não alterem o template, porque tudo pode acontecer. Limitem-se a personalizar as opções do template que têm actualmente.


      «Os possíveis efeitos secundários da Paroxetina incluem "produção anormal de leite mamário em HOMENS e mulheres". WHAT. THE. FUCK!?!?»

      Mesmo! E depois não querem que as pessoas fiquem desconfiadas em relação às porcarias que nos dão para tomarmos! Eu faço por tomar o menos drogas possível. Mesmo quando tenho dores de cabeça, tento aguentar o máximo que consigo antes de tomar alguma coisa.


      «Tenho que arranjar um plano ou os meus pais e psiquiatra me põe a tomar outra vez! Se calhar vou mesmo mostrar o panfleto aos meus pais. É que não me admirava nada se morresse ao tomar outra vez um único comprimido, estou mesmo preocupado.»

      Mas não há a possibilidade de o caro Rui consultar outro profissional? Não quero de forma alguma entrar em paranóias, mas a insistência dessa sua médica parece-me francamente suspeita. Acho que o Rui devia ouvir pelo menos mais duas opiniões, i.e. ouvir outros dois psiquiatras diferentes…

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  23. Na verdade, já não vou à psiquiatra há mais de um ano ou há anos, uma receita da doutora permite comprar várias embalagens de antidepressivos e cada uma dá para muitos meses. A receita que tenho já expirou e agora um dia destes tenho que dizer aos meus pais que os comprimidos estão a acabar e que temos que voltar ao hospital para provavelmente mais uma receita. Se não o fizer, os meus pais vão começar a estranhar uma embalagem durar tanto tempo e vão suspeitar. A psiquiatra na verdade não sabe o que eu estou a passar, não cheguei a ir lá dizer-lhe e tenho razões para isso. Quando pesquisei casos de pessoas que sofrem o mesmo que eu (muitas), essas pessoas escreveram que os seus psiquiatras não as levam a sério. Eles acreditam na versão do Big Pharma e podem até ser mesmo subornados pelas farmacêuticas. Portanto estou muito relutante em falar disto à psiquiatra, acredito que ela me iria dar mais uma droga do género como “solução” e depois deixar-me ainda pior. EU NÃO CONFIO EM DOUTORES para me resolver este problema. Deixar isto curar aqui em casa para mim é a melhor solução. Tenho ingerido nutrientes e suplementos para ajudar e já cheguei a sentir grandes melhorias por breves momentos. Existe agora uma doença conhecida como “antidepressant discontinuation syndrome”! O que eu estou a passar já é considerado uma doença e de acordo com a Internet, é só uma questão de tempo e de nutrição até eu voltar ao normal. Pelo menos com outras vítimas foi assim.

    Outro fun fact: a Paroxetina e outros antidepressivos têm o FLÚOR como um dos seus principais elementos moleculares. Isso revelou-me muito, o flúor é tóxico e eu ingeri-o todos os dias por uns 3 anos. Deve ser a causa ou uma das causas do meu problema. Os antidepressivos têm efeitos destrutivos semelhantes a drogas como o ecstasy. O desmame do ecstasy é idêntico ao desmame de um antidepressivo SSRI (selective serotonin reuptake inhibitor), ambas as drogas afectam a serotonina e outros neurotransmissores.

    Uma coisa estranha é que eu tentei pesquisar outra vez por um artigo de Jim Stone sobre os malignos SSRI, mas parece que foi censurado pelo Google. Jim Stone parece que tem o seu trabalho a ser constantemente censurado. Isto é muito sinistro.

    Ass.Rui

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    1. Infelizmente, eu não posso ajudar o Rui. O pouco que sei sobre antidepressivos resume-se à minha experiência com o Anafranil, que tomei durante cerca de seis meses há já quase 20 anos. Mas como eu o tomei apenas em doses muito moderadas (10 mg/dia), nunca senti nenhum dos efeitos secundários que o caro Rui refere.

      O Prof. Jordan Peterson e a filha dele também dizem, em vários dos seus vídeos, que as mudanças na sua dieta foram mais benéficas dos que os antidepressivos que tomaram. Recomendam em particular limitar a ingestão de hidratos de carbono, coisa que eu também faço devido a outros motivos (ter mais de duas décadas de artes marciais no currículo fazem-me engordar muito facilmente se comer muitos farináceos, amidos e outros açúcares).

      Faço-lhe apenas uma recomendação: nunca diga abertamente aos seus amigos e familiares mais próximos que não confia nos médicos. Ou, pelo menos, seja muito cuidados ao dizê-lo. As pessoas levam logo isso para o campo da paranóia. Note bem, caro Rui, eu não estou a dizer-lhe para não desconfiar da big pharma, estou apenas a recomendar-lhe que seja moderado ao manifestar as suas objecções a terceiros. Outro dia tive uma conversa surreal com um colega de trabalho por causa das estatinas (drogas que servem para baixar os níveis de colesterol "mau") e, perante as minhas objecções, ele disse-me que eu era um "teórico da conspiração"...

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  24. Pois, é estranha a repulsa que as pessoas têm contra as teorias da conspiração. Conspirações são logicamente bastante comuns devido à corrupta natureza dos humanos. Estou bem ciente disso e vou ter cuidado.

    E devido à minha curiosidade insaciável, que pode estar ainda mais forte agora, pesquisei no Google anafranil e encontrei logo isto https://pt.wikipedia.org/wiki/Clomipramina. A molécula não tem F de flúor e isso deve fazer a diferença. Pena que me tenham dado então um dos piores antidepressivos.

    E sabia que acabei de fazer 23 anos hoje? Pois é, algo que na verdade me chateia um bocado porque mostra o quanto os anos estão a passar e eu a desperdiçá-los assim, sem emoções e não me sentindo um ser humano... mas nada de tristeza, isto vai passar!

    Ass.Rui

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    1. «A molécula não tem F de flúor e isso deve fazer a diferença. Pena que me tenham dado então um dos piores antidepressivos.»

      Realmente, acho muito estranho que ainda se continue a dar antidepressivos com fluór às pessoas, quando já há tantos estudos a demonstrar que essa substância é absolutamente nociva.


      «E sabia que acabei de fazer 23 anos hoje?»

      Muitos parabéns, caríssimo! Um grande abraço!


      «Pois é, algo que na verdade me chateia um bocado porque mostra o quanto os anos estão a passar e eu a desperdiçá-los assim, sem emoções e não me sentindo um ser humano... »

      Quanto a isso, recomendo ao Rui muita calma: aos 23 anos, o Rui ainda tem muito tempo! Eu só comecei a desfrutar realmente da vida depois dos 30 anos, quando finalmente tinha algum dinheiro e estabilidade. Os meus 20 anos, i.e. a década dos 20 aos 30 anos foi um autêntico pesadelo. Passei a maior parte do meu tempo a estudar, primeiro para tirar uma licenciatura, depois um mestrado (pré-Bolonha). Quando não estava a estudar, passava o tempo a viajar pelo Norte e Centro de Portugal a vender material eléctrico a pessoas que, muitas vezes, me tratavam como um cão sarnento.

      As poucas mulheres que me conheciam detestavam-me ou eram completamente indiferentes em relação a mim... só depois dos 26 anos é que comecei a namorar a sério, sendo que as minhas primeiras relações não duravam em média nem sequer três meses, quase sempre por minha culpa, que sou um "filho do feminismo" , se é que me faço entender.


      «isto vai passar! »

      Tenho a certeza que sim, caro Rui! O segredo é viver um dia de cada vez e tentar melhorar uma pequena coisinha todos os dias.

      Uma coisa muito importante é ter um grupo de amigos para desabafar, de preferência de carne e osso, i.e. fora do mundo virtual. Se o caro Rui não os tiver, é muito bem-vindo a desabafar aqui no TU, mas garanto-lhe que não é a mesma coisa... um dos maiores problemas dos homens brancos ocidentais "modernos" é precisamente terem poucos amigos. Eu tenho centenas de conhecidos com quem troco favores regularmente... mas amigos, pessoas em quem confie realmente e possa dizer tudo o que quiser, tenho apenas meia-dúzia, se tanto. Recomendo vivamente ao Rui que arranje pelo menos um ou dois. Tem de haver alguém com quem possamos ser nós próprios a 100%, sob pena de nos sentirmos constantemente alienados do resto do mundo.


      Um dos maiores erros que cometi durante a minha adolescência foi dar-me com pessoas que não me apreciavam. Eu julgava que o problema estava em mim, que eu não era suficientemente bom para eles, mas o tempo demonstrou precisamente o contrário: não só acabei melhor na vida, como encontrei outras pessoas muito melhores e mais bem-sucedidas do que elas, que me valorizam e aceitam como sou. Esta parte é absolutamente crítica para vencer a depressão em definitivo. Temos de circular pelo mundo constantemente, conhecer gente nova e interagir com ela. Fazer isto foi nada fácil para mim, porque sou naturalmente introvertido, detesto conviver e fazer conversa de chacha. Mas a pouco e pouco, consegui ir melhorando… estou convencido que o caro Rui também há-de melhorar!

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