sábado, 9 de março de 2019

Jared Taylor explica o declínio da raça branca


      O Dr. Jared Taylor, que é o autor de muito do material publicado na página American Renaissance, refere alguns dos motivos pelos quais, na sua opinião, a raça branca está em declínio.

24 comentários:

  1. não acho que foram as guerras o mc veio depois delas foi planejado

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  2. As guerras ajudaram a criar o complexo de culpa contra o nacionalismo, mas dou-te razão quanto ao MC, é um fenómeno que, embora criado nos anos 30 do séc. XX, só começou a ser aplicado sobretudo a partir dos anos 60.

    E eu também não concordo com a tese do individualismo dos ocidentais. Julgo que isso é um fenómeno pós-revolução industrial, os europeus da idade média não eram individualistas. Eu até aceito que se argumente que Portugal não existiria sem um certo individualismo por parte do clero e da nobreza do Norte e Centro de Portugal, que não queriam ser governados por galegos e leoneses. Mas se não fosse o Cristianismo a unificar o país contra os mouros, duvido muito que Portugal existisse hoje. Aliás, essa é mais uma questão em que eu discordo do Caturo, por mais que certos "artistas" insistam que ele e eu somos a mesma pessoa. Não foi o Cristianismo só por si que formatou os europeus no sentido de amarem incondicionalmente o inimigo. O Novo Testamento ajudou, sem dúvida, mas o problema é que as partes boas do Cristianismo foram sendo gradualmente suprimidas em nome da expansão ultramarina e da globalização económica. E claro, a revolução francesa e o marxismo deram a estocada final ao impor a "igualdade" como valor máximo do Ocidente.

    A Bíblia não defende a igualdade humana. É verdade que diz somos todos filhos de Deus -o que é um erro crasso do ponto de vista da manutenção das nações-, mas a Bíblia deixa bem claro que só será salvo quem obedecer a Deus.

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    1. sim concordo contigo desse individualismo anacronico a mary phagan do csa era uma comum pobre mesmo assim a meia duzia branca dali ainda a via como parte da comunidade deles isso ainda na modernidade classica o individualismo parece ser pos moderno pois o senso de grupo ainda era alto no meio do xx quando ainda havia jim crow mesmo no cabo esse senso de grupo so foi cair nos fins do xx onde a necessidade era maior

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  3. Realço a ultima parte deste trecho de discurso: "vão explorar as nossas fraquezas até sermos extintos" mas que nao haja a mínima duvida disto! até pela minha pequena mas esclarecedora experiência junto de "jovens" a viver na Europa tenho a plena noção que eles vão explorar ao máximo a idiotice branca e (propositadamente ou não) infligir-nos a derrota mais humilhante possível. Mas a grande questão é que eles só o estão a fazer porque IMENSOS brancos ao longo do ultimo século lhes ofereceram as armas para lutar esta guerra psicológica portanto continuo na minha de que isto o fundo é uma enorme auto-sabotagem. E claro que a primeira e a segunda guerra mundial foram a cereja no topo do bolo para o inicio dessa sabotagem (por razões óbvias) já para não dizer que uma parte dos jovens brancos mais valentes morreram na guerra sem deixar descendência ou pelo menos não deixando tanta descendência como teriam deixado se vivessem mais anos.

    ass: FdT

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    1. São mesmo IMENSOS, caro FdT, são a maioria dos brancos! A "raça superior", em geral, só quer saber do lucro e do seu conforto imediato. Por isso é que eu já perdi a esperança. O futuro do Ocidente é o abrasileiramento, os europeus e norte-americanos não querem saber do futuro da sua raça. Já nem sequer tenho pudor em admito-lo, deixei de acreditar que possamos ser salvos. Já só actualizo este blogue por vício, o racialismo é uma guerra que já perdemos.

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    2. "Já nem sequer tenho pudor em admito-lo, deixei de acreditar que possamos ser salvos. Já só actualizo este blogue por vício, o racialismo é uma guerra que já perdemos."

      Acredite que eu também penso o mesmo, digo-lhe até que cada dia que passa estou mais desmotivado a vir aqui ao seu blog ou ao blog do Caturo (que é o único blog nacionalista que frequento para além do seu, mas comento lá bem menos vezes que aqui) partilhar noticias ou comentar. Nem sei como é que continuo a fazê-lo e o caro Blogueiro entende bem o que eu quero dizer porque já esteve para desistir de actualizar o blog. Acho que só continuo a vir aqui comentar também por 1 certo "vicio", por "descargo de consciência" e porque basicamente o caro Blogueiro e alguns dos comentadores do seu blog são as únicas pessoas que compreendem a minha visão da sociedade, sendo assim uma forma de me sentir menos isolado e colocar em pratica a liberdade de expressão (que não temos no dia a dia). Como eu disse outro dia o exercício que estamos aqui a fazer na blogosfera é o de documentar e comentar o fim dos povos Europeus.

      asss: FdT

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    3. Epá, espero sinceramente que não deixe de vir, caríssimo! Isto às vezes é um bocado deprimente, é certo, mas é como cantava Amália, "Não sei porque canto, (...) mas sei que cantando sinto o mesmo que quando se tem um desgosto e o pranto no rosto nos deixa melhor

      Eu praticamente não posso falar destas coisas com ninguém. Nem sequer meia-dúzia de pessoas do meu círculo familiar/pessoal aceita as minhas posições ideológicas. E mesmo os que aceitam, não gostam de as discutir comigo. Julgo que esse foi um dos motivos que me levou a fazer o TU, actualizar este blogue também é uma forma de desabafar. Por isso, vá ficando, caro FdT... ao menos aqui compreendemo-nos uns aos outros!

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    4. Obrigado pelos suas palavras e pode ter a certeza que enquanto tiver forças e algum tempo disponível vou passando por aqui, umas vezes mais outras menos, mas enquanto o TU existir vou tentar dar a minha contribuição. Infelizmente já não é bem por uma causa maior como no inicio porque (apesar de aquele 1% de esperança estar sempre presente) já percebi que as forças contra as quais estamos a lutar são gigantescas (tanto em numero como em poder) mas a nossa consideração e amizade "blogosferica" só foi crescendo ao longo dos anos e nem que seja como tertúlia vale sempre a pena andar nestas lides.

      ass: FdT

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    5. Obrigado eu, caro FdT, por todos os seus comentários e links! Como eu tenho dito várias vezes ao longo dos anos, a melhor parte de manter este blogue é o feedback dos leitores. Chega a ser milagroso que o TU tenha sobrevivido tantos anos, porque nos seus primórdios quase só praticamente os nazionaliztaz é que vinham cá, o que era extremamente frustrante. Mas depois começaram a vir outros, com inteligência muito superiores, como é o caso do caro FdT! :)

      Essa é, aliás, uma das principais razões pelas quais não me vejo a fechar o TU completamente. A amizade virtual mencionada pelo caro FdT é para mim um motivo de orgulho. E eu sei que a melhor forma de retribuir é manter o TU no activo!

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  4. «até pela minha pequena mas esclarecedora experiência junto de "jovens" a viver na Europa tenho a plena noção que eles vão explorar ao máximo a idiotice branca e (propositadamente ou não) infligir-nos a derrota mais humilhante possível.»

    Aliás, aquele vídeo do "jovem" que na sequência das agressões à polícia no bairro da Jamaica dizia que "os tugas são todos uma merda" ilustra bem essa realidade que o caro FdT descreveu. Como é que eles não nos hão-de achar uma merda? Estamos a abdicar de tudo o que vale a pena nos nossos países. Estamos a dar-lhe de bandeja o nosso território, recursos e até as nossas mulheres!

    Ainda hoje vi mais um casal misto, preto + loira na casa dos 20 anos. Já é raro o dia em que saio de casa e não vejo pelo menos um!


    «já para não dizer que uma parte dos jovens brancos mais valentes morreram na guerra sem deixar descendência ou pelo menos não deixando tanta descendência como teriam deixado se vivessem mais anos.»

    Sem dúvida, se bem que a Europa e os EUA já teriam recuperado se as duas últimas gerações tivessem feito o seu trabalho. A geração silenciosa portou-se bem, mas os seus filhos baby boomers e os seus netos geração x foram uma autêntica desgraça em termos de natalidade. E tudo indica que os millennials e a geração z serão ainda piores. Assim não há milgares. Desde logo porque se a malta cá dentro não tiver filhos, vai ser muito difícil resistir aos argumentos em prol da imigração. Mas sobretudo porque se não tivermos mais filhos não haverá brancos jovens suficientes para se oporem aos imigrantes.

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    1. tambem acho que a desgraça começa com o boomer mas acho que mesmo com natalidade a sabotagem continuaria eles so usam natalidade demografia como um dos pretextos quando não tem largam e vão pra outro

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    2. não adianta ter filhos se serão criado nesse meio pra virar reds maconheiros pvtas o carbono faliu

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    3. Mas os comunistas brancos ainda podem ser recuperados, pelo menos em parte. Vimos isso na Europa de Leste, o domínio soviético vacinou-os contra o marxismo, pelo menos por enquanto.

      Sem filhos é que não há recuperação possível, porque a vantagem demográfica passa para o lado do adversário.

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    4. Vacinou-os contra o marxismo mas não contra o liberalismo que consegue ser bem pior que o marxismo puro no capitulo da "iminvasão" e da podridão dos costumes. Como sabe estou na Polónia (que não é bem Europa de Leste mas é considerado como...) e posso garantir-lhe a com 99% de certeza (o 1% é para o milagre) que está acontecer aqui exactamente a mesma trampa que aconteceu com a faixa mais Ocidental da Europa, apenas a um ritmo diferente e mais tardio. É como estar no meio de 1 "dejá vu" sem conseguir alterar o final da história. Também por isso, por entender o andamento das coisas na chamada "ultima esperança da Europa Branca", estou tão desolado e pouco optimista.

      ass: FdT

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    5. Infelizmente, eu previa e temia que isso acontecesse, caro FdT. O optimismo dos nacionalistas em relação à Europa de Leste sempre me pareceu francamente exagerado, porque eu conheci várias mulheres dessas paragens e a facilidade com que algumas delas dormiam com europeus do Ocidente e até com "jovens" era francamente desconcertante. Até lhe digo mais: em 2014 fiz uma viagem de trabalho para a Alemanha que durou 5 dias. Na última noite, uma checa com quem tinha trocado meia-dúzia de palavras no bar convidou-me explicitamente para "ver a vista magnífica do quarto dela sobre a cidade". Eu tinha reparado que ela tinha uma aliança de casamento e disse-lhe: "Tenho a certeza de que deve ser deslumbrante, mas não me parece correcto acompanhar uma senhora casada ao seu quarto." Ela sorriu e respondeu "Eu não conto a ninguém se tu também não contares"!

      E olhe que ela era nenhum trambolho, caro FdT! É verdade que ela já tinha passado dos 30 anos, mas tinha umas pernas absolutamente impecáveis, era extremamente elegante, vestia-se bme e tinha uma cara de boneca imaculada, sem rugas, sem borbulhas, sem quaisquer marcas!

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    6. "...porque eu conheci várias mulheres dessas paragens e a facilidade com que algumas delas dormiam com europeus do Ocidente e até com "jovens" era francamente desconcertante"

      É verdade, há mesmo muitas mulheres por aqui em relações com estrangeiros de toda a parte, mas isso acontece porque elas são mesmo muito atraentes, digo mais: inacreditavelmente atraentes! e simpáticas ao mesmo tempo. É incrível como é que apesar de todos os povos europeus serem raça branca há uma diferença vincada nos níveis de beleza entre eslavos, germânicos e latinos. No entanto, e apesar de eu ser a favor de que as identidades entre europeus se mantenham, em tempos excepcionais, tempos em que voçe anda nas ruas de Paris, Londres, Roma ou Lisboa e só vê pretos e paquistaneses por todo o lado (uma falsa europa) a mistura entre europeus do oeste e é este é o menos mau. É incomparavelmente pior quando as europeias (eslavas ou não) se misturam com "jovens" e infelizmente mesmo aqui na Polonia vejo cada vez mais casais desse género, o que não é de admirar pois vêm para aqui "estudar" cada vez mais "jovens".

      Mas nem é por causa das escapadelas das mulheres que eu acho que isto aqui nao tem grande futuro demografico, é sobretudo por causa das filhas da grandessissima puta das elites bem pensantes que são tão ou mais xenofilas que as alemãs ou suecas, e 1 dia destes, quando tiver mais tempo e paciencia dou-lhe um exemplo veridico que se passou na minha presença e me fez abrir os olhos para a "ocidentalização" disto tudo.

      em 2014 fiz uma viagem de trabalho para a Alemanha que durou 5 dias. Na última noite, uma checa com quem tinha trocado meia-dúzia de palavras no bar convidou-me explicitamente para "ver a vista magnífica do quarto dela sobre a cidade". Eu tinha reparado que ela tinha uma aliança de casamento e disse-lhe: "Tenho a certeza de que deve ser deslumbrante, mas não me parece correcto acompanhar uma senhora casada ao seu quarto." Ela sorriu e respondeu "Eu não conto a ninguém se tu também não contares"!"

      Ehehehe uma assim tão direta nunca apanhei mas em defesa da honra das eslavas devo dizer-lhe que é bem mais facil arranjar aqui uma esposa atraente que ao mesmo tempo saiba e queira cozinhar e tratar das lides domesticas do que em Portugal, "wife naterial" como dizem nos States. Por outro lado nos centros urbanos vejo cada vez mais jovens mulheres com o cabelo pintado de azul ou verde e tatuagens estupidas o que é um muito mau pressagio. E o pior é que eu acho que estas miudas estão a ficar contaminadas não pelo marxismo propriamente dito mas pelo liberalismo. Senão repare: as avós e as mães delas eram conservadoras até à medula e cresceram num regime comunista, enquanto estas mais jovens são muito mais libertinas debaixo da "democracia liberal".

      ass: FdT

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    7. «nem é por causa das escapadelas das mulheres que eu acho que isto aqui nao tem grande futuro demografico, é sobretudo por causa das filhas da grandessissima puta das elites bem pensantes que são tão ou mais xenofilas»

      Sim, sim, acredito... as elites são as mesmas em todo o lado. Aliás, basta olhar para os "nossos" institutos politécnicos para percebermos isso. Em nome do lucro económico vale tudo. Alguns dos maiores incentivadores da imigração são os empresários e os professores universitários, apesar de parecerem estar em pólos políticos antagónicos. E depois, é claro, certos sectores da sociedade são dominados ou pela visão neomarxista, ou pela visão neoliberal do mundo, sendo que ambas são uma desgraça completa para o futuro das nações.


      «é bem mais facil arranjar aqui uma esposa atraente que ao mesmo tempo saiba e queira cozinhar e tratar das lides domesticas do que em Portugal, "wife naterial" como dizem nos States»

      Disso eu não tenho a menor dúvida. Aliás, isto em aqui em Portugal está de tal forma que me parece que já será mais fácil arranjar uma mulher decente em certas zonas dos EUA do que no interior português. As mulheres portuguesas, em geral, estão absolutamente insuportáveis. Acham cada vez mais que têm direito a tudo, esforçando-se cada vez menos. Nós não temos 70 divórcios por cada 100 casamentos por acaso.


      «Senão repare: as avós e as mães delas eram conservadoras até à medula e cresceram num regime comunista, enquanto estas mais jovens são muito mais libertinas debaixo da "democracia liberal".»

      Muito interessante, sem dúvida. Isso vem dar razão à teoria do Ilo Stabet sobre o liberalismo ser muito pior do que o marxismo em termos de consequências para a sociedade e para a nação. Eu ainda não estou totalmente convencido disso, porque acho que os regimes marxistas só não degeneram os costumes porque não precisam, uma vez que a degeneração é uma estratégia para alcançar o poder e nesses regimes o poder já está nas mãos dos marxistas. Mas onde houver "democracia" e "liberdade", o liberalismo é sem dúvida mais nocivo do que o marxismo. É o caso da Europa Ocidental e, a avaliar pelo relato do caro FdT, começa a ser o caso da Europa de Leste.

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    8. "Disso eu não tenho a menor dúvida. Aliás, isto em aqui em Portugal está de tal forma que me parece que já será mais fácil arranjar uma mulher decente em certas zonas dos EUA do que no interior português. As mulheres portuguesas, em geral, estão absolutamente insuportáveis. Acham cada vez mais que têm direito a tudo, esforçando-se cada vez menos. Nós não temos 70 divórcios por cada 100 casamentos por acaso."

      E como se isso não bastasse uma grande parte devem pouco à beleza e pior: não cuidam do corpo, deixando-se engordar e desleixar prematuramente. ainda por cima andam a deitar-se na cama com escuros. Tenho uma grande consideração pelos homens portugueses que conseguiram arranjar uma mulher portuguesa (como é óbvio nao estou a incluir as matumbinas com passaporte português) que seja ao mesmo tempo: atraente, interessante intelectualmente e tradicional nos costumes, pois é tão difícil encontrar uma assim...sobretudo na minha geração. Do meu circulo de amigos acho que só tenho 1 amigo português que se juntou a uma portuguesa que consegue juntar os 3 atributos acima expostos. E conheci um outro "tuga" que agora já deve ter mais de 40 anos de idade que também desencantou uma bela esposa portuguesa. Ora eu na verdade saí cedo de Portugal mas enquanto aí estive fui completamente menosprezado pelas miúdas portuguesas e só quando saí de Portugal percebi o meu valor. Posso dizer sem falsas modestias que podia arranjar facilmente mulher em qualquer canto do mundo, mas como a "febre amarela" e a "febre da selva" a mim não me afectaram, já que não é uma portuguesa é uma branca de outro país europeu. Pode não ser a coisa mais nacionalista de se fazer, mas decidi que não ia passar 10 ou 20 anos da minha vida a "pão e agua" em Portugal há procura da mulher ideal que se calhar nunca mais ia aparecer, e enquanto isso a ver escuros a passear na rua com portuguesas atraentes (mas estupidas): não obrigado. Basta-me ver essa desgraça nas ferias.

      ass: FdT

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    9. «E como se isso não bastasse uma grande parte devem pouco à beleza e pior: não cuidam do corpo, deixando-se engordar e desleixar prematuramente. »

      Exacto, muitas estão acabadas antes dos 35, cheias de varizes, celulite e banhas, o que é manifestamente muito cedo. Uma mulher que saiba cuidar de si tem condições para chegar aos 40 com um corpo minimamente decente.


      «ainda por cima andam a deitar-se na cama com escuros»

      E se for preciso atiram isso à cara de um gajo, algo que eu pura e simplesmente não compreendo. Que tipo de degenerado quer uma vacória que fode com pretos? Hum... pensando melhor, Portugal está cheio de homens desesperados!


      «Do meu circulo de amigos acho que só tenho 1 amigo português que se juntou a uma portuguesa que consegue juntar os 3 atributos acima expostos. »

      Não é nada fácil, é verdade. A minha namorada é um 8 na escala de 0 a 10. É bonita de cara e decente de corpo, mas tem muita merda na cabeça, apesar de ter crescido em Trás-os-Montes. Infelizmente, eu sou só um 5, pelo que não posso ser demasiado exigente. Durante a faculdade cheguei a namorar com uma rapariga que considerava um 10 (eu nessa altura era um 7), mas era praticamente impossível aturá-la. A concorrência era tanta que ela recebia constantemente atenção de outros gajos e fazia constantemente jogos de ciúmes para me provocar. Eu tinha de estar sempre pronto para me defender, para reagir com calma mas de forma contundente aos seus joguinhos psicológicos. Dou-lhe um exemplo: uma vez fomos ver um Porto-Sporting ao velhinho Estádio das Antas e ela teve o descaramento de passar o tempo todo a fazer olhinhos e sorrisinhos a um tipo de aspecto asqueroso que estava dois assentos ao lado. A certa altura, já farto daquilo, virei-me para ela e disse-lhe, todo sorridente: "Porque é que não vais ate lá e te apresentas? Dá-me a sensação que vocês dois fariam um bom par! Vá, não sejas tímida, olha que quem não arrisca não petisca! Não tens de ser directa, pede-lhe um cigarro, que ele trata do resto!" Como o tempo, fartei-me de a aturar. Era muito bonita, mas demasiado high maintenance, como dizem os nossos amigos américas...


      «Ora eu na verdade saí cedo de Portugal mas enquanto aí estive fui completamente menosprezado pelas miúdas portuguesas e só quando saí de Portugal percebi o meu valor.»

      Como o compreendo, caro FdT! Eu também só comecei a ter sucesso a partir dos meus vinte e tantos.


      «Posso dizer sem falsas modestias que podia arranjar facilmente mulher em qualquer canto do mundo, mas como a "febre amarela" e a "febre da selva" a mim não me afectaram, já que não é uma portuguesa é uma branca de outro país europeu»

      Bom homem! Eu confesso que acho algumas oeste-asiáticas atraentes, mas a maioria tem as ancas demasiado estreitas para meu gosto. Já as africanas é impossível, pura e simplesmente não consigo achá-las atraentes. Acho-as demasiado masculinas, mesmo quando têm um corpo elegante.


      «Pode não ser a coisa mais nacionalista de se fazer, mas decidi que não ia passar 10 ou 20 anos da minha vida a "pão e agua" em Portugal há procura da mulher ideal que se calhar nunca mais ia aparecer, e enquanto isso a ver escuros a passear na rua com portuguesas atraentes (mas estupidas): não obrigado. Basta-me ver essa desgraça nas ferias.»

      Pode crer que eu o compreendo, caro FdT! Eu próprio pensei em sair daqui para fora há uns atrás, mas depois fiquei e agora tenho de me sujeitar. Mas podia ser pior, podia ter-me casado, como fizeram tantos idiotas que conheço e que entretanto se divorciaram! :P

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  5. Todos os factores apontados, exerceram a sua influência. Mas, claramente a subversão comunista é a razão mais próxima.
    As nossas tv's, jornais e escolas são feudo dessa ideologia e empregam milhares de unidades operacionais desse exército subversivo que atua na sombra.
    Uma conferência sobre este tema no vídeo é absolutamente impensável numa qualquer televisão nacional. Não porque os marxistas de serviço não tenham poder de fogo para desacreditar o orador aos olhos da multidão. Mas, a eficácia do controlo total e absoluto da opinião pública passa por bloquear o que põe em causa a narrativa comunista. É assim na China, Coreia do Norte, Cuba, etc. Funciona. Assim se mantêm milhões de pessoas subjugadas e assim se destroem as nações.
    Parece-me que o complexo de culpa que adveio das guerras mundiais só afetam a Alemanha. Não explicam a generalização do fenómeno a todo o mundo branco.

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    1. Eu acho que o efeito ultrapassou largamente a Alemanha, caro Rick. Os vários filmes e documentários que foram feitos sobre as duas grandes guerras -e sobretudo sobre o holocausto- fizeram prevalecer a ideia que o Nacionalismo é uma ideologia má e genocida. A juntar a isso temos o passado colonialista das nações oeste-europeias, que é constantemente usado para reforçar a aversão ao patriotismo.

      Também não acho que seja apenas uma questão de marxismo. É certo que os mé(r)dia são dominados pelo esquerdalho, mas temos de reparar que a direitinha, i.e. os neoliberais, nunca se opuseram a esse discurso. Pelo contrário, o al-Público foi fundado pelo Belmiro da Xoné e a SIC pelo bilderberguer Balsemão, dois capitalistas selvagens. Ou seja, a direitinha incentiva tanto o genocídio branco como o esquerdalho. Aliás, basta olhar para o programa político destes "novos partidos" que foram criados nos últimos dois anos: é só "liberdade" e menos Estado, não há lá nada sobre demografia, natalidade, imigração, combate à corrupção, etc. A única coisa em que os neomarxistas e os neoliberais discordam realmente é na dimensão e alcance de intervenção do Estado. Em tudo o resto são exactamente a mesma coisa!

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    2. A única discórdia é sobre promover o relativismo (moral, racial, cultural) pelo estado ou pelo Mercado. A direita seropositive não tem problemas em destruir o país e o povo português desde que seja feito pela mão de cosmopolitas sem raízes com o objectivo de gerar riqueza e lucro (superficialmente, pelo menos). A meia dúzia que ainda se preocupa com o futuro do país acha que basta impedir que o Estado promova estas coisas directamente - mas insiste em ignorar que a presença do mercado, a nossa participação económica, etc, é muito mais ubíqua do que a presença do Estado e a nossa participação 'pública' (no sentido de estatal). Um exemplo é que a TVI e a SIC têm regularmente muito mais audiências que a RTP - e, em geral, tendem também a ser muito mais "progressistas" do que a própria RTP.

      Eu tenho observado que, em certos aspectos, a RTP ainda promove uma contra-narrativa, nem que seja acidentalmente. Por exemplo, a RTP ainda faz cobertura das várias feiras e festas regionais e locais - que, a bem ou mal, ainda tratam da nossa gastronomia, cultura e música ancestral. Por oposição, sempre que há uma festa promovida pela SIC ou pela TVI (ou pelo Continente) figura o pior da nossa nova cultura, sobretudo em termos 'musicais' - com toda a influência africana de batidas tribais e anti-melódica que agora penetrou na nossa 'música' popular. A RTP também produziu uma das mais bem feitas séries (e mais honestas, curiosamente) sobre o regime Marcelista (Conta-me Como Foi) e faz um serviço enorme ao país ao manter a RTP Memória, que nos mostra como o país era, aquilo que se produzia de entretenimento e que pode, sem dúvida, despertar uma dúvida na cabeça do cidadão comum sobre o caminho que o país está a seguir.

      Também já notei, das poucas vezes que vejo TV, que os anúncios das grandes superfícies comerciais portuguesas promovem as mães solteiras e o interracialismo, por exemplo.

      Todas estas pressões culturais, antes de o Estado se sentir confortável para as colocar pela sua mão e antes de haver partido que as exija com apoio popular, aparecem primeiro pela mão das empresas, preparando o terreno, habituando o cidadão a estas ideias.

      É incrível como a direita ainda é completamente cega a este fenómeno, mas se calhar não me deveria surpreender tanto visto que, de um lado, precisam de manter uma linha 'moderada' para não perder emprego e acabarem persona non grata, e por outro, eu próprio demorei alguns anos a abrir os olhos sobre isto. Pergunto-me quanto mais baixo terá a cultura de descer, quanto mais miscegenado e degenerado o povo, para que acordem para o facto. Certamente que entre catedráticos, por exemplo, que têm tacho para a vida, poderiam falar mais abertamente sem medo - e no entanto, não o fazem, confortáveis na sua abundância e rejeitando o seu dever de dizer a verdade, por mais desconfortável que seja.

      Um abraço,
      Ilo

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    3. Excelente comentário e análise, caro Ilo, como é da sua praxe. Essa observação de que a RTP é menos multicultural do que as privadas SIC e TVI é muito pertinente. Eu confesso que ainda não me tinha apercebido disso (a não ser nas telenovelas), talvez por já praticamente não ver televisão, só aquela a que a patroa me obriga depois do jantar. Mas julgo que é mais por acidente do que outra coisa. Os jornalistas da RTP não são menos globalistas do que os das concorrentes, isso vê-se por exemplo no autêntico nojo que são os programas "Prós e Contras". A questão é que há práticas instituídas nessa organização que vão limitando os estragos. Por exemplo, essa rubrica de ir às feiras e mercados populares é uma herdeira directa de programas como o TV Rural do Eng.º Sousa Veloso.

      Os anúncios da Xoné e da Jerónimo Chulins, bem como todos os das grandes empresas, padecem do mesmo mal: são encomendados a agências de publicidade cujos funcionários foram intensamente formatados na agenda globalista. Se o caro Ilo reparar, os anúncios de empresas como a Galp, a EDP ou a TAP também tresandam a multiculturalidade. Ou seja, o problema começa ainda nas universidades e centros de formação, transbordando depois para o resto da sociedade. É por isso que muitos nacionalistas e conservadores são tentados a culpar apenas o marxismo, porque acham que é tudo uma questão de professores esquerdalhistas. Mas não é! As universidades reflectem as tendências e os financiamentos impostos por uma elite que exerce a sua influência sobre o ensino superior, mas que não está necessariamente no ensino superior: a classe política, a alta finança, as empresas de âmbito internacional, etc. Dou toda a razão ao caro Ilo neste capítulo: se os marxistas são culpados de escrever livros com doutrina anticivilizacional, as empresas são culpadas de a promover activamente, formando e pagando aos doutrinadores.

      Sobre a cegueira da direita, eu tenho a opinião que há dois tipos de direitinhas: (1) os manifestamente hipócritas, que só se importam com a economia e que não querem saber do resto para nada; (2) os ingénuos, que não compreendem que o termo ‘direita’ não inclui necessariamente uma componente conservadora ou tradicionalista. Em relação aos primeiros, não há grande coisa a dizer, são tão inimigos do Ocidente quanto os esquerdalhistas que dizem desprezar. Os segundos, porém, podem ser “recuperados”, porque laboram num erro que tem sido recorrente em Portugal desde a Grande Tragédia Abrilina, que é achar que partidos como o PSD e sobretudo o CDS se importam com a família, a cultura, a tradição e o património de Portugal. Para que esse erro tenha persistido, muito contribuíram os pulhíticos da estirpe de Paulo Portas, que chegaram até a falar contra a imigração durante os anos 90 sem nunca se oporem realmente a ela na Assembleia da República. O sodomita de nariz adunco enganou muita gente com este modus operandi… e não foi caso único. Tudo isto para dizer que a direitinha tem de ser tão denunciada como a esquerda. As pessoas precisam de compreender que ambas são nossas inimigas mortais, porque ambas querem o mundo sem fronteiras e sem identidades.

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