E agora, caros leitores, vamos fazer uma viagem maravilhosa por um recantozinho de Portugal que a esmagadora maioria de vocês certamente desconhece, o Bairro 6 de Maio, nesse magnífico concelho cada vez mais pretoguês que dá pelo nome de Amadora.
Que agradecer ao Filho da Truta (FdT) por mais esta sua contribuição preciosa para o TU: foi ele que nos trouxe estas fotografias cuja beleza é de cortar a respiração! Muito obrigado, caríssimo!
«A pouco mais de cinco quilómetros do centro de Lisboa, onde o turismo avança a velocidades nunca vistas, o Bairro 6 de Maio, no concelho da Amadora, está a definhar.
Estigmatizado durante anos a fio, mitificado ao longo de décadas como "o sítio onde nem a polícia entra", o Bairro 6 de Maio começou a ser desmantelado em 2016, num processo de despejos, realojamentos polémicos, rusgas policiais frequentes e tentativas activistas de travar o inevitável. Um processo que se arrasta e que tem servido para enfatizar ainda mais os problemas de uma comunidade na sua maioria composta por cabo-verdianos que decidiram tentar uma vida nova em Portugal no pós-Ultramar, entre o final dos anos 70 e início de 80. Um gueto às portas de Lisboa, onde mais do que viver, todos tentam sobreviver. Alguns da única forma que sabem, à margem da lei.»
É sempre a mesma conversa de merda por parte dos mé(r)dia: "da única forma que sabem", como se o analfabetismo fosse desculpa válida para se ser um criminoso. Enfim... sem mais demora, vamos então até o Bairro 6 de Maio. Não se esqueçam que estas fotografias foram todas tiradas em Portugal!

“G” (nome fictício), faz uma vigia no bairro com a sua caçadeira, na expectativa da chegada de membros de gangues rivais.
Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
Mulher caminha no Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018. Este bairro degradado situa-se a cerca de cinco quilómetros do centro da capital. Construído ilegalmente nos anos 70 por imigrantes Cabo-verdianos e guineenses é, actualmente, um foco de problemas sociais e criminalidade, tráfico de drogas, armas e prostituição.
Carlon, 35 anos, barbeiro, atende um cliente. Natural de Cabo Verde, imigrou aos dois anos de idade com os seus pais, há 18 anos que é o barbeiro do bairro. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
Homem (não identificado), no interior da sua casa empunha uma arma de fogo. A posse de armas ilegais é comum entre os membros dos gangs do bairro. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
Homens praticam exercício numa casa que tinha sido demolida pela Câmara Municipal e posteriormente reconstruída pelos residentes. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
Dois homens lutam junto a uma casa demolida. Ambos são “snipers”, vigias das entradas do bairro que alertam os traficantes para a aproximação de forças policiais e membros de gangues rivais. A luta foi desencadeada porque um dos “snipers” falhou na sua missão. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
Alex (nome fictício) segura na mão uma catana num dos becos do bairro. Uma arma branca que o seu pai trouxe para Portugal quando emigrou no período pós-colonial. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
Elvis (nome fictício) mostra uma cicatriz abdominal resultante de um ferimento causado por uma bala perdida durante uma luta com um gangue rival. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
Carlos (nome fictício) treina o seu cão “Pitt-Bull” para atacar em frente à sua casa. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
Elvis (nome fictício) mostra uma cicatriz abdominal resultante de um ferimento causado por uma bala perdida durante uma luta com um gangue rival. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
Carlos (nome fictício) treina o seu cão “Pitt-Bull” para atacar em frente à sua casa. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
Traficante trata plantas de canábis numa estufa ilegal. Bairro 6 de Maio, Amadora, Lisboa, 2018.
Boss G (nome fictício), com uma máscara para ocultar a identidade, mostra as suas jóias de ouro num beco do bairro. Aos 15 anos foi integrado numa casa de correcção juvenil, aos 18 sentenciado a uma pena de prisão por “car-jacking” e aos 25 anos voltou a cumprir pena por assalto a uma joalharia.
Traficante de droga (não identificado) prepara doses para venda, junto a uma imagem de Nossa Senhora de Fátima. Os traficantes acreditam na sua protecção para o negócio.
Toxicodependentes consomem crack numa das habitações devolutas do bairro.
Patrulha da Polícia de Segurança Pública.
Fátima (à esquerda), 20 anos, dependente de crack, junto a Joana (à direita - nome fictício), também toxicodependente, "mulher" trans. Ambas trabalhadoras sexuais.
Toxicodependentes consomem crack numa das habitações devolutas do bairro.
Patrulha da Polícia de Segurança Pública.
Fátima (à esquerda), 20 anos, dependente de crack, junto a Joana (à direita - nome fictício), também toxicodependente, "mulher" trans. Ambas trabalhadoras sexuais.
Wilson, 24 anos, treina boxe diariamente num ginásio instalado numa casa demolida e posteriormente reconstruída pelos residentes. Sonha em ser pugilista profissional.
Drogas, balança de precisão, arma automática, munições e notas de euros no chão de uma das casas do bairro.
Uma mulher penteia uma jovem e outra alimenta de biberão um bebé. O quotidiano das famílias no bairro.
Esta rua é um autêntico supermercado de estupefacientes, onde os traficantes se juntam para fazer negócio com os residentes e consumidores externos.
Rute (à esquerda - nome fictício) e Dany(à direita - nome fictício) acariciam Tivon (nome fictício) numa festa no bairro. Tivon, um dos criminosos mais respeitados do bairro, já foi condenado a penas de prisão mais de quatro vezes, por roubos à mão armada e assaltos a habitações.
Rute (à esquerda - nome fictício) e Dany(à direita - nome fictício) acariciam Tivon (nome fictício) numa festa no bairro. Tivon, um dos criminosos mais respeitados do bairro, já foi condenado a penas de prisão mais de quatro vezes, por roubos à mão armada e assaltos a habitações.
Jogo de poker a dinheiro entre habitantes durante a noite.
Homens e mulheres divertem-se numa festa.
Casas demolidas no bairro, a Câmara Municipal da Amadora alega que as famílias desalojadas aderiram a programas de apoio ao auto-alojamento.
Então, gostaram, caros leitores? Não é inspirador ver como estes imigrantes cabo-verdianos vieram fazer o que nós, portugueses preguiçosos, já não queremos fazer? E não é reconfortante ver como os nossos impostos estão a ser usados para financiar estas... hum... "famílias"? É não, é?... Porque "os melhores são os que partem", como diz o Daniel (l)Oliveira! Não se esqueçam de continuar a votar massivamente no PS/PSD/CDS/CDU/BE/PAN, que é para vermos se os bairros 6 de Maio se multiplicam um pouco por todo o país! 😜






















Se me dissessem que isto era o subúrbio do Makukulongo, eu acreditava!
ResponderEliminarOs criminosos deviam ser imediatamente repatriados. E para os outros devia existir um programa para ajudá-los a voltar à sua terra -- era o dinheiro mais bem gasto do orçamento de estado. (Stonefield)
Concordo plenamente, caro Stonefield. E devo confessar que fiquei chocado com estas imagens. Todos nós, nacionalistas, temos pelo menos uma vaga ideia de que esta realidade existe, mas ver estas fotografias é um abrir de olhos brutal. Parece Mogadíscio, mas é ali mesmo, logo ao lado de Lisboa.
EliminarO pior é que não somos só nós que temos ideia desta realidade - todos os lisboetas que não tenham um défice de aprendizagem sabem perfeitamente que isto existe, é simplesmente impossível ignorar. Não porque já lá tenham estado, mas porque têm de lidar com as pessoas que lá vivem que são identificáveis. Pretos com um ar absolutamente assustador, que se pode ver que não teriam qualquer problema em meter-nos uma bala entre os olhos. Em que outro sítio poderão "pessoas" destas viver? Em sítios assim. Mas o normie não tira as conclusões - enquanto estiver longe, enquanto só me tiver de cruzar de vez em quando, não faz mal. Não conseguem, ou não querem, ver o que realmente é: o futuro de Portugal se nada for feito.
EliminarNoutra nota, estava a falar com a minha mãe sobre estes assuntos e a dizer-lhe para votar PNR, e percebi uma coisa que suspeitava mas que confirmei: na cabeça das pessoas normais, como a minha mãe, o PNR vai ser sempre o partido dos skinheads e dos nazis. Por mais tentativas de lavar a face, parece-me que nunca se vai descolar desse rótulo. E digo isto porque, pouco depois, disse-me que ponderava votar no Chega - não por aquilo em que difere do PNR, mas por aquilo que PNR defende há anos. Mas no PNR, nunca, porque são skinheads. Eu tentei explicar-lhe que eles cortaram relações com gente dessa, mas sem sucesso. Sem que um homem extremamente carismático apareça para liderar o partido, não me parece que os normies alguma vez consigam superar o seu preconceito (o que não deixa de ser irónico, visto que na cabeça deles é o PNR que é baseado em preconceitos). Enfim, é anedoctico, mas penso ser representativo do sentimento geral.
Um abraço,
Ilo
«Pretos com um ar absolutamente assustador, que se pode ver que não teriam qualquer problema em meter-nos uma bala entre os olhos.»
EliminarE eu esqueci-me de mencionar uma coisa importante na posta, os cabo-verdianos são os pretos que têm o maior QI entre os povos das nossas ex-colónias. Agora imagine-se o que poderá acontecer quando tivermos guetos de "jovens" de outras paragens!...
«Mas o normie não tira as conclusões - enquanto estiver longe, enquanto só me tiver de cruzar de vez em quando, não faz mal. Não conseguem, ou não querem, ver o que realmente é: o futuro de Portugal se nada for feito.»
Mesmo entre as pessoas com um QI de dois dígitos, persiste a ilusão de que é tudo uma questão de educação e acesso à riqueza. É uma narrativa utópica de génese marxista, mas os próprios direitinhas papagueiam-na como se fosse verdade, às vezes até como se fosse ciência. Mas já temos vários precedentes: Detroit, Baltimore, Cleveland e agora Londres e Paris... lugares onde a criminalidade alógena começa num ou dois cantos da cidade e depois alastra ao resto do território. Mas quando isso acontece, os direitinhas e os esquerdistas caviar são os primeiros a fugir, como ratos a abandonar o navio. Quem tem dinheiro pode sempre ir viver para outro lado... até ao dia em que deixa de haver lados para onde fugir!
«na cabeça das pessoas normais, como a minha mãe, o PNR vai ser sempre o partido dos skinheads e dos nazis. Por mais tentativas de lavar a face, parece-me que nunca se vai descolar desse rótulo.»
Muito obrigado por esse seu testemunho, caro Ilo, ele vem ao encontro de tudo o que tenho vivenciado ao longo dos últimos anos. As pessoas em geral não têm apenas desconfiança, têm PAVOR ao PNR. O cidadão comum associa o PNR ao Mário Machado e à criminalidade skinhead. E mesmo quando as pessoas tiveram experiências desagradáveis com "jovens" ou que concordam que a moralidade nacional está demasiado degradada, elas não consentem em dar uma oportunidade ao PNR... porque têm medo. Tenho pessoas na minha própria família que não acreditam que eu voto no PNR, por mais vezes que lho jure. Acham que eu falo mal dos "jovens" mas, na hora de votar, "tenho juízo" e não deposito o meu voto em "nazis fascistas”.
Os nacionalistas precisam de meter isto nas suas cabeças de uma vez por todas: a violência tem um estigma que perdura durante muito tempo. Uma vez manchada a nossa reputação política, são precisos muitos anos -e por vezes muitas tragédias- para que possamos recuperar a confiança das outras pessoas. Eu não censuro as pessoas por terem medo do PNR. Censuro os nacionalistas que acham que o nacional-socialismo e a delinquência a ele associada podem ser conciliados com a conquista do poder no Ocidente actual.
mas eles mentem sobre bolsonaro le pen a midia é red pode ser o partido mais vendido do mundo sempre vai ser nazi
EliminarAté nesta fotos se pode ver, que as brancas são as que fazem mais figuras humilhantes (e parecem disfrutar)
ResponderEliminarRaquel
Excelente observação, cara Raquel. Algumas pessoas dirão que não podemos generalizar a partir do comportamento de duas prostitutas, mas o descaramento com que elas se apresentam seria duramente condenado em muitos países. No Ocidente, pelo contrário, nem sequer merece reprovação social...
EliminarSim, ao menos as duas pretas que aparecem estão a tratar dos filhos, já as brancas...
EliminarAcho que o descaramento delas em África também seria condenado, eles apenas se aproveitam do que lhes é dado de bandeja.
Não tenho tirado nota para o seu registo, mas acho que 80% dos casais que vejo na rua é branca+preto. Como mulher acho de um degredo total as ideias que são incutidas na cabeça das mulheres hoje em dia.
Raquel
no leste traem menos justo por que usam veus mas no oeste essas são endeusadas elas tem um aspecto meio mestiço lembram a anita
EliminarRaquel disse...
Eliminar«ao menos as duas pretas que aparecem estão a tratar dos filhos, já as brancas...»
É isso, as pretas são cognitivamente menos capacitadas (em média), mas parecem ter pelo menos uma noção dos valores que devem reger a vida familiar. Já as brancas, que são geralmente mais inteligentes (mais uma vez, em média), não conseguem usar os neurónios para perceber que a "vida" que estão a levar só pode acabar em desgraça.
«Não tenho tirado nota para o seu registo, mas acho que 80% dos casais que vejo na rua é branca+preto.»
Eu também tenho essa ideia, mas circula nos meios nacionalistas o mito de que as mulheres são mais fiéis à raça do que os homens. Ora, isto é simples estatística, teoria da amostragem: se as mulheres fossem mesmo mais fiéis à raça do que os homens, então veríamos mais casais do tipo homem branco + mulher preta do que o contrário. Mas não é isso que vemos nas nossas ruas, centros comerciais, escolas e universidades. Os casais mistos são quase sempre do tipo mulher branca + homem preto. Foi por isso mesmo que eu comecei a fazer a estatística. E não posso passar deste fim-de-semana sem a actualizar novamente, porque ela é demasiado importante para eu desistir...
«Como mulher acho de um degredo total as ideias que são incutidas na cabeça das mulheres hoje em dia.»
E eu, como homem, só posso dizer-lhe: muitos parabéns, o seu futuro marido tem muita sorte. É raríssimo encontrarmos mulheres com a cabeça no sítio hoje em dia, mesmo nas igrejas e meios conservadores. Eu por mim falo, tive de me contactar com uma pseudoconservadora liberal, porque não consegui arranjar melhor. As boas moças casam cedo e eu esperei até muito tarde para assentar, já ia a meio dos 30 quando aconteceu. Agoro corro o risco de ela acabar por transmitir muitas ideias tóxicas às nossas filhas...
Não disponho de muito tempo agora para me alongar, mas em relação à estatística:
EliminarNunca vi um casal chinês+preto/a ou indiano+preto/a, só os brancos são burros o suficiente a isso, e como já disse, acho que sobretudo as mulheres (moro no Algarve, há imensos turistas e nem mesmo assim. Blablabla não podemos generalizar, pois não, mas se não podermos deduzir conclusões acerca do que nos rodeia/vemos é que não vamos mesmo a lado nenhum). Talvez pela falsa fama que dão aos 'africanos', ou simplesmente porque as mulheres ainda são as principais educadoras, cada vez mais com ideiais feministas e a educar a sua prol exactamente dentro dessa mesma mentalidade; logo, os homens são menos másculos por educação (valores transmitidos, mães solteiras, progressistas, familias de baixa educação, etc), mas a biologia faz-nos ser mais atraídas por homens-viris (os pretos da imagem ao menos têm o corpo trabalhado, não são obsesos ou hiper delicados (ver foto 4 - https://observador.pt/2019/03/10/modalisboa-o-desfile-de-acessorios-essenciais-no-ultima-dia-de-street-style/#) - ou seja, a nova geração é educada para ser homem-feminista, mas nenhuma mulher quer verdadeiramente um homem desses, um soy-boy. É uma estratégia de auto-destruição levada a cabo pelas mulheres, que facilmente depois se sujeitam a um preto ou se convertem às maravilhosas leis do Islão.
(Espero que tenha sucesso na educação das suas filhas, é vital haver uma boa referência masculina na vida de uma mulher e que seja persuasivo q.b. com a sua mulher para conseguir levar a água ao seu moínho, como diz.
Na parte que me toca, obrigada :)
Raquel
" ou seja, a nova geração é educada para ser homem-feminista, mas nenhuma mulher quer verdadeiramente um homem desses, um soy-boy. É uma estratégia de auto-destruição levada a cabo pelas mulheres, que facilmente depois se sujeitam a um preto ou se convertem às maravilhosas leis do Islão" Li em algum lado que as feministas preferem homens sexistas. O homem branco esta cada vez mais afeminado, fruto de vários factores, mas o objectivo é mesmo esse. Um país de submissos e cornos mansos é mais facilmente controlado, para além de que haverá uma maior simpatia da população por um controlo estadual maior (homens afeminados nao se conseguem defender, por isso procuram a protecção do Estado). Não podemos esquecer tambem a influencia de hollywood na mentalidade de muita gente e na forma como eles passam a imagem dos homens e mulheres.
EliminarBruno D.
"Li em algum lado que as feministas preferem homens sexistas."
EliminarUma das mais ativas feministas do Brasil era a Sarah Winter, que entretanto se curou, virou cristã e está noiva de um militar ultra-conservador. Há mais exemplos, mas esta é a que mais me marcou.
O homem branco está a ser substituido pelo Estado, as feministas não querem o patriarcado, mas querem intervenção governamental para as regir em tudo - a Camille Paglia fala muito nisto, primeiro eram controladas pelos pais, depois maridos, agora lutam para ser controladas pelo patrão/Estado.
Analisando bem, é uma mentalidade que está presente em tudo e nem damos por isso, Hollywood et al.
Raquel
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
ResponderEliminarAnónimo 15 de março de 2019 às 14:54
EliminarEste comentário foi eliminado por dois motivos: (1) não foi assinado; (2) remete para o blogue de um grandessíssimo filho da puta que tentou acabar com o TU. Não me voltem a trazer links desse blogue. Eu não publicarei nenhum!
afonso não era o blog em si mas a imagem postada la sobre franceses com aspas na indochina roubaram e depois a midia red coloca franceses etnicos
Eliminaracho que o conteudo é mais importante do que de onde saiu basta salvar a imagem e postar como se fosse do seu blog que nem vai aparecer nada dali no link
Eliminaracho que nem no filme elisivm vi algo assim por que los angeles claro edita então todos aqueles diversos em elisivm são tudo gente honesta como a sobrinha da sonia braga alice que so querem a maquina de cura e nada mais a alice ate tenta ajudar em orbita hehe
ResponderEliminar8gn8g315de disse...
Eliminar«no leste traem menos justo por que usam veus mas no oeste essas são endeusadas elas tem um aspecto meio mestiço lembram a anita»
Também pensei nisso, sobretudo a tipa da direita. Mas com a cara de lado é difícil termos a certeza. Uma coisa é certa: eu não tocava nestas mulheres nem que fossem as últimas deste planeta e cagassem barras de ouro!
É uma verdadeira desgraça, malditos aqueles que abriram as fronteiras de Portugal aos palop e aos brasileiros.
ResponderEliminarVão ficar na história como os maiores traidores de sempre ao país e à Europa.
ass Fuas Roupinho
Para ficarem assim na história é preciso que gente como nós ganhe esta guerra não declarada o que parece ser cada vez mais improvavel. Se os traidores e os invasores ganharem nem história vai haver.
EliminarAss:FdT
Muito interessante!...
ResponderEliminarTou a ver que tens alguns "conects"...
Deus me livre! Isto foi-me trazido aqui por um leitor e eu nem queria acreditar que temos isto aqui no rectângulo!
EliminarAfonso e repara no novo filme português a estrear esta semana, o herói escurinho, contra os policias brancos portugueses malvados e a branca loira que fica com ele
ResponderEliminarhttps://www.youtube.com/watch?v=TdTQ7Dh4jCs
A narrativa nunca muda é sempre isto, estão mesmo apostados em acabar com os portugueses brancos.
ass Fuas Roupinho
Me mostre um lugar em que europeus tenham imigrado e tenham criado um bairro desse jeito? Feiura, sujeira, é a expressão da "juventude". Você não deve crer em reencarnação, né Afonso? Mas pense.. e se for verdade, e se você reencarnar e acabar num lugar desses, tudo porque alguns tem mudado a ordem social e possibilitado aos "jovens" viverem e se reproduzirem mais que o natural deles.
ResponderEliminarEna que antro de escória que anda por aqui. Tresanda a mofo...
ResponderEliminarTêm saudades do Oliveira? Juntem-se a ele filhotes. Sou uma pessoa pacífica, mas sinceramente, ao ler o monte de merda que se escreve por aqui dá mesmo vontade de usar os mesmos métodos que o vosso herói usava, era tudo para o campo pequeno (sim, felizmente, vocês e os vossos congéneres cabem lá todos) e largar uns quantos Touros, daqueles a sério, Grandes e Negros!
Ou ainda melhor, dar umas quantas granadas a alguns dos nossos irmãos Afro-Lusitanos, e deixa-los entrar no Campo Pequeno para assistir ao massacre. Estilo Massacre de Wiriyamu ao contrario. Eles a ver os touros a enrabar fachos e mandar uma granada de vez em quando, como quem atira cascas de amendoins. Foda-se que lindo!
O Salazar gostava tanto de pretos como tu, seu comunista ignorante! Guarda mas é as tuas fanatasias eróticas para os festivais LGBT em que participas!
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