sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Um "jovem" ambicioso que quer vencer os Prémios Darwin!


 Aqui fica mais uma história gira protagonizada por um "ser humano como nós"...
«O vídeo de um "jovem" a circular na parte de fora de um comboio em andamento, na linha de Sintra, agarrado a uma das carruagens, está a causar perplexidade nas redes sociais. 
 "Dá cá um beijo, dá cá, dá cá..."

O perigoso momento foi filmado pelo próprio protagonista enquanto viajava em direcção à estação do Oriente, em Lisboa. As imagens foram publicadas numa página de 'entretenimento' na rede social Facebook durante esta terça-feira [29-01-2019]


Desconhece-se, no entanto, a data em que terão sido captadas. Nas imagens, o jovem começa por dizer: "não quero a escola, não quero nada", acabando por concluir que a "está muito rápido", referindo-se à velocidade de circulação do comboio da CP. »

Para aqueles que eventualmente possam estar surpreendidos com a "ousadia" deste "jovem", relembro mais uma vez o QI médio dos países da CPLP:
  • Brasil: 87 pontos (fonte)
  • Cabo Verde: 76 pontos (fonte)
  • Angola: 68 pontos (fonte)
  • Guiné-Bissau: 67 pontos (fonte)
  • São Tomé e Príncipe: 67 pontos (fonte)
  • Moçambique: 64 pontos (fonte)
  • Guiné Equatorial: 59 pontos (fonte)

Para interpretar devidamente os números acima, convém termos presente o seguinte:
  • O QI médio dos portugueses andará na casa dos 95 pontos (dados de 2002 e 2006, fonte)
  • Nos anos 80, o QI médio dos portugueses rondava os 100 pontos (média dos países ocidentais)
  • Reparem que isto significa que os portugueses perderam 5 pontos de QI em apenas 20 anos! (porque será?)
  • Um QI abaixo de 70 é considerado atraso mental (comparem com o QI médio das nossas ex-colónias)
  • Segundo o Prof. Jordan Peterson, o exército norte-americano não aceita recrutas com um QI abaixo dos 83 pontos (oficialmente aceita, mas na prática não, porque o seu teste vocacional inclui uma componente de inteligência). Notem bem no que isto significa: a esmagadora maioria dos habitantes das nossas ex-colónias não poderia sequer servir no exército norte-americano!

Mas pronto, continuemos a apostar na imigração como "forma de resolvermos os nossos problemas demográficos!" O que poderá correr mal?...

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