quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

A (in)justiça social chegou finalmente às ciências exactas!


     Uma das minhas youtubers favoritas é a Doutora Janice Fiamengo, anti-feminista convicta (tal como eu) e muito eloquente que é também professora na Universidade de Otava, no Canadá. Há já muito tempo que a sigo no canal Studio Brule, que recomendo vivamente aos leitores do TU.

Este é, na minha modesta opinião, o melhor vídeo que ela já fez. E olhem que ela já fez muitos e bons! Trata-se da denúncia de uma situação absolutamente assustadora, mas que eu e outros nacionalistas tínhamos previsto como inevitável: a (in)justiça social já chegou à física, tanto nas escolas secundárias, como nas universidades e até entre as organizações científicas de topo como o CERN.

"Como é que isso é possível?" - Perguntará o caro(a) leitor(a). A física de Galileu, de Newton, de Einstein?! A física que trata de observações, medições, grandezas escalares e vectoriais, deduções lógicas e equações matemáticas precisas?! Como pode a (in)justiça social ter conseguido penetrar num meio tão rigoroso?!?! É simples, caros leitores: os alunos de física dos EUA e do Canadá estão a ser obrigados a assistir a palestras e aulas de (in)justiça social como parte dos seus currículos académicos! E os cientistas europeus e norte-americanos estão a ser obrigados a fazer declarações públicas e a assinar documentos que atestam a sua "isenção ideológica" (i.e. a sua submissão) para com a ideologia de "género"...

O vídeo não tem legendas em português, mas tentem ver mesmo assim: é um dos vídeos mais importantes -e repito, mais assustadores- que eu já publiquei aqui no TU!

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