sábado, 28 de julho de 2018

Paul Joseph Watson: «São Francisco é uma merda!»
(com legendas)


     Em rigor, o Sr. Watson disse "shithole", que é calão para "retrete" ou para um local nauseabundo, mas vai dar ao mesmo: merda, literalmente merda! "Como assim, literalmente?" - perguntarão vocês. É simples, caros amigos, há cada vez mais MERDA, cocó, fezes, excrementos, caca, dejectos, estercos, trampas, enfim, o substantivo que vocês preferirem nas ruas de São Francisco! Porque será? Vocês até já estão a adivinhar, mas o Paulo das InfoWars confirma...

O vídeo tem um pequeno erro de tradução por volta dos 1m20s: 20 libras (unidade de massa) equivale a cerca de 9 quilos e não a apenas 9 gramas.

6 comentários:

Pedro disse...

Commiefórnia é o Brasil dos EUA. Este estado precisa do terremoto Big One.

Afonso de Portugal disse...

Um nojo de Estado, a começar por (((Hollywood)))! Seria bom que declarasse a indenpendência e se separasse do resto dos EUA, mas já sabemos que isso é impossível...

Anónimo disse...

Veja esta noticia Afonso, os "turistas" brasileiros (escumalha das favelas -favela mental, com aquele complexo de inferioridade mestiço) a virem comentar sobre os monumentos portugueses:

http://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/a-ribeira-do-porto-e-um-favelao-horrivel-os-comentarios-mais-insolitos-sobre-os-icones-nacionais?ref=HP_TickerCMAoMinuto

O melhor mesmo é os nossos aeroportos fecharem para toda essa gente de outros continentes.

assind
Fuas Roupinho

Afonso de Portugal disse...

Muito obrigado, caro Fuas Roupinho! É mais um testemunho bem ilustrativo daquilo que é realmente o "povo irmão"! Prometo publicá-la nos próximos dias...

Anónimo disse...

Afonso, penso que não é aquilo "que é realmente o povo irmão", mas no que ele foi transformado. Na história política do Brasil, os militares sempre estiveram atuantes contra a invasão comunista. Detiveram três intentonas comunistas (anos 20, 40 e 60). E por isso o Brasil naqueles tempos não era o lixo ocidental que é hoje (havia esperança do Brasil alcançar os países desenvolvidos). Infelizmente, os militares fraquejaram após a tal "redemocratização" (1984) e não intervieram no início dos anos 90, quando claramente os comunistas (através do Foro de São Paulo, enlamearam de vez a vida pública, social, econômica, intelectual, educacional e moral do Brasil). É realmente triste, o que os cidadãos de bem e honrados vivem há 40 anos no Brasil, mas é a realidade de um plano sórdido e demoníaco muito bem arquitetado pelos "vermelhinhos" de raiva, que semearam Antonio Gramsci pelo país afora.

Rezo, para que Portugal não caia no nível do Brasil, pelo contrário, que Portugal se erga das décadas de governos socialistas/sociais-democratas. Veja para onde está indo a Suécia, Holanda e Bélgica, esta, por exemplo, é a mais muçulmana das nações Europeias e a continuar assim, em duas décadas, estará fadada a cair no obscurantismo e atraso islâmico. Portanto, entendo que, apesar de teres razão na avaliação do Brasil, denunciar os socialistas/comunistas pelo estrago que fizeram seria mais apropriado, inclusive, isso daria mais ênfase e clareza no combate ao socialismo/comunismo aí em Portugal.

Fica a minha sugestão.

Eduardo - Brasil

Afonso de Portugal disse...

Bem lembrado, caro Eduardo! E que fique bem claro que eu não desprezo os brasileiros por inteiro, apenas aqueles que odeiam Portugal. Há muita gente de valor no Brasil, conheço brasileiros que estão entre os melhores profissionais que conheci em todo o mundo.

Infelizmente, esses parecem ser a excepção e não a regra. A qualidade média do brasileiro é fraca, tal como cada vez mais a qualidade do português médio, em grande parte devido à tragédia da miscigenação, mas sobretudo pelos fenómenos marxizantes que o caro Eduardo mencionou. Portugal vai pelo mesmo caminho, receio bem. Só nos últimos 20 anos, o QI dos portugueses já caiu de 100 para 95 pontos, apesar de haver cada vez mais pessoas com um diploma universitário. Já haverá 1,5 milhões de alógenos em Portugal, entre imigrantes de primeira e segunda geração. Juntando os de terceira, chegaremos provavelmente aos 2 milhões, sendo que a tendência é para esta proporção se agravar rapidamente nas próximas duas gerações, uma vez que os portugueses brancos estão a ter muitos poucos filhos, a imigração não pára e os portugueses mais qualificados estão a trocar Portugal por outros países.