quinta-feira, 5 de abril de 2018

O Fuçaslivro está cada vez mais ao serviço dos globalistas!


    Diz aqui que «o Fuçaslivro concedeu poderes especiais ao governo sueco para sinalizar "contas falsas" durante a campanha para as eleições gerais suecas que se realizarão durante o próximo mês de Setembro. As contas sinalizadas serão posteriormente apagadas pelos operadores do Fuçaslivro, com uma prioridade mais alta do que outras contas, i.e. as contas sinalizadas serão apagadas primeiro.»

Futura bandeira da Suécia do Suequistão, a adoptar nas próximas décadas.


De acordo com o jornal Expressen, todos os grandes partidos suecos que irão participar no sufrágio de Setembro vão colaborar neste processo de identificação de "contas falsas", invocando a necessidade de "combater a desinformação".»

Recordo aos caros leitores do TU que o grupo de eurocanalhas não-eleitos que dá pelo nome de Comissão Europeia está a planear um ataque sem precedentes às redes sociais, que acusam de espalhar "desinformação" eurocéptica e de "subverter a democracia". Sim, estes grandessíssimos filhos da puta sem um pingo de vergonha no focinho continuam a acusar os seus opositores de fazer exactamente aquilo que eles fazem!

Contra esta autêntica corja de mafiosos, só o Nacionalismo se levanta. É por isso que só o Nacionalismo é solução!!!

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Leitura complementar:

3 comentários:

Anónimo disse...

Meu caro, se me permite vou relatar aqui mais uma daquelas histórias da vida real que se passou comigo mesmo neste Domingo de Pascoa (bem sei que foi a 1 de Abril mas é mesmo verdade).

Passei então o referido dia numa aldeia do interior norte de Portugal com uma parte da minha família. Diga-se de passagem que todos esses familiares são votantes do BE, PS ou PSD (já vai perceber porque é que isto é relevante).

Após o delicioso almoço decidimos ir ao café da Aldeia beber qualquer coisa... Chegados ao estabelecimento eu e mais 3 membros masculinos da família decidimos jogar bilhar enquanto as senhoras ficaram na mesa a conversar. Estava até a ser uma tarde muito agradável e familiar, quando de repente e para meu espanto entram no café nada mais nada menos que 7 indivíduos todos diversamente muito morenos e parecidos, na casa dos 20 anos de idade, e com bastante mau aspecto. À primeira vista até pensei que eram ciganos mas mal passam por mim ouvi-os a falar árabe ou qualquer coisa parecida. Percebi então que eventualmente estaria na presença daquelas "crianças refugiadas" de 20 e tal anos de idade que o prof.Marcelo vai buscar à Grécia. Não sei de onde é que eles são, mas pela língua e pelo aspecto físico deveriam ser Iraquianos, ou Sírios ou do Norte de África.

Os indivíduos num primeiro momento ficaram em pé com os olhos fixados na mesa de bilhar como quem diz "viemos aqui jogar e estes nativos estão nos a ocupar a mesa..." 1 dos meus familiares do sexo masculino que estava a jogar comigo comentou logo baixinho e entre dentes "o ambiente está a ficar pesado..." e esta frase deixou-me chocado! então um orgulhoso votante das esquerdas em vez de dizer "Eina! olha para estes belos jovens que vieram dinamizar a economia local! vamos já meter conversa no sentido de ter experiências inter-culturais vibrantes!" em vez disso o preconceituoso achou que o ambiente estava a ficar PESADO :D

Resignados os alogenos sentaram-se numa mesa ao lado e passado 2 minutos tinham a mesa repleta de cervejas!! o Allah na Pascoa deve estar a dormir! Como é óbvio nós não podíamos dar parte fraca e fugir dali a 7 pés com o jogo a meio, então continuamos a jogar mas a cada minuto que passava a tensão aumentava...ainda por cima eles estavam mesmo ao lado da mesa onde estava a minha companheira e restantes mulheres da família, e não havia quase mais ninguém no café...estava a ver que com o andar da hora e das cervejas os jovens podiam dar ar de sua graça e lá tinha eu que dar com o taco no focinho de alguém (o que provavelmente ia acabar mal para o meu lado...)

Finalmente a bola preta lá entrou no buraco (estava difícil) e fomos embora. Claro está que já no exterior do café tive que me afastar um bocado da restante família para não ter que lhes gritar aos ouvidos "estão a ver a malta que os vossos partidos querem usar para "rejuvenescer" o interior? mas a presença destes gajos não altera em nada o nosso estilo de vida! que ideia!"

Diga-se de passagem que nesta aldeia relativamente isolada acho que nem há posto da GNR pelo que eu, os meus familiares e a envelhecida população daquela freguesia estão completamente à mercê da boa ou má disposição deste tipo de Indivíduos...e é este o Estado da Nação, e particularmente do Interior do país, que muitos Nacionalistas românticos viam como "o refugio das metrópoles cosmopolitas"...

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

Caro FdT, embora essa sua história não me surpreenda totalmente, devo dizer-lhe que, ao lê-la, não consegui deixar de ficar arrepiado! Eu já vi muitos "jovens" em pequenas localidades e aldeias do interior português, mas nunca nessa quantidade tão... hum... vibrante! Nas cidades sim, vi muitos grupos de "jovens" na Guarda, em Viseu, em Vila Real, em Bragança... mas nas aldeias nunca vi mais de dois "jovens" juntos!

Obrigado por partilhar... vou até fazer uma posta a reproduzir este seu valiosíssimo relato, porque acho que esse episódio que o caro FdT viveu é demasiado importante para ficar confinado às caixas de comentários.


«e é este o Estado da Nação, e particularmente do Interior do país, que muitos Nacionalistas românticos viam como "o refugio das metrópoles cosmopolitas"...»

Eu próprio demorei alguns anos a perceber isso: embora o litoral esteja pior em termos absolutos, o interior está pior em termos relativos! 10 mil "jovens" no Porto fazem muito menos estrago do que mil jovens em Bragança, por vários motivos:

▪ A população do interior está muito mais envelhecida do que do litoral, pelo que é mais fácil aos "jovens" impor a sua presença nas ruas e até em certos espaços recreativos. Uma das piores experiências que tive foi entrar numa discoteca em Braga em 2006 e ver cerca de uma dúzia de "jovens" na pista de dança, a maioria deles a dançar com uma branca.

▪ O rácio mulheres/homens é geralmente mais elevado no interior, pelo que é mais fácil aos "jovens" namorarem com brancas, casarem e terem mestiços filhos delas.

▪ Como os "jovens" no interior tendem a ser um pouco mais abastados do que os "jovens" nos centros urbanos do litoral, por serem geralmente estudantes, agentes da polícia ou funcionários públicos, as populações do interior não compreendem o enorme risco que estas populações representam a longo prazo. Por exemplo, na Grande Lisboa e no Grande Porto, já aprendemos de forma dolorosa que, mesmo que um casal de "jovens" seja ordeiro e cumpridor, nada garante que os seus filhos e netos também o sejam. Mas as gentes do interior ainda não compreenderam isto, porque a iminvasão das Beiras, do Alentejo e de Trás-os-Montes ainda se encontra numa fase precoce, em termos geracionais.

▪ Para agravar ainda mais este cenário, já de si dantesco, as gentes do interior tendem a ser muito mais conservadoras no mau sentido político, i.e. no sentido de votarem sempre nos mesmos partidos e de serem muito resistentes às mudanças de conjuntura e de paradigma.

▪ E claro, temos ainda o efeito da Igreja. Os cristãos que estiverem a ler isto que me desculpem, mas o efeito nefasto que os padres têm tido sobre os católicos do interior português tem sido uma autêntica desgraça: raro é o pároco que não seja pró-iminvasão e que não pregue a favor do acolhimento dos imigrantes. Conheço vários casos de padres -e até bispos!- do interior que disponibilizaram comida, dinheiro e até instalações habitacionais para acolher alógenos, argumentado que estavam a "combater a desertificação". Tudo isto à custa dos donativos dos católicos locais, que quase sempre têm pouco para dar mas que, como são geralmente mais crentes do que as gentes do litoral, se prestam mais a este género de sacrifícios.

Resumindo e concluindo: os nacionalistas do litoral deviam levantar o traseiro do sofá e dar umas voltas pelo interior para abrirem bem os olhos. Julgam que a iminvasão é um fenómeno urbano, mas não é! Pelo contrário, os "jovens" já perceberam que é muito mais fácil misturar-se com os nativos no meio rural ou semi-rural, porque a resistência cultural à miscigenação é muito menor no “Portugal profundo”...

Anónimo disse...

"Caro FdT, embora essa sua história não me surpreenda totalmente, devo dizer-lhe que, ao lê-la, não consegui deixar de ficar arrepiado!"

Foi exactamente assim que eu fiquei: arrepiado.

"Eu próprio demorei alguns anos a perceber isso: embora o litoral esteja pior em termos absolutos, o interior está pior em termos relativos! 10 mil "jovens" no Porto fazem muito menos estrago do que mil jovens em Bragança, por vários motivos"

Era exatamente isso que eu ia acrescentar! já se sabe que o Porto e sobretudo Lisboa têm muitos alogenos mas também existem muitos jovens nativos para contra-balançar (e mesmo assim em várias áreas da grande Lisboa já poucos europeus se vêem...) mas no interior só há galinhas, cães e idosos! apenas 10 destes indivíduos numa aldeia é qualquer coisa de impactante e se eles não saírem muito dali a frustração sexual destes indivíduos deve ser enorme o que é perigoso para as poucas mulheres jovens que moram nesses locais e também para os homens claro.

Eu estive a pesquisar e descobri que esta aldeia em particular tem cerca de 300 habitantes e apenas 7% têm entre 18 e 25 anos de idade!

Mas a questão é muito complexa até porque no caso do interior aconteceu a "tempestade perfeita" para a fixação do excedente demográfico africano e asiático se estabelecer ali senão vejamos: os jovens e adultos portugueses desde pelo menos o sec.XIX sempre fugiram do interior: primeiro para o Brasil e ex-colónias, depois para França, Lisboa e Porto, e um pouco mais tarde para a Alemanha, Reino Unido e Suiça. Pouco importa discutir se fazem bem ou mal, se têm legitimidade e razões ou não para saírem do interior, o que importa é que acontece. Ora se no Terceiro-Mundo existem centenas de milhões de jovens que não se importam de morar em qualquer local Europeu nem que seja no campo, é fácil entender o que está a acontecer...os empresários agrícolas e de alguma industria que existe no nosso interior agradecem que bem precisam de mão-de-obra! a malta dos cafés e restaurantes também deve agradecer pois é mais gente a consumir! e as esquerdas e "direitinhas" também agradecem pelas razões já mais que discutidas por aqui. Assim toda a gente fica satisfeita e as questões "securitárias" que só interessam a uma minoria da população (gente como nós) que se lixem!

Ass. FdT