quarta-feira, 21 de março de 2018

Marcelo Rebelo de Sousa: a direitinha traidora e descaradamente islamófila que os portugueses merecem!


      Não sei se os meus leitores ainda se recordam, mas o primeiro acto oficial do actual Presidente da República foi fazer uma celebração ecuménica no próprio dia da sua tomada de posse. Para cúmulo dos cúmulos, a coisa não teve lugar em Belém, mas sim... na mesquita da Lisboa!

Trago isto à memória porque esse primeiro dia de presidência marcelista estabeleceu a tónica para aquilo que tem sido o resto dessa presidência: "moderação" (notem as aspas), diálogo multicutural e inter-religioso, apaziguamento político, promoção constante dos interesses globalistas, inúmeras viagens e discursos para inglês ver e, pelo meio, muitas selfies, banhocas no mar, abraços e beijinhos a velhinhas, criancinhas e outros populares incautos, que lhe valeram o nada invejável epíteto de "presidente dos afectos".
   
Ora, uma das grandes meninas dos olhos do Marcelo tem sido precisamente a islamofilia. Por alturas do Ramadão, por exemplo, o Presidente Marcelo faz questão de "saudar calorosamente" os muçulmanos em Portugal. Mas essa, por incrível que pareça, é a parte menos malévola da sua actuação. Frequentador assíduo da mesquita do David das cotoveladas, Marcelo fez questão de ir visitar os muçulmanos "portugueses" logo no dia a seguir a um atentado islamista em Paris, em 2017, para "apelar ao diálogo com a comunidade islâmica":



Mas há mais... muito mais! Como noticei aqui,  Marcelo foi a Marrocos em Junho de 2016 e condecorou o rei Maomé VI com o Grande-Colar da Ordem de Santiago. Sim, a Ordem Militar de Santiago, criada pelo rei castelo-leonês Afonso VIII e adoptada pelos reis portugueses da dinastia afonsina para premiar os cavaleiros que lutavam contra os mouros! Diga-se porém que o pai de Maomé VI, o rei Hassan II, tinha recebido a mesma condecoração das mãos do traidor Mário Soares, durante uma visita a Lisboa, em 1993. Portanto, Marcelo limitou-se a a seguir a "boa" tradição da classe pulhítica abrilina.



E ainda temos esta já bem conhecida fotografia, tirada por volta de 2016 algures em na mesquita de Lisboa, que dispensa quaisquer comentários adicionais da minha parte:



Ah, quase me esquecia, também temos esta, ainda mais catita, porque o David das cotoveladas, com todos os seus defeitos, ainda não fez nenhuma revolução sangrenta, nem se tornou ditador em nome do bem do povo:



Na semana passada, Marcelo foi à Grécia e fez questão de ir visitar um campo de "refugiados", encorajar os iminvasores a vir para Portugal, agradecer aos "trabalhadores humanitários" do campo, contar mentiras históricas acerca da Europa e ainda insultar uma autóctone grega que teve a ousadia de reclamar da presença dos "pobres coitadinhos fugidos à guerra" no seu país.

Não satisfeito, este islamófilo patológico do Marcelo voltou a Portugal e foi logo a correr comemorar o cinquentenário da comunidade islâmica "portuguesa". Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) e ao Ramiro Lopes de Andrade por nos terem trazido aqui este momento absolutamente deprimente:
«Esta sexta-feira, o Presidente da República esteve presente na cerimónia de abertura dos Encontros de Reflexão Comemorativos dos 50 anos da Fundação da Comunidade Islâmica de Lisboa (CIL). Marcelo apelou ainda à paz, à fraternidade e salientou a justiça social, bem como todos os valores humanistas professados por aquela comunidade, “valores, por excelência, do Islão”.»

Qualquer pessoa minimamente informada acerca do Islão sabe que isto é uma grande mentira. O Islão prega a guerra, a subjugação dos infiéis, a misoginia institucional e a barbaridade da lei Chária como sistema judicial exclusivo. Não há nada -rigorosamente nada- de humano na doutrina islâmica, a não ser a sede de poder e de conquista. Mas atenção, que agora vem a parte "melhor":
«[A]alma árabe é o fundo da alma portuguesa”. Marcelo Rebelo de Sousa recorreu aos versos de Fernando Pessoa para enaltecer a presença arabo-islâmica em Portugal desde há muitos séculos, e que deixou uma marca vincada na história e da cultura - nomeadamente através da língua -, em ambas as comunidades.»

Leram bem, caros leitores? Segundo o "nosso" presidente, a nossa alma tem um fundo árabe! E como é que ele sustenta essa afirmação? Com uns versos do Fernando Pessoa! Deve ser por isso que o nosso folclore, trajes e canções populares são muito mais parecidos com os do resto da Europa do com os dos árabes! Deve ser por isso que Portugal nasceu e cresceu contra os invasores mouros! Deve ser por isso que ainda hoje falamos uma língua derivada do Latim e não derivada do árabe! Deve ser por isso que uma grande parte da nossa gastronomia se baseia no vinho e na carne de porco, bens cujo consumo e produção são geralmente proibidos nos países muçulmanos! Deve ser por isso que o nosso património genético, tal como o nosso fenótipo, é perfeitamente distinguível do dos norte-africanos! Se o Marcelo diz, só pode ser verdade! A nossa é alma é árabe pá, só o corpo e os hábitos é que não!!!

E claro, como bem observou o blogueiro Orlando Braga nesta posta, o Marcelo não podia atacar sozinho... os papagaios jornalixistas do neomarxista e pós-modernista Diário de Noticiazinhas tinham de ajudar à festa; afinal, é para isso que lhes pagam! Um muito obrigado! ao Raghnar por nos ter trazido aqui esta triste pérola do politicamente correcto:
«Numa das reuniões do European Muslim Network Rede Europeia Muçulmana, que reúnem em Bruxelas speakers oradores [custa assim tanto traduzir?!] de todos os países, discutia-se há tempos a "islamofobia", com descrições vívidas sobre os maus-tratos sentidos na Turquia, na Alemanha, em Espanha, em França, na Bélgica. Até que um relato destoou dos demais: "Vivo em Portugal há mais de 50 anos e ali tratam-me como amigo. Não sou o outro, sou o deles, embora saibam que tenho uma religião diferente. Nunca senti isso a que chamam "islamofobia"." Eram as palavras de Abdool Vakil que espantavam de tal forma a audiência que chegaram a perguntar-lhe se Portugal era o paraíso.»

Mas como é que havias de ter sentido a "islamofobia", Vakil? Tu és um muçulmano rico que só se relaciona com portugueses das classes mais altas, a maioria dos quais era capaz de te oferecer o rabinho e até a própria mãe para obter a tua aprovação! A "islamofobia" é o que sentem os muçulmanos que andam na rua a infernizar a vida dos outros. Tu és muito mais subtil, como podemos verificar neste outro artigo igualmente trazido até nós pelo Raghnar:
«Abdool Vakil, então presidente do Banco Efisa, sugeriu a José Oliveira Costa, no início da década, a pedido deste e segundo critério definidos pelo ex-presidente da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), um conjunto de nomes do universo do Partido Socialista (PS) para integrarem os órgãos sociais do Efisa, a instituição financeira que funciona como braço de investimento do Banco Português de Negócios (BPN).»

O quê?! Um muçulmano tão respeitável fez lóbi pelos boys e girls do PS?!?! Não pode ser, pá! Tem de haver aqui um equívoco!... E o que faz um muçulmano numa instiuição financeira? Então os maometanos não são conta "o pecado da usura"? Ou será que isso é só para os muçulmanos de baixo estrato social? Enfim... como bem diagnosticou o Raghnar:
«O camarada Abdool é dos tais impunes, que deixou uma "prenda" de milhares de milhões ao contribuinte português no BPN, e que continua a se passear incólume, esfregando a sua impunidade na cara dos portugueses que vivem do seu trabalho. Claro que Portugal é um país "tolerante". Se fosse um país decente, esta rataria estava ao menos escondida..


E mais não digo, para não desancar o meu monitor. Mas voltando ao artigo do DN:
«A história é hoje repetida pelo líder da Comunidade Islâmica de Lisboa [que, recordo aos caros leitores, é o tolerantíssimo e moderadíssmo David das cotoveladas], na reportagem que marca os 50 anos de presença deste grupo aqui, e vale a pena recordá-la num momento de tão grandes contradições e pensamentos radicalizados como o que hoje se vive no mundo. A razão é simples: a comunidade que aqui existe está de tal forma enraizada que não são as diferenças que prevalecem. Não há guetos ou bairros proibidos, não há olhares de esguelha ou ímpetos de agredir o outro. À mesma mesa, uma mulher católica come fígado de porco e bebe vinho enquanto conversa pacífica e animadamente com um muçulmano que optou por bacalhau e água. E essas relações acontecem com normalidade absoluta. Porque não há quem, por divergência de crença, se julgue superior ao outro.»

Que grande amontoado de tretas!!! Os muçulmanos em Portugal ainda são ordeiros por um motivo que nunca é mencionado pelos mé(r)dia: a comunidade islâmica em Portugal tem "apenas" cerca de 50 mil pessoas, o que representa menos de 0,5% da população residente total. Quando só havia esta percentagem de muçulmanos em França, na Holanda, na Alemanha, na Suécia e no Reino Unido, também não havia problemas de maior! Só que a islamização processa-se sempre por fases ou etapas... e à medida que o número de muçulmanos num determinado país aumenta, também aumenta o número de problemas para os autóctones.
«Muçulmanos e católicos e judeus e até ateus convivem aqui pacificamente porque todos têm espaço para pensar e cumprir a sua fé - ou falta dela - da forma que entenderem. Porque reconhecem mas respeitam a diferença. Porque a maioria de nós não tenta impor a sua visão ao outro. Porque, apesar da religião que cada um professa, sentimo-nos todos parte de uma mesma comunidade. É esta a verdadeira base da aceitação e da tolerância - esteja em causa credo, raça, género ou o que mais nos distingue enquanto seres humanos. O bom senso para reconhecer mas respeitar as diferenças que existem. Porque não há duas pessoas iguais

É giro constatar a forma como os "jornalistas" confundem os seus desejos e dogmas com a realidade! Quantas pessoas é que a fulana que escreveu isto achará que concordam com ela? Mais uma vez, o motivo pelo qual ainda não há problemas de maior em Portugal (haver há, mas ainda não há violência generalizada nas ruas, nem as no-go zones que se vêem noutros países da Europa), é porque a comunidade islâmica ainda não atingiu um nível crítico. Lá chegará o tempo, meninos e meninas! E bem mais cedo do que muitos de vocês julgam!

Para terminar, vou deixar aqui este comentário inqualificável que fui buscar à página de Facebook do PNR: 


Este "Paulo Albuquerque" deve ter tanto de nacionalista como eu tenho de freira franciscana... Marcelo ama o seu povo?! Em que realidade alternativa, exactamente?!?! Desde quando é que um líder que trai descaradamente o seu povo e compromete o futuro dos seus filhos e netos ama o que quer que seja?! A página de Facebook do PNR tem sido frequentada por indivíduos que se dizem "simpatizantes do PNR", ou até nacionalistas, mas que depois se saem com pérolas como esta!... Mantenham os vossos olhos bem abertos, caros leitores, os agentes do sistema estão em toda a parte! 

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Leitura complementar:


Marcelo Rebelo de Sousa, um palhaço que conseguiu chegar a Presidente (O Ovo da Serpente)

5 comentários:

Jesus disse...

Afonso sendo honesto, eu tenho vergonha de fazer parte de um país onde Lisboa se enquadra, Lisboa nos dias de hoje em nivel de pretice só fica atrás de Paris....
Parece que o Marcelo nem sabe distinguir arabes de magrebhis apesar de serem quase a mesma merda, ALMA ARÁBE HAHAHA já nao digo nada, o nosso país esta-se a tornar numa semi-colonia afro-brasilomagrebhina é uma vergonha não só para nós como para os nossos antepassados que lutaram pelo nosso territorio, que morreram pelo nosso territorio e para que?
Para viver-mos num país que esta cada vez mais perto de se tornar um país de segundo mundo, cheio de mulambos,zucambos e magrebinos

Bilder disse...

Entretanto tivemos o inquilino de Belém e o "meio-indiano" a dar prémios "quinas"(se isso não é um exemplo de populismo pseudo-patriota não sei o que será)para entreter os "tugas" que gostam de Circo mediático-populista.

Afonso de Portugal disse...

Jesus disse...
«Afonso sendo honesto, eu tenho vergonha de fazer parte de um país onde Lisboa se enquadra, Lisboa nos dias de hoje em nivel de pretice só fica atrás de Paris....»

Não acho que seja verdade. Há outras localidades muito escurecidas em França (Toulouse, Marselha, Pau, etc.) e várias localidades africanizadas no Reino Unido (a começar por Londres), em Itália e na Alemanha, onde a proporção de alógenos para autóctones não fica nada a dever à de Lisboa. Claro que isto não é nenhum consolo, antes pelo contrário. Mas a verdade é que o Nacionalismo só terá alguma hipótese de triunfar se for pan-europeu. Meia-dúzia de gatos-pingados em cada cidade não conseguem fazer nada.



«Parece que o Marcelo nem sabe distinguir arabes de magrebhis apesar de serem quase a mesma merda, ALMA ARÁBE HAHAHA já nao digo nada»

É um erro clássico entre os islamófilos globalistas, metem tudo no saco da Arábia, como se o mundo islâmico e os povos islamizados tivessem vindo todos da península Arábica. Os "estudiosos" do Médio Oriente contribuem para a palhaçada, ao referir-se aos países muçulmanos como "países árabes".


«o nosso país esta-se a tornar numa semi-colonia afro-brasilomagrebhina é uma vergonha não só para nós como para os nossos antepassados que lutaram pelo nosso territorio, que morreram pelo nosso territorio e para que?»

Para agora virem estrangeiros fazer jantares e festarolas junto aos seus túmulos, como se viu no caso do Panteão! :P


«Para viver-mos num país que esta cada vez mais perto de se tornar um país de segundo mundo, cheio de mulambos,zucambos e magrebinos»

Culpa nossa, que andamos a colocar traidores no poder (e o poder não é só político) e nem sequer tomamos medidas para os castigar pela sua gestão danosa. Este Marcelo é apenas um de muitos exemplos. Mas o povo português lá vai andando, cantando e rindo...


Bilder disse...
«Entretanto tivemos o inquilino de Belém e o "meio-indiano" a dar prémios "quinas"(se isso não é um exemplo de populismo pseudo-patriota não sei o que será)para entreter os "tugas" que gostam de Circo mediático-populista.»

Eu nisso sou muito radical: as condecorações foram criadas para premiar guerreiros. Não tem sentido nenhum condecorar pessoas por "feitos artísticos" e politiquices. Condecorar cientistas e empresários ainda fará algum sentido, dependendo da significância do seu contributo para o progresso da humanidade. Mas condecorar escritores, pintores, músicasm pulhíticos e afins é simplesmente ridículo.

João disse...

Não posso dizer que me surpreenda. O português costuma ter memória curta, mas para mim este indivíduo ficou logo marcado desde a ocasião em que foi líder do PSD, após dizer que não o seria nem que Cristo descesse à terra. Um católico a invocar assim o nome de Deus em vão? um católico a jurar desta forma para depois virar o bico ao prego? a isso chama-se oportunismo, e católicos destes que fiquem longe. É por isso, também, que prefiro um comuna sério a um direitinha traidor. Aos menos dos comunas sabemos o que esperar. Os direitinhas são muito piores.

Afonso de Portugal disse...

João disse...
«Um católico a invocar assim o nome de Deus em vão? um católico a jurar desta forma para depois virar o bico ao prego?»

É um dos tais católicos "progressistas", como diz aquela direitinha liberalóide e fangirl do papa Chico, a Maria João Marques. Mas o Marcelo é tão descarado que eu não entendo como é que ainda tem tantos fãs...


«É por isso, também, que prefiro um comuna sério a um direitinha traidor. Aos menos dos comunas sabemos o que esperar. Os direitinhas são muito piores.»

É isso, é que é mesmo isso! Essa foi uma das constatações mais difíceis que tive de fazer: perceber que há pessoas na direita -aliás, mesmo entre os nacionalistas-, que não são minimamente coerentes das palavras para as acções. Que querem ter o sol na eira (capitalismo, liberdade, civilização) e a chuva no nabal (imigração, multiculturalismo, cosmopolitismo, libertinagem). É assombroso que tantos direitinhas não consigam perceber que não podemos ter tudo. E que aquilo que temos no Ocidente é produto de um conjunto de circunstâncias históricas, políticas e sociais muito concretas, que podem ser mesmo vir a ser destruídas se a tirania da "modernidade" triunfar.