sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Novo vídeo: Helena Matos sobre as duas agressões mediáticas de Novembro


     Neste vídeo, eu leio e comento um artigo da Helena Matos que foi publicado há uns meses no Observador da direitinha e que, para mal dos nossos pecados, permanece actual. Comecei a fazer este vídeo há já uns meses, mas tive outros afazeres pelo meio e só o consegui acabar agora. 



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Outros vídeos do Afonso de Portugal:


A mensagem de um médico checo a trabalhar na Alemanha
Racismo anti-branco em Portugal: menina de 13 anos agredida por quatro "jovens" no Seixal
«A única mulher»... e o "jovem" único!
Sobre a violência no Nacionalismo
Adieu, Calais!
Sobre o regresso do TU
Paris, 13 de Novembro de 2015

18 comentários:

Anónimo disse...

Como o vídeo tem quase 15 minutos e eu cada vez tenho menos paciência para gastar tempo a ver vídeos (que eventualmente não vão justificar o investimento de tempo) estive para passar à frente, mas como o autor é o caro Blogueiro decidi arriscar carreguei no "play" e não me arrependi! Muito Bom! os meus parabéns! sobretudo até ao minuto 11 o caro faz uma análise soberba e com refinado sentido de humor à mistura...ainda soltei umas gargalhadas com as suas legendas aos títulos dos pasquims de "fake news de confiança" :)

Só não sei se concordo muito com a sua análise a partir desse minuto mas no entanto, e dado que o fenómeno das "cat ladys" e afins no Ocidente tem estado a ocorrer mais ou menos simultaneamente à "imimnvasão" terceiro mundista, a coisa dá que pensar de qualquer maneira!

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

FdT disse...
«Como o vídeo tem quase 15 minutos e eu cada vez tenho menos paciência para gastar tempo a ver vídeos (que eventualmente não vão justificar o investimento de tempo) estive para passar à frente, mas como o autor é o caro Blogueiro decidi arriscar carreguei no "play" e não me arrependi! »

Nesse caso, agradeço-lhe a paciência e também o reconhecimento! Vindo de si, tem especial significado, uma vez que eu considero o FdT um dos meus leitores de elite!

Uma coisa que eu já percebi é que as pessoas que gostam de ler blogues tendem a não gostar de ver vídeos e vice-versa. Há alguma excepções, mas a regra geral parece ser essa. Isso levanta-me um problema, porque a blogosfera claramente estagnou e mesmo os blogues mais populares estão a perder audiência ou, na melhor das hipóteses, a apenas mantê-la. É por isso que ando com vontade de fazer mais vídeos como este e menos postas aqui no TU. Bem, como este, talvez não, porque este ficou mais longo do que eu pretendia. O ideal é não passar dos 6 minutos. Seja como for, tudo depende da audiência que eu conseguir no YouTube.

Eu tenho de confessar que sou das pessoas que prefere vídeos a blogues, mas tenho um segredo: eu raramente vejo os vídeos, quase sempre apenas os ouço! Normalmente, ponho o vídeo em playback e faço outra coisa ao mesmo tempo, como cozinhar, lavar a louça, olhar para gráficos de bolsa, usar o Excel para fazer uns cálculos, etc. Foi assim que consegui "ver" todos os vídeos do Prof. Jordan Peterson, que considero -de longe- a melhor coisa que já apareceu no YouTube!

«Muito Bom! os meus parabéns! sobretudo até ao minuto 11 o caro faz uma análise soberba e com refinado sentido de humor à mistura...ainda soltei umas gargalhadas com as suas legendas aos títulos dos pasquims de "fake news de confiança" :)»

Obrigado, mais uma vez! A questão é mesmo essa, quando se faz vídeos -ou um monólogo de uma forma geral- tem que se misturar humor com a mensagem séria, senão torna-se uma valente seca! Muitos vlogueiros andam anos a fazer vídeos e nunca arranjam subscritores precisamente por causa disso. Muitos até têm coisas interessantes para dizer, mas a sua forma de passar a mensagem dá o sono ao mais interessado dos mortais!


«Só não sei se concordo muito com a sua análise a partir desse minuto mas no entanto, e dado que o fenómeno das "cat ladys" e afins no Ocidente tem estado a ocorrer mais ou menos simultaneamente à "imimnvasão" terceiro mundista, a coisa dá que pensar de qualquer maneira!»

Também não temos de concordar em tudo… e o caro FdT até é daquelas pessoas que tem a sábia virtude de saber concordar em discordar! Mas, só por curiosidade, com que é que o caro FdT não concorda?

Anónimo disse...

"O ideal é não passar dos 6 minutos. Seja como for, tudo depende da audiência que eu conseguir no YouTube."

Ter uma vasta audiência nas redes sociais da moda é o ideal, o único (grande) problema é que como o caro Blogueiro foge aos parâmetros do Regime, do sistema, do politicamente correto, da retórica vigente, como o caro Blogueiro é nos tempos que correm uma espécie de "pecador" intelectual, uma maior audiência também lhe poderá trazer maiores problemas e das duas uma:

a) o seu canal mais cedo ou mais tarde é censurado
b) o caro começa a ser (muito mais) perseguido por quem não gosta de ouvir umas verdades
c) ambas as opções anteriores

"Mas, só por curiosidade, com que é que o caro FdT não concorda?"

Resumindo: ainda não estou convencido que haja correlação entre maior preocupação e posse de animais domésticos pelas classes urbanas Ocidentais, e um maior apoio dessas mesmas classes à "iminvasão" ou menor vontade em ter filhos...

No entanto também não coloco de parte a hipótese de haver alguma ligação entre os fenómenos! mas eu falo por mim: gosto de animais, já tive animais domésticos e no entanto isso não me tira vontade de procriar, constituir família, nem tão pouco de ser contra a entrada massiva de migrantes exóticos.

E já agora penso que estes são os factores cruciais para a baixa taxa de natalidade entre os brancos:

- Maior cultura de ócio, aventura e descoberta durante a faixa etária dos 18-30 anos
- Cada vez mais mulheres a tirar cursos superiores e a concentrarem-se na carreira profissional
- Escassez de recursos económicos

No fundo, tudo fenómenos de países desenvolvidos onde a esmagadora maioria dos "brancos" reside, sendo que o terceiro ponto é a meu ver o mais importante...é muito complicado, por exemplo, para um casal de classe média-baixa de 1 país periférico da Europa que ganhe imagine em media 800 euros por mês, e que até tenha empregos algo precários, sustentar 1, 2 ou mais filhos e conseguir ter uma vida em condições, e ao mesmo tempo conseguir poupar para 1 imprevisto ou 1 investimento amanhã...é mesmo muito complicado, as pessoas pensam duas vezes antes de ter filhos "a Lagardére" até porque o governo não oferece casas nem grandes subsídios a nativos que se insiram na classe referida, esses só servem para pagar impostos ;)

Lá porque os terceiro-mundistas não se importam de viver em barracas no meio de esgotos com 8 crianças á volta isso é 1 problema deles! nós aqui na Europa pensamos.

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

FdT disse…
«uma maior audiência também lhe poderá trazer maiores problemas e das duas uma:

a) o seu canal mais cedo ou mais tarde é censurado
b) o caro começa a ser (muito mais) perseguido por quem não gosta de ouvir umas verdades
c) ambas as opções anteriores
»

Sem dúvida, caríssimo, mas esse é um desfecho de que eu estou à espera desde o primeiro momento em que criei uma conta no YouTube. Depois do que aconteceu com o tarado de Macau, eu sei que é apenas uma questão de tempo até eu esbarrar com alguém ainda mais fanático e sem escrúpulos do que ele. E se nem mesmo os grandes canais (Pat Condell, Black Pigeon Speaks, Paul Joseph Watson, etc.) conseguem evitar a censura, eu não terei qualquer hipótese quando chegar a minha vez...

Só que a alternativa é continuar a pregar para duas ou três de dezenas de pessoas que, por muitas virtudes que tenham, já estão convertidas à nossa causa. Isso não faz sentido. Para podermos continuar crescer, temos de correr riscos. É urgente aumentarmos a nossa audiência!


«ainda não estou convencido que haja correlação entre maior preocupação e posse de animais domésticos pelas classes urbanas Ocidentais, e um maior apoio dessas mesmas classes à "iminvasão" ou menor vontade em ter filhos...»

Confesso que estou surpreendido, porque isso não era de todo a mensagem que eu pretendia fazer passar! Não estou a dizer que essa sua interpretação do vídeo não é legítima, mas não era essa a minha intenção. O que eu queria dizer era apenas que não é saudável abdicar da maternidade ou da paternidade a favor dos animais de estimação. E que, ao não termos bebés, acabávamos por dar alento às pretensões da superclasse mundialista, porque ela usa essa falta de bebés como argumento para favorecer cada vez mais imigração. Mas não prentendi nem pretendo colocar as culpas pela imigração nos “amigos dos animais”! Nem acho que as pessoas tenham cães e gatos para que a seguir haja mais imigrantes. O que se passa é que muitas dessas pessoas acham mesmo que há gente a mais no mundo ou, pelo menos, invocam esse argumento para não terem filhos.


«gosto de animais, já tive animais domésticos e no entanto isso não me tira vontade de procriar, constituir família, nem tão pouco de ser contra a entrada massiva de migrantes exóticos.»

Sim, sim, lá está, como eu disse no vídeo, não há nada de errado em ter animais desde que isso não comprometa a vontade de ter filhos. Mas não pretendi dizer que os “amigos dos animais” eram também amigos da iminvasão. O que eu quis dizer é que, sem termos mais filhos, ficará mais difícil evitar essa iminvasão…


«E já agora penso que estes são os factores cruciais para a baixa taxa de natalidade entre os brancos:»

Tudo verdade, mas há um fenómeno no Ocidente que me faz pensar que esses factores são secundários: a média de filhos das mulheres brancas que se juntam e procriam com alógenos é geralmente superior à média de filhos dos casais 100% alógenos. Isto sugere que há algo nos nossos homens -e não apenas nas condições económicas e socioculturais- que determina o baixo número de filhos que estamos a ter.

Conforme eu tenho dito muitas vezes neste espaço, julgo que há uma crise de masculinidade no Ocidente que se reflecte não apenas nas preferências sexuais das nossas mulheres, que escolhem cada vez mais os alógenos para copular e procriar, mas também nas nossas taxas de natalidade. Esta opinião não é exclusivamente minha, mas reconheço que está longe de ser consensual. Uma coisa é certa: os argumentos dos antinatalistas não fazem sentido. A ideia de que já há gente a mais no mundo, tantas vezes repetida pelas pessoas que não querem ter filhos, esbarra clamorosamente na realidade de que é nos países de terceiro-mundo, e não no Ocidente desenvolvido, que as populações estão a crescer… são eles que têm de deixar de ter filhos, não somos nós!

Afonso de Portugal disse...

FdT disse...
«Lá porque os terceiro-mundistas não se importam de viver em barracas no meio de esgotos com 8 crianças á volta isso é 1 problema deles! nós aqui na Europa pensamos.»

O problema é que, a longo prazo, é sempre a demografia que vence. Por muito nobres e racionais que sejam as nossas motivações, se eles continuarem a ter tantos filhos e nós não, os filhos deles acabarão inevitavelmente por se mudar para cá! 25% dos jovens africanos querem vir para a Europa. Há vários países africanos onde a taxa de fertilidade ainda é superior a 6 filhos por mulher – um deles é Angola!

O problema aqui é que, no que respeita ao Ocidente, não estamos a falar de crescimento populacional, mas sim de manutenção ou sustentabilidade populacional. Há pessoas que não vêem nenhum problema em perder população, chegando até a mencionar o exemplo do Japão, como se o Japão, um país extremamente conservador e fechado a sete chaves (resta saber até quando) pudesse ser comparado a países como o nosso!

Ouço muitas vezes o argumento de que, enquanto formos a maioria no nosso país, a vitória será sempre possível. Este argumento parece-me cada vez mais estúpido: não é preciso que os alógenos se tornem a maioria para mudarem as regras do jogo, como temos visto com os muçulmanos em vários países da Europa. E se os alógenos adquirirem uma massa crítica suficiente, nunca mais teremos massa eleitoral para mudar a constituição e travar a imigração em massa, mesmo que consigamos convencer a maioria dos brancos a aderir ao Nacionalismo! Sem bebés, não temos futuro, porque sem bebés não temos votos. É tão simples quanto isso!

Aliás, eu estou convencido que as grandes votações que o BE tem obtido já traduzem a grande presença alógena no nosso país, que rondará os 1,5 milhões de habitantes. É por isso que, quando ouço o PSD e o CDS a acharem que ainda podem disputar esses votos, só consigo abanar a cabeça ou rir-me ironicamente… direitinhas imbecis, incapazes de perceber que a cultura emerge do povo e que, mudando o povo, é impossível manter a cultura!

Anónimo disse...

"O problema é que, a longo prazo, é sempre a demografia que vence. Por muito nobres e racionais que sejam as nossas motivações, se eles continuarem a ter tantos filhos e nós não, os filhos deles acabarão inevitavelmente por se mudar para cá! 25% dos jovens africanos querem vir para a Europa. Há vários países africanos onde a taxa de fertilidade ainda é superior a 6 filhos por mulher – um deles é Angola!"

Sim claro, mas é que na Europa não dá mesmo para ter tal qualidade de filhos pelo menos sem manter 1 mínimo nível de conforto e dignidade. Temos que pagar contas, as rendas nas cidades são altas, ninguém se vai mudar massivamente para cabanas para salvar a raça branca. Seria até pior a emenda que o soneto. A maioria das pessoas nem o "sacrifício" de votar em partidos nacionalistas de direita faz, quanto mais sacrificar a própria vida ou qualidade de vida por tal causa. Apesar de eu concordar consigo no que diz respeito à importância da demografia e de concordar que a taxa de fecundidade das mulheres Europeias devia no mínimo estar acima dos 2,5 (de preferência com pai Europeu) também temos que ser realistas e compreender que no sistema em que vivemos, e com a mentalidade enraizada que existe, níveis de 4, 5, 6 ou 7 são completamente fora de escala, e mesmo os "jovens" lá na terra deles (muito) devagarinho começam a ter menos filhos...

A única solução viável que eu vejo para reverter estes fluxos migratórios de zonas com excedente populacional "jovem" é levar as fronteiras externas da Europa a sério! essa é que é a grande luta! e está muito longe de estar ganha. Eu diria que mesmo que os europeus tivessem muitos filhos eles queriam vir para aqui na mesma e a malta do sistema tem sempre mais desculpas para os aceitarmos.

Uma coisa que eu tenho reparado é que desde que os atentados terroristas em grande escala têm abrandado na Europa (desde o Verão vá) os esquerdistas, anarquistas, liberais etc, nomeadamente alguns alogenos já bem enraizados na Europa, têm começado a colocar os corninhos de fora outra vez e pedem com a maior lata do mundo a abolição das fronteiras!

A guerra das mentes está muito longe de estar ganha, infelizmente pouco ou nada mudou -.-

Ass: FdT

Anónimo disse...


"mas há um fenómeno no Ocidente que me faz pensar que esses factores são secundários: a média de filhos das mulheres brancas que se juntam e procriam com alógenos é geralmente superior à média de filhos dos casais 100% alógenos."

Tem a certeza? de onde tirou tais dados? é que infelizmente os governos não levantam tais dados então andamos aqui todos feitos ignorantes "assim como que sem saber"...

"Aliás, eu estou convencido que as grandes votações que o BE tem obtido já traduzem a grande presença alógena no nosso país, que rondará os 1,5 milhões de habitantes. É por isso que, quando ouço o PSD e o CDS a acharem que ainda podem disputar esses votos, só consigo abanar a cabeça ou rir-me ironicamente… direitinhas imbecis, incapazes de perceber que a cultura emerge do povo e que, mudando o povo, é impossível manter a cultura!"

Mais uma vez não temos dados para fazer tal afirmação mas é provável que os alogenos dos PALOPS ajudem ao crescimento desses partidos, no entanto, só eu conheço dezenas de jovens adultos "brancos", pelo menos considerados brancos, e com ascendência genealógica 100% portuguesa que apoiam esse partido...e no resto da Europa também não faltam brancos a apoiar partidos de esquerda como o caro bem sabe. E concordo: os "direitinhas" com a malta alogena não têm grande hipótese...não sei mesmo o que é que os direitinhas esperam do futuro mas também não tenho pena nenhuma deles, como dizem os brasileiros "esses têm que se foder mesmo"

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

FdT disse...
«Tem a certeza? de onde tirou tais dados? é que infelizmente os governos não levantam tais dados então andamos aqui todos feitos ignorantes "assim como que sem saber"...»

É evidente não tenho a certeza absoluta, porque essa estatística não existe oficialmente (nem a superclasse permite que ela exista), mas a observação de que os casais mistos têm mais filhos tem sido feita por inúmeros nacionalistas em vários países ao longo dos anos, e até por não-nacionalistas como a malta do “Return fo Kings”. O caro FdT poderá dizer, com toda a legitimidade, que isto é evidência anedótica, pelo que sugiro que faça o que eu tenho vindo a fazer ao longo dos anos: quando andar na rua, passe a registar quantos filhos têm os casais mistos com que se cruza, sobretudo para os casais mistos a partir dos 30 anos. Registe também o número de filhos dos casais brancos na mesma faixa etária. Faça isto durante alguns meses e, quando tiver registado algumas dezenas de casais, faça a média em cada caso (casais mistos vs casais nativos). Asseguro-lhe que ficará surpreendido! Aqui no Porto, é raríssimo encontrar um casal misto acima dos 30 anos que tenha menos de dois filhos! E desconfio que em Lisboa seja muito pior…

E olhe que este método de amostragem não falha muito: durante muitos anos, os mé(r)dia -e até muitos nacionalistas- foram dizendo sempre que havia “apenas” entre 400 mil a 600 mil alógenos em Portugal. Mas eu desconfiei sempre que esses números não podiam estar certos porque, ao andar na rua, sobretudo em Lisboa e Porto, cruzava-me demasiadas vezes com iminvasores, pelo que a Teoria da Amostragem dizia-me que a estatística oficial não podia estar correcta. Nas minhas estimativas, eu apontava pelo menos para um milhão de alógenos, número que veio a ser finalmente confirmado por excesso em 2017 pelo Jornal Económico:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2017/03/a-traicao-aos-portugueses-em-numeros.html


«Mais uma vez não temos dados para fazer tal afirmação »

Não, neste caso temos mesmo dados, não para o caso específico do BE, mas para vários sufrágios no Ocidente. Por exemplo:

1. Em França, a esmagadora maioria dos muçulmanos (93%) votou em Hollande aquando da sua reeleição.

2. Cinco anos depois,a esmagadora maioria dos muçulmanos (92%) , votou massivamente em no ex-Rothschild Nelinho Macron.


3. O mulato Obama foi reeleito sobretudo com o voto das "minorais étnicas" (clicar no separado “Exit Polls” para ver os votos por raça): 93% dos africanos votaram no mulato, tal como 71% dos “latinos” e 73% dos “asiáticos”.

4. Na eleição do Presidente Trump, 89% dos africanos votaram na Bruxa Hilária, tal como 66% dos “latinos” e 65% dos “asiáticos”.

5. Em 2015, eu publiquei aqui no TU estes mapas que mostram como a composição étnica dos diferentes bairros de Londres determina o resultado de petições a favor e contra o acolhimento dos “refugiados”.

Há muitos outros exemplos como estes um pouco por todo o Ocidente, mas eu não posso passar o dia todo à procura de links para colocar aqui. Isto é muito simples e não requer grande imaginação: o caro FdT imagine que era um “refugiado” ou qualquer terceiro-mundista a viver no Ocidente. Em quem iria votar? Nos neoliberais? Nos nacionalistas? Ou naqueles que lhe garantiam “direitos” e mama à pala dos autóctones?... E porque é que a esquerda gosta tanto de imigrantes, quer legalizá-los à viva força e dar-lhes “direitos”? Será por humanidade? Será por dogma ideológico? Ou será porque espera traduzir esses imigrantes em votos?...

Afonso de Portugal disse...

«só eu conheço dezenas de jovens adultos "brancos", pelo menos considerados brancos, e com ascendência genealógica 100% portuguesa que apoiam esse partido...»

Sim, eu também conheço muitos brancos esquerdalhistas, mas repare, aqui a questão é sabermos se a representação desses brancos no BE é, em termos proporcionais, superior à representação dos alógenos. Eu ficaria muito surpreendido, mas mesmo muito surpreendido se fosse, porque não conheço nenhum preto que vote no CDS nem no PSD. Tenho a certeza que existem, mas devem ser como os pretos que votaram no Trump, francamente minoritários!

É evidente que eu não posso garantir com certeza absoluta que a maioria dos imigrantes em Portugal votam na esquerda, porque não há estatísticas oficiais que o comprovem ou desmintam. Mas, olhando para o que se passa no resto do Ocidente, a probabilidade de votarem é imensa! E o que os imbecis da nossa direitinha não compreendem, tal como os neocons norte-americanos e os conservadores ocidentais de uma forma geral, é que mesmo quando têm um Passos Coelho a proclamar que “casou com África”, a esmagadora maioria desses imigrantes continua a votar na esquerda, porque a esquerda garante sempre o discurso de que são eles são vítimas (racismo, xenofobia, colonialismo, etc.), para além de promover a destruição do património material e imaterial autóctone (ex. estátua do padre António Veira, “racismo” dos fundadores da constituição dos EUA, etc.)


«e no resto da Europa também não faltam brancos a apoiar partidos de esquerda como o caro bem sabe.»

Pois sei, e é precisamente por isso que eu acima dizia que o argumento de que "enquanto formos a maioria no nosso país, a vitória será sempre possível", papagueado por demasiados nacionalista é muito, mas muito estúpido! Porque sermos a maioria não garante nada de nada! Agora, uma coisa é certa: quando deixarmos de ser a maioria -aliás, bem antes disso- então é que não teremos hipótese nenhuma, pelo menos, não em Democracia. E é nesse sentido que eu digo que não podemos abdicar de ter filhos. No children, no votes!


«A única solução viável que eu vejo para reverter estes fluxos migratórios de zonas com excedente populacional "jovem" é levar as fronteiras externas da Europa a sério! essa é que é a grande luta!»

Claro, mas apostar nisso não chega, caro FdT, por um motivo muito simples: voltar a fechar as fronteiras não vai acontecer do dia para a noite! Vai demorar anos ou até décadas, se é que ainda é possível! E se entretanto não assegurarmos a existência de uma massa humana que vote nos partidos que querem manter as fronteiras bem fechadas, então não teremos qualquer hipótese de que isso venha a acontecer!

Anónimo disse...

"O caro FdT poderá dizer, com toda a legitimidade, que isto é evidência anedótica, pelo que sugiro que faça o que eu tenho vindo a fazer ao longo dos anos: quando andar na rua, passe a registar quantos filhos têm os casais mistos com que se cruza, sobretudo para os casais mistos a partir dos 30 anos."

Bom eu sem querer já vou fazendo isso há uns anos, porque a minha consciência étnica assim o exige (apesar de nunca ter apontado os números). No entanto, o que eu tenho notado é que em Portugal (quase) sempre que vejo uma mulher negra com 20 e tal ou 30 e tal anos na rua a mesma faz-se acompanhar por um carrinho de bebé e/ou mais uns putos à volta. Não falha! é quase matemática. No entanto, nunca estive muito atento ás crianças que acompanham casais "inter" e em que a mulher é branca. Não tinha essa ideia de que eles têm mais filhos que os casais brancos endogâmicos no entanto por 1 lado compreende-se: muitos dos negros que andam com mulheres brancas, sobretudo os que andam com mulheres brancas pouco atraentes com certeza que muitas vezes só o fazem para garantir nacionalidade e garantir que não são deportados, então dá jeito casar ter filhos etc por outro lado como grande parte dessas uniões acabam em divorcio as vezes nem dá tempo para ter muitos filhos...

Posso dizer que dos poucos casos desses que conheço pessoalmente, os casais "vibrantes" em questão têm cerca de 1 ou 2 filhos, ou seja, mais ou menos o mesmo numero de filhos que os casais 100% europeus que conheço.

"Não, neste caso temos mesmo dados, não para o caso específico do BE, mas para vários sufrágios no Ocidente. (...)"

Sim mas eu estava-me a referir especificamente ao caso português, já sabia que nos EUA França e Inglaterra, a presença Africana e "Asiática" é fulcral para eleger Obamas, Sadiq´s Khan e afins. Nesses países ainda se vai tendo o hábito de fazer levantamentos étnicos sobre determinados assuntos, até ao dia em que for tudo negro e castanho e nem valha pena verificar essas coisas...Mas o caro Blogueiro fez bem em relembrar!
Por isso podemos adivinhar que em Portugal é parecido apesar de que em Portugal a quantidade de nativos que votam na esquerda e "direitinha" corresponde a mais de 90% da população...


Ass: FdT

Anónimo disse...

"E o que os imbecis da nossa direitinha não compreendem, tal como os neocons norte-americanos e os conservadores ocidentais de uma forma geral, é que mesmo quando têm um Passos Coelho a proclamar que “casou com África”, a esmagadora maioria desses imigrantes continua a votar na esquerda, porque a esquerda garante sempre o discurso de que são eles são vítimas "

Como eu referi num comentário anterior essa malta da "direitinha" tem mesmo é que se lixar, no entanto, acrescento que eu desconfio que uma parte deles acredita genuinamente que no futuro com a "integração" "educação" etc vão existir muitos negros bem comportadinhos e com ideias conservadoras a constituir grande parte da classe média...como se calhar nos seus círculos sociais conhecem alguns negros assim pensam que esses "alguns" se transformaram em muitos no futuro, já nós temos uma visão mais pessimista que ao mesmo parece-me obviamente a mais realista e assente em factos facilmente verificáveis no presente.

"E se entretanto não assegurarmos a existência de uma massa humana que vote nos partidos que querem manter as fronteiras bem fechadas, então não teremos qualquer hipótese de que isso venha a acontecer!"

Sabe o que eu dei por mim a pensar outro dia, que nos tempos que correm existe uma guerra cínica e não declarada entre povos como se calhar nunca antes na historia existiu.

Antigamente era simples: haviam os invasores e os invadidos, os colonizadores e os colonizados etc hoje em dia a retórica vigente diz-nos que isso eram "outros tempos" e que só pensam assim os "malvados da extrema-direita" mas a realidade é que apesar de os tempos mudarem a luta por território entre os povos continua! que no fundo também é uma luta pelo direito a 1 futuro.

Não sei como é que a coisa vai acabar mas como é óbvio eu torço por um futuro verdadeiramente europeu para a Europa, porque para alem de não querer que eu e os meus descendentes vivam num "shithole" cheio de enfermidades e violência, Europa de povos Europeus é justo e legitimo!

E torço igualmente por um futuro próspero e pacifico a nível global. Apesar de não os considerar particularmente bonitos e úteis para o verdadeiro progresso que como humanidade podemos e queremos alcançar, não desejo o mal dos povos extra-europeus. O que desejo é que eles se confinem o mais possível aos seus territórios para que tudo esteja em equilibro.

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

«(...) muitos dos negros que andam com mulheres brancas, sobretudo os que andam com mulheres brancas pouco atraentes com certeza que muitas vezes só o fazem para garantir nacionalidade e garantir que não são deportados, então dá jeito casar ter filhos etc»

Sim, sim... aliás, eu conheci dois casos de estudantes universitárias que engravidaram de pretos ainda antes de acabar o curso! O fenómeno passa muito por aí, pela pressa dos "jovens" em garantir que elas ficam grávidas e dependentes deles.


«por outro lado como grande parte dessas uniões acabam em divorcio as vezes nem dá tempo para ter muitos filhos»

Bem, eu aí já não consigo dizer quantas dessas uniões acabam mesmo em divórcio, porque não dá para ver isso olhando apenas para quem anda na rua. Mas mesmo que haja muitos divórcios, o problema é que eu desconfio que estejamos perante o fenómeno "Floribella": a branca tem dois ou três filhos mestiços do "jovem", divorcia-se e depois arranja um corno manso branco para os sustentar! Há casos verdadeiramente escandalosos, como o daquela rameira germânica que dá pelo nome de Heidi Klum. E depois ainda há aqueles casais "modernos" que, mesmo sem a gaja abrir as pernas aos "jovens", decidem adoptar uns quantos alógenos, como por exemplo o casal Jolie-Pitt!


«Posso dizer que dos poucos casos desses que conheço pessoalmente, os casais "vibrantes" em questão têm cerca de 1 ou 2 filhos, ou seja, mais ou menos o mesmo numero de filhos que os casais 100% europeus que conheço.»

E esses casais têm 30 ou mais anos? É que, pela minha experiência, até aos 30 anos isso é verdade. Mas a partir dessa idade aparecem sempre mais um ou dois filhos!


«Por isso podemos adivinhar que em Portugal é parecido apesar de que em Portugal a quantidade de nativos que votam na esquerda e "direitinha" corresponde a mais de 90% da população...»

Exacto. Ou seja, para além de termos os mesmos problemas dos outros países em relação aos alógenos, ainda temos a agravante de os "tugas" não gostarem do Nacionalismo...


«eu desconfio que uma parte deles acredita genuinamente que no futuro com a "integração" "educação" etc vão existir muitos negros bem comportadinhos e com ideias conservadoras a constituir grande parte da classe média...»

Sim, é isso, infelizmente é mesmo isso! É uma espécie de fé religiosa, nunca tal aconteceu na história da humanidade, mas os "direitinhas" cretinos acreditam mesmo que vai acabar por acontecer num futuro a médio prazo, que os "jovens" vão "abrir os olhos" e abraçar a maravilha do capitalismo, dos mercados e até do neoliberalismo!

Afonso de Portugal disse...

«como se calhar nos seus círculos sociais conhecem alguns negros assim pensam que esses "alguns" se transformaram em muitos no futuro, já nós temos uma visão mais pessimista que ao mesmo parece-me obviamente a mais realista e assente em factos facilmente verificáveis no presente.»

Exactamente. Os "direitinhas" tomam o Thomas Sowell, o Ben Carson e o Allen West, que são raríssimas excepções à regra, como a regra. No entanto, esses negros privilegiados não representam a comunidade negra, nem é expectável que a esmagadora maioria da comunidade negra possa atingir o patamar em que esses negros estão. A ideia dos direitinhas é tão absurda como seria nós brancos julgarmos que podemos ser todos Nicolas Teslas, Bills Gates ou Warrens Buffets! Casos extremos não representam a média, é tão simples quanto isso!


«hoje em dia a retórica vigente diz-nos que isso eram "outros tempos" e que só pensam assim os "malvados da extrema-direita" mas a realidade é que apesar de os tempos mudarem a luta por território entre os povos continua! que no fundo também é uma luta pelo direito a 1 futuro.»

Ora, aí está! É mesmo isso que está em causa, território e futuro! Só que desta vez, os invasores estão a ser ajudados por uma superclasse que nunca existiu antes, pelo menos não com o poder e influência que tem hoje, que são os globalistas. E como esses globalistas, apesar de genocidas, são pessoas educadas e com conhecimento da história, seguiram o exemplo da rã a cozer em lume brando e optaram por fazer a invasão de uma forma faseada: um milhão aqui, outro milhão acolá, mais um milhão mais além... e quando dermos por ela, está tudo cheio de invasores!!!


«Europa de povos Europeus é justo e legitimo!»

É nisso que eu também acredito, e é precisamente por isso que sou nacionalista. O que eu não compreendo, muito sinceramente, é como é que o caro FdT acredita nisso e não se considera mnacionalista! É que mais ninguém acredita nisso sem ser os nacionalistas!


«não desejo o mal dos povos extra-europeus. O que desejo é que eles se confinem o mais possível aos seus territórios para que tudo esteja em equilibro.»

Exacto, cada macaco tem direito à vida, mas cada macaco no seu galho! :)

Anónimo disse...

"E esses casais têm 30 ou mais anos? É que, pela minha experiência, até aos 30 anos isso é verdade. Mas a partir dessa idade aparecem sempre mais um ou dois filhos!"

Sim têm mais de 50 anos até. 1 dos casos acabou em divorcio. Por acaso na faixa dos 30 de momento não tenho nenhum casal desses no meu circulo familiar ou de amizade...mas com certeza andam por aí muitos.

"A ideia dos direitinhas é tão absurda como seria nós brancos julgarmos que podemos ser todos Nicolas Teslas, Bills Gates ou Warrens Buffets! Casos extremos não representam a média, é tão simples quanto isso!"

Exactamente. Mas se calhar eu e o caro Blogueiro somos gente de vistas curtas e os iluminados todos que por aí andam é que percebem do comportamento humano e entendem melhor que nós o que é que é bom para o futuro ;)

"O que eu não compreendo, muito sinceramente, é como é que o caro FdT acredita nisso e não se considera nacionalista! É que mais ninguém acredita nisso sem ser os nacionalistas!"

Bom isso é devido ao chauvinismo e ás vistas verdadeiramente curtas que muita gente no meio Nacionalista tem. Para mim mais importante que bandeira é povo e cultura e não faz sentido guerras ou preconceitos e más relações entre povos irmãos, por mais que eu até entenda que por vezes o orgulho fale mais alto. Para muitos Nacionalistas mais importante é a bandeira e depois vem o resto, sendo que alguns chegam ao ponto critico de considerar a sobrevivência e prosperidade da raça branca como algo absolutamente secundário.

P.ex: quantas e quantas pessoas não há em Portugal, tanto dentro como fora do meio Nacionalista, que ficam chocadas quando outro nativo português diz que prefere os espanhóis aos angolanos.

Vamos lá ver, eu entendo que haja rivalidade e desconfiança em relação aos espanhóis, o ideal era termos todos uma excelente relação dentro da península mas as coisas são o que são. Agora é preciso ter a noção que eles (espanhóis) é que são nossos parentes étnicos e isso é o mais importante. Isto não significa que temos que odiar ou ter má relação com a Lusofonia "vibrante" mas também não temos que nos deitar na cama com ela!

É claro que para uma família "Tuga" que ande nas Africanasses e já seja toda mulata isto que eu estou a dizer não faz sentido nenhum, mas para mim a identidade portuguesa é em 1* lugar Europeia e branca e em 2* lugar e não menos importante: Sul Europeia, latina, românica, hispânica o que quiserem chamar. E os nosso irmãos são os povos da Península Ibérica, os Italianos etc. Os povos do norte também são nossos parentes étnicos e para além disso, mesmo tendo em atenção as devidas diferenças, podemos construir uma grande civilização com eles.

Em jeito de conclusão: Quando se toma um antídoto contra uma veneno é bom que o antídoto resulte a 100% ao invés de nos curar a perna direita e nos arranjar um problema maior ou igual na perna esquerda, se é que me faço entender.

Por isso é que não me considero "Nacionalista" mas sim apenas patriota e por isso é que nunca aderi a nenhum partido Nacionalista. No entanto (e é 1 entanto muito importante) como já aqui referi, nas eleições legislativas de 2015 votei PNR em jeito de protesto.

Como o caro referiu mais "ninguém acredita nisso sem ser os nacionalistas!" e felizmente há no meio Nacionalista alguns elementos como o caro Blogueiro, que para além de terem alguma (ou muita) bagagem intelectual são pessoas com quem é possível dialogar.

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

«Mas se calhar eu e o caro Blogueiro somos gente de vistas curtas e os iluminados todos que por aí andam é que percebem do comportamento humano e entendem melhor que nós o que é que é bom para o futuro ;)»

LOL! Pois, deve ser isso! :P


« Para muitos Nacionalistas mais importante é a bandeira e depois vem o resto, sendo que alguns chegam ao ponto critico de considerar a sobrevivência e prosperidade da raça branca como algo absolutamente secundário.»

Ah! Então o caro FdT ainda é mais "radical" do que eu julgava! O caro FdT é um racialista, que é um subconjunto dentro do Nacionalismo! Bem-vindo ao clube! :9 Confesso que estou um pouco surpreendido, porque apesar de saber que o caro FdT partilha a minha aversão aos "jovens", a minha primeira impressão é que o caro FdT era uma espécie de minho-timorista anti-africanista. É que o caro FdT veio do blogue do FireHead que, como julgo que sabe, é um mestiço 25% chinês e que agora até vive em Macau. Nada tenho contra ele, antes pelo contrário, o blogue dele era um dos melhores de toda a blogosfera nacionalista, mas o FireHead não vai lá muito à bola com o PNR...


«Vamos lá ver, eu entendo que haja rivalidade e desconfiança em relação aos espanhóis, o ideal era termos todos uma excelente relação dentro da península mas as coisas são o que são. Agora é preciso ter a noção que eles (espanhóis) é que são nossos parentes étnicos e isso é o mais importante. »

Exacto, por mais má que seja Espanha, África será sempre pelo menos mil vezes pior! Infelizmente, os minho-timoristas, que são um grupo muito importante no movimento nacionalista português, não vêem a coisa como nós... o que não significa que tenhamos de baixar os braços e resignar-se. Eu sei que há muitos racialistas no PNR, hoje somos minoritários, mas no futuro pode ser que não!

Afonso de Portugal disse...

«Os povos do norte também são nossos parentes étnicos e para além disso, mesmo tendo em atenção as devidas diferenças, podemos construir uma grande civilização com eles.»

Sem dúvida e o ideal nacionalista é mesmo esse: cada um na sua terra, mas cooperando entre si! Uma das falácias mais estúpidas utilizadas pelos antifas é andarem a dizer constantemente que sob o Nacionalismo não haveria pizzas nem coca-cola, só bacalhau e cozido à portuguesa. Nem música rock, disco ou heavy metal, só fado, viras do Minho e corridinhos algarvios. Como se o nacionalismo consistisse em isolar-se do resto do mundo fechar-se a sete chaves!!! Isso é que os regimes esquerdalhistas como Cuba, URSS e Coreia do Norte fazem! Nacionalismo é manter as linhas culturais, a língua, o património e a herança genética da nação, não é fingir que o resto do mundo não existe, nem ignorar o progersso tecnológico e os avanços científicos!


«Por isso é que não me considero "Nacionalista" mas sim apenas patriota e por isso é que nunca aderi a nenhum partido Nacionalista. No entanto (e é 1 entanto muito importante) como já aqui referi, nas eleições legislativas de 2015 votei PNR em jeito de protesto. »

Compreendo, mas acho que o caro FdT é bem mais nacionalista do que muitos que se autoproclamam como tal! Seja como for, agradeço-lhe ter votado no meu partido, porque aquilo que o nacionalismo mais precisa neste momento é ganhar visibilidade e dimensão. Enquanto formos apenas meia-dúzia de gatos-pingados, ninguém nos levará a sério.


«Como o caro referiu mais "ninguém acredita nisso sem ser os nacionalistas!" e felizmente há no meio Nacionalista alguns elementos como o caro Blogueiro, que para além de terem alguma (ou muita) bagagem intelectual são pessoas com quem é possível dialogar.»

Mais uma vez agradeço o elogio e retribuo: é sempre um enorme prazer dialogar com o caro FdT e só lamento não poder responder imediatamente a todos os comentários que o caro aqui foi deixando ao longo dos últimos meses. Acho que, em termos da qualidade dos nossos militantes, já estivemos muito pior: tempos houve em que praticamente só havia nazis e minho-timoristas no movimento, hoje em dia há muita gente mais moderada, a meio caminho entre os dois extremos. É desses que mais precisamos, porque é urgente apelar aos nativos e mobilizá-los para o combate! Um grande bem-haja, caro FdT! :)

Anónimo disse...

"Ah! Então o caro FdT ainda é mais "radical" do que eu julgava! O caro FdT é um racialista, que é um subconjunto dentro do Nacionalismo! Bem-vindo ao clube!"

Pensei que o caro já tinha entendido isso :p sim pode-se dizer que sou racialista mas também não sou 1 racialista "hardcore"...digamos que sou racionalista "moderado" ou racialista q.b. por mim podem haver alguns alogenos na Europa desde que não ultrapassem uma determinada percentagem da população e desde que não tenham mais direitos que os nativos, nomeadamente o direito de se queixarem de "racismo" só por não gostarem de 1 nativo e fica o nativo com a vida destruída...esta engenharia social xenofila que a esquerda e os liberais estão a cozinhar é doentia.

Agora é assim se me derem a escolher entre a misturada total e fim da raça branca ou 1 racialismo radical, então que seja o radical, mas o ideal era nunca ter que se chegar a tais extremos...

"É que o caro FdT veio do blogue do FireHead que, como julgo que sabe, é um mestiço 25% chinês e que agora até vive em Macau. Nada tenho contra ele, antes pelo contrário, o blogue dele era um dos melhores de toda a blogosfera nacionalista, mas o FireHead não vai lá muito à bola com o PNR... "

Sim mas eu nada tenho haver com Macau, já nem me lembro como é descobri o Blog dele mas foi por acaso e em boa verdade eu não tinha propriamente uma boa relação com o Firehead....nem boa nem má, eu comentava sempre em anónimo, se bem me recordo a maioria dos outros comentadores também eram "anónimos" e ele não sabia quem era quem e "stressava" um bocado o homem. Ele não era propriamente muito diplomático e por vezes dava-me respostas mal educadas, se calhar por pensar que estava a dirigir-se a 1 troll qualquer, mas enfim também não tenho nada contra ele.

Nisso o caro Blogueiro foi inteligente ao pedir para assinarmos, assim sempre consegue traçar 1 perfil de quem está do outro lado e evita alguns mal-entendidos.

"Como se o nacionalismo consistisse em isolar-se do resto do mundo fechar-se a sete chaves!!! "

Pois a questão é que muitos partidos e dirigentes nacionalistas colocam-se a jeito... têm ideias que realmente deixam o cidadão comum a pensar duas vezes antes de apoiar o nacionalismo. É que repare: apoiar o nacionalismo de direita por si só já é 1 risco para a vida social e profissional da pessoa, e então para arriscar ser-se nacionalista tem que se ter 1 retorno muito alto! eu não estou a falar de retorno financeiro mas sim retorno para a sociedade, para o futuro das próximas gerações. Não é como escolher entre PS ou PSD é escolher entre ser do sistema ou contra-sistema! a pessoa tem que ter a certeza que o contra-sistema é melhor que o sistema senão para isso não vale a pena mudar.

Ass: FdT

Anónimo disse...

"Acho que, em termos da qualidade dos nossos militantes, já estivemos muito pior: tempos houve em que praticamente só havia nazis e minho-timoristas no movimento, hoje em dia há muita gente mais moderada, a meio caminho entre os dois extremos."

Sim os ataques terroristas e a quantidade cada vez mais notável de alogenos nas ruas acordaram (ou semi-acordaram) muita gente "comum" e também mau era que não. Ainda assim não chega, é preciso que muito mais juventude de qualidade, e com ideias minimamente sensatas se junto aos partidos nacionalistas de direita. O problema meu caro é que o sistema já entendeu o potencial de crescimento da "extrema-direita" e então está a arranjar forma de anular a simpatia e o apoio do cidadão comum aos movimentos nacionalistas de direita através da pura e simples intimidação. Leis contra o "racismo", me(r)dias 24/7 a desinformar e a dar lições de moral do género "se apoias esses partidos és má pessoa" etc etc

Ass: FdT