terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Ainda sobre os homicídios recentes de duas portuguesas em Moçambique em menos de 24 h


    Temos finalmente o nome e a foto da segunda vítima (via Correio da Manhã, o único jornal "tuga" que ainda nos vai mostrando estas coisas):

Laura Pereira, de 77 anos, foi espancada até à morte durante um assalto à sua quinta.


O CM revela-nos ainda dois dados especialmente vibrante:
1. «A emigrante, que geria uma agropecuária, terá sido morta pelo caseiro da sua quinta, que já foi detido com um cúmplice. Foi a segunda portuguesa a ser morta naquele país no espaço de uma semana. O alerta para o crime foi dado pelo próprio capataz da quinta de criação de codornizes, que contou que estava a regar e ouviu um grito vindo da casa. Mas a polícia apurou que, antes de chamar o socorro, o homem - que tinha "toda a confiança" da vítima - trocou de roupa. Isso e a falta de sinais de arrombamento levaram a polícia a detê-lo, bem como a outro suspeito.»
2. Quanto à outra vítima, Inês Botas, de 28 anos, também já sabemos como foi morta: «Os três assaltantes lançaram-na ainda viva ao rio, de uma altura de dez metros, com os braços e as pernas amarrados. A autópsia revela que morreu por afogamento, com prévio traumatismo craniano, disse ontem o secretário de Estado das Comunidades, José Luís Carneiro.»



Repito mais uma vez o que tenho dito sempre acerca deste género de casos: mais vale ser pobre na nossa terra, do que andar a juntar riqueza em terra alheia para depois acabar morto de forma bárbara como estas duas portuguesas! Não vale a pena correr tanto risco só por dinheiro! Além de que não o poderemos levar connosco quando deixarmos deste mundo...

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Ver também:

Mais um português assassinado em Moçambique (6)
Mais um português assassinado em Moçambique (5)
Mais um português assassinado em Moçambique (4)
Mais um português assassinado em Moçambique (3)
Mais um português assassinado em Moçambique (2)
Mais um português assassinado em Moçambique
Português assassinado à catanada em Moçambique
Adolescente português raptado em Maputo

21 comentários:

Anónimo disse...

Olhe que eu nem sou de ficar arrepiado mas a descrição do assassinato da portuguesa de 28 anos deu-me 1 arrepio na espinha :/

É claro que os merdia não vão querer que o povinho conheça os contornos dos crimes "negros" dado que o povinho tem que ter sempre presente no subconsciente que só os brancos são capazes de cometer crimes sádicos com requintes de malvadez.

Aas:FdT

João Fernandes disse...

É impressão minha ou essa Inês botas ou lá como se chama tem um fenotipo um pouco duvidoso. ela provavelmente tem raizes negroides

Afonso de Portugal disse...

FdT
«Olhe que eu nem sou de ficar arrepiado mas a descrição do assassinato da portuguesa de 28 anos deu-me 1 arrepio na espinha :/»

Uma das características mais vibrantes do terceiro-mundo é precisamente a sua enorme capacidade de nos fazer arrepiar! Nós aqui na Europa temos esta coisa dos direitos humanos, mas eles lá em África acham essas coisas uma maçada!...


«É claro que os merdia não vão querer que o povinho conheça os contornos dos crimes "negros" dado que o povinho tem que ter sempre presente no subconsciente que só os brancos são capazes de cometer crimes sádicos com requintes de malvadez.»

Mas é que não tenha a menor dúvida, caro FdT! Eu lembro-me sempre daquele caso do bar/discoteca Meia Culpa, em Amarante, em que um rival do proprietário ordenou um ataque bárbaro no qual morreram várias pessoas queimadas. Ora, isto passou-se nos anos 90 e, nessa altura, os mé(r)dia andaram meses a falar disto, realçando constantemente a crueldade e a barbárie do acto.

Mas desde então, já houve várias agressões, assaltos e até violações igualmente graves, mas como foram protagonizadas por "jovens" ou por "feirantes", os mé(r)dia ficaram bem caladinhos! Um dos casos mais nojentos foi quando, há dois ou três anos, surgiram imagens de um agente da PSP a ser sovado quando já estava inconscniente, no Vale da Amoreira. Só o CM divulgou as imagens!!!


João Fernandes disse...
«É impressão minha ou essa Inês botas ou lá como se chama tem um fenotipo um pouco duvidoso. ela provavelmente tem raizes negroides»

Tem sim, tal como a outra mais velha, a Laura Pereira. Mas neste género de casos, o meu objectivo é alertar a malta para os perigos dos "El Dorados" terceiro-mundistas, pelo que o fenótipo das vítimas se torna secundário...

Leitora disse...

Eu fico me perguntando... será que elas eram "monxtros raxistas, faxistas, naxistas e taxistas" ou será que eram "progressistas, tolerantes e politicamente corretas"? Será que um terrível "Monxtro naxista, raxista e faxista" viveria no meio de africanos ou não? Não acharia um lugar ameaçador - principalmente pra mulher, afinal para "gente como a gente super digna, empática e maravilhosa" é sempre melhor atacar mulheres, crianças ou quando eles estão em grupo contra uma pessoa?

Afonso de Portugal disse...

A cara Leitora tocou num ponto crítico: os "raxistas, faxistas, naxistas e taxistas" existem por um motivo muito simples... selecção natural! Ser "raxista, faxista, naxista e taxista" é simplesmente ser dotado(a) de um insitinto de sobrevivência saudável, que assegura uma maior probabilidade de sobrevivência em encontros com "jovens".

Estas duas portuguesas mortas ilustram isso mesmo: por não serem dotadas desse instinto de sobrevivência, elas acabaram por ser "enriquecidas". Veja bem: a mais nova foi suficientemente estúpida para oferecer boleia (carona) a três "jovens" em pleno terceiro mundo (imagine uma mulher fazer isso aí no Brasil, quanto mais em África)! E a mais velha trabalhara com "jovens" toda a sua vida. Não há que ter pena delas!!!

A única coisa a lamentar no meio disto tudo é que ainda haja muitas pessoas como elas no Ocidente, que nos colocam a todos em perigo com a sua "humanidade", ganância e cosmopolitismo dogmático.

João Fernandes disse...

«Tem sim, tal como a outra mais velha, a Laura Pereira. Mas neste género de casos, o meu objectivo é alertar a malta para os perigos dos "El Dorados" terceiro-mundistas, pelo que o fenótipo das vítimas se torna secundário...»

Sim entendo a situação, mas estes fenotipos duvidos hoje em dia existem aos montes em Lisboa, os africanos emigram para lá como ratos já há umas boas decadas, daqui a 50 anitos Lisboa vai estar numa situação deveras nojenta.

Afonso de Portugal qual é a sua opinião nestes casos de supostos """portugueses""" com fenotipos duvidosos, infelizmente esses """"portugueses""" são usados para representar o nosso país e quando terceiro mundistas tipo brasileiros,etc tentam nos passar como extra europeus usam fotos de """"portugueses""" que provavelmente têm avos e parentes não europeus!

Eu saio de Viana do Castelo onde todas as pessoas tem fenotipos 100% portugueses, e depois vou a Lisboa e vejo com cada arraçado que eu até me sinto envergonhado deles terem a mesma nacionalidade que eu.

Atenção nem TODA a Lisboa (distrito) em si é assim, mas exemplos como Amadora etc é so arraçados e africanos.


Afonso eu aprecio o seu trabalho, será que poderia fazer um tópico sobre este assunto seria interessantíssimo saber a sua opinião no assunto.

Jesus disse...

João, Lisboa é o cumulo da imundice, fui lá uma vez na vida e não tenciono lá voltar, o que é triste pois a cidade em si é bonita, o que a estraga são os conguitos e mestiços que a habitam, eu fico com raiva de saber que a nossa capital esta cheia de não europeus e o mais frustrante é que Lisboa é o sitio mais desenvolvido de Portugal ou SEJA eu, tu e outros portugueses andamos a trabalhar e a pagar impostos para os pretos andarem em Lisboa a "aproveitar" e "vandalizar" o nosso trabalho.


Basicamente andamos a pagar impostos para pretos andarem de TGV e a fornicarem traidoras!!!!

Afonso de Portugal disse...

«Sim entendo a situação, mas estes fenotipos duvidos hoje em dia existem aos montes em Lisboa, os africanos emigram para lá como ratos já há umas boas decadas, daqui a 50 anitos Lisboa vai estar numa situação deveras nojenta.

Lisboa e arredores é de longe a região de Portugal mais iminvadida mas atenção, o flagelo está a alastrar até para o interior de Portugal. O institutos politécnicos têm sido uma fonte de infiltração de alógenos até mesmo nas cidades mais remotas do interior português. E a sua Viana do Castelo tem um desses institutos!


«Afonso de Portugal qual é a sua opinião nestes casos de supostos """portugueses""" com fenotipos duvidosos»

É complicado. Se tivéssemos o poder de fechar totalmente as fronteiras e fazer testes genéticos a toda a população portuguesa, eu estabeleceria uma percentagem máxima admissível de genes extra-europeus e deportaria todos os portugueses que tivessem mais do que essa percentagem no seu património genético.

Infelizmente, isto é completamente irrealista no presente que vivemos. Dadas as nossas ligações a África, ao Brasil e à UE, parece-me que o melhor a que podemos aspirar é fechar as fronteiras e apostar no aumento da natalidade nativa.


«infelizmente esses """"portugueses""" são usados para representar o nosso país e quando terceiro mundistas tipo brasileiros,etc tentam nos passar como extra europeus usam fotos de """"portugueses""" que provavelmente têm avos e parentes não europeus!»

Sim, é verdade, mas aqui temos de ser pragmáticos: o que os brasileiros dizem a nosso respeito não nos diz respeito. Eles não têm qualquer autoridade sobre aquilo que somos ou deixamos de ser, sobretudo porque a maioria deles odeia Portugal e o facto de o Brasil ter sido uma colónia do Império Português.

A questão é esses """portugueses""" dão uma má imagem nossa ao resto da Europa. Fazem-nos passar por mouros ou mesmo mestiços semi-africanos, o que contribui para aumentar a percepção de que não somos genuinamente europeus e aumentar a divisão e a desconfiança entre os povos europeus. Infelizmente, não há uma solução fácil para isto. A maioria dos imigrantes tem como objectivo usar Portugal para depois seguir viagem até aos países mais ricos da Europa. Nós damos-lhe cidadania de pleno direito em apenas cinco anos e, aos olhos dos estrangeiros que nunca vieram a Portugal, eles são portugueses.


«Eu saio de Viana do Castelo onde todas as pessoas tem fenotipos 100% portugueses»

Bem, não quero contrariá-lo, mas já vi vários "jovens" aí na sua cidade... tal como em muitas outras cidades do interior. Não se compara a Lisboa e Porto, evidentemente, mas Viana já não é 100% portuguesa.


«e depois vou a Lisboa e vejo com cada arraçado que eu até me sinto envergonhado deles terem a mesma nacionalidade que eu.»

Não precisa de ir a Lisboa, basta vir aqui ao Porto: no meu prédio, na freguesia de Paranhos (a maior da cidade) já vive um casal do Bangladeche. Sei de muitos outros prédios com casais do género. Na minha rua, há vários "jovens" de várias nacionalidades, às vezes ouve-se falar espanhol com sotaque sul-americano, outras vezes português do Brasil, crioulo, português com sotaque angolano e várias línguas tão "exóticas" que eu nem sequer consigo identificar de onde são! E se o caro JR passear pelas zonas de estudantes, sobretudo a na Primavera e no Verão, arrisca-se a ver dezenas de iminvasores de uma vez só! A Faculdade de Desporto e Educação Física enche-se deles várias vezes por ano...


«Afonso eu aprecio o seu trabalho, será que poderia fazer um tópico sobre este assunto seria interessantíssimo saber a sua opinião no assunto.»

A verdade é que não tenho muito mais a dizer para além do que escrevi aqui. Em tempos um leitor da Grande Lisbo adenunciou essa situação e eu na altura fiz esta posta:

http://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2017/05/um-testemunho-sobre-crescente.html

Afonso de Portugal disse...

Jesus disse
«Basicamente andamos a pagar impostos para pretos andarem de TGV e a fornicarem traidoras!!!!»

Bem, TGV ainda não mas, pelo andar da carruagem, lá chegará o dia! Seja como for, o caro jesus tem toda a razão em relação ao resto. Eu ainda conheci Lisboa quando apenas alguns bairros estavam iminvadidos. Hoje, quando lá vou, parte-se-me o coração! Aquilo tem cada vez menos de Portugal...

João Fernandes disse...

«A questão é esses """portugueses""" dão uma má imagem nossa ao resto da Europa. Fazem-nos passar por mouros ou mesmo mestiços semi-africanos»

Esse mito é espalhado na internet por não europeus, tipo brasileiros,marroquinos,iranianos etc.

Conhece o site Italic roots um suposto site "italiano" que difama Portugal e Espanha ao maximo, pois é eles postam fotos de cabo verdianos,ciganos, e mestiços e tentam passa-los como portugueses, MAS o site Italic roots não é italiano, está cheio de brasileiros,outros sul americanos,iranianos,marroquinos e os italianos que há lá são sul italianos o que é extremamente ironico

Afonso de Portugal disse...

Tenho de confessar que não conheço esse site, caro João Fernandes. Mas acredito inteiramente em si, porque já vi esse comportamento por parte de brasileiros e de outros centro e sul-americanos várias vezes, inclusive aqui na blogosfera. Eles querem arrastar-nos para o lodaçal racial em que estão atolados, fazem tudo ao seu alcance para denegrir a nossa imagem.

A única forma de contrariar essa estratégia para parte dos terceiro-mundistas é educar a nossa gente para a realidade do nosso europeísmo racial, não apenas através do estudo do nosso fenótipo mas também do nosso património genético. E claro, tudo o que vier de brasileiros e afins deve ser encarado como duvidoso...

Jesus disse...

No que toca á representação do nosso país tenho de dizer que o João tem razão, maioria das personalidade televisivas do nosso país tem raizes judias e negroides, sem falar que a televisão ""portuguesa"" é um antro para arraçados e negroides de Lisboa.


Infelizmente custa-me dizer isto mas a curto prazo seria melhor separar o Norte e Centro-Norte do resto do país, até que uma reconquista seja feita no sul, é a melhor opção, e atenção porque os alentejanos são as pessoas mais portuguesas do sul de Portugal porque extrema maioria deles são descendentes de nortenhos imigrados.

Isto ia ajudar muito no desenvolvimento humano do norte que tem sido arrastado para baixo porque o nosso "goberno" só quer investir em Lisboa, acredito que 40% do PIB de Portugal vem do Norte, apenas do Norte, se formos falar do centro-norte e centro provavelmente é de onde vem 70% do nosso PIB

João Fernandes disse...

Caro Afonso criei um Discord para nacionalistas portugueses

https://discord.gg/nbSxxfQ


Se pudesse divulgado ficaria grato

Afonso de Portugal disse...

Muito bem, caro João, vou divulgar ja no próxima posta, que publicarei o mais tardar até à hora de jantar!

Anónimo disse...

»maioria das personalidade televisivas do nosso país tem raizes judias e negroides«

Porra, uma coisa é exagerar, mas isso também é o cumulo do exagero, está bem que a comunicaçãosocial tenta sempre meter minorias em todo o lado e eles fazem isso com um propósito, mas isso que diz não tem cabimento.

»sem falar que a televisão ""portuguesa"" é um antro para arraçados e negroides de Lisboa.«

Nenhum deles é de lisboa de certeza, moram lá, da mesma forma que se lhes apetecer vão morar para lemego, beja ou viseu, mas não são autóctones de nenhuma dessas terras. É isto que muita gente de palas não percebe, eles vão para as capitais porque é onde há mais emprego.

»nfelizmente custa-me dizer isto mas a curto prazo seria melhor separar o Norte e Centro-Norte do resto do país, até que uma reconquista seja feita no sul, é a melhor opção, e atenção porque os alentejanos são as pessoas mais portuguesas do sul de Portugal porque extrema maioria deles são descendentes de nortenhos imigrados.«

Ya, vamos abandonar os nossos irmãos de nação e de raça, e deixar los á merce das vagas de fora da Europa, boa estratégia sim senhor, se um dia eles(imigrantes) estiverem em massa em vez de ser só em Lisboa estiverem em Braga ou em Faro então mais vale abandonarmos também os habitantes autóctones de todas essas cidades, vamos fugir para o castelo de Guimarães :D
E discernimento nada?

assnado;
Paulo

Afonso de Portugal disse...

Sabe, caro Paulo, há alguns anos atrás, quando este blogue ainda não existia, eu pegava-me regularmente com um indivíduo passivo-agressivo que, no blogue Gladius, insistia em defender a mesma ideia que o Jesus aqui defende (o Sul deve ser deixado à bicharada).

Hoje, ao reler o comentário do Jesus, confesso que lamento ter desperdiçado esse tempo. Porque alguém que, nas circunstâncias actuais, acha mesmo que seria viável dividirmos o país em partes para depois efectuarmos uma reconquista, não pode estar a falar a sério, ou então tem muito pouca experiência de vida.

Em Portugal, as elites são militantemente globalistas, inclusive as do Norte. Eu estudei e trabalhei na Universidade do Porto, sei bem do que falo. Dou-lhe um exemplo: eu vi, escandalizado, um professor catedrático do Porto mexer os cordelinhos para arranjar emprego a um "jovem" numa grande empresa portuguesa. Porquê? Porque o tal "jovem" era genial? Nada disso... porque os pais da namorada desse "jovem", que era branca, não aprovavam a relação... e esse professor decidiu que era hora de o casalinho se tornar independente! Outro exemplo: o pai de uma minha ex-namorada era cirurgião aqui no Porto. Depois de ter bebido mais do que devia durante um jantar, lamentou a "falta de diversidade" da sociedade portuense, "racista e de vistas curtas", que "até nisso se tinha deixado ultrapassar por Lisboa". Tenho inúmeros exemplos de intervenções desse género por parte de indivíduos de classe média e alta do Porto, de Braga, de Guimarães, de Vila Real, de Viseu, da Guarda...


Durante o ano passado, as cidades que mais imigrantes receberam, em termos proporcionais, foram as do interior português. Bragança foi a cidade que mais imigrantes acolheu em relação à população residente, a esmagadora maioria oriundos de países africanos. Estamos a falar do interior transmontano! Outro exemplo: durante o incêndio de Pedrógão Grande, que ocorreu bem no coração de Portugal, eu mostrei aqui no TU que várias das vítimas eram "jovens":

https://totalitarismouniversalista.blogspot.pt/2017/06/sobre-tragedia-de-pedrogao-grande.html


Ou seja, a iminvasão é geral, não se cinge a esta ou aquela cidade, nem a este ou àquele país! Achar que as alterações demográficas a que assistimos são exclusivas de Lisboa só porque Lisboa está mais iminvadida é não querer ver a coisa como ela é. O problema aqui são as nossas elites. Enquanto não nos livrarmos delas, nenhuma reconquista será viável. A grave situação em que nos encontramos só pode ser alterada a partir de cima, através do exercício do poder político. É em conquistar esse poder político que todos devíamos estar concentrados.

Anónimo disse...

"Em Portugal, as elites são militantemente globalistas, inclusive as do Norte. Eu estudei e trabalhei na Universidade do Porto, sei bem do que falo. Dou-lhe um exemplo: eu vi, escandalizado, um professor catedrático do Porto mexer os cordelinhos para arranjar emprego a um "jovem" numa grande empresa portuguesa. Porquê? Porque o tal "jovem" era genial? Nada disso... porque os pais da namorada desse "jovem", que era branca, não aprovavam a relação... e esse professor decidiu que era hora de o casalinho se tornar independente! Outro exemplo: o pai de uma minha ex-namorada era cirurgião aqui no Porto. Depois de ter bebido mais do que devia durante um jantar, lamentou a "falta de diversidade" da sociedade portuense, "racista e de vistas curtas", que "até nisso se tinha deixado ultrapassar por Lisboa". Tenho inúmeros exemplos de intervenções desse género por parte de indivíduos de classe média e alta do Porto, de Braga, de Guimarães, de Vila Real, de Viseu, da Guarda..."

Esses casos de que falou são de facto escandalizantes caro Afonso. Infelizmente, sao essas as pseudo elites que mandam aqui. Vejo o futuro de Portugal muito negro, de ano para ano parece que esta a haver uma estupidificaçao geral na maior parte da população. O que faz falta a muita gente é viver em zonas multiculturais "vibrantes" para ver se mudam a sua visão infantil do mundo. E nas geraçoes mais novas (18 e 20 anos) a desgraça é ainda maior, eu quando vejo estudantes universitarios na minha cidade, fico a pensar no que será o futuro deste país.

Bruno Dias

Afonso de Portugal disse...

«Infelizmente, sao essas as pseudo elites que mandam aqui.»

E é isso que muitos nacionalistas não parecem ser capazes de enfiar nas suas cabeças -não me estou a referir ao Bruno Dias, evidentemente. Mas raro é o dia em que eu não leia imbecilidades nos meios de divulgação nacionalista, desde o clássico "é preciso fazer uma revolução" ou "é preciso acabar com a democracia" até "é preciso dividir o país segundo critérios raciais" e "temos de criar zonas exclusivamente brancas"!...

Revolução com que meios? Com que exército? Com que apoio popular??? Nas legislativas, o único partido nacionalista que temos ainda não conseguiu chegar sequer ao 1% dos votos! Onde é que estes revolucionários da treta querem ir buscar os seus apoios???

Acabar com a democracia como, se -por motivos históricos- é esse o sistema que vigora em todo o Ocidente??? Ainda por cima estando Portugal integrado na UE, uma entidade que jamais toleraria o regresso da ditadura????

Dividir o país segundo critérios raciais como, se os iminvasores estão em todas as regiões portuguesas? E como é que iríamos impor essa divisão, se não temos exército?

Zonas exclusivamente brancas como, se a esmagadora maioria dos portugueses não está interessado nisso e, caso conseguíssemos criar essas zonas, como poderíamos impedir a vinda de alógenos se, legalmente, o Estado não nos deixaria discriminá-los???

Enfim... às vezes parece que só temos crianças no movimento. Pessoas que não fazem a mais pálida ideia do que é o mundo real!


«O que faz falta a muita gente é viver em zonas multiculturais "vibrantes" para ver se mudam a sua visão infantil do mundo.»

Sem dúvida, uma dose de diversidade acordaria certamente muita gente, embora alguns nem assim tenham acordado...


«Eu quando vejo estudantes universitarios na minha cidade, fico a pensar no que será o futuro deste país.»

Eu cada vez me convenço mais que estudantes universitários estão entre os maiores burros da sociedade! Absorvem tudo o que os professores lhes dão de comer, sem qualquer espírito crítico... As festas estudantis são um degredo total, álcool, palavrões, música pimba, promiscuidade sexual... eu sei que no resto do Ocidente não é muito diferente, mas o que me aflige é que dá a sensação que os "tugas" ficam sempre estudantes. Por exemplo, nos EUA -a terra dos "burros" segundo os "tugas"- apenas 32% das pessoas acreditam nos mé(r)dia. Mas aqui em Portugal essa percentagem anda na casa dos 80%!!! Dá a sensação que o nosso povo continua sempre na infância...

Anónimo disse...

"Outro exemplo: o pai de uma minha ex-namorada era cirurgião aqui no Porto. Depois de ter bebido mais do que devia durante um jantar, lamentou a "falta de diversidade" da sociedade portuense, "racista e de vistas curtas", que "até nisso se tinha deixado ultrapassar por Lisboa". "

AAAAH VISTAS CURTAS!! vistas que não conseguem ver as maravilhas dos musseques de Luanda e dos bairros de lata sobrelotados de Lagos, nem a beleza incrível das favelas brasileiras e dos guetos de Detroit...são tão curtas que nem chegam ali à Amadora para ver a Cova da Moura. Esqueça lá a Torre de Belém, os Jeronimos e essas obras merdosas inventadas pelos velhos burgessos europeus, ouvir batucadas ao anoitecer nos "bairros de lata" e nas cabanas é que é pá! a sentir aquele cheirinho exótico muito especifico, ah! as elites "brancas" dos senhores doutores derretem-se com essas maravilhas!

É uma pena não poder voltar atrás no tempo se não o caro Blogueiro podia dar 1 exemplo muito concreto a esse senhor doutor, 1 exemplo que se passa nas encostas do Douro relativamente próximo à ponte D.Luiz mas que graças a Deus passa despercebido, umas boas dezenas (ou centenas) de imigrantes cabo-verdianos construiriam (e só pode ter sido de forma ilegal) pequenos bairros de lata nas encostas do Douro se não estou em erro tanto do lado do Porto como de Gaia e em 2 ou 3 locais diferentes.

A titulo de curiosidade segue link com uma reportagem num desses bairrinhos:

https://www.rtp.pt/noticias/pais/comunidades-africanas-no-porto_a1050575

Ah que maravilha!! gritam as dementes elites "tugas" a ver este tipo de reportagens, que bom seria se o Porto fosse uma comunidade cabo verdiana gigante! essa mistura entre a pobreza económica das classes baixas tripeiras espelhada nas "ilhas" e nos "bairros sociais" mais as favelas das comunidade Africanas provocariam mil orgasmos aos senhores doutores que passassem próximo destas maravilhas populares ao volante dos seus BMW´s ultimo modelo a caminho das suas pequenas mansões na Foz.

p.s: Se deixassem estes migrantes vibrantes construir à vontade e se por acaso há uns séculos atrás ninguém se tivesse lembrado de construir o paço episcopal,os clerigos e restantes obras barrocas etc, por ventura tínhamos toda aquela zona transformada numa "Favela da Rocinha" e lá se ia o melhor "destino Europeu do ano"... Porque acredite caro Blogueiro, se lhes derem espaço aquela malta transforma tudo em favelas como Jesus transformava água em vinho. E no final do dia ainda culpavam os brancos por existirem favelas em Portugal!!!

Ass: FdT

Afonso de Portugal disse...

«vistas que não conseguem ver as maravilhas dos musseques de Luanda e dos bairros de lata sobrelotados de Lagos, nem a beleza incrível das favelas brasileiras e dos guetos de Detroit...são tão curtas que nem chegam ali à Amadora para ver a Cova da Moura. Esqueça lá a Torre de Belém, os Jeronimos e essas obras merdosas inventadas pelos velhos burgessos europeus, ouvir batucadas ao anoitecer nos "bairros de lata" e nas cabanas é que é pá! a sentir aquele cheirinho exótico muito especifico, ah! as elites "brancas" dos senhores doutores derretem-se com essas maravilhas!»

Ahahahahah o que eu me ri ao ler o seu comentário, caro FdT! Se não fosse a ironia e o sentido de humor, onde é que já estaríamos, rodeados por estes palhaços politicamente correctos que nos vão deixar um Portugal irreconhecível!


«É uma pena não poder voltar atrás no tempo se não o caro Blogueiro podia dar 1 exemplo muito concreto a esse senhor doutor, 1 exemplo que se passa nas encostas do Douro relativamente próximo à ponte D.Luiz mas que graças a Deus passa despercebido, umas boas dezenas (ou centenas) de imigrantes cabo-verdianos construiriam (e só pode ter sido de forma ilegal) pequenos bairros de lata nas encostas do Douro se não estou em erro tanto do lado do Porto como de Gaia e em 2 ou 3 locais diferentes.»

Agora veja bem, caro FdT, eu já vivo no Porto há mais de 21 anos e, mesmo assim, não sabia nada dessa "diversidade vibrante" aqui mesmo ao lado! Eu, que sou um "racista" nacionalista!!! Agora imagine o cidadão médio...


«A titulo de curiosidade segue link com uma reportagem num desses bairrinhos:»

https://www.rtp.pt/noticias/pais/comunidades-africanas-no-porto_a1050575

Muito obrigado, caro FdT! E não pense que me esqueci dos links do Al-Público que me trouxe há umas semanas atrás. Mais semana, menos semana, hei-de fazer um vídeo sobre eles!


«Ah que maravilha!! gritam as dementes elites "tugas" a ver este tipo de reportagens, que bom seria se o Porto fosse uma comunidade cabo verdiana gigante! essa mistura entre a pobreza económica das classes baixas tripeiras espelhada nas "ilhas" e nos "bairros sociais" mais as favelas das comunidade Africanas provocariam mil orgasmos aos senhores doutores que passassem próximo destas maravilhas populares ao volante dos seus BMW´s ultimo modelo a caminho das suas pequenas mansões na Foz.»

O mais assombroso, caro FdT, é que há-de haver sempre alguém que, mesmo constatando a verdadeira miséria em que essa gente vive, há-de jurar a pés juntos que o contributo dessas pessoas é positivo, que faz prosperar e enriquecer Portugal! Vivemos tempos verdadeiramente surreais, em que as pessoas -mesmo as mais instruídas- papagueiam ideologias e lugares-comuns com a maior desfaçatez, quando toda a gente -mas é que é mesmo toda a gente!- vê que o rei vai nu!


«(...) acredite caro Blogueiro, se lhes derem espaço aquela malta transforma tudo em favelas como Jesus transformava água em vinho. E no final do dia ainda culpavam os brancos por existirem favelas em Portugal!!!»

Mas é que não tenho mesmo a menor dúvida disso, caro FdT! Aliás, estou convencido que alguém vai culpar os portuenses e os gaienses por essas magníficas estruturas que tanto enriqueceram as encostas tristes e enfadonhas do Douro!

Afonso de Portugal disse...

Epá, afinal a reportagem não tem imagens... que pena! Não podemos ver a arquitectura maravilhosa trazida até nós pelos "jovens"!