sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Prémios Darwin de 2017: Iris Ross


     Um  muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui esta notícia colorida, exótica e vibrante, que mais uma vez nos mostra -como se ainda precisássemos de ver- a força imparável da diversidade!

«[O "jovem"] Anthony Milan Ross é um autor e palestrante motivacional que lutou contra a perda de peso e está bastante presente nas redes sociais, contando com inúmeros seguidores, que demonstraram o choque nas páginas das redes sociais do homem.

Anthony Ross assassinou a mulher, de quem se estava a divorciar, e os dois filhos de 11 anos e 10 meses, na casa em que viviam em Phoenix, nos Estados Unidos da América. De acordo com os relatos feitos à polícia, o homem foi visto a atingir a tiro a mulher, Iris Ross, de 38 anos, enquanto fugia do marido. Depois de alvejar a mulher, que faleceu no local, e apontar a arma às testemunhas, Anthony dirigiu-se ao interior da casa e, foram ouvidos mais dois tiros.»

 Iris Ross, 38 anos, grandessíssima rameira branca e Prémio Darwin de 2017:
não só perdeu a sua vida, como não deixou descendência! "Praise the Lord", pá!

«Mary Wogan, irmã de Iris Ross, disse que recebeu duas mensagens do cunhado nessa tarde, que a deixaram alarmada. "A primeira mensagem foi às 14:52 horas e dizia 'acabei de matar a Iris e as crianças', e a segunda mensagem só dizia "com uma arma", conta.

Quando a polícia chegou ao local por volta das 15.45 horas já encontrou Iris Ross sem vida, no pátio de casa, e começou as negociações com o homem para tentar salvar as crianças. Numa primeira fase, Anthony disse que já tinha morto os filhos, mas depois disse que as crianças ainda estavam vivas e ameaçou a polícia que as mataria se não recuassem.

Pouco depois das 22 horas, a polícia conseguiu colocar um robô dentro da casa e percebeu que Anora Ross, de 10 meses, já estava morta, mas quando o homem percebeu que estava a ser observado abriu fogo contra o aparelho e contra a polícia. A unidade policial conseguiu entrar na casa e, depois de prenderem o homem, descobriram o corpo do filho mais velho, Nigel, de 11 anos.»

Nada mau... se ao menos todas as rameiras brancas (notar que os homens brancos também podem ser rameiras) que preferem os invasores aos seus próprios irmãos de raça tivessem o mesmo destino!...

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2 comentários:

Pedro disse...

As rameiras brancas não estão nem aí para a vida, para o próprio futuro e o futuro de seus filhos. Tem que se fuder mesmo.

Afonso de Portugal disse...

Cada vez concordo mais consigo, caro Pedro! Estas estúpidas não consegue controlar o seu lado simiesco... e depois todos nós pagamos por isso! Que se danem!!!