sábado, 16 de dezembro de 2017

Mulher forçada a dar à luz em plena rua...
no Congo? Na Somália? Não, no Londristão!


O que vale é que o Reino Unido, em especial a cidade de Londres, estão cada vez melhores devido aos imigrantes que vêm fazer o que os ingleses brancos não querem...

«Lizzie Hines tem uma história para contar para o resto na vida. A jovem inglesa, natural de Londres, deu à luz em plena rua, à porta de um bar de striptease, ajudada por estranhos. Lizzie estava grávida de nove meses quando sentiu contracções e foi ao hospital, no dia 22 de Dezembro do ano passado. Não deu entrada naquela unidade de saúde londrina, uma vez que os médicos acharam que o bebé ainda não ia nascer mas, escassas horas depois, ainda antes de conseguir chegar a casa, a mulher começou a sentir novas contracções muito fortes, quando estava no meio da rua. Deitou-se, apoiada pelo marido e deu à luz à porta de um bar de striptease.


"Lembro-me tão bem de me deitar, ver os pés de toda a gente que passava à minha volta e saber o que ia acontecer. Depois senti os membros do meu pequeno Louis a saírem do meu corpo e tentei dizer a toda a gente que ele estava ali. O meu marido não queria acreditar. Depois senti alguém a pôr o Louis no meu peito", recorda Lizzie. A mulher foi ajudada por várias pessoas que passavam. Uma mulher ajudou no parto e embrulhou o bebé no cachecol e no casaco que levava vestidos.

Outra das pessoas que ajudou foi um médico que estava de folga e que por acaso passava no local. Foi ele que verificou se estava tudo bem com a criança e declarou "é um menino saudável". "Não me lembro de ser levantada do pavimento, mas o meu marido contou-me que toda a gente começou a gritar "É um milagre de Natal", conta a inglesa, que foi depois levada para o hospital numa cadeira de rodas.

Sobre o caso, a administração dos Hospitais de Londres garantiu que foi aberto um inquérito. "Vamos garantir que o que se passou com a Sr.ª Hines não volta a repetir-se", escreveu a administração em comunicado.»

Mas então o sistema de saúde britânico não era um dos melhores do mundo? E não era um dos melhores do mundo precisamente por ter médicos de todas as cores, credos e feitios? Não me digam que os multiculturalistas mentiram, pá! Não me digam que, afinal, a diversidade não é a nossa força!!!

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