domingo, 10 de dezembro de 2017

Como trollar uma feminista! (com legendas)


     Aqui fica um vídeo hilariante protagonizado por Gavin McInnes, Sean Hannity e uma tontinha feminista completamente irrelevante... 😂

4 comentários:

RAMIRO LOPES ANDRADE disse...

Amigo Afonso

Hahahahahahahahahaha ........ um vídeo deliciosamente hilário !!!!!
A mais pura verdade.
As mulheres feministas estão a destruir o ocidente, e quando todas vestirem burcas, eu vou me fartar de rir.
Ponha mais vídeos destes para alegrar meu dia.

Abraços.

Ramiro

Afonso de Portugal disse...

Amigo Ramiro

Bons olhos o leiam! Estas feministas idiotas são mesmo assim, sempre a queixar-se do Ocidente e do homem branco, mas bem no fundo a suspirar pelo macho muçulmano!

Aliás, neste vídeo percebe-se bem a contradição ambulante que é a moça de vestido verde: ela está tão habituada a lidar com eunucos que nunca lhe respondem torto que, quando o Gavin lhe diz que ela seria muito mais feliz se estivesse em casa a cuidar dos filhos, ela fica em estado de choque, nem sabe como responder! Aposto que ela passou o resto da semana a pensar no Gavin e em como ela gostaria de ter um homem como ele em sua casa! Ehehehehe...

Abraços!

Anónimo disse...

Lol que barrigada de riso.
Mas istp foi mesmo verdade? É que na Europa este tipo ficava sem emprego em 2 tempos...

Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

LOL, estou convencido que foi mesmo verdade. Afinal, isto foi transmitido em directo na FOX!...

Quanto ao emprego do Sr. McInnes, ele tem a sorte de trabalhar para a canadiana Rebel Media do judeu Ezra Levant. Portanto, a única forma de ele ser despedido é cometer o mesmo erro da Faith Goldy e decidir entrevistar neonazis...

NOTA para imbecis que eventualmente estiverem a ler isto: eu não estou a dizer que o Sr. Levant fez bem em despedir a menina Goldy ou que entrevistar neonazis é ilegítimo; o que estou a dizer é que, quando se trabalha para um judeu, não se pode estar à espera que o nosso empregador aprove a publicidade ao nacional-socialismo, por motivos óbvios. Um patrão muçulmano também não aprovaria. Nem um patrão chinês, indiano ou africano. Dããã!!!...