terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Chupa, esquerdalho: Supremo Tribunal dos EUA aprova “travel ban” do PresidenteTrump!


A decisão ainda não é definitiva é certo, mas lá se foi a conversinha desonesta dos "pesos e medidas"...
 
«O Supremo Tribunal dos Estados Unidos ordenou que o “travel ban” instituído pelo presidente norte-americano Donald Trump seja mantido enquanto os tribunais de instâncias inferiores estudam a legalidade da medida. A decisão do tribunal vai ao encontro do pedido dos advogados de Trump, que pediram o levantamento das restrições impostas pelos tribunais inferiores quando a medida foi avançada pelo presidente.

O “travel ban” impede que oito nacionalidades — Síria, Líbia, Irão, Iémen, Chade, Somália, Coreia do Norte e Venezuela, quase todas muçulmanas — entrem nos Estados Unidos. Continuará a ser assim, afirma o Supremo Tribunal, embora não apresente argumentos para a decisão: diz apenas que prefere esperar pelo parecer dos tribunais de instâncias mais baixas até voltar a pronunciar-se sobre o assunto. No entanto, promete uma conferência onde explicará os motivos que sustentam a decisão.

Veja-se bem a valente treta que é esta conversa ridícula de "banir nacionalidades muçulmanas": na tabela que vos mostro a seguir, que fui buscar aqui, são listados os países com a maior população muçulmana (dados de 2011), em termos absolutos:


Ora, dos países inlcuídos no "travel ban", apenas o Irão e o Iémen fazem parte da lista! Como se pode, então, argumentar que o "travel ban" é uma interdição às nacionalidades muçulmanas?! Estes canalhas me(r)diáticos, reles prostitutas da superclasse globalista, julgam que enganam quem, exactamente?!

«Com apenas dois votos contra o cumprimento da política de proibição de Trump, o tribunal afirma que o travel ban deve ter “efeito pleno” e admitir até as modificações que o presidente norte-americano apresentou a esta proposta de lei em Setembro. Isto significa que as “excepções de boa-fé” levadas em conta pelos tribunais inferiores — como os avós, primos e outros parentes de residentes nos Estados Unidos — continuam impedidas de entrar no país.»

3 comentários:

Anónimo disse...

Nã percebi o "ban" á Venezuela e ao Irão...ou melhor percebi porque são 2 países que não se ajoelham perante...chamemos lhe assim..."a nova ordem mundial";)

A presença destes 2 países prova que até nisto Trump é vassalo daquele poder invisivel, portanto isto para mim tem tanto de derrota como de vitoria.
É claro que não lhe retiro mérito, é melhor que nada, mas os cidadãos dos paquistões, dos Egiptos, das Nigerias e dos zimbabwes etc não merecem mais o Ocidente que os sírios, iranianos e Venezuelanos.

E há mais um aspecto negativo: os cidadãos banidos provavelmente vão virar-se para a Europa -.-

Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

«Não percebi o "ban" á Venezuela e ao Irão...ou melhor percebi porque são 2 países que não se ajoelham perante...chamemos lhe assim..."a nova ordem mundial";)»

Também passa por aí, evidentemente. O caso da Venezuela até faz sentido, uma vez que as retrições são sobretudo para as elites políticas desse país:

http://fortune.com/2017/09/25/donald-trump-travel-ban-venezuela/


«A presença destes 2 países prova que até nisto Trump é vassalo daquele poder invisivel, portanto isto para mim tem tanto de derrota como de vitoria.»

A questão é que é preciso começar por algum lado. É tão raro ver um líder ocidental a usar o seu poder contra a imigração que só posso encarar este "travel ban" como uma coisa positiva. Até porque já sabemos: na questão da imigração, o esquerdalho jamais nos permitirá uma vitória definitiva.


«mas os cidadãos dos paquistões, dos Egiptos, das Nigerias e dos zimbabwes etc não merecem mais o Ocidente que os sírios, iranianos e Venezuelanos.»

Exacto, mas lá está, é preciso começar por algum lado.


«E há mais um aspecto negativo: os cidadãos banidos provavelmente vão virar-se para a Europa -.-»

Sem dúvida, mas não podemos exigir aos norte-americanos que cuidem do nosso quintal por nós. É a nós -e só a nós, europeus- que nos compete manter afastados os parasitas do terceiro-mundo. Mas em vez de o fazermos, escolhemos Mer(d)kels, Hollandes, Macrons, Theresas May, Davides Camarão, bêbados Juncker, lacaios Barroso... ah espere lá, caro FdT, esqueci-me que afinal não escolhemos os dois últimos! Esta história da Democracia a sério é tão confusa, pá!

Anónimo disse...

"(...) Mas em vez de o fazermos, escolhemos Mer(d)kels, Hollandes, Macrons, Theresas May, Davides Camarão, bêbados Juncker, lacaios Barroso... ah espere lá, caro FdT, esqueci-me que afinal não escolhemos os dois últimos"

LOL bem visto. Mas desses 2 últimos 1 já foi embora a outra múmia ainda se anda lá a arrastar mas também não tem assim tanto poder quanto isso, é mais "letra" e "directrizes" que outra coisa...a não ser que a "integração europeia" vá longe demais claro.

Ass: FdT