quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Afinal, não são assim tão Raríssimas...


«Usa instituição de apoio a deficientes para facturar: Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados da Guarda garante dezenas de contratos a empresas de vice-presidente.»

 O fulano em causa: segundo alguns entendidos da nossa praça, só poderá ser judeu...

«José Sequeira Abrantes, ex-vice-presidente da Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados da Guarda (CERCIG), acaba de ser acusado de um crime de participação económica em negócio, punível com cinco anos de prisão. Segundo o Ministério Público (MP), Abrantes usou aquela instituição de solidariedade social para garantir dezenas de contratos a duas empresas de que era sócio-gerente.»

Nas últimas eleições presidenciais, tivemos um candidato cuja grande prioridade era o combate à corrupção. Não surpreendentemente, obteve um resultado medíocre nas urnas, porque o povo  português ainda não percebeu -nem parece querer perceber- que o caso Raríssimas não tem nada de raro, é muito provavelmente a regra no nosso país...

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