terça-feira, 31 de outubro de 2017

Os 'franciús' estão num grande dilema: devem ou não aceitar que um bebé se chame 'Jihad'?


     Aceitam-se apostas sobre o desfecho deste caso! Conhecendo os croissants, o mais provável é que o bebé 'Jihad' tenha vindo para ficar! 😅 Um muito obrigado! ao Filho da Truta (FdT) por nos ter trazido aqui mais este capítulo da islamização da Europa:

«Um casal de Toulose, em França, chamou Jihad ao filho bebé, que nasceu em Agosto. Mas o nome foi sinalizado e agora cabe às autoridades decidirem se pode ou não ficar, avança o site ActuToulouse.


A lei francesa não impõe muitas restrições na escolha dos nomes, mas estabelece que podem ser vetados se prejudicarem os interesses da criança [notem bem: os interesses da criança, da sociedade não!]. Nestes casos, o nome é registado, mas o registo deve informar o procurador da República. 

Há outras crianças chamadas Jihad em França - o nome significa abnegação, esforço ou luta e não especificamente guerra santa, refere o ActuToulouse [isto que é falso! Jihad significa sobretudo guerra santa, como o Robert Spencer nos explica neste vídeo], mas o caso foi levado às autoridades porque se considera que os atentados dos últimos anos em França mudaram a forma como o nome será visto.

"A Jihad é um conceito fundamental no Islão. É erradamente traduzida por 'guerra santa' no nosso imaginário colectivo" [erradamente, o tanas!!! Mais uma vez, vejam o vídeo do Robert Spencer], explicou Abderrahmane Oumachar, co-fundador de um centro de Toulose de espiritualidade muçulmana, citado pelo ActuToulouse.

Ainda assim, Oumachar questiona se será no melhor interesse da criança permitir este nome: "Suscita incompreensões que podem prejudicar o desenvolvimento, a integração da criança". Em 2015 um tribunal francês impediu um casal de chamar Nutella à filha, considerando que não seria no melhor interesse da criança. O nome foi modificado para Ella.»

3 comentários:

João disse...

Eu acho que deviam deixar ficar. Assim como assim é só uma questão de tempo até ser um nome vulgar por lá. E questão de pouco tempo, ainda por cima.

Rick disse...

Isto é tudo uma macacada. Enquanto abrem as fronteiras ao terrorismo islâmico a aos primitivos de África, vão combatendo palavras. Uma prova da imbecilidade e da infiltração marxista nas elites europeias decadentes.
Hoje, nos primeiros momentos após o atentado islâmico em NY os locutoiros dos canais de propag...ups! digo, de notícias, afanavam-se e competiam entre si para declarar que não era atentado. Nalguns jornais online brasileiros falava-se do truque do camião, aquelas máquinas guiadas por inteligência artificial que se rebelavam contra os malandros dos ocidentais. Estavam na esperança de continuar a narrativa do "maluquinho" e do "caso isolado". Azar! Já não é o Burako Obama que manda na administração americana e a polícia lá teve que informar que o maluquinho tinha gritado por Alá.

Afonso de Portugal disse...

João disse...
«Assim como assim é só uma questão de tempo até ser um nome vulgar por lá. E questão de pouco tempo, ainda por cima.»

Eu até estou curioso por saber qual dos nomes será mais vulgar daqui a umas décadas, Jihad ou Maomé! :P


Rick disse...
«Enquanto abrem as fronteiras ao terrorismo islâmico a aos primitivos de África, vão combatendo palavras. Uma prova da imbecilidade e da infiltração marxista nas elites europeias decadentes.»

Verdade. Primeiro deixam-nos entrar à fartazana, depois estranham estas suas "manifestações culturais" próprias!~


«Nalguns jornais online brasileiros falava-se do truque do camião, aquelas máquinas guiadas por inteligência artificial que se rebelavam contra os malandros dos ocidentais. Estavam na esperança de continuar a narrativa do "maluquinho" e do "caso isolado".»

Uma coisa gira de ser ver nos atentados mais recentes é que, nas primeiras horas a seguir ao atentado, os jornalixistas ficam todos excitados, nas versões online dos jornais a noticia do atentado é colocada logo no cimo da página, dando-se a entender que tudo foi obra de mais um "supremacista branco" ou assim..

...mas depois percebe-se que só pode ter sido mais um "enriquecimento" proporcionado por um adepto da "religião da paz" e tudo muda de figura. A notícia passa para o fundo da página, quando não é escondido.

Um exemplo concreto: ontem, o Observador da direitinha começou por colocar a notícia do atropelamento de Nova Iorque no cimo da sua página de internet, acompanhado por um gráfico que mostrava o número de atentados cometidos com armas de fogo nos útlimos anos nos EUA, como que a sugerir que estávamos perante mais um "supremacista branco" armado até aos dentes. Mas logo que se percebeu que o terrorista era mais um maomerda, a coisa esfriou...