quinta-feira, 12 de outubro de 2017

O Estado sabe o que é melhor para si. Agradeça e não proteste!


     O (des)governo esquerdalhista zela por si e pela sua saúde! As bebidas alcoólicas fazem mal, por isso são para taxar. O açúcar também faz mal, por isso também é para taxar. O sal também faz mal, por isso também é para taxar. O tabaco também faz mal, por isso também é para taxar. E os carros poluem e fazem muito barulho, por isso também fazem mal, não apenas a si mas a todo o planeta, logo, o IUC é para aumentar.


"O estado ama-seca: a felicidade está apenas a mais uma regulação de distância!"


O quê?! Você acha que devia ter a liberdade de decidir o que lhe faz bem ou mal? Nem pense nisso, o Estado sabe melhor do que você! Aliás, sabe melhor do que qualquer um de nós, povo inculto e malformado. O que vale é que ao menos virámos a página da austeridade, senão ainda ficávamos a pensar que isto era uma forma de nos irem outra vez aos bolsos e não uma manifestação de amor genuíno pelos portugueses...

8 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Eu pessoalmente penso é que isso são tudo desculpas para sacar dinheiro aos cidadãos em impostos e mais impostos. A desculpa do "temos de taxar porque faz mal à saúde" é só um pretexto para o Estado aumentar a carga fiscal. O problema maior é que os animais semi-racionais que estão a gerir o Estado, nunca se lembram de aumentar os salários na justa proporção em que sobrem os impostos...

Afonso de Portugal disse...

«A desculpa do "temos de taxar porque faz mal à saúde" é só um pretexto para o Estado aumentar a carga fiscal»

Eu não acredito noutra coisa! Querem lá eles saber da nossa saúde! Eles até agradeciam que as pessoas com uma certa idade morressem todas, sobretudo os reformados: poupavam nas reformas e nas despesas hospitalares!


«nunca se lembram de aumentar os salários na justa proporção em que sobrem os impostos...»

De vez em quando, aumentam os subsídios e os benefícios sociais para os parasitas e indigentes que não fazem bolha, que é para manterem o seu voto cativo. Aliás, a jogada com os imigrantes é em grande parte essa: importa-se gente com pouca apetência para o trabalho e depois paga-se-lhes o subsídio para votarem certinho... a experiência em países como a França, a Alemanha e o Reino Unido mostra que os muçulmanos são especialmente dados a este tipo de esquema de subsidiodependência.

João José Horta Nobre disse...

«Aliás, a jogada com os imigrantes é em grande parte essa: importa-se gente com pouca apetência para o trabalho e depois paga-se-lhes o subsídio para votarem certinho... a experiência em países como a França, a Alemanha e o Reino Unido mostra que os muçulmanos são especialmente dados a este tipo de esquema de subsidiodependência.»

A nossa sorte, parcialmente, é que Portugal é o País mais pobre da Europa Ocidental. Aqui não dá para haver famílias inteiras de mouros a viverem à pala de subsídios como acontece nos países do Norte da Europa. Por isso é que a maioria dos ditos "refugiados" têm fugido todos do País. Não há "maminha" na Tugolândia...

Afonso de Portugal disse...

Sim, é o que nos tem valido. Mas o meu grande receio é que, com o passar dos anos, à medida que os países mais ricos ficarem saturados -porque a mama não pode durar para sempre, mesmo nos países ricos- os maomerdas acabem por se contentar em ficar por aqui, porque apesar de Portugal não ser tão bom como o a Alemanha, a França, o Reino Unido ou a Suécia, continua a ser muito melhor do que os buracos terceiro-mundistas de onde eles saíram...

João José Horta Nobre disse...

«Mas o meu grande receio é que, com o passar dos anos, à medida que os países mais ricos ficarem saturados -porque a mama não pode durar para sempre, mesmo nos países ricos- os maomerdas acabem por se contentar em ficar por aqui, porque apesar de Portugal não ser tão bom como o a Alemanha, a França, o Reino Unido ou a Suécia, continua a ser muito melhor do que os buracos terceiro-mundistas de onde eles saíram...»

Vamos a ver. Uma coisa é certa, as classe médias-altas dos países do norte da Europa já começaram a fugir para Portugal, porque a vida é cada vez pior nos países deles e todos sabemos porque é que a vida é cada vez pior nos países de onde essa gente vem. Resta saber é se eles vão meter alguma pressão no governo português para travar a imigração afro-islâmica em massa, uma vez que o resultado de tais políticos de imigração foi o que os obrigou a sair dos seus países em primeiro lugar...

Afonso de Portugal disse...

«Resta saber é se eles vão meter alguma pressão no governo português para travar a imigração afro-islâmica em massa, uma vez que o resultado de tais políticos de imigração foi o que os obrigou a sair dos seus países em primeiro lugar...»

Eu não acredito nisso. No auge da crise dos "refugiados", houve um grupo de alemães radicados no Alentejo que criou uma associação para "integrar" os "pobres coitadinhos fugidos à guerra". A questão é que não é garantido que os estrangeiros que vêm para cá estão a fugir da "diversidade". Alguns estarão, mas o fenómeno de haver milhares de estrangeiros do centro e do norte da Europa a deslocar-se para sul não é recente, tem já várias décadas.

O que eu acho que muitos desses migrantes europeus (sem aspas) quiseram realmente foi desfrutar do sol do sul a da Europa e de um custo de vida mais baixo para melhor rentabilizarem as suas reformas. E ainda é preciso relemebrar que os reformados estrangeiros em Portugal gozam de benefícios fiscais exclusivos. Nada nos garante que essas pessoas são contra a iminvasão. Pela minha experiência, não são. Pelo contrário, os migrantes europeus em Portugal tendem a ser precisamente os pró-imigracionaistas mais fanáticos de todos, excluindo os assassinos do bloco de esterco e afins.

Boémio Lua disse...

Estes impostos são para sustentar o novo orçamento expansionista e o esquema de pirâmide da Segurança Social (é preciso de alguma forma garantir que a escumalha vai de Audi receber dinheiro, à pala do trabalhador).

Afonso de Portugal disse...

É isso mesmo, caro Boémio, trata-se de financiar a subsidiodependência à custa de quem trabalha. Já agora, bem vindo ao Totalitarismo Universalista!