quinta-feira, 10 de agosto de 2017

"Maluquinho" atropela seis soldados franceses em Paris, ferindo três deles com gravidade


     Como os caros leitores deverão saber, «vários soldados franceses foram atropelados esta manhã por um carro nos subúrbios de Paris, em Levallois-Perret. Seis soldados ficaram feridos, três deles em estado grave, segundo a polícia. Os militares saíam de uma instalação de repouso, quando foram abalroados por um BMW, conduzido por um homem.»

Ora, como já é habitual a polícia francesa e os mé(r)dia ocidentais logo se apressaram a dizer que «não se conheciam as motivações do atropelamento»:




Mas como mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo, o nome e a fronha horrorosa do "maluquinho" que, como não podia deixar de ser, é mais um terrorista islâmico, já foram divulgados:

«Bachir Hamou, argelino de 26 anos, foi detido pouco antes das 14h00 quando se dirigia para Calais»... vejam só, que bonitão!

Bachir Hamou: sexy motherfucker!
(e claramente francês de gema...)

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Outros terroristas "ocidentais":
Mais três terroristas "ingleses"

4 comentários:

Bilder disse...

A surpresa(tal como referi noutro post seu)é que não houvesse ataques de "maluquinhos" na França(pelo menos noticiados)desde que a mesma foi Macronizada.E já se falava em acabar com o tal estado de emergência por lá.

Afonso de Portugal disse...

Sim, mas como eu disse ao caro Bilder na altura, ainda não tinha decorrido tempo suficiente para que a coisa fosse completamente anormal. Mesmo durante o reinado do eunuco Hollande, tivemos vários meses seguidos sem haver atentados. Eu julgo que, em França, não haver atentados durante três meses não é escandaloso... já a partir de seis meses, começa a ser estranho, dada a quantidade de radicalizados que os croissants têm por lá...

João disse...

Este é daqueles casos que não lamento minimamente. As forças de segurança, na sua maioria, escolheram há muito o seu lugar como sustentáculo do sistema, em vez de defenderem os europeus. Portanto, ataques a polícias e militares são-me absolutamente indiferentes. No dia em que se decidirem a defender a Europa mudarei de opinião.

Afonso de Portugal disse...

Tendo a concordar, caro João. Sobretudo em Inglaterra e na Alemanha, onde a polícia tem como política entrar em casa dos "islamófobos" a altas horas da madrugada, como estratégia de intimidação. Só que um indivíduo que escreve umas coisas no Facebook não pode ser tratado como um delinquente, um traficante de droga ou um assassino! A partir do momento em que age assim, a polícia deixa de servir o povo, que é a sua função, e passa a servir os interesses de uma classe privilegiada.

Quem mais perde com esta atitude são os próprios polícias. Tempos houve em que ser polícia era uma profissão de elite, não era qualquer badameco que conseguia ser polícia e os agentes da autoridade eram geralmente respeitados. Não sei como era aí na Beira Baixa, mas a minha mãe conta que, em Trás-os-Montes, até 1970, a ordem de um polícia era quase sempre obedecida sem qualquer protesto ou resmungo.

O esquerdalho dirá logo: "ah, isso era por causa do autoritarismo fascista!", mas não era só isso... um agente da polícia era reconhecido pelo povo como um limitador dos abusos e até como um mediador da conflitualidade social. Hoje, muito por influência da (in)cultura norte-americana, os polícias são vistos quase sempre como agentes de um sistema de opressão. E a verdade, é que neste capítulo da protecção ao Islão, têm-no sido!