domingo, 30 de julho de 2017

Stefan Molyneux entrevista Olavo de Carvalho (legendas PT-BR)


     Um dos melhores YouTubers de sempre, o canadiano Stefan Molyneux, entrevista um dos maiores intelectuais brasileiros da actualidade, Olavo de Carvalho. O tema da conversa é o Marxismo Cultural... e aqueles nacionalistas que defendem um aparelho de Estado grande e poderoso, deviam prestar bem atenção pelo menos aos primeiros quatro minutos deste vídeo!

Devo dizer que não concordo com tudo o que o Olavo diz neste vídeo, em particular a forma como ele valoriza sobretudo a obra de György Lukács e desvaloriza/relativiza os trabalhos dos marxistas culturais subsequentes, em especial os de António Gramsci, Herbert Marcuse, Theodor Adorno e Marx Horkheimer que, a meu ver, são de suma importância para compreendermos o que é Marxismo Cultural e a sua ferramenta mais poderosa, a Teoria Crítica.

23 comentários:

Anónimo disse...

O prof. Olavo Carvalho é uma daquelas pessoas que eu gostava que vive-se para sempre. Mesmo não concordando com várias coisas, gosto muito de ouvir as suas teorias e os seus discursos pois para alem do seu sentido de humor e de toda a sabedoria que adquiriu após tantos anos de estudo, após um vídeo dele fico sempre a reflectir sobre várias coisas que ele diz.

Mas existe algo que nunca entendi muito bem nele, o homem é fervorosamente anti comunista e ao mesmo tempo anti-elites capitalistas...então qual é a solução dele? não há livre mercado sem elites nem há comunismo/ditaduras sem elites...eu diria que as elites estão condenadas a existirem enquanto houverem comunidades humanas.

Ass: FdT

CENSURADO AGAIN disse...

elites estão condenadas a existirem

complexo a meia duzia é corrupta e o comum directo a nivel endogeno ate daria certo mas em imperio de solo duvido muito os elementos do costume iam colocar tudo a perder

Afonso de Portugal disse...

«o homem é fervorosamente anti comunista e ao mesmo tempo anti-elites capitalistas...então qual é a solução dele?»

Bem, eu não conheço o trabalho do Olavo com profundidade suficiente para poder responder a essa questão, mas aquilo que faz sentido de uma perspectiva nacionalista é haver um meio-caminho entre os dois sistemas. Há quem chame a isto a terceira-via, embora não seja bem isto que os nacionalistas querem dizer:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Terceira_via

A ideia é conciliar as boas partes do capitalismo (competição, iniciativa, empreendedorismo, inovação, propriedade privada) com as boas pares do socialismo (protecção social, sistema de saúde público reformas, etc). A Terceira Via parte da observação de que, por um lado, o capitalismo totalmente desregulado tende a levar à formação de monopólios e à acumulação de capital em determinados sectores da sociedade e, por outro lado, o socialismo exagerado tende a concentrar demasiado poder no Estado, com a inevitável corrupção das elites governativas e a emergência do totalitarismo.

O grande problema com a Terceira Via, pela minha experiência, é que ninguém concorda exactamente acerca de quanto capitalismo e quanto socialismo são suficientes. Há quem queria acabar com os bancos, outros apenas com os mercados financeiros. Há quem entenda que os descontos para o Estado Social devem ser facultativos, mas há outras pessoas que entendem que o Estado deve gerir todos os recursos da sociedade.


«não há livre mercado sem elites nem há comunismo/ditaduras sem elites...eu diria que as elites estão condenadas a existirem enquanto houverem comunidades humanas.»

É verdade, mas há uma forma de reduzir a influência dessas pessoas: reduzir o Estado ao mínimo possível. "Quem não tem dinheiro, não tem vícios", como diz o nosso povo.

CENSURADO AGAIN disse...

tambem não sei o impacto do porte da civilização pois condados pequenos e medios tendem a dar menos errado mas as grandes cidades enquanto ainda eram pre exo influxo ate que eram menos decaidas

CENSURADO AGAIN disse...

os merdias são outro ponto a se ver idem o que deu errado no mundo empirico

Afonso de Portugal disse...

Verdade. Os mé(r)dia foram concebidos de raiz para veicular a opinião da elite e versões distorcidas dos factos. Claro que o fenómeno piorou imenso a partir da segunda metade do séc. XX, com o seu apoderar por parte dos globalistas... mas dizer que os mé(r)dia do passado serviam um propósito nobre, como ouço demasiadas vezes a muita boa gente, é de uma ingenuidade confrangedora!

A única diferença em relação ao passado é que agora temos o contraditória na internet e antes não tínhamos...

CENSURADO AGAIN disse...

31 de julho de 2017 às 16:47

sim um veio dizer que os merdias so morreram em 2016 um de um site gringo mentira hein no minimo decadas na era da radio era menos decaido que na era da tv que "coincide" com a decadencia pos moderna

CENSURADO AGAIN disse...

mas mesmo na era pos moderna não vejo uma sub era mais fail que essa era pos pre boomers

CENSURADO AGAIN disse...

ao meu ver a civilização sob essas gerações e sub gerações literalmente faliu

CENSURADO AGAIN disse...

ate em costumes protestantes que se diziam ultimos bastiões nos 90s vc nota nem falo do "ex" tudo em causa propria mas ate na questão de ser um cuck moderninho do tipo posso fazer sexo anti natural desde que respeite um so dos dogmas tipo do genero tambem via que nos 90s alguns seguiam e não adulteravam-se sequer depilavam-se as vezes agora usam tatoos ate uma dessas que foi se modernizando dizia que o diabo era o pai do rock mas o que ela pode falar sobre isso se ja saiu do caminho original dela ao ser absorvida pelo mundo sem notar ou notando pois o sub cortex 8% planck dela é corrupto nato ja tava notando ate uns pre boomers no fim da vida sendo proto corrompidos por coisas que as filhas delas estavam colocando na cabeça delas veja que antes elas diziam que não toleravam sexo anti natural do tipo quem fizer sexo oral não bebe mais um copo de ca depois as filhas ja estavam corrompendo dizendo ah o homem que falha com a idade não existe viagra a mulher nunca deixa de ser slut acho que se existisse um deus o que acho pouco provavel via ambiguidade das manifestações dimensionais ele teria levado os pre boomers justo ao ver esse nivel de seres servindo a x e dizendo y a tambem corromper os ultimos bastiões da modernidade classica menos fail pre boomer é só ver como os poucos sobreviventes deles na tv se adulteraram e pegaram alguns padrões meio toscos de outras gerações quando um rapaz zoava ele em uma emissora aquilo era comedia semi surrealista e não algo exemplar a ser imitado mas parece que nessa epoca eles não sabem a diferença entre um personagem assim e a realidade dai fundem apenas por mais anunciantes como se ja não tivessem suficientes

Afonso de Portugal disse...

WOW! Um comentário seu com 15 linhas seguidas! Que raridade! Você conseguiu escrever 15 linhas sem clicar em "publicar"!!! Finalmente você está começando a controlar sua impulsividade! Que demais! :)


«mas mesmo na era pos moderna não vejo uma sub era mais fail que essa era pos pre boomers»

Verdade! Aliás, a partir dos Baby Boomers, que a meu ver são a pior geração ocidental de sempre, cada geração seguinte parece ser mais frívola, materialista e individualista. Mas a culpa é sobretudo dos Baby Boomers que quebraram o vínculo com o a tradição ocidental. E também dos seus pais, a Silent Generation que, claramente, não os soube educar devidamente. A minha teoria é que a América do pós-segunda-grande-guerra se tornou demasiado rica e próspera para evitar a proliferação de todo os género de parasitas, a começar pelo "povo eleito", mas não só. O nível de vida nos EUA subiu demasiado depressa, eu ainda hoje fico impressionado quando vejo imagens das cidades americanas das décadas de 50-60 e constato que já eram bem mais prósperas do que muitas cidades europeias da actualidade, sobretudo do Sul da Europa.

Ora, tanta prosperidade e bem-estar tinha de dar em merda. "Good times create weak men, weak men create hard times", como diz o ditado...


«tambem via que nos 90s alguns seguiam e não adulteravam-se sequer depilavam-se as vezes agora usam tatoos»

O mais surreal é que essa "gente" usa basicamente as mesmas roupas, penteados e tatuagens... ouve a mesma música, lê os mesmos livros, admira as mesmas pessoas... mas acha-se muito original e critica os conservadores por "falta de individualidade"! Foda-se, é mesmo não ter noção...

CENSURADO AGAIN disse...

Blogger Afonso de Portugal disse...
WOW! Um comentário seu com 15 linhas seguidas! Que raridade! Você conseguiu escrever 15 linhas sem clicar em "publicar"!!! Finalmente você está começando a controlar sua impulsividade! Que demais! :)

pelo contrario era tanta coisa a dizer num so post impulsivo que foi tudo de uma vez

CENSURADO AGAIN disse...


Ora, tanta prosperidade e bem-estar tinha de dar em merda. "Good times create weak men, weak men create hard times", como diz o ditado...

bem não acho que foi bem assim se a guerra fria forjada não tivesse tentado obrigar via talmud aqueles jovens goyins a irem morrer por imperialismo genocida no vietnã muito disso não teria ocorrido alias os mesmos que armaram um o fizeram pra gerar o outro as agencias do costume querendo destruir a america que depois do reich era o ultimo bastião não maconheiro

CENSURADO AGAIN disse...

50-60

sim a modernidade classica divisa xx middle com a pos modernidade foi o auge da civilização por isso mesmo os do costume devem ter ficado incomodados tinha um deles que dizia que nas memorias dele admirava aquela sociedade prospera germanica no homeland endogena protestante mas ao mesmo tempo trabalhou pra destruir ela

CENSURADO AGAIN disse...

como diz o ditado...

não acho que dezenas de mi de mortos como a segunda guerra para gerar tecnologias seja algo sustentavel em epocas de paz a ciencia progredia muito e mantinha o capital evolutivo necessario essas guerras so aceleraram o fim dos decentes e a replicação da merda sobrevivente

CENSURADO AGAIN disse...

por que numa guerra obviamente so vai o melhor para tentar proteger os limes e os aliados ainda iam danificar os que restaram com bombas

CENSURADO AGAIN disse...

31 de julho de 2017 às 21:06

se fossem o mesmo num sentido menos ruina pelo menos mas veja aquela da lola foi dar pra 30 caras no motel viciados liberais como ela reds e 8% planck e depois a culpa é do genero todo e não dela se arriscando com semi desconhecidos da laia da blogueira mesma centro esterca amoral niilista

CENSURADO AGAIN disse...

ora o mesmo sub cortex primitivo que tende pra ruina daquela ala ideologica tende tambem para achar que aquilo é algo comum pois são dos mesmos pro rosario ela tambem devia ser pro rosario idem a blogueira mas depois que são enriquecidas não são mais pro rosario?hã?

Afonso de Portugal disse...

«se a guerra fria forjada não tivesse tentado obrigar via talmud aqueles jovens goyins a irem morrer por imperialismo genocida no vietnã muito disso não teria ocorrido»

Eu acho que a guerra do Vietname deu munição moral à esquerda, mas os problemas já vinha de trás. Por exemplo, o livro "O Sol É para Todos", que deu origem ao filme homónimo, foi publicada muito antes de as atrocidades norte-americanas no Vietname terem vindo a público. As sementes do Marxismo Cultural já tinham sido plantadas, a guerra apenas as fez desabrochar mais rapidamente.


«não acho que dezenas de mi de mortos como a segunda guerra para gerar tecnologias seja algo sustentavel em epocas de paz a ciencia progredia muito e mantinha o capital evolutivo necessario essas guerras so aceleraram o fim dos decentes e a replicação da merda sobrevivente»

Também aqui não tenho tanta certeza como você. A aviação, por exemplo, deu um salto muito grande durante as Grandes Guerras, precisamente porque os aviões era necessários para assegurar a superioridade militar via bombardeamentos massivos.

Além de que sempre houve guerras na Europa e muito do desenvolvimento científico e tecnológico europeu resultou precisamente da corrida às armas. Os romanos, por exemplo, tinham sempre engenheiros entre os membros do exército precisamente para resolver os problemas que fossem surgindo. Não apenas problemas do terreno, mas também problemas técnicos ligados à guerra. Lembro-me de ver um documentário sobre a conquista da Dácia (actual Roménia) em que os engenheiros tiveram de modificar os capacetes dos romanos em apenas alguns dias para serem capazes de resistir ao tipo de espadas que os dácios empunhavam.


«idem a blogueira»

Estás a referir-te a alguém em particular?

CENSURADO AGAIN disse...

fez desabrochar mais rapidamente.

foi um catalisador que destruiu bastante numa velocidade excessiva

CENSURADO AGAIN disse...

Além de que sempre houve guerras na Europa e muito do desenvolvimento científico e tecnológico europeu resultou precisamente da corrida às armas. Os romanos, por exemplo, tinham sempre engenheiros entre os membros do exército precisamente para resolver os problemas que fossem surgindo. Não apenas problemas do terreno, mas também problemas técnicos ligados à guerra. Lembro-me de ver um documentário sobre a conquista da Dácia (actual Roménia) em que os engenheiros tiveram de modificar os capacetes dos romanos em apenas alguns dias para serem capazes de resistir ao tipo de espadas que os dácios empunhavam.

ainda acho que dezenas de mi numa epoca tecnologica daquelas não foi algo positivo se tivessem sido plantados no ultramar e salvador eles com predominancia ocidental em sitios sob risco de falencia tipo america do sul teriam gerado bem mais coisa é só ver os eua não é questão de guerra é questão de dna germanico quando vc coloca tribos arcaicas para brigar elas estagnam ali so compram material dos mais avançados

CENSURADO AGAIN disse...

Estás a referir-te a alguém em particular?

31 de julho de 2017 às 23:06

aquela la que eu nem prefiro citar pois é uma barbara spectre com a mesma origem mas focada no genero

Afonso de Portugal disse...

«não é questão de guerra é questão de dna germanico quando vc coloca tribos arcaicas para brigar elas estagnam ali so compram material dos mais avançados»

Vocês brasileiros insistem muito nessa coisa do "ADN germânico", mas se os ingleses/americanos não tivessem matado os índios americanos quase todos, dificilmente os EUA se teriam tornado a grande potência que são hoje. O segredo não é o "ADN germânico" e a prova disso é a África do Sul: de nada serviu os ingleses e os holandeses terem ido para lá, porque os nativos, não tendo sido exterminados, acabaram por estragar tudo. E não pretendo com isto advogar o genocídio dos povos conquistados, estou apenas a observar que os países que tiveram mais sucesso foram aqueles em que o genocídio dos conquistadores foi maior.

A realidade é funesta, mas a chave parece ser mesmo limpar tudo, matar toda a gente, coisa que era logisticamente impossível para os portugueses da época. Aliás, era impossível mesmo para os espanhóis que tinham o quádruplo da população. Repare que todos os outros países que os ingleses tentaram conquistar falharam: Zimbabué, África do Sul, Índia, Malásia, Quénia, Uganda, Sudão, Nigéria, Rodésia... não é só o ADN, é também a presença dos "enriquecedores".

Os únicos países que deram certo foram aqules onde os indígenas foram praticamente aniquilados: EUA, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. E como os seus líderes foram deixando entrar todo o género de escumalha, vai ser difícil que continuem a dar certo no futuro distante...