terça-feira, 25 de julho de 2017

Portugal já recebeu 1402 refujiadistas. Todos os meses continuam a chegar mais!


No meio disto tudo, a única boa notícia é que um terço dos iminvasores já abandonou o nosso país. Mas atenção, por cada um que sai, há dois que ficam!

«Portugal recebeu 1402 "refugiados" e todos os meses continuam a chegar, porém o número ainda está longe de atingir a quota de quase cinco mil acolhimentos, afirmou esta terça-feira este Martes a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade.»

Refugiados Iazidis chegam a Portugal... a avaliar por esta amostra, são uma comunidade diversa e vibrante!

«Catarina Marcelino falava em Alfândega na Fé, no distrito de Bragança, à margem da assinatura do protocolo para a formalização do Centro Local de Apoio à Integração de IMigrantes (CLAIM) que aumenta para 60 o número de espaços deste género existente em Portugal.

Alfândega da Fé não faz parte dos 90 municípios portugueses que já acolheram as mais de 1400 pessoas desde a crise dos "refugiados", um terço das quais abandonaram, entretanto, o país. A secretária de Estado afirmou que todos os meses chegam "refugiados" a Portugal, mas passou a ser "uma situação com alguma normalidade" e longe de atingir a disponibilidade de acolhimento.

"A quota que Portugal se comprometeu com a União Europeia foi cerca de cinco mil, essa quota não a atingimos, estamos longe disso porque também para recebermos eles têm que vir, (...) os serviços na Grécia e na Itália têm que ser céleres nos procedimentos e isso não tem acontecido", explicou.

Segundo a governante, os "refugiados" estão a ser acolhidos em Portugal "com aquilo que são os compromissos assumidos de terem uma resposta habitacional e também há fundos comunitários que os apoiam durante 18 meses para a sua sobrevivência durante esse período de tempo".

Um terço dos "refugiados" que chegaram até agora acabou por abandonar o país, uma questão que não é exclusivamente portuguesa, como apontou. A secretária de Estado explicou que estas pessoas fogem da guerra à procura de uma vida melhor que "não é só ter uma casa e ter um espaço, muitas vezes é procurar integrarem-se em sítios aonde também há pessoas das suas comunidades". "E nós não temos aqui grandes comunidades de pessoas daqueles países, da Síria, do Iraque. O que acontece é que muitas vezes, sobretudo as pessoas isoladas, quando saíram do seu país, aquilo que é o seu projecto de vida passa por se juntarem àqueles que são da sua comunidade", continuou. 

A governante salientou que esta é uma realidade que acontece em Portugal, mas também "até em países como o Luxemburgo, que são países ricos". "Não é sequer uma questão financeira ou do dinheiro que recebem ou não recebem, acontece o mesmo porque a tendência de procurar os seus e as suas comunidades é muito forte e isso faz parte de todo o processo imigratório", afirmou.»

Esta secretária de Estado toma-nos por parvos, de certeza! Os países que os invasores refujiadistas procuram são precisamente aqueles em que a mama do Estado Social é maior... e esta sonsa da Catarina Marcelino quer convencer-nos de que não se trata de uma questão de oportunismo económico, nada disso, é tudo uma questão de "procurar as suas comunidades", pá! E sobre o facto de 80% dos invasores serem homens em idade militar, o que é que ela terá a dizer?

Ó Catarina, sabes que mais??? Vai dar banho ao cão, sua mosca-morta!!! 😠

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3 comentários:

Leitora disse...

" a tendência de procurar os seus e as suas comunidades é muito forte e isso faz parte de todo o processo imigratório", afirmou.»"
É uma pena que pessoas brancas não tenham esse privilégio. Não tem mais onde escapar da diversidade. Talvez só em algum lugar da Ásia agora,mesmo sendo outro tipo de pessoas, é preferível asiáticos à "Jovens" por n motivos.

Leitora disse...

É deprimente que o mundo branco não volte a ser como antes, apenas branco.

Afonso de Portugal disse...

Sim, o reagrupamento comunitário é um privilégio exclusivo dos alógenos. Mas no fim, eles ainda têm a lata de dizer que nós é que temos "privilégio branco"! Sim, mas que grande privilégio termos de ceder as nossas terra e empregos aos invasores... e nem sequer podermos viver sossegados com a nossa própria gente!