domingo, 9 de julho de 2017

Maravilhas do Islão (XXIII): muçulmana-bomba faz-se explodir com bebé ao colo!


Só mesmo a "religião da paz" poderia proporcionar-nos uma cena tão... hum.... maravilhosa!!!

«A fotografia de uma mulher muçulmana a segurar o filho bebé ao colo, momentos antes de fazer explodir um artefacto que transportava numa mala de mão, em Mossul, no Iraque, está a correr o mundo. A fotografia foi tirada minutos antes desta se ter feito explodir, com o filho nos braços.

Allahu akbar, bebé pelo ar, em pedaços vai ficar!

«Segundo um especialista em conflitos no médio oriente, a mulher terá tentado detonar a bomba no preciso momento em que a imagem foi captada, e na qual a muçulmana passava por entre soldados das tropas iraquianas, numa área da cidade libertada recentemente das forças jiadistas.

O ataque perpetrado pela mulher-bomba matou, para além do filho bebé, dois soldados iraquianos e deixou alguns civis gravemente feridos. As autoridades iraquianas estão perto de decretar a derrota do Daesh Estado Islâmico [mete mas é o daesh no cu, "jornalista"!] na cidade de Mossul, depois de já terem reconquistado grande parte do território por estes outrora ocupados.»

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Ver também:

Maravilhas do Islão (XXII): nigeriano deixa viúvas 130 mulheres, algumas grávidas!
Maravilhas do Islão (XXI): Deputado egípcio defende testes de virgindade nas universidades
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4 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Isso só por si atesta bem do ponto de demência a que as religiões abraâmicas podem levar a cabeça de qualquer pessoa. Não proíbam esse lixo religioso de uma vez por todas e logo vão ver onde isto vai acabar.

Afonso de Portugal disse...

Infelizmente, é verdade. A promessa de uma boa vida para além da morte é demasiado sedutora para as pessoas, sobretudo entre os menos instruídos. E nesse capítulo, nada supera o Islão: é a única das religiões abraâmicas em que o genocídio é recomepsando com o Paraíso!

Anónimo disse...

Tenho nojo dessa gentalha. Pobre bebê. Pobres bebês, morrendo assim. Inocentes!
Muçulmanos são os herdeiros espirituais dos povos que adoravam o deus Moloc e sacrificavam seus filhos nos braços da imagem em chamas.
Que Deus tenha misericórdia desses pequeninos.

Afonso de Portugal disse...

É realmente difícil para nós, cidadãos do Ocidente, compreender estes níveis de barbárie e de crueldade. Gente que mata os seus próprios filhos bebés em nome de um antigo deus do deserto vive num passado distante, num mundo à parte da civilização. E no entanto, é preciso termos bem presente que esta gente não só existe, como o seu número está a aumentar!

Muitos dos nosso líderes políticos recorrem a chavões gratuitos como "modernidade" e "progresso". Por exemplo, o actual primeiro-ministro do Canadá, o bastardo Justin Trudeau, tinha como slogan de campanha "Justin Trudeau:Porque estamos em 2015!", como quem diz que o passado não regressará. Só que regressará, o passado tem o hábito de se tranformar no presente. Mulheres como a protagonista desta fotografia mostram que regressará! A menos que mudemos radicalmente a nossa forma de encarar e lidar com o Islão...