sábado, 29 de julho de 2017

O Prof. Jordan Peterson fala sobre a vida das mulheres no mundo moderno


     Traduzi e legendei mais este vídeo do Doutor Jordan Peterson, Professor de Psicologia residente na Universidade de Toronto e psicólogo clínico com mais de 20 anos de experiência. O vídeo foi gravado durante uma palestra que o Prof. Peterson concedeu a estudantes universitários canadianos. O tema central deste excerto da palestra é a vida nas mulheres no mundo moderno.

O Prof. Jordan Peterson explica aos estudantes que as análises feministas/neomarxistas que estabelecem que as mulheres são impedidas de aceder a posições de poder devido à opressão do patriarcado são demasiado simplistas e até absurdas. Ele contrapõe a sua experiência como psicólogo clínico para explicar que a realidade das diferenças de sexo (e não "género") continua a ser determinada por factores essencialmente biológicos.

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11 comentários:

Anónimo disse...

De facto as palestras deste Jordan Peterson são interessantes, obrigado por partilhar!

Ass:FdT

Unknown disse...

Estive agora a ver este vídeo no youtube. Muito bom mesmo. Esse professor Jordan Peterson fala muito bem. Creio que toda a gente devia ver este vídeo, sobretudo as feministas que acham que são "oprimidas" na nossa sociedade


Bruno Dias

Afonso de Portugal disse...

FdT disse...
«De facto as palestras deste Jordan Peterson são interessantes, obrigado por partilhar!»

Muito interessantes, caro FdT! Eu sempre fui muito céptico em relação à psicologia, mas o Prof. Peterson cinge-se apenas ao que é matéria de facto e confesso que fiquei muito impressionado com algumas das suas intervenções. Por exemplo, ele rejeita o conceito de "inteligência emocional", cunhado pelo jornalista Daniel Goleman, por nunca ter sido validado por estudos concretos e estatísticas.

Para não falar que o homem é um verdadeiro herói da liberdade de expressão: enfrentar as associações de alunos da Univ. de Toronto sozinho... e depois enfrentar a direcção da Universidade sozinho... e depois perder o financiamento estatal e, mesmo assim, continuar a lutar contra o politicamente correcto, é de um homem a sério!


Bruno Dias disse...
«Estive agora a ver este vídeo no youtube. Muito bom mesmo. Esse professor Jordan Peterson fala muito bem. Creio que toda a gente devia ver este vídeo, sobretudo as feministas que acham que são "oprimidas" na nossa sociedade»

Ele tem um canal no YouTube (Jordan B peterson) para o qual carregou dezenas de vídeos com palestras, discussões e até aulas ministradas por ele, tanto em Toronto como em Harvard, onde leccionou durante a década de 90. Por incrível que pareça, o nível desse countéudo é tão elevado quanto o deste vídeo! Ele consegue falar continuamente durante hora e meia, mantendo sempre a mesma fluência e eloquência e sempre com informação relevante!

Quanto às feministas, curiosamente têm evitado falar dele. Deve ser por receio de serem ridicularizadas. Já os ateus de esquerda estão furiosos, porque o Doutor Peterson defende que o Ocidente precisa da religião para sobreviver, argumentando que o ateísmo não inspira suficientemente as pessoas para dar o melhor que têm nesta vida. Eu, como ateu, não me sinto nada ofendido com essa opinião, porque tenho dito ao longo dos anos que o ateísmo estéril da esquerda não é de facto suficiente para fazer sobressair o melhor das pessoas.

Não quero com isto dizer que a alternativa é necessriamente a religião... mas parece-me que precisamos de mais alguma coisa para além do simples "esta vida é tudo o que temos"!

Unknown disse...

"Não quero com isto dizer que a alternativa é necessriamente a religião... mas parece-me que precisamos de mais alguma coisa para além do simples "esta vida é tudo o que temos"!"

A maior parte das pessoas necessita da religião, de acreditar que existe um "mundo melhor" para além desta vida. A decadencia nas civilizações antigas começa (conjuntamente com outras coisas) na decadência da religião original (Roma antiga e a decadência da sua religião original nos tempos finais da Republica).

Afonso de Portugal disse...

Concordo, caro Bruno Dias! Eu, apesar de ser ateu (e devo salientar que ser um ateu tradicionalista não tem nada a ver com ser um ateu esquerdista), percebi que as pessoas irreligiosas tendem a adoptar visões da vida excessivamente materialistas, niilistas, trágicas e até depressivas. E vou ainda mais longe: a influência dos ateus esquerdistas que conheci, por exemplo na faculdade, foi verdadeiramente tóxica para o meu desenvolvimento pessoal. Os ateus esquerdistas justificam muitas vezes os seus excessos nesta vida com a necessidade de a viver plenamente.

As excepções parece ser unicamente as pessoas que gostam tanto do seu trabalho ou hobby que encontram a felicidade naquilo que fazem. Mas, como o Prof. Peterson sublinha neste vídeo, apenas uma pequena fracção das pessoas é assim. A maioria de nós encontra a felicidade nas relações com os outros e com o nosso legado no mundo, não apenas o legado material (dinheiro, currículo, estatuto, etc.), mas sobretudo o legado imaterial: família, filhos, herança espiritual e intelectual (sistemas de valores e ideais) e é claro, nação. Eu encontrei o substituto para a religião em todas estas "pequenas" coisas.

E é por isso que não confio de todo nos marxistas: quem não tem religião nem valoriza a nação, só se ama a si próprio e ao presente efémero. Gente assim não pode construir nada, apenas destruir! E de facto, tudo aquilo a que têm deitado as mãos tem sido destruído..

Unknown disse...

"A maioria de nós encontra a felicidade nas relações com os outros e com o nosso legado no mundo, não apenas o legado material (dinheiro, currículo, estatuto, etc.), mas sobretudo o legado imaterial: família, filhos, herança espiritual e intelectual (sistemas de valores e ideais) e é claro, nação. Eu encontrei o substituto para a religião em todas estas "pequenas" coisas."

Concordo plenamente consigo caro Afonso. Mas infelizmente a maioria das pessoas percebe isso tarde demais. Sobretudo as mulheres de hoje em dia que quando chegam aos 40 olham para as suas vidas e apercebem-se que são vazias. Quando o professor abordou este assunto no vídeo eu lembrei-me de certas mulheres que conheci no passado. Para essas, a vida passou ao lado e nem se aperceberam disso no passado. Estas gerações que desperdiçam os seus melhores anos a tirar cursos universitarios sem saída nenhuma e depois desperdicam anos e anos em "carreiras" que não levam a lado nenhum estao a cometer o erro da vida delas. As nossas melhores mulheres que deviam estar a ter filhos estao a perder os seus melhores anos na vida universitaria (bebedeiras e má vida como eu já testemunhei) e nas "carreiras", enquanto que o lixo do rendimento minimo (ciganada e afins) estao a reproduzir-se como animais. Um dia isto vai dar mau resultado, mas é esse mesmo o objectivo.

Ivan Baptista disse...

Hmmm...não vou na conversa dele, para mim 80 horas por semana de trabalho é escravatura, e é claro que quem corre por gosto não se cansa, e se se lutou por 40 horas por semana, quer se goste ou não, foi um progresso e não o contrário. A mente e o corpo humano também precisam de férias,folgas e pausas.
Quanto ao resto daquilo que o prof Jordan Peterson diz, gostei da parte em que ele diz.. liberdade nem sempre é sinônimo de felicidade! Bom, nisto o homem até pode ter razão. Vou associar este vídeo a um dos videos do filoso Olavo de Carvalho, que eu adoro ver, onde num dos seus videos o professor Olavo de Carvalho afirma algo de parecido como:
Desde que começou a liberdade da mulher de ir para o mundo do trabalho, duplicou-se o número de contribuintes! É fantástico não é? Falasse muito em direitos e liberdades, mas secalhar não estamos muito bem a ver o que nos leva essas mesmas liberdades.. ora que giro :)

Afonso de Portugal disse...

Bruno Dias disse...
«As nossas melhores mulheres que deviam estar a ter filhos estao a perder os seus melhores anos na vida universitaria (bebedeiras e má vida como eu já testemunhei) e nas "carreiras", enquanto que o lixo do rendimento minimo (ciganada e afins) estao a reproduzir-se como animais. Um dia isto vai dar mau resultado, mas é esse mesmo o objectivo.»

Sim, essa é uma realidade que muita gente não consegue enfiar na cabeça, nem mesmo alguns nacionalistas: a demografia é tudo! Sem vantagem demográfica, não adianta ser mais inteligente, mais sofisticado, mais civilizado ou mais tecnologicamente avançado. Quem não tem filhos e permite a imigração, entrega voluntariamente a sua nação aos estrangeiros. Extingue-se, pura e simplesmente.

Não há forma de escapar desta realidade, sobretudo quando a natalidade em todos os países da Europa é inferior à taxa de substituição (2,1 filhos/mulher) e a natalidade dos países do terceiro-mundo, em especial os africanos, é muito superior (há países de África em que a taxa de natalidade é superior a 6 filhos/mulher)!


Ivan Baptista disse...
«Hmmm...não vou na conversa dele, para mim 80 horas por semana de trabalho é escravatura, e é claro que quem corre por gosto não se cansa, e se se lutou por 40 horas por semana, quer se goste ou não, foi um progresso e não o contrário. A mente e o corpo humano também precisam de férias,folgas e pausas.»

Mas Ivan, o Prof. Peterson não está a defender que se trabalhe 80 h/semana, o que ele está a dizer é que as pessoas muito ricas tendem a fazê-lo de livre vontade! Mas chega a um ponto na vida das mulheres em que elas querem casar e constituir família...


«Desde que começou a liberdade da mulher de ir para o mundo do trabalho, duplicou-se o número de contribuintes!»

Sim, essa foi uma das grandes razões para o feminismo ter sido incentivado, embora não tenha sido a única. O feminismo foi bom para ambos capitalistas e socialistas, porque ambos lucraram com a integração das mulheres na força de trabalho. Os capitalistas aumentaram a sua disponibilidade de mão-de-obra e os socialistas aumentaram a dimensão do Estado Social, ao mesmo tempo que destruíram a família e comprometeram a natalidade.

Leitora disse...

"há países de África em que a taxa de natalidade é superior a 6 filhos/mulher"
e vc sabe porque esse BOOM? É óbvio que é a tal "ajuda humanitária" pra anti-humanos!
brancos trabalham, nao tem filhos pra trabalhar ,pagam impostos e o imposto vai pra sustentar os infinitos filhos dos escuros.

Leitora disse...

e é claro que ninguem pediu a nossa opiniao antes de doar nosso dinheiro pra esses "coitados" da África

Afonso de Portugal disse...

Leitora disse...
«brancos trabalham, nao tem filhos pra trabalhar ,pagam impostos e o imposto vai pra sustentar os infinitos filhos dos escuros.»

Sim, é verdade. Esse padrão vê-se em todas as partes do mundo onde brancos e negros "coexistem". O problemas é que maior parte dos brancos não quer saber ou, pelo menos, não se importa o suficiente com o padrão para exigir a separação física em relação alógenos. Eu tinha esperança que pelo menos os norte-americanos e os europeus acordassem, mas já vi que não vai acontecer.


«e é claro que ninguem pediu a nossa opiniao antes de doar nosso dinheiro pra esses "coitados" da África»

Ah! É que isso dos referendos e da democracia só é para fazer quando a resposta convém às elites...