terça-feira, 25 de julho de 2017

A vida na Bretanha Romana: novo documentário da BBC para crianças


Detalhe: os romanos que nele aparecem são "jovens"! Não acreditam? Então vejam só esta imagem, capturada do vídeo original, que exótica e vibrante!



Então, já acabaram de esfregar os vossos olhos de incredulidade? Então fiquem com um dos vídeos (sim, vídeos, no plural, que esta aberração tem vários episódios)! Poderão ver muitas cenas tão ou mais "inspiradoras" do que a anterior: multirracialismo, feminismo, universalismo... tudo em doses industriais, porque "é desde pequenino que se torce o pepino"! Quem diria que o Império Romano era tão "moderno", "progressista" e vibrante, hã? 😉:

10 comentários:

Raghnar disse...

Note também como o "jovem" é o homem como sempre, e a "empoderada" alva da silva. Com tanto "multiculturalismo" na Idade Antiga não se percebe como é que o sonho do Kalerghi não se tornou ainda realidade. Não falta também o "casal" guei, outro "clássico do Mundo Antigo" hehe...

Estou curioso como é que abordarão as invasões escandinavas (víkingues), também serão estes "jovens exóticos"? Puta que o pariu, isto é um ultraje e um insulto à inteligência de qualquer um que a tenha, mesmo em ínfima dose.

Marxismo cultural em fase avançada. Atenção, que a consciência histórica colectiva de qualquer povo é determinante na sua identificação cultural, isto não tem nada de inocente e é parte do plano de domínio global. Quem tem filhos ou outros familiares próximos em idade escolar deve fazer um esforço para acompanhar o que lhes andam a enfiar na cabeça. Se bem que sugiro não entrar em confronto directo com a escola, por motivos óbvios, devemos estimular sempre o sentido crítico do jovem, ajudá-lo a filtrar e criticar a informação que lhe chega e desafiá-lo a aplicar estas competências na sala de aula. Existem coisas arrepiantes na escola "inclusiva" de hoje, mas uma argumentação fundamentada é sempre um trunfo contra a propaganda...

Gravíssimo, estou sem palavras. Demasiado "vibrante" para mim, sinceramente...

Leitora disse...

E vc sabe que se eles quiserem, podem mudar a história e fazer com que todos na europa fossem negros e os escravos da colonização brancos. É exatamente igual 1984.

Afonso de Portugal disse...

Raghnar disse...
«Note também como o "jovem" é o homem como sempre, e a "empoderada" alva da silva.»

Bem visto, essa é outra que nunca falha: a propaganda multirracialista promove quase sempre a fertilização da mulher branca pelo "jovem"! :|


«Não falta também o "casal" guei, outro "clássico do Mundo Antigo" hehe...»

A BBC tem feito montes de documentários a querer convencer as pessoas de que o homossexualismo era tão comum e aceite pelas sociedades da antiguidade quanto a heterossexualidade. Lembro-me de ver um documentário sobre Esparta em que o narrador sugeria que os soldados espartanos eram maioritariamente homossexuais!


«Estou curioso como é que abordarão as invasões escandinavas (víkingues), também serão estes "jovens exóticos"? Puta que o pariu, isto é um ultraje e um insulto à inteligência de qualquer um que a tenha, mesmo em ínfima dose. »

Bem, no filmes da saga Thor, da Marvel, o deus Heimdall/Heimdallr, que é precisamente "o mais brancos de todos os deuses" da mitologia nórdica, tem sido representado pelo "jovem" Idris Elba. Eu desconfio que os viquingues só não foram ainda representados como "jovens" porque têm uma mística de conquistadores ferozes e piratas, razão pela qual os produtores preferem que sejam representados por brancos "colonialistas", que são a "fonte de todos os males do mundo".

Mas à medida que a popularidade dos vinquingues for crescendo entre as novas gerações, cada vez mais diversas e vibrantes, parece-me inevitável que os viquingues passem a ser representados como "jovens".


«Se bem que sugiro não entrar em confronto directo com a escola, por motivos óbvios, devemos estimular sempre o sentido crítico do jovem, ajudá-lo a filtrar e criticar a informação que lhe chega e desafiá-lo a aplicar estas competências na sala de aula. Existem coisas arrepiantes na escola "inclusiva" de hoje, mas uma argumentação fundamentada é sempre um trunfo contra a propaganda...»

Exactamente, de nada serve enfrentar directamente o sistema, sobretudo numa idade tão precoce. Isso só garantiria que o miúdo/miúda acabasse por ser enxovalhado pelos seus professores, gozado pelos colegas de turma e penalizado nas avaliações. O que nós, nacionalistas, temos de fazer, é ensinar os nossos filhos a navegar no oceano de mentiras do sistema e a combater a superclasse mundialista com as mesmas armas que ela usa contra nós: a dissmulação, a inteligência e a manobra de bastidores.


Leitora disse...
«E vc sabe que se eles quiserem, podem mudar a história e fazer com que todos na europa fossem negros e os escravos da colonização brancos. É exatamente igual 1984.»

Eu não tenho a menor dúvida disso, cara Leitora. Se deixarmos que eles vençam, é isso que vai mesmo acabar por acontecer, mais cedo ou mais tarde!

Anónimo disse...

Nao é de admirar, os "bifes" adoram os pretinhos e têm como sonho ficar mais ecurinhos, não é por acaso que andam á decadas a torrar nas praias do Algarve e do sul de Espanha.

Estou a generalizar mas quem conhecer um bom punhado de ingleses e da mentalidade "anglo" sabe que aquela malta adora os Africanos.

Como os Africanos por sua vez adoram imigrar para a ilha (e para a Europa em geral), junta-se a fome á vontade de comer e hoje temos uma Uk absolutamente mulata. Basta olhar para a seleçao inglesa de futebol e reparar que muitas daquelas caras sao tipicamente "brasileiras".

Ass:FdT

Afonso de Portugal disse...

Tenho de confessar que infelizmente, partilho a sua opinião, caro FdT. Até mesmo os franceses, que são multirracialistas asquerosos, parecem "racistas" ao lado dos ingleses!

As mulheres inglesas então, são absolutamente repugnantes! Falam aos berros, agem como homens, cospem e mijam na rua, embebedam-se até ficarem inconscientes e abrem as pernas a qualquer badameco malcheiroso que ande com as costas direitas e se julgue a dádiva de Deus ao mundo.

É muito triste... mas a parte pior é que somos provavelmente o povo mais parecido com eles de toda a Europa. As nossas elites não têm nada a ver com as elites do Reino Unido, mas o nosso povo tem muito a ver com a povo britânico. E o pior é que as nossas mulheres, outrora reservadas e tradiconalistas, estão a ficar umas porcas como as inglesas!

Raghnar disse...

"Bem, no filmes da saga Thor, da Marvel, o deus Heimdall/Heimdallr, que é precisamente "o mais brancos de todos os deuses" da mitologia nórdica, tem sido representado pelo "jovem" Idris Elba. Eu desconfio que os viquingues só não foram ainda representados como "jovens" porque têm uma mística de conquistadores ferozes e piratas, razão pela qual os produtores preferem que sejam representados por brancos "colonialistas", que são a "fonte de todos os males do mundo"."

Nunca tive o "prazer" de ver um e prefiro me abster enquanto puder, já o tive à frente com família mas consegui sempre me abstrair. E sou um adepto confesso da civilização e mitologia víkingues, o meu nickname honra um reconhecido invasor pioneiro. Essas invasões foram obras-primas do engenho humano à época e dificilmente seriam os bárbaros que os "civilizados" cristãos medievais acabaram por retratar.

Quanto à actual Britânia o seu retrato fiel contemporâneo é o Londistão, acho não ser preciso acrescentar mais nada. Basta observar que o deixaram desenvolver até o actual estado e, cuidado, que nós já estivemos mais longe...

Afonso de Portugal disse...

Raghnar disse...
«Nunca tive o "prazer" de ver um e prefiro me abster enquanto puder, já o tive à frente com família mas consegui sempre me abstrair.»

Eu tenho acompanhado os filmes da Marvel e da DC. Não tenho dado dinheiro por eles, tenho-os visto na net e chega. O neu obejctivo é avaliar até que ponto é que Hollywood já desceu e quão grave é o nível de doutrinação dos seus filmes. Por incrível que pareça, os da trilogia Thor não são os piores... o pior que já vi, em termos de lavagem cerebal, foi de longe o homem-formiga. Todos os alógenos nesse filme são bonzinhos, mesmo os que estão na prisão... e há-os para todos os gostos: o melhor amigo mexicano, o brincalhão afro.... enfim. E os malvados são invariavelmente brancos, como não podia deixar de ser. Mas não é só o elenco... desde o início ao fim do filme, temos de gramar com umas músicas mexicanas vibrantes. Aliás, o filme abre logo com esta, só para o caro Raghnar ficar com uma ideia:

https://www.youtube.com/watch?v=hk-PPKzuyk4


«Essas invasões foram obras-primas do engenho humano à época e dificilmente seriam os bárbaros que os "civilizados" cristãos medievais acabaram por retratar.»

Sim, sim, eu não quis dizer que os viquingues eram mesmo uns bárbarbos e uns piratas, o que eu quis dizer é que foi assim que o Ocidente os perpetuou até recentemente.


«Quanto à actual Britânia o seu retrato fiel contemporâneo é o Londistão, acho não ser preciso acrescentar mais nada.»

Actual e, receio bem, futuro!... :(


«Basta observar que o deixaram desenvolver até o actual estado e, cuidado, que nós já estivemos mais longe...»

Bem, nós já temos um primeiro-ministro indiano, algo que o Reino Unido nunca teve! E Lisboa não é assim tão menos vibrante do que Londres...

Leitora disse...

Não sabia dessa mentalidade inglesa. Os Estados Unidos são tão diferentes e foram fundados pela Inglaterra. Eu confesso que tenho certa admiração por múltiplas coisas americanas, incluindo muitos deles serem racialistas confessos e existirem sites que falam livremente sobre isso, eles terem liberdade de expressão ilimitada podendo até negar o que nunca aconteceu como o Holocausto, até tem a KKK onde eles podem se juntar abertamente sem ter que se esconder - coisa inexistente em outros lugares.
Quer dizer que as inglesas e ingleses adoram um alogeno é? Argh ! QUe diferença dos EUA!

Anónimo disse...

Não é só em Inglaterra, já se nota, o mesmo em Portugal, tentativas de ser reescrita a nossa história............. ou obliterando-a ou dando importância desmesurada ou mesmo mentindo.... para integrar as minorias mais facilmente e para usar como lança, para chantagem.

Do estilo" vejam, a inglaterra, sempre foi multicultural" observem "Portugal teve cá os mouros" a Espanha teve cá não sei quem, "até havia Vikings neggros". O combate contra a nossa identidadee é feito em todo o lado, prtanto questionem tudo o que vos deram ao almoço, sob capa da "verdade".

assinado.
ala poente


Afonso de Portugal disse...

Leitora disse...
«Não sabia dessa mentalidade inglesa. Os Estados Unidos são tão diferentes e foram fundados pela Inglaterra.»

A sociedade inglesa mudou muito a partir do séc. XIX, sobretudo com o fim do colonialismo. O mesmo sucedeu em França, em Espanha e em Portugal. A perda das colónias foi muito traumática para as elites da Europa Ocidental... e a solução encontrada foi -infelizmente- apostar em força na ideologia multicultural/multirracial.

Os norte-americanos mantiveram a sua identidade porque nunca perderam territórios. E com as vitórias na Segunda Grande Guerra e na Guerra Fria, a sua moral colectiva saiu reforçada. Mas antenção, há duas Américas, totalmente diferentes: (1) a América litoral ou das faixas costeiras, com a Califórnia, o Oregão e Washington de um lado, e Nova Iorque, Virgínia, Carolinas e Florida do outro; esta América é fortemente esquerdista, cosmopolita e universalista (2) a América central, mais conhecida por estados como o Texas, Iowa ou o Colorado; esta é a América mais genuína, tradicionalista e religosa. Não sei se, a longo prazo, a segunda América vai conseguir sobreviver à primeira.


«Quer dizer que as inglesas e ingleses adoram um alogeno é? Argh ! QUe diferença dos EUA!»

Leitora, eu já estive no Reino Unido várias vezes e, em certas localidades, é chocante! Você vê constantemente casais mistos na rua, nos bares, nos centros comerciais. Não é um, nem dois... são dezenas que você vê cada vez que você anda na rua!

E o mais perturbador de tudo nem é isso... quando você vê um casal de brancos, você repara que ele tem apenas um ou dois filhos... mas quando você vê um casal misto, é raro ter menos de três filhos! :(


Ala Poente disse...
« O combate contra a nossa identidadee é feito em todo o lado, prtanto questionem tudo o que vos deram ao almoço, sob capa da "verdade".»

Sim, é mesmo isso, hoje em dia é preciso questionar TUDO! A história é escrita e pelos vencedores e, neste preciso momento, ela está sendo reescrita novamente!