sexta-feira, 9 de junho de 2017

No Ocidente, até os cães estão a ficar efeminados! 😮


«Um cão foi expulso da academia de cães-polícia por ser demasiado sociável, em Queensland, na Austrália. O animal, ‘Gavel’, era adorado por todos, e acabou por ser nomeado o ‘primeiro cão’ de Queensland. ‘Gavel’ acompanha agora o governador e recebe turistas.»


Antes que alguém perca a cabeça, eu divulguei esta não-notícia em jeito de piada... mas todas as piadas têm um fundo de verdade: o problema aqui é que os cães imitam sempre os seus donos. Se começar a haver mais Gavels no futuro, devemos perguntar-nos seriamente porque é que até os nossos cães estão a ficar abichanados...

2 comentários:

Raghnar disse...

E o que diz da nova saga pelos "direitos" da direitinha, o direito a "recorrer a um óvulo"?

http://observador.pt/opiniao/ser-se-pai-sem-uma-mulher-a-tiracolo/

Porreiro, pá...

Afonso de Portugal disse...

Infelizmente, caro Raghnar, não estou nada surpreendido. Temos visto argumentações semelhantes nos EUA há já muitos anos, era apenas uma questão de tempo até que atravessassem o Atlântico e chegassem até cá.

Desde logo, o autor desse artigo é um "direitinha" típico, um globalista admirador do Nelinho Gerontófilo Macron e um autêntico capitalista selvagem. Para esta gente, tudo se compra... a única coisa a discutir é o preço.

Só que o grande problema é que a argumentação dele pega com muitos homens ressabiados. O caro Raghnar deve estar ao corrente que, nos EUA e no Canadá, existe um movimento chamado MGTOW (Men Going Their Own Way). O movimento começou por motivos nobres, como a parcialidade dos tribunais de divórcio americanos, que tendiam a favorecer as mulheres nas questões da partilha de bens e direitos de custódia. Mas hoje, o MGTOW é uma espécie de "feminismo para homens". Muitos dos seus militantes são homens que, claramente, odeiam as mulheres. E uma das suas bandeiras é, precisamene, defender os "direitos reprodutivos" dos homens.

No YouTube, por exemplo, encontram-se facilmente vídeos completamente surreais em que se defende que o Estado deve financiar a investigação de úteros artificiais para "libertar os homens do fardo de ter de acasalar com uma mulher". Eu posso estar enganado, mas não vejo grande diferença entre um indivíduo que defende uma coisa destas e uma feminista que diz que os homens deviam ser todos internados em campos de concentração.