sábado, 3 de junho de 2017

Em Pombal (Leiria): dois irmãos brasucas exploravam casa de prostituição


Mais dois "enriquecedores vibrantes" que vieram "fazer o que os portugueses não querem"!...

«Dois irmãos brasileiros que foram detidos pela GNR de Pombal por explorarem uma casa de prostituição, foram condenados pelo Tribunal de Leiria a penas de prisão, por lenocínio, tráfico de estupefacientes e detenção de arma proibida.


O processo envolve mais 11 arguidos, dez dos quais foram também condenados. As penas variam entre os cinco anos e os quatro meses.  O julgamento, que decorreu no Tribunal de Leiria, começou a 6 de Março, mais de um ano depois da operação da GNR, que desmantelou uma casa na Redinha, Pombal, onde as mulheres foram forçadas a prostituir-se, durante quatro anos.

Sob a fachada do bar Arco-Íris, eram combinados os encontros sexuais, que ocorriam em quartos, no piso superior

A parte que mais me enoja no meu disto tudo é saber que há homens portugueses que mantiveram este "negócio" verdadeiramente anti-humano, ao usar os serviços sexuais das desgraçadas que foram obrigadas a prostituir-se! Como disse há uns tempos em relação a outro caso do género, os "homens" que vão às prostitutas já não são grande coisa, mas os "homens" que vão às prostitutas sabendo de antemão que as desgraçadas estão ali contra a sua vontade são quase tão desprezíveis quanto os anormais do ISIS!

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Ver também:


Quatro "cidadãos estrangeiros" detidos por tráfico de pessoas, lenocínio e ofensas à integridade física
Mais um proxeneta "tuga" detido a explorar mulheres estrangeiras...
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A degradação total: homens portugueses prostituem-se devido à crise! 

2 comentários:

Lura do Grilo disse...

São a escória da sociedade: uns negreiros modernos

Afonso de Portugal disse...

Verdade! Mas como disse no texto da posta, o pior de tudo são os "homens" que usufruem do serviço sabendo em que condições estão as desgraçadas... e olhe que eu não sou nenhum feminista nem defensor dos direitos das mulheres! Apenas acho que tem de haver o mínimo de dignidade humana, mesmo nestas coisas...