quarta-feira, 24 de maio de 2017

O Marcelinho da "direitinha" volta a mostrar que a "direitinha" é uma verdadeira inutilidade...


«O Presidente da República prometeu não falar "em substância" sobre a morte assistida enquanto decorrer o debate sobre o tema e até o parlamento tomar qualquer decisão porque quer ficar de "mãos livres para decidir".



"Não vou tomar nenhuma posição até final do processo, qualquer que ele seja. E só tomarei uma posição se tiver que tomar [uma decisão] em termos constitucionais, se chegar a Belém um diploma ou mais do que um diploma para promulgar", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, depois de abrir o ciclo de debates "Decidir sobre o final da Vida", na Faculdade de Ciências Médicos, em Lisboa 

É só mais uma para todos aqueles que acham que votar em sujeitos da "direita" é a mesma coisa que votar no conservadorismo e na manutenção dos valores e da moral tradicionais! O "vosso" presidente lava as suas mãos e nem sequer se dá ao trabalho de falar no assunto... e conhecendo a peça, já sabemos que acabará por optar pelo que lhe der menos chatices...

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Ver também:



Marcelo volta à mesquita de Lisboa...
Dá cá um abraço, ó David! 

2 comentários:

Raghnar disse...

Bem, se há coisa em que acredito piamente é Marcelinho não falar em "substância". São décadas e décadas a falar sem dizer nada ou se comprometer com algo. Bem captado naquele sketch, quando os Gato Fedorento ainda eram humoristas, do "é proibido, mas pode-se fazer".

Marcelinho tem a espinha dorsal de uma anémona, defende hoje uma coisa e amanhã o seu contrário, se daí vislumbrar um ganho mínimo de popularidade...

Afonso de Portugal disse...

Mas o povo escolheu-o! É essa parte que eu acho verdadeiramente surreal! Pior do que isso, continuaria a escolhê-lo se as eleições fossem hoje: «Marcelo Rebelo de Sousa é de longe a figura com avaliação mais positiva dos portugueses, com 56,3%.»

http://observador.pt/2016/05/13/sondagem-ps-cdu-pan-sobem-popularidade-os-lideres-politicos-tambem/

O que fazer perante tudo isto?... Nada!!! Da mesma forma que os franceses escolheram Macron e não poderão queixar-se da próximas vez que um islamista os fizer em pedaços, nós também não poderemos queixar-nos quando vier a próxima bancarrota...