quarta-feira, 31 de maio de 2017

Ministra "tuga" apressa-se a papaguear o discurso dos seus donos...


     Ainda anteontem vos trouxe aqui esta notícia que dava conta que o Comissário Europeu para a Imigração e a representante especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Imigração Internacional dão a imivasão como uma inevitabilidade (chama-lhe até "mobilidade") e aqui temos, apenas dois dias depois, a "nossa" ministra da Administração Interna, a obedecer fielmente:

«A ministra da Administração Interna disse hoje que os países europeus têm de saber fazer a gestão dos fluxos imigratórios, em vez de tomarem medidas reactivas com "efeitos pouco eficazes" para as crises imigratórias. 

Teresa Urbano Sousa: a derradeira solução para o priapismo!

«"A Europa tem de apostar fortemente em políticas que no fundo influenciem as causas remotas e isso passa pela política externa, de defesa mas também pela política comercial e política agrícola comum" disse Constança Urbano de Sousa nas Conferências do Estoril, no painel sobre a crise na Europa e as imigrações. Para a ministra da Administração Interna, a Europa tem "o dever jurídico, moral e civilizacional de proteger pessoas que carecem de protecção internacional", sendo necessário um maior investimento em políticas de integração.»

Ouviram, caros leitores? Há que gastar ainda mais dinheiro a "integrar" aqueles que não querem ser integrados! Não sejam racistas e xenófobos, obedeçam! É o vosso "dever jurídico, moral e civilizacional", pá!!!

8 comentários:

Caturo disse...

Proteger os verdadeiros necessitados é uma coisa - integrá-los dê lá por onde der no meio autóctone é bem outra. Dar por adquirido que humanitarismo implica deslaçamento de fronteiras étnicas é uma tara muito característica da elite reinante, algo de perfeitamente lógico e coerente no seu caso - esta gente nunca em momento algum pensa em termos étnicos, pelo que, a seu ver, ajudar refugiados implica automaticamente tratá-los como se fossem autóctones. O Dalai Lama deixou bem clara a diferença que toda a gente percebe: deve-se ajudar os refugiados, dando por adquirido que um dia deverão regressar à sua própria terra, porque, disse ele, «a Alemanha (e o resto da Europa, implicitamente) não deve tornar-se num país árabe.» Este é um raciocínio muito simples que parece monstruoso a quem parte do princípio que as identidades étnicas são mero folclore que em momento algum devem ter importância política e que, por assim pensar, pode estar a levar a Europa ao etno-suicídio.

Afonso de Portugal disse...

Eu estou bem mais pessista do que tu, caro camarada. Eu já não acredito que aquilo que se está a passar seja apenas ingenuidade ou humanitarismo por parte das nossas elites, eu acho que esse etno-suicídio de que falas é um objectivo a longo prazo.

À esquerda, há todas as razões para acolher imigrantes. Da segunda vez que foi eleito presidente da França, François Hollande recebeu 93% do voto muçulmano. E Macron recebeu 92% do voto muçulmano nas últimas presidenciais.

À direita, a situação é idêntica. Basta ter em conta esta posta que o PNR publicou hoje na sua conta do Facebook para perceber que o capitalismo adora imigração:

«371 trabalhadores estrangeiros e 22 empresas identificadas pelo SEF esta semana em operações para detectar casos de exploração laboral em propriedades agrícolas. Foram realizadas fiscalizações em Grândola/Comporta, Castelo Branco, Vila Real, Leiria, Faro e Porto. 1000 cidadãos estrangeiros sem autorização de residência ou visto em operações de combate ao trabalho ilegal detectados pelo SEF em 2015 e 2016 200 trabalhadores, detectados em situação precária e sem condições de trabalho, foram regularizados após intervenção da ACT em 13 explorações agrícolas, em 2015. 118 vítimas de exploração laboral confirmadas pelas autoridades em 2016, ano que bateu o recorde nestes casos, de acordo com o Observatório de Tráfico de Seres Humanos.»

E depois ainda temos as grandes religiões. Todos os dogmas do deserto incentivam a imigração, a começar pelo cristianismo, cujos líderes são descaradamente pró-iminvasão.

Não admira portanto, que cheguem tantos barcos à Europa com dezenas de homens em idade militar. Não se trata de ajudar os que fogem à guerra. Trata-se de fazer prevalecer objectivos políticos, económicos, sociais e religiosos.

CENSURADO AGAIN disse...

pois o afonso que tem razão eles tentam passar x mas é y como sempre fazem

CENSURADO AGAIN disse...

de todo modo é despotismo beduino na mesma pois tanto o cristianismo e derivados quanto o despotismo alogeno seja oriental ou sub oriental tem a mesma raiz no indico e decaimentos evolutivos

Bilder disse...

check http://www.gazetadopovo.com.br/rodrigo-constantino/artigos/esquerda-patologica-quando-a-ideologia-alimenta-a-doenca-e-vice-versa/ ,o processo ideológico/patológico é conhecido(e promovido) desde há muito pelas elites globalistas/financiadoras(as quais fomentam a subversão e o caos de forma a promoverem então a sua "ordem global",só a dissonância cognitiva generalizada impede o entendimento desse mesmo processo).

Afonso de Portugal disse...

Censurado Novamente disse...
«(...) de todo modo é despotismo beduino na mesma pois tanto o cristianismo e derivados quanto o despotismo alogeno seja oriental ou sub oriental tem a mesma raiz no indico e decaimentos evolutivos»

Sim, mas a questão é que o Cristianismo levado em sentido literal (ensinamentos universalistas de Cristo no Novo Testamento) tende a ser auto-destrutivo. Os cristãos são acometidos por um dogma de culpa permanente, primeiro pelo Pecdo Original e depois pela morte do filho de Deus, que é o próprio Deus feito homem. Neste aspecto, tanto o Judaísmo como o Islamismo são bastante diferentes. O Judaísmo é patologicamente "nacionalista": os judeus são o povo eleito, os outros só existem para servir os judeus. Isto faz com que os judeus se protejam como grupo e vigarizem os goym. O Islão ainda é pior, porque é imperialista: para além de os muçulmanos serem superiores aos demais, têm o dever de submeter os demais territorial, demográfica e militarmente. Ou te submetes ou morres, ou ainda pior, és escravizado.

Bilder disse...
«Check...»

Muito bom, gostei especialmente da parte em que ele descreve o processo de formatação ideológica dos menores:

«1) o “professor”, os artistas, os “intelectuais”, todos martelam incansavelmente em cabeças jovens as “maravilhas” do socialismo e demonizam o capitalismo; 2) o jovem idealista acredita nesses gurus, deseja ser aceite pelo grupo, ser visto como abnegado e altruísta, muitas vezes é parte de uma elite culpada, e endossa, então, a ideologia utópica igualitária; 3) qualquer argumento ou facto contraditório – e eles pululam – precisa ser ignorado, para que o cérebro fique blindado contra a realidade, de modo a permitir a sobrevivência da ideologia.

Pronto! O sujeito defende a “democracia” ao mesmo tempo em que enaltece o regime cubano. Ele chama os outros de “fascistas” enquanto defende mais estado e controle sobre as vidas alheias. Acusa de “raivosos” os adversários depois de babar de tanta raiva e usar os adjetivos mais chulos para definir um “coxinha”. Revolta-se com a denúncia de corrupção envolvendo Eduardo Cunha, enquanto trata os petistas do mensalão e do petrolão como heróis injustiçados. E por aí vai.
»

A única coia que tenho a acrescentar é que este processo também é válido para o globalismo: os jovens são formatados no sentido de aceitarem o mundo sem fronteiras, os mercados liberalizados globais, a "inevitabilidade" da imigração, a "humanidade" do progresso, etc.

João José Horta Nobre disse...

Essa ministra tem ar de retardada mental e provavelmente é mesmo uma retardada mental encartada. Há que lhe dar o desconto...

Afonso de Portugal disse...

Pois... o problema é que todos sofremos as consequências da seu retardamento mental! :(