quinta-feira, 25 de maio de 2017

Juncker, o bêbado não-eleito: «Vamos lutar lado a lado contra o terrorismo, pá!»


«O presidente da Comissão Europeia afirmou-se hoje profundamente chocado com o atentado em Manchester [deves estar chocado, deves... só se for com o facto de a tua garrafa estar novamente vazia!] e comentou que os autores destes "ataques cobardes" subestimam a resiliência de britânicos e europeus, que continuarão a lutar "lado a lado" contra o terrorismo.»


"Hoje estamos de luto convosco. Amanhã trabalharemos lado a lado convosco para combater aqueles que tentam destruir o nosso modo de vida. Eles subestimam a nossa e a vossa resiliência: estes ataques cobardes apenas fortalecerão o nosso compromisso em trabalhar juntos para derrotar os autores de actos tão desprezíveis", afirmou Jean-Claude Juncker, numa mensagem de condolências à primeira-ministra Theresa May divulgada em Bruxelas. 

"Eles são feitos em pedaços, eu digo palavras de circunstância!"

O presidente do executivo comunitário afirma que sente o coração despedaçado "ao pensar que, uma vez mais, o terrorismo procurou introduzir o medo onde deveria haver alegria, semear divisão onde jovens e famílias deverão estar juntas em celebração".»

É por isto, caros leitores -precisamente por isto-, que a elite pulhítica europeia me mete nojo. NOJO!!! Como é fácil a este paspalho do Juncker e a outros canalhas não-eleitos como ele falar em nome de todos os europeus e desafiar abertamente os islamistas com estes lugares-comuns como lutar "lado a lado" contra o terrorismo! Pudera, quando se vive longe dos problemas, sem ter de lidar directamente com os "enriquecedores" e estando bem guardado por dezenas de seguranças armados, é fácil armar-se em moralista! Ele está à vontade para dar língua, porque as bombas ficam para nós!!!

E entretanto, não há nada no discurso deste cretino -rigorosamente nada!- que seja remotamente parecido a uma solução para o problema do terrorismo islâmico. O discurso dos nossos líderes pulhíticos é um desfilar constante de palavras vazias, como um estudante numa prova oral que, de forma atabalhoada, quer convencer o seu examinador de que sabe a matéria, mas não consegue referir nem sequer os aspectos mais básicos da sua disciplina.

__________________________
Outras do bêbado não-eleito:


Bêbado imprestável que preside à Comissão Europeia mostra sinais de senilidade
Bêbado imprestável que preside à CE anuncia que a Europa vai "acolher" mais 100 mil "refugiados"
Juncker pede aos estados-membros da UE que recebam mais 120 mil "refugiados"!

6 comentários:

Anónimo disse...

Ao pé destes canalhas Judas era um homem sério. Eles papagueiam e tal, mas sabem perfeitamente que nada lhes tocará. Essa é uma diferença fundamental. O terrorismo dos anos setenta visava estes bandidos - as BR italianas mataram o PM Aldo Moro (embora as circunstâncias nunca tenham ficado completamente esclarecidas), as RAF alemãs davam em força no patronato, a ETA mandou pelos ares o sucessor de Franco e quase apanhou o Rei Juan Carlos e o PM Aznar (já nos anos noventa), o IRA rebentou com o último vive-rei da Índia e tio da rainha - além de quase terem morto a sra. Thatcher, etc, um bocado na linha dos terroristas revolucionários e anarquistas do final do século XIX e início de XX. Por isso, quando vêm aqueles "estudiosos" com a treta de que a ETA e o IRA "católico" (sobre isso há muito a dizer) também mataram, sim é verdade, mas o terrorismo europeu visou quase sempre o poder e os associados. Foi apenas em situações excepcionais que se virou para alvos civis (por razões estratégicas e outras). O terrorismo islâmico visa, sobretudo, civis. São muito raros os governantes atingidos pelo terrorismo islâmico ( e são sempre governantes considerados traidores, como Sadat ou Benazir Bhutto). Alguma vez o terrorismo islâmico visou governantes europeus? que me lembre, não. Esta diferença é fundamental e mostra uma diferença essencial em termos de motivação, método e outros.
Ontem, entretanto, já branqueavam o caso. A Rádio Renascença dos hereges seguidores do papa chico escrevia que o terrorismo dos anos setenta matou mais do que o de entre 2010-2015. Além disso ser falso veja-se a lata deles, comparam cinco com dez anos, enfim.
Pelo meio, já tivemos as habituais flores e há que investigar os produtores de flores porque eles ganham com estes atentados... flores, velas, música, discursos, "não cederemos ao ódio", "defenderemos os nossos valores" (têm disso?), etc.
Eu fico satisfeito, apenas, pelos nossos antepassados não assistirem a isto. Por outro lado continuo a perguntar, e ainda não cheguei a conclusões definitivas, como é que chegamos a isto. Onde é que estava o germe da decadência? foi no Iluminismo? no Renascimento? onde? foi o materialismo e o conforto crescente que nos tornou uns cobardes acomodados? como é que uma Civilização que foi superior chegou a isto? como é que foi possível o mal espalhar-se deste modo? isto é um bocado parecido ao problema do idiota Rousseau. Quando ele diz que o homem é bom por natureza sendo corrompido pela sociedade, está aqui um problema óbvio: como é que o bom pode ser corrompido? ou não era bom ou a corrupção vem do exterior - de onde? com a Civilização europeia passa-se o mesmo. Tinha o mal em si, se sim onde? quando começou? Não tinha o mal em si e veio do exterior. De onde? se alguém tiver a resposta... Sr. Hamsun.

Afonso de Portugal disse...

Sr. Hamsun disse...
«Eles papagueiam e tal, mas sabem perfeitamente que nada lhes tocará. Essa é uma diferença fundamental. (…) o terrorismo europeu visou quase sempre o poder e os associados.»

Ora aí está mais um excelente argumento contra os pró-islâmicos em que eu, muito sinceramente, ainda não tinha pensado! É por estas e por outras que os comentários do Sr. Hamsun são sempre valiosos, há sempre qualquer coisa que o Sr. Hamsun consegue acrescentar! :)

Em relação a essa diferença fundamental, há até quem, no próprio movimento nacionalista, defenda que os atentados islâmicos em solo ocidental foram todos operações de bandeira falsa. O facto de que nenhum dos dirigentes políticos e lobistas ocidentais foi visado faz com que muita gente duvide da veracidade do terrorismo islâmico. Eu não vou tão longe, mas não me surpreenderia se os atentados, sendo perpetrados por islâmicos, fossem consentidos pelas nossas elites para atingir objectivos sinistros. É essa a teoria que mantenho, por exemplo, em relação ao 11-Set: o ataque ao World Trade Center poderá ter sido consentido pelo governo e pelas secretas dos EUA para justificar a guerra no Iraque que se seguiu.


«A Rádio Renascença dos hereges seguidores do papa chico escrevia que o terrorismo dos anos setenta matou mais do que o de entre 2010-2015. Além disso ser falso veja-se a lata deles, comparam cinco com dez anos, enfim.»


É a mesma historinha absurda com as cruzadas. A última cruzada, a nona, terminou no século XIII. As piores estimativas para os mortos provocados pelas cruzadas apontam para 3 milhões (as piores, porque a média das estimativas nem chega aos 2 milhões). Mas só a invasão islâmica da Índia terá provocado 80 milhões de mortos e o imperialismo islâmico está bem vivo nos dias de hoje, com guerras, raptos, escravatura de infiéis e atentados terroristas a fazer parte do quotidiano de milhões de pessoas em todo o planeta!

No entanto, de alguma forma, os “bem-pensantes” exigem que nos calemos sobre a barbárie islâmica do presente devido aos crimes dos nossos antepassados! As mesmas pessoas que dizem que não nos devemos orgulhar dos feitos dos nossos ancestrais impõem que nos envergonhemos das suas atrocidades! Além de que, ainda por cima, as cruzadas começaram precisamente como uma resposta à invasão islâmica da Europa, o que faz com que a teoria da “agressão ocidental” tenha muito que se lhe diga…

Afonso de Portugal disse...

Sr. Hamsun disse...
«Onde é que estava o germe da decadência? (…) como é que uma Civilização que foi superior chegou a isto? (…) com a Civilização europeia passa-se o mesmo. Tinha o mal em si, se sim onde? quando começou? Não tinha o mal em si e veio do exterior. De onde?»

Desconfio que não haverá, muito provavelmente, uma resposta definitiva a essas questões. Não é que não falte quem tenha certezas no nosso meio: para os nazionaliztas, por exemplo, o mal veio claramente do exterior e são os judeus.

Infelizmente, a realidade é bastante mais complicada do que isso. Uma conclusão bastante triste a que eu tenho chegado nos últimos anos é que, se olharmos para a história friamente, os europeus só parecem ter sido grandes quando estiveram sob a influência de uma doutrina ou poder unificador, por vezes até sob verdadeiro totalitarismo. O Cristianismo constituiu uma parte importante desse poder unificador ao longo dos séculos, mas não só: os impérios, as guerras, os monarcas, os ditadores, todos desempenharam uma função de controlo e galvanização social que hoje está quase completamente ausente das nossas comunidades. Não é que hoje não haja que mande, o problema é que quem manda já não inspira as gentes no sentido da perseguição de um desígnio maior, por estar quase sempre submetido a interesses de uma classe dominante cada vez mais global, invisível e imperscrutável ao cidadão comum.

A dura conclusão a que tenho chegado é que a humanidade tende naturalmente para anarquia e para a satisfação imediata dos seus instintos primários, a menos que seja liderada e obrigada a organizar-se por um conjunto de pessoas que tenham um plano e uma visão maior das coisas. Portanto, caro Sr. Hamsun, é provável que o mal tenha estado sempre em nós… a “modernidade” apenas o fez sobressair.

Anónimo disse...

É possível que sim. Olhamos para a Grécia Antiga e vemos que, por exemplo, no meio dessa brilhante cultura surgiu a praga sofista. Os primeiros relativistas ocidentais já estavam lá. Quando Heródoto faz a comparação entre os costumes dos Calatinos e dos Persas é o relativismo que já se encontra aí. Portanto, provavelmente, ao lado da grandeza caminhou o germe da decadência. E como as bactérias têm capacidades extraordinárias...
Entretanto, os merdia lá vieram com as desculpas do costume. Desta vez o rapaz estava revoltado com as mortes de crianças na Síria e com a morte de um amigo, atropelado num "crime de ódio". É a tal coisa, sensibilidades. Já os coptas egípcios ou os cristãos nigerianos ou outros que vêem as suas crianças mortas pelo Boko Haram, o EI e outros nunca lhes dá para se rebentarem de seguida. Uma menor sensibilidade e consciência social, ao contrário do bom povo do Profeta. Sr. Hamsun.

Anónimo disse...

Já agora, talvez a única possibilidade de resistência esteja nos animais. Gosto de ler comentários de notícias acerca de animais. São um manancial de estupidez e inversão de valores. Hoje, dizer que "quanto mais conheço os homens mais gosto do meu cão" é o básico. O culto dos animais atinge proporções alucinantes. É uma das vertentes do neopaganismo e um dos reflexos da saída de cena do Cristianismo. Além de ser consequência da incapacidade de muita gente em manter uma relação estável com outra pessoa. Quando digo estável refiro-me a uma relação que passa por altos e baixos, inclui problemas e tudo o que faz dela normal e saudável. É mais fácil dar "amor" ao cão ou ao gato. Não reclama, não ralha, não discute, não coloca em causa as nossas certezas, é um magnífico afaga-egos. Por isso, nesta sociedade de gente emocionalmente incapaz a solução talvez esteja na aversão islâmica aos cães. Se se vier a saber que a dominação islâmica na Europa implica a eliminação de milhares de canídeos teremos um exército de defensores da "civilização". Sr. Hamsun.

Afonso de Portugal disse...

«Portanto, provavelmente, ao lado da grandeza caminhou o germe da decadência. E como as bactérias têm capacidades extraordinárias...»

Exactamente! Há aquela citação famosa que foi erradamente atribuída ao Presidente Thomas Jefferson, «O preço da liberdade é a vigilância eterna»... eu diria que o preço da grandeza e da excelência implica as mesmas responsabilidades, só que mais ainda: para além da vigilância eterna, é preciso garantir que não somos ultrapassados pelo inimigo no que respeita à influência que exercemos sobre a sociedade. Os antigos espartanos tinham a Gerúsia precisamente para garantir que não havia desvios face à moral e aos bons costumes, nem mesmo por parte dos reis! Talvez não precisemos de uma entidade tão repressora como a Gerúsia espartana, mas de alguma coisa precisamos, porque falhámos redondamente na prevenção e na contenção do marxismo cultural!


«Já os coptas egípcios ou os cristãos nigerianos ou outros que vêem as suas crianças mortas pelo Boko Haram, o EI e outros nunca lhes dá para se rebentarem de seguida. Uma menor sensibilidade e consciência social, ao contrário do bom povo do Profeta.»

Ainda hoje mataram 23 no Egipto, estou convencido que o "nosso" presidente dos afectos vai dizer qualquer coisa mais logo... e o Bergoglio também! :P


«O culto dos animais atinge proporções alucinantes. (...) Além de ser consequência da incapacidade de muita gente em manter uma relação estável com outra pessoa.»

Julgo que o Sr. Hamsun tocou num ponto crítico! Antigamente, as pessoas não tinham tantos cãezinhos e gatinhos em casa, sobretudo nas cidades. E quem é que se preocupava com o destino de um cão que matasse uma criança?

O problema é que, como o Sr. Hamsun bem diagnostica, há aqui um fenómeno de transferência de afectos que é verdadeiramente patológico. É muito mais fácil amar o Lulu e a Fifi em vez de se amar outra pessoa ou de se ter a trabalheira de criar uma criança. Os animais amam incondicionalmente (ou pelo menos não conseguem verbalizar as suas reservas), as pessoas não. Na era do individualismo galopante, as pessoas tendem a preferir o animal.


«Por isso, nesta sociedade de gente emocionalmente incapaz a solução talvez esteja na aversão islâmica aos cães. Se se vier a saber que a dominação islâmica na Europa implica a eliminação de milhares de canídeos teremos um exército de defensores da "civilização".»

Ahahahahah! Não tinha pensado nisso! Mas olhe que tendo em conta que a defesa dos direitos das mulheres no Ocidente tem sido suspensa logo que aparece um muçulmano, desconfio que o mesmo irá acontecer aos direitos dos animais...