sexta-feira, 21 de abril de 2017

Um terço dos austríacos acredita que o nazismo teve coisas boas e más


     Quem passa por aqui amiúde sabe que eu não sou nenhum fã do nazismo, mas os dados nesta notícia são bastante curiosos:

«Um terço dos austríacos acredita que o nazismo teve coisas tanto boas como más e quatro em dez opinaram que se deve deixar de debater o Holocausto judaico, segundo uma sondagem que foi recentemente divulgada.

Realizada pelo instituto de estudos sociais SORA, a sondagem analisou a consciência histórica dos austríacos sobre o nazismo e as suas atitudes diante do autoritarismo e da democracia.


Pouco mais da metade (52%) dos 1000 entrevistados considerou que o regime nacional-socialista (que ocorreu na Áustria entre 1938 e 1945 sob o regime de Adolfo Hitler) havia trazido somente ou maioritariamente coisas negativas, enquanto 34% oscilou num leque que vai desde coisas boas e más a principalmente boas. O resto dos entrevistados disseram não saber ou não quiseram responder.

A atitude condescendente perante o nazismo está especialmente presente entre os maiores de 66 anos (cerca de 44%). A visão do nazismo é especialmente negativa entre os universitários (86%) e vai suavizando conforme a descida do nível educativo.

Ainda que metade dos entrevistados esteja completamente ou muito de acordo que os austríacos foram responsáveis "pelo destino" dos judeus entre 1938 e 1945, cerca de 40% opinou que se deveria encerrar já o debate sobre a II Guerra Mundial e o Holocausto.

A pesquisa também abordou como avaliam os austríacos a democracia no país. A democracia, para 78% dos entrevistados, apesar dos seus problemas, é a melhor forma de Governo. Entretanto, somente 45% repudia absolutamente a abordagem de "um líder forte que não tenha que se preocupar com o Parlamento e eleições". Em geral, o grau de satisfação (total ou elevada) com o funcionamento da democracia na Áustria caiu 12 pontos nos últimos dez anos. Também cresceu neste período a sensação geral de insegurança.»

12 comentários:

Leitora disse...

haha adorei esse gif do Adolf. Puxa, que legal que os austríacos não são tão manipulados pelo sistema (filmes, mídia, escola) assim. Eu não gostava do Adolf também, antes de pesquisar mais a fundo sobre ele. Era doutrinada. Depois passei a admirá-lo.

Afonso de Portugal disse...

Eu admiro as suas capacidades oratórias e capacidade de inspirar as massas, mas julgo que foi um estratega medíocre. Atacar a União Soviética e a Europa Ocidental ao mesmo tempo já era um suicídio, meter os EUA na briga foi uma insanidade completa! No final, morreram 7 milhões de alemães para nada, fora os outros europeus ou descendentes de europeus cuja vidas foram desperdiçadas na Segunda Grande Guerra.

Há pessoas que defendem lutar sempre até ao fim. Eu não subscrevo essa visão. Quando não temos capacidade de vencer no curto prazo e mesmo assim continuamos a lutar, condenamos o nosso povo ao extermínio. Mais vale negociar, submeter-se temporariamente ao inimigo e esperar que as novas gerações ganhem a força necessária para o vencer no longo prazo. Nisso os muçulmanos têm razão, há que saber aplicar a Táquia. Se todos os europeus pensassem como Hitler, a Europa teria perecido há séculos.

Veja o caso dos judeus... eles são menos de 15 milhões em todo o mundo, mas souberam sobreviver sempre às perseguições. E fizeram-no exactamente porque aprenderam a transigir para depois exigir. O orgulho é realmente um pecado mortal. Mas os europeus continuam sendo demasiado arrogantes para ver isso.

Leitora disse...

Mas o Hitler nunca quis guerra, ele mesmo disse que só tinha o SS porque os outros queriam guerra, e se fosse o caso, ele também estaria pronto pra essa situação. Ele pegou uma Alemanha dilacerada e devendo quantias inimagináveis pela 1ª Guerra, e conseguiu transformá-la numa potência em pouco tempo. O crime dele foi ter chutado os banqueiros internacionais e os mídias da Alemanha. Qnd ele conquistou a Austria, por exemplo, não foi bem a força - os austríacos queriam fazer parte do 'império' dele. Vc pode constatar isso nos vídeos, onde todos faziam festa pro Hitler. Os outros governos é que fizeram um complô contra a Alemanha, porque jamais poderiam deixar um país crescer e viver sem a intromissão dos globalistas. Era uma ameaça a eles. E foi completamente injusto o "Pós-guerra", onde a Alemanha foi vítima dos crimes mais horríves... até mesmo depois da guerra ter acabado! Durante e depois da guerra, crimes que nunca foram julgados. Perceba que a URSS fazia coisas 100% piores que o nazismo, e ninguém os atacou, nem julgou, até hoje. Foi uma das maiores injustiças da humanidade. Mas sim, é claro que o Hitler não era perfeito, não sei detalhes sobre as estratégias dele, pode ser que tenha falhado mesmo. Os Estados Unidos tem desde não sei quando, o pior governo terrorista do mundo. Ninguém nunca precisou convidá-los para uma Guerra. Ah, o Hitler, provavelmente por pura consideração aos japoneses, declarou guerra a eles. Realmente ele nem precisava ter feito isso. Porém é possível que os EUA se metessem sem isso mesmo.

Será que os judeus são tão poucos assim? É incrível a capacidade deles de galgar às posições de poder. Sempre que vou pesquisar se tal governista ou dono de empresa é judeu, não raramente ele é. É admirável essa capacidade deles também.

Afonso de Portugal disse...

Eu não estou dizendo que os EUA, a ex-URSS ou mesmo a Europa Ocidental eram mais justas do que a Alemanha. Simplesmente acho que a estratégia de Hitler e seus comandantes foi absolutamente suicida. Não foi por acaso que vários dos seus oficiais se viraram contra ele, incluindo o General Rommel, provavelmente o melhor de todos os seus militares.

A meu ver, um líder inteligente sabe que não se travam guerras que não se podem vencer. Um exemplo clássico é batalha de Estalinegrado, em que Hitler perdeu 200 mil militares alemães e romenos por pura teimosia. Os homens ficaram isolados na cidade e Hitler recusou-se a deixá-los retirar, apesar de não haver qualquer possibilidade viável de eles serem reabastecidos.

Para você ver o contraste, o ditador Salazar tentou fazer o mesmo com os portugueses em Goa, ordenando-lhes que lutassem até ao último homem, mas eles acabaram por desobedecer.

https://sol.sapo.pt/artigo/36495/como-salazar-perdeu-a-india

Quem foi mais inteligente? Os alemães que obedeceram a um fanático e pagaram com a sua vida ou os portugueses que desobedeceram a outro fanático e viveram para fazer filhos?

As guerras são para ganhar. Eu sei que muita gente discorda, mas eu jamais permitiria que homens sob meu comando fossem sacrificados em vão. Não perdoo isso a Hitler. Não perdoo isso a ninguém que ache que é preciso lutar desesperadamente até ao fim. Lutar até ao fim é viver para assegurar descendência, mesmo que isso signifique ter de sofrer e ser humilhado durante algum tempo. Lutar até ao fim não é morrer e permitir que os nossos inimigos nos exterminem e que a nossa linhagem desapareça.


«Será que os judeus são tão poucos assim? É incrível a capacidade deles de galgar às posições de poder. Sempre que vou pesquisar se tal governista ou dono de empresa é judeu, não raramente ele é. É admirável essa capacidade deles também.»

Há estimativas que dizem que a população total, entre judeus assumidos e descendentes laicos, pode chegar aos 20 milhões:

https://en.wikipedia.org/wiki/Jewish_population_by_country

O problema é que eles têm um espírito intracomunitário muito forte, sem paralelo nas outras etnias/religiões. E isso faz toda a diferença! Um empresário judeu só dá emprego a um não-judeu se não puder empregar outro judeu. Além disso, eles são um povo extremamente inteligente na forma como escolhem deliberadamente as profissões que mais lhes permitem exercer controlo sob a sociedade como um todo: advocacia, banca finanças, média, política, etc.

Mas sabe o que é realmente triste, Leitora? Eu tenho dito isto ao longo dos anos aos nacionalistas portugueses e as resposta que me dão é do mais ridículo que pode haver: "ai, os judeus são manipuladores e asquerosos, têm de ser varridos!"

Não! Seus burros!!! Eles têm de ser é imitados e vencidos no seu próprio jogo, pelo menos, até serem corridos do poder! É isto que muitos nacionalistas não entendem, não se pode combater fogo com boas intenções ou com pretensões de superioridade moral. Os judeus têm vencido porque são melhores no jogo maquiavélico. Maquiavel escreveu o seu "O príncipe" há já mais de 500 anos precisamente para nos alertar para a forma como o mundo funciona realmente!

Mas os nacionalistas acham que lirismos românticos como a honra e a coragem, coisas muito bonitas de se acreditar quanto temos 20 anos, mas completamente imbecis e impraticáveis para um ser humano adulto, vão permitir vencer a luta contra o monstro! Não vão! Só a inversão do Marxismo Cultural e a reconquista das instituições poderá vencer o monstro!

E foi precisamente aí que Hitler falhou. Ele tinha que apostar em corromper os governos e as instituições do Ocidente e da ex-URSS. Tal como a superclasse mundialista controla os governos hoje em dia com políticos-fantoche, Hitler tinha que ter infiltrado agentes duplos nas cúpulas governativas. Esse é o único caminho possível para a vitória.

Leitora disse...

Ah, eles são muito inteligentes mesmo (os judeus). Dois amigos meus judeus me ensinaram MUITA coisa. Um deles até gostava do Hitler também, RS. Foi ele q me iniciou no mundo do "racialismo", antes eu não percebia nada disso. Mas aí ele me mostrou estatísticas e falou sobre o Darwin e tal, então comecei a pesquisar sobre.
O outro me ensinou algumas coisas sobre finanças. Eu até cheguei a fazer negócios (de comércio) por um tempo, quando o dólar estava mais baixo no Brasil, com a ajuda dele.Incrível a capacidade de ter ideias sobre negócios e o pensamento voltado ao lucro.
Ah, não li O Princípe. Tem vários livros que estão na minha lista de espera para leituras, talvez eu acrescente esse.

"Mas os nacionalistas acham que lirismos românticos como a honra e a coragem"
Pois é, não há uma estratégia definida para os nacionalistas. Não percebo nenhuma pelo menos. Muito pouco organizados. No máximo apostam todas as fichas quando surge um político aparentemente nacionalista.
Mas eu não sei, por exemplo, o governo de Trump tem provado uma coisa: Não importa quem é presidente ou não, pois são as mesmas pessoas 'por trás das cortinas' que tem governado os países por anos. Ou melhor, essas e as da lista de doação pra campanha dos partidos. Os políticos representam apenas os doadores de campanha.
E como conseguiriam retomar as instituições? Bem, existe atualmente um progresso significativo, voltado para a falta de confiança das pessoas na mídia. Isso já é uma grane coisa. Claro que os globalistas já tão reagindo a isso, tentando fazer com que as pessoas só tenham acesso as suas mídias parciais.

CENSURADO AGAIN disse...

guerra

leitora bobinha os aliados sempre vão dizer com os donos deles que a culpa é do bode mesmo quando bem antes ja declaram guerra a alemanha

CENSURADO AGAIN disse...

bem antes da polonia veja que quando moscou fez katyn o oeste alem de financiar se fingir de cego ainda inverteu como 17 holodomor gulags etc oeste co autor

Afonso de Portugal disse...

Leitora disse...
«Ah, eles são muito inteligentes mesmo (os judeus). Dois amigos meus judeus me ensinaram MUITA coisa. Um deles até gostava do Hitler também, RS.»

LOL! A sério? Como é possível um judeu gostar do Hitler?! :O


«Foi ele q me iniciou no mundo do "racialismo", antes eu não percebia nada disso. Mas aí ele me mostrou estatísticas e falou sobre o Darwin e tal, então comecei a pesquisar sobre.»

Bem, a sua história é incrível!... É a primeira vez que eu ouço falar de uma pessoa que é introduzida na "extrema-direita" pelos judeus. Normalmente, eles fazem tudo para afastar as pessoas do Nacionalismo, não o contrário!


«O outro me ensinou algumas coisas sobre finanças. Eu até cheguei a fazer negócios (de comércio) por um tempo, quando o dólar estava mais baixo no Brasil, com a ajuda dele.Incrível a capacidade de ter ideias sobre negócios e o pensamento voltado ao lucro.»

As finanças são realmente um dos pontos mais fortes da cultura judaica. Eles são muito bons a perceber antes de tempo as movimentações nos bastidores na economia, posicionando-se atempadamente. Tem judeus que só apostam em acções, outros só em matérias primas, outros só em divisas, outros só em imobiliário, outros só em produtos especulativos, mas quase todos conseguem fazer dinheiro! Aliás, o meu especulador favorito é precisamente o Jesse Livermore, o judeu que anteviu a queda de Wall Street em 1929 e lucrou forte com isso. O que ele fez foi simplesmente brilhante, sobretudo para a época.

Eu tenho de confessar que tenho uma grande admiração pelos judeus. A maioria dos nacionalistas dirá que isto faz de mim um traidor, mas eu julgo que é contrário, a minha lógica é a de tentar pensar como o inimigo. Como escreveu Sun Tzu no seu intemporal "A Arte da Guerra": «Quem se conhecer a si próprio e ao seu inimigo, não temerá o resultado de uma centena de batalhas. Mas aquele que apenas se conhecer a si próprio, obterá uma derrota por cada batalha que vencer. E quem não conhecer nem o inimigo nem a si próprio, cairá a cada batalha».

Julgo que este é o grande problema dos nacionalistas. Nem conhecem o inimigo, nem a si próprios, i.e. ao seu próprio povo. Isso faz com que insistam em erros e em estrategias de actuação ultrapassadas. Quanto ao judeus, eu admiro a sua resiliência, preserverança e maquiavelismo. São um adversário formidável e só lamento que sejam nossos inimigos. Aquilo que eles conseguiram fazer à sociedade ocidental nas últimas décadas é absolutamente notável do ponto de vista estratégico, por mais condenável que seja do ponto de vista humano.


«Ah, não li O Princípe. Tem vários livros que estão na minha lista de espera para leituras, talvez eu acrescente esse.»

"O Príncipe" é um livro bastante pesado, porque foi escrito como um conjunto de regras a serem seguidas pelos governantes da época. A maioria das pessoas não tem paciência para o ler. Eu próprio demorei vários meses. É por isso que sugiro que a Leitora comece por este documentário:

https://www.youtube.com/watch?v=LUDOnaqziLo

Afonso de Portugal disse...

«Pois é, não há uma estratégia definida para os nacionalistas. Não percebo nenhuma pelo menos.»

Eu próprio fiquei perplexo por perceber isso à medida que me familiarizei com o movimento. Tantas pessoas repetindo teorias, chavões e citações, mas sem contudo terem uma linha de acção GLOBAL e estratégia coerente! Tenho de confessar, cara Leitora, eu cheguei mesmo a pensar seriamente que alguns dos nacionalistas eram oposição controlada! Depois percebi apenas que se tratava de gente sem uma visão abrangente.

O Nacionalista tem de bater o internacionalista no seu próprio jogo. Tem de se apoderar das universidades, dos mé(r)dia, das finanças e do poder político. Tem de reverter a longa marcha pelas instituições que tanto poder deu aos globalistas! Nenhuma outra estratégia resultará porque, conforme Maquiavel explicou, é preciso deter o poder para exercer o poder. É aqui que os Nacionalistas falham. Palavras e diagnósticos sem poder não servem de nada, por mais acertados que sejam.


«Não importa quem é presidente ou não, pois são as mesmas pessoas 'por trás das cortinas' que tem governado os países por anos. Ou melhor, essas e as da lista de doação pra campanha dos partidos. Os políticos representam apenas os doadores de campanha.»

Exactamente! E é precisamente por isso que urge tomar os centros de poder! Capturar a política não serviará de nada por si só. É necessário capturar também os verdadeiros centro de poder: a economia, as finanças e os militares.


«E como conseguiriam retomar as instituições? Bem, existe atualmente um progresso significativo, voltado para a falta de confiança das pessoas na mídia. Isso já é uma grane coisa. Claro que os globalistas já tão reagindo a isso, tentando fazer com que as pessoas só tenham acesso as suas mídias parciais.»

É preciso compreender que nada acontecerá do dia para a noite. Os globalistas precisaram de quase 100 anos para chegarem aqui e nós provavelmente precisaremos de outro tanto para reverter a situação. É preciso perceber isso. Eu e a Leitora não viveremos para ver uma vitória decisiva sobre o globalismo, mesmo que os nacionalistas façam tudo bem. Quando o sistema é grande -e o globalismo é um sistema à escala mundial-, as mudanças levam muito tempo a acontecer, pelo menos várias décadas, porque a máquina é gigantesca. Mas passo a passo, colocando as pessoas no lugar certo, é possível operar a mudança.

Infelizmente, ainda falta ao Nacionalismo dar o primeiro passo nesse sentido: ter nas suas fileiras um número suficiente de pessoas que compreenda que só assim poderá ter sucesso.

Afonso de Portugal disse...

Ah, eu esqueci de dizer uma coisa importante a propósito do documentário sobre Maquiavel, cara Leitora. Note como muitos dos intervenientes, admiradores confessos da obra de Maquiavel, são judeus! ;)

CENSURADO AGAIN disse...

declaram guerra a alemanha

21 de abril de 2017 às 23:47 Eliminar

falso antes até o saraiva disse que era contra a raça branca e cita um capitulo inteiro pra ny e isso antes de receber frankfurt mesmo o espanhol que o ja sabemos quem cita idem guerras contra a ue

CENSURADO AGAIN disse...

barroso ja com dados do xix que viveram a epoca juntou peças sobre um monte de sabotagens