quinta-feira, 13 de abril de 2017

Excelente posta no blogue Algol Mínima


     Quem gostou dos vídeos do Black Pigeon Speaks sobre a influência das mulheres no futuro das nações, também vai gostar desta posta:


 «Some of the biggest blows to the progressive cause in the past year have often been due to the votes of white men. If white men were not allowed to vote, it is unlikely that the United Kingdom would be leaving the European Union, it is unlikely that Donald Trump would now be the President of the United States, and it is unlikely that the Democratic Alliance would now be governing four of South Africa's biggest cities.»

Expliquem-me lá outra vez como é que possível compatibilizar o feminismo com a preservação da nossa raça?...

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17 comentários:

Leitora disse...

Bem, eu respeito a opinião de cada um, mas acho que então quem acredita que mulheres não devem ter direitos... deveriam lutar pela islamização dos seus países, assim isso ficaria resolvido.
A bem da verdade, Donald Trump ganhou porque a maioria das mulheres BRANCAS votaram nele. Se elas tivessem votado na Hillary, a maioria delas, o Trump nem teria ganho. Possivelmente o mesmo ocorreu nas outras situações. Não é esperto achar que meia dúzia de feministas representam todas as mulheres. Aliás, a maioria das mulheres, pelo menos as brancas, nem sequer gostam delas.
E pelo menos no Brasil, a média salarial das mulheres brancas só fica atrás da dos homens brancos, ficando inclusive na frente do homem negro. https://www.buzzfeed.com/tatianafarah/disparidades-salariais-homem-mulher-ipea?utm_term=.emV9QB0DD#.oyblMODYY

Afonso de Portugal disse...

Devo dizer que eu ainda acho que as mulheres devem ter o direito de voto, quanto mais não seja porque não é minimamente realista pensar que elas podem perdê-lo sem haver grandes problemas políticos, a não ser, lá está, numa sociedade islâmica. Aliás, eu estou plenamente convencido que tentar tirar o voto às mulheres daria uma força sem precedentes ao marxismo, uma vez que a esmagadora maioria das mulheres votaria nos partidos vermelhos para evitar perder o seu direito.


«A bem da verdade, Donald Trump ganhou porque a maioria das mulheres BRANCAS votaram nele.»

Sim, é verdade. No entanto, eu julgo que aquilo a que o Orlando Braga, o Stefan Molyneux e o Black Pigeon Speaks se estão a referir não é a esta eleição em particular, mas sim ao facto de que, numa sociedade inicialmente branca (Europa e EUA no início do séc. XX), dar o voto às mulheres potenciou a ascensão da esquerda neomarxista, porque as mulheres votaram mais nos partidos que apostaram num Estado Social forte, sobretudo aqui na Europa, como forma de se "libertarem" da família tradicional.

A meu ver, o problema aqui não é tanto o direito de voto das mulheres, mas sim a forma como o marxismo cultural seduziu as mulheres, ao caracterizar os homens e a sociedade do passado como opressores. Isto leva-nos a um problema: (1) ou se proíbe a difusão do marxismo, o que é extremamente difícil -nem mesmo o ditador Salazar conseguiu fazê-lo aqui em Portugal-, (2) ou se proíbe as mulheres de votar ou, (3) esta é que era a alternativa ideal: se criava uma cultura contra-marxista para contrabalançar o discurso da Esquerda.

Infelizmente, a Direita falhou a implementação de qualquer uma das três soluções possíveis. Nos EUA, a Primeira Emenda impossibilitava a proibição do Marxismo; e impedir as mulheres de votar deixou de ser possível em quase todo o Ocidente a partir de 1950; e a única opção viável, a tal cultural contra-marxista, foi rejeitada pela Direita porque a própria Direita queria as mulheres fora de casa e a trabalhar nas fábricas e escritórios.


«Não é esperto achar que meia dúzia de feministas representam todas as mulheres. Aliás, a maioria das mulheres, pelo menos as brancas, nem sequer gostam delas.»

Sem dúvida, mas repare: mesmo na Direita há mulheres incoerentes. Veja o caso da Tomi Lahren, a repórter que foi recentemente despedida do The Blaze: ela defendeu Trump durante a campanha mas há umas semanas atrás foi a um programa esquerdista falar a favor do aborto. Imagine que Trump era contra o aborto. Será que Lahren ainda o teria apoiado? O problema das mulheres ocidentais é que não parecem saber exactamente o que querem. E não estou dizendo que todas as mulheres ocidentais são assim, mas demasiadas são...


«E pelo menos no Brasil, a média salarial das mulheres brancas só fica atrás da dos homens brancos, ficando inclusive na frente do homem negro.»

Eu até acredito que esse padrão seja quase igual em todo o Ocidente, menos nos EUA, onde os asiáticos já lideram nos salários. Mas atenção, que o Orlando Braga e o Stefan Molyneux estavam a falar das mulheres como um todo, não apenas às brancas.... e referiram até as mulheres negras cuja percentagem de filhos de pai incógnito chega aos 50% nos EUA! A perversão ´é esta: a partir do momento em que os marxistas chegam ao poder, tudo fica distorcido, porque os alógenos votam massivamente na esquerda e os brancos, sobertudo as brancas, votam alternadamente na esquerda e na direita.


«quem acredita que mulheres não devem ter direitos... deveriam lutar pela islamização dos seus países, assim isso ficaria resolvido.»

Bem, ao contrário dos seus compatriotas que têm passado por aqui, eu detestaria viver num país islâmico, mesmo que tivesse várias mulheres à minha disposição como escravas sexuais. Portugal é um país demasiado quente para usar barba e eu não gosto da ideia de rezar cinco vezes por dia com meu rabo virado para o ar. Além disso, eu gosto demasiado de vinho e de carne de porco para aceitar uma coisa dessas! :P

CENSURADO AGAIN disse...

a leitora poderia dizer que sem o obongo não precisaria de trump e quem elegeu ele foi as burras

Leitora disse...

"Bem, ao contrário dos seus compatriotas que têm passado por aqui, eu detestaria viver num país islâmico"

haha.. ishi, eu nem sei que tretas são essas por aqui. E bem, como sociedade multicultural e país enorme que o Brasil é, é muito diferente de países como.. Noruega, Congo, Japão, onde todo mundo tem ancestrais em comum, são da mesma etnia etal.. como uma grande família. Isso não existe no Brasil, eu não me identifico com grande parte dos brasileiros. Me identifico mais com as pessoas da minha região, por sermos mais 'parecidos' em vários aspectos, e não me identifico com brasileiros de lugares longíncuos. Ou melhor, me identifico tanto com eles, quanto com bolivianos.
Bem, não sei que blogs são os deles não. Visito seu blog pra ler alguém que fale com realismo e sem hipocrisia, pois é cansativo ler as mentiras e asneiras das mídias tradicionais esquerdistas, mesmo q eu não concorde com tudo, pelo menos vejo que tem mais gente que concorda comigo em alguns aspectos, podendo ler as notícias no prisma sem politicamente correto.


"ela defendeu Trump durante a campanha mas há umas semanas atrás foi a um programa esquerdista falar a favor do aborto."
Ah, não acompanho essa. Bem, eu também sou a favor do aborto. A Marine Le penn também é. Assim como provavelmente o próprio Trump, antes de >>>atuar<<< como candidato do Partido Republicano. Não vejo como uma pauta esquerdista. É ridículo que o feMISMO capturou essa pauta, que deveria ser neutra.


"Eu até acredito que esse padrão seja quase igual em todo o Ocidente, menos nos EUA, onde os asiáticos já lideram nos salários"
Ah, isso é verdade. Fizeram uma pesquisa não tão bem detalhada. Mas os judeus são um dos grupos de elite em qualquer lugar, acho que são considerados asiáticos senão me engano. Outros seriam japoneses e chineses? Bem, eu nunca vi em toda minha vida um japones mendigo ou trabalhando na construção civil e coisas assim... Chineses costumam ser empresários. Então, acho que é verdade mesmo.

Leitora disse...

" (2) ou se proíbe as mulheres de votar"
bem, eu acho extremamente improvável que as coisas fossem assim tão simples.
Digamos que proibisse as burras mulheres que só votam na esquerda de votar.. o que aconteceria?
A elite econômica, cujas cabeças são maioria compostas por homens - Soros, Morgans, e seila mais quem - vão simplesmente parar de comprar e subverter o governo? De repente, a direita vai chegar no poder e o que? E ah, o que vai ocorrer com essa mulheres, irão todas morrer de fome ou os homens, inteligentes e sábios, irão trabalhar pra sustentar elas todas?

Rick disse...

É preciso perceber que o feminismo é apenas um apêndice do marxismo usado para desmoralizar e subverter as sociedades ocidentais. Se não tiverem isto presente, perdem-se nas extrapolações.
Eu não defendo que as mulheres não devem ter direitos, embora comungue da visão de que elas enfraquecem as sociedades se envolvidas na governação das nações. A natureza não se compadece com lirismos e inflamadas metáforas. Defendo apenas que vários grupos não deviam participar no sufrágio. Nada tem a ver com outros direitos.
Veja-se os que vivem do crime, os sociopatas, os traidores, os estrangeiros com passaporte (you know what I mean) etc.
A toda esta gente lhes é reconhecido o direito de escolher quem governa o país.
Os iletrados que todos conhecemos e que não fazem a menor ideia nem têm o menor critério de escolha.
O resultado do sufrágio universal é deprimente. Qualquer potência estrangeira consegue subverter estas nações.
A URSS era a fonte de financiamento do PCP e provavelmente de outros grupos. Vêm a vulnerabilidade?
A imprensa tinha muita gente na lista de pagamentos dos soviéticos. A Universidade foi infiltrada e há dezenas de anos que funciona como uma linha de montagem do marxismo e do internacionalismo. São muitas gerações lançadas na sociedade, completamente formatadas e que constituem uma quinta coluna.
Em Portugal, a isto nada nem ninguém se opõe seriamente.
É preciso refletir nisto sem medo, sem os constrangimentos impostos pelos gangs de esquerda.

Raghnar disse...

Entretanto, em Portugal:

http://www.dn.pt/sociedade/interior/o-cor-de-rosa-pode-ser-uma-cor-igual-as-outras-6222415.html

"Bárbara Galope brincava com bonecas até descobrir o futebol. Agora acha que as bonecas são “um vício”. E que “os homens agora deviam ter menos direitos do que as mulheres, para compensar o que fizeram”

Miguel Silveira acredita que “mulheres e homens devem ser iguais e não devia haver diferença entre as coisas que fazem e vestem”.

Isto dito por crianças de primária, deve ser isto a que chamam "educação cívica". Como deve ser difícil hoje em dia criar filhos, para que cheguem a casa com esta propaganda. Os órgãos directivos da escola certamente teriam problemas comigo pois não aceitaria que enchessem as orelhas de um filho meu com este lixo propagandístico...

Raghnar disse...

O Afonso é cá dos meus, contra o Islão chouriço e garrafão heheh :)

Bruno Dias disse...

"A bem da verdade, Donald Trump ganhou porque a maioria das mulheres BRANCAS votaram nele." eu nao sei onde vc foi buscar isso, mas é falso

https://heartiste.wordpress.com/2017/03/20/demographic-breakdown-of-the-pivotal-2016-election/


https://heartiste.wordpress.com/2012/11/06/why-single-white-women-vote-overwhelmingly-for-democrats/

Afonso de Portugal disse...

Leitora disse…
«eu não me identifico com grande parte dos brasileiros. Me identifico mais com as pessoas da minha região, por sermos mais 'parecidos' em vários aspectos»

Nossa, você escreveu 'aspecto' em português europeu! :) Ehehe… Bem, eu nunca estive no Paraná, apenas passei voando por cima dele… mas daquilo que vi no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, há cidades na Europa bem mais miscigenadas do que Porto Alegre e Florianópolis. Por exemplo, Lisboa, Paris, Londres e Estocolmo. Compreendo perfeitamente que a Leitora não sinta afinidade com o CUBrasil, como você lhe chama! :)

«as os judeus são um dos grupos de elite em qualquer lugar, acho que são considerados asiáticos senão me engano. Outros seriam japoneses e chineses?»

Nos EUA, os judeus são considerados brancos para efeitos estatísticos. O termo ‘asiático’ refere-se sobretudo aos japoneses e chineses, embora não só. As causas avançadas pelos demógrafos para explicar o fenómeno são principalmente duas: (1) uma maior ética de trabalho; (2) uma inteligência média superior à dos outros grupos étnicos; eu creio que há uma terceira causa: (3) uma maior coesão intra-comunitária, sobretudo no caso dos chineses.


«" (2) ou se proíbe as mulheres de votar"
bem, eu acho extremamente improvável que as coisas fossem assim tão simples.
Digamos que proibisse as burras mulheres que só votam na esquerda de votar.. o que aconteceria?
»

Por isso mesmo é que a única solução viável é a aposta na contracultura. É a única solução que não alienar as mulheres e usar o voto das mulheres contra a superclasse.


Rick disse...
«Veja-se os que vivem do crime, os sociopatas, os traidores, os estrangeiros com passaporte (you know what I mean) etc.
A toda esta gente lhes é reconhecido o direito de escolher quem governa o país.
»

Eu defendo um modelo de sufrágio em que os votos dos cidadãos cumpridores, i.e. daqueles que pagam os seus impostos a tempo e horas, não cometem crimes e não dependem do Estado tenha um peso maior do que os outros. Quem não paga impostos não devia poder votar. E aqueles que não nasceram em Portugal também não.


«Em Portugal, a isto nada nem ninguém se opõe seriamente.
É preciso refletir nisto sem medo, sem os constrangimentos impostos pelos gangs de esquerda.
»

O grande problema é que o nosso país anda sempre a reboque dos outros e o sufrágio universal (ainda) é uma vaca sagrada em todo o mundo ocidental. E é muito difícil inverter esta situação, porque ambas Esquerda e Direita estão interessadas em que os parolos votem em massa.

Afonso de Portugal disse...

Raghnar disse...
«Isto dito por crianças de primária, deve ser isto a que chamam "educação cívica". Como deve ser difícil hoje em dia criar filhos, para que cheguem a casa com esta propaganda. Os órgãos directivos da escola certamente teriam problemas comigo pois não aceitaria que enchessem as orelhas de um filho meu com este lixo propagandístico... »

Ou seja, a engenharia social ultra-agressiva do politicamente correcto já está por cá! Só que, ao contrário dos EUA, nós temos muito poucas defesas contra essa grande praga esquerdalhista, porque a maior parte do nosso povo nem sequer sabe o que é o marxismo cultural, muito menos compreende a realidade da Teoria Crítica. Essa notícia é assustadora, eu nunca pensei que as nossas crianças também já estivessem assim! Obrigado pelo link, vou aproveitá-lo para fazer uma posta mais tarde!



Caro Bruno Dias, por favor corrija-me se eu estiver enganado, mas o que esse artigo diz é que as mulheres brancas solteiras votaram maioritariamente na Hilária (apenas 39,0% votaram em Trump), enquanto as casadas votaram maioritariamente em Trump (61,4%).

No entanto, em termos gerais, a maioria das mulheres brancas votou mesmo em Trump (52%), pelo menos a avaliar pelos números citados aqui (ver tabela “race and gender”):

http://edition.cnn.com/election/results/exit-polls

Já em 2012, quando Obama foi eleito pela segunda vez, as mulheres brancas tinham votado mais em Mitt Romney (56%, clicar no separador ‘exit polls’):

http://edition.cnn.com/election/2012/results/race/president/

Seja como for, o caro Bruno Dias tem razão ao apontar que temos aqui um grande problema: à medida que a instituição do casamento se degrada nos EUA, as “single white women” parecem estar a ganhar cada vez mais força entre as mulheres como um todo. Isso não augura nada de bom para o futuro da raça branca e vem ao encontro da ideia que as mulheres, quando “livres” das responsabilidades familiares, tendem a favorecer os partidos do Estado Social.

Leitora disse...

"Nossa, você escreveu 'aspecto' em português europeu!"

Ah, mas é assim em português brasileiro, também! Tem algumas palavras com "c" no meio. Como.. cacto, pacto, encriptar, criptografar, e etc. A não ser que tenha mudado no acordo ortográfico e eu não percebi. Nunca ouvi, nem li a palavra "aspeto". Ninguém usa isso. É aspecto, mesmo!

"nao sei onde vc foi buscar isso, mas é falso"
foram nas estatísticas da eleição, que estavam pela internet.

" Compreendo perfeitamente que a Leitora não sinta afinidade com o CUBrasil, como você lhe chama! "
jajaja.. é mistura de Cuba com Brasil. Antigamente tinha um medo coletivo de que o Brasil ia virar Cuba, mas com os governos do PT o país já andou nesse sentido.

Leitora disse...

"Isto dito por crianças de primária, deve ser isto a que chamam "educação cívica". Como deve ser difícil hoje em dia criar filhos, para que cheguem a casa com esta propaganda."

Isso parece ser um incentivo a diferença cultural com os muçulmanos, vc percebeu?
Enquanto muçulmanos pensam completamente o oposto disso, eles forçam essa narrativa sem futuro (pq se os muçulmanos realmente tomarem conta de tudo, essa narrativa não tem futuro) na mente das crianças, que, enfraquecidas, cresceram em meio a muçulmanos. Isso aumenta o atrito cultural, cria uma tensão maior, que pode ser usada posteriormente com algum objetivo.

CENSURADO AGAIN disse...

Seja como for, o caro Bruno Dias tem razão ao apontar que temos aqui um grande problema: à medida que a instituição do casamento se degrada nos EUA, as “single white women” parecem estar a ganhar cada vez mais força entre as mulheres como um todo. Isso não augura nada de bom para o futuro da raça branca e vem ao encontro da ideia que as mulheres, quando “livres” das responsabilidades familiares, tendem a favorecer os partidos do Estado Social.

obvio vide o caso daquela mãe solteira de 5 levando milhares do bolsa + pensão ate deixou a profissão anterior

CENSURADO AGAIN disse...

o estado social foi feito para proteger vulneraveis a serio não pra putas se replicarem por mil de modo irresponsavel

Bruno Dias disse...

"à medida que a instituição do casamento se degrada nos EUA, as “single white women” parecem estar a ganhar cada vez mais força entre as mulheres como um todo." Exacto caro Afonso. O problema que aparece nesse artigo é que a maioria das mulheres brancas solteiras são tendecncialmente de esquerda (pois substituem o marido pelo Estado), mas tendo em conta que o número de casamentos vai decaindo ao longo dos anos, com cada vez mais solteiras, os resultados são previsíveis. E também não esquecer que as mulheres são mais influenciaveis pelos media (que sao esquerdistas) mais influenciaveis pela "moda" (que é controlada pelos media esquerdistas)

Afonso de Portugal disse...

Leitora disse...
«Ah, mas é assim em português brasileiro, também! Tem algumas palavras com "c" no meio. Como.. cacto, pacto, encriptar, criptografar, e etc.»

Bem, nesse caso, o aborto ortográfico é muito pior do que eu julgava! Com o aborto, aspecto passa a 'aspeto' e cacto passa a 'cato'. Pacto, encriptar e criptografar ficam na mesma, porque as consoantes "c" e "p" não são mudas.

O caso mais ridículo que conheço é o da palavra Egipto, que passa a "Egito" embora os seus habitantes continuem a ser "egípcios", com "p". Ou seja, o aborto ortográfico é pura e simplesmente absurdo!


«jajaja.. é mistura de Cuba com Brasil. Antigamente tinha um medo coletivo de que o Brasil ia virar Cuba, mas com os governos do PT o país já andou nesse sentido.»

Sim... e o que mais me assusta no Brasil é a grande desigualdade nas taxas de natalidade entre os diferentes estados:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_unidades_federativas_do_Brasil_por_taxa_de_natalidade

Como seria de esperar, o estados mais europeus são precisamente aqueles que têm as taxas de nataldiade mais baixas. Isso não augura nada de bom para o futuro do Brasil...


Censurado Outra Vez disse...
«o estado social foi feito para proteger vulneraveis a serio não pra putas se replicarem por mil de modo irresponsavel»

Será? Eu cada vez mais me convenço que o ES foi criado para cativar votos... não estou sugerindo que se deve acabar com o ES totalmente, mas da mesma forma que o inferno está cheio de boas intenções, também há coisas boas que vêm por mal...

Bruno Dias disse...
«problema que aparece nesse artigo é que a maioria das mulheres brancas solteiras são tendecncialmente de esquerda (pois substituem o marido pelo Estado), mas tendo em conta que o número de casamentos vai decaindo ao longo dos anos, com cada vez mais solteiras, os resultados são previsíveis.»

Sim, julgo que essa análise está correcta, até porque o Estado Social, ao proteger as mulheres em caso de divórcio, acaba por facilitar os divórcios, criando um círculo vicioso. Aliás, nos EUA, 50% dos casamentos já não chegam aos 10 anos. O fenómeno é particularmente grave na comunidade negra, onde 72% dos bebés são filhos de mãe solteira (https://en.wikipedia.org/wiki/African-American_family_structure), mas está a estender-se gradulamente a todos os grupos raciais.


«E também não esquecer que as mulheres são mais influenciaveis pelos media (que sao esquerdistas) mais influenciaveis pela "moda" (que é controlada pelos media esquerdistas)»

Infelizmente, também concordo. Em relação à questão dos "refugiados", por exemplo, a esmagadora maioria das mulheres que conheço concorda com a actuação do Bergoglio, da Merkel e do Guterres. É-me bastante difícil compreender como é que as mulheres, que são as principais vítimas da islamização, parecem ser também aquelas que mais defendem a vinda dos muçulmanos para a Europa. Esta tendência só se consegue combater mostrando os crimes dos muslos... e mesmo assim, leva o seu tempo!